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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Crónicas, que são? Pretextos, ou testemunhos? Crónicas Ninguém se Banha Duas Vezes no Mesmo Rio, A Ilha Deserta, Um Encontro na Praia, e Os Navegadores Solitários incluídas na obra Moby Dick em Lisboa. Caligrafia da capa por MARIA DE MEDEIROS
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Crónicas, que são? Pretextos, ou testemunhos? Crónicas Ninguém se Banha Duas Vezes no Mesmo Rio, A Ilha Deserta, Um Encontro na Praia, e Os Navegadores Solitários incluídas na obra Moby Dick em Lisboa. Caligrafia da capa por MARIA DE MEDEIROS
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Assente nos três pilares do desenvolvimento económico e social — o político-institucional, o económico-financeiro e o social —, o autor organiza a sua argumentação em quinze reflexões que evidenciam uma perspetiva sistémica e estrutural para defender que "desta vez terá de ser diferente" e que Portugal deve saber tirar as ilações necessárias das três crises económicas que experimentou em democracia e que revisita no livro: 1977-1978; 1983-1984; 2011-2014. As crises geram oportunidades de mudança e, ao contrário do que aconteceu nas anteriores, é preciso que ao enfrentarmos esta renasça a esperança de que vamos saber criar as condições para um novo impulso de crescimento da produtividade, para invertermos a tendência de caminharmos para a cauda entre os países europeus que procuram a convergência com o nível de vida dos países mais desenvolvidos. Para tanto, precisamos de reformas e de uma nova política de alocação de recursos, bem como de interiorizar a necessidade da renovação das Políticas Públicas e das Políticas Empresariais, as quais devem formar um todo coerente e ser orientadas para a melhoria da produtividade e da competitividade empresarial, fontes do crescimento económico e de prosperidade. Este é um livro virado para os desafios do futuro, que não ousa esquecer as lições do passado, para sabermos estar à altura das mudanças políticas, tecnológicas, económicas e sociais que nos esperam.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Assente nos três pilares do desenvolvimento económico e social — o político-institucional, o económico-financeiro e o social —, o autor organiza a sua argumentação em quinze reflexões que evidenciam uma perspetiva sistémica e estrutural para defender que "desta vez terá de ser diferente" e que Portugal deve saber tirar as ilações necessárias das três crises económicas que experimentou em democracia e que revisita no livro: 1977-1978; 1983-1984; 2011-2014. As crises geram oportunidades de mudança e, ao contrário do que aconteceu nas anteriores, é preciso que ao enfrentarmos esta renasça a esperança de que vamos saber criar as condições para um novo impulso de crescimento da produtividade, para invertermos a tendência de caminharmos para a cauda entre os países europeus que procuram a convergência com o nível de vida dos países mais desenvolvidos. Para tanto, precisamos de reformas e de uma nova política de alocação de recursos, bem como de interiorizar a necessidade da renovação das Políticas Públicas e das Políticas Empresariais, as quais devem formar um todo coerente e ser orientadas para a melhoria da produtividade e da competitividade empresarial, fontes do crescimento económico e de prosperidade. Este é um livro virado para os desafios do futuro, que não ousa esquecer as lições do passado, para sabermos estar à altura das mudanças políticas, tecnológicas, económicas e sociais que nos esperam.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
“As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes ou devemos esforçar-nos por as emendar?”Neste ensaio, de 1849, Henry David Thoreau defende que não devemos permitir que os governos controlem a nossa consciência e muito menos que nos tornem agentes de injustiça. Para Thoreau, a "desobediência civil" é uma forma de luta legítima e pacífica contra a opressão e os atropelos a que estão sujeitos os mais fracos.Nascidas em oposição à guerra e às leis esclavagistas da época, as ideias de Thoreau acabaram por inspirar nomes incontornáveis da história, como Gandhi e Martin Luther King, e batalhas que trouxeram mais liberdade e igualdade aos dias de hoje, como os movimentos sufragistas ou pelos direitos civis.Mais de um século após a sua edição original e numa época em que grassam a violência, o racismo, a xenofobia e as injustiças, poucos clássicos e poucos ideais poderiam fazer tanto sentido como este Desobediência Civil. Se partilha destes ideais, partilhe também as mensagens seguintes: - As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes? - A minoria que se conforma com a maioria torna-se ineficaz. - Não nos podemos transformar nos agentes da injustiça que condenamos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
“As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes ou devemos esforçar-nos por as emendar?”Neste ensaio, de 1849, Henry David Thoreau defende que não devemos permitir que os governos controlem a nossa consciência e muito menos que nos tornem agentes de injustiça. Para Thoreau, a "desobediência civil" é uma forma de luta legítima e pacífica contra a opressão e os atropelos a que estão sujeitos os mais fracos.Nascidas em oposição à guerra e às leis esclavagistas da época, as ideias de Thoreau acabaram por inspirar nomes incontornáveis da história, como Gandhi e Martin Luther King, e batalhas que trouxeram mais liberdade e igualdade aos dias de hoje, como os movimentos sufragistas ou pelos direitos civis.Mais de um século após a sua edição original e numa época em que grassam a violência, o racismo, a xenofobia e as injustiças, poucos clássicos e poucos ideais poderiam fazer tanto sentido como este Desobediência Civil. Se partilha destes ideais, partilhe também as mensagens seguintes: - As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes? - A minoria que se conforma com a maioria torna-se ineficaz. - Não nos podemos transformar nos agentes da injustiça que condenamos.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Em Portugal na Queda da Europa, publicado em 2014, defendi que a Europa estava em queda, mas ainda não se tinha despedaçado. Volto ao tema neste breve livro, com uma urgência redobrada, para afirmar que a Europa em 2019 - entendida como o projeto de integração europeia de que resultou a atual União Europeia - já se encontra tombada sobre terra, impossibilitada de se reerguer se as políticas e as instituições que a conduziram até ao chão se mantiverem sem mudanças profundas. Insisto, a União Europeia jaz à beira de um declive para onde resvalará se o presente rumo não for alterado, daí resultando uma fragmentação de consequências negativas imprevisíveis, mas com toda a certeza de enorme impacto, não só para o Velho Continente, mas para a ordem global.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Em Portugal na Queda da Europa, publicado em 2014, defendi que a Europa estava em queda, mas ainda não se tinha despedaçado. Volto ao tema neste breve livro, com uma urgência redobrada, para afirmar que a Europa em 2019 - entendida como o projeto de integração europeia de que resultou a atual União Europeia - já se encontra tombada sobre terra, impossibilitada de se reerguer se as políticas e as instituições que a conduziram até ao chão se mantiverem sem mudanças profundas. Insisto, a União Europeia jaz à beira de um declive para onde resvalará se o presente rumo não for alterado, daí resultando uma fragmentação de consequências negativas imprevisíveis, mas com toda a certeza de enorme impacto, não só para o Velho Continente, mas para a ordem global.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Sentido de humor para combater a ansiedade, na primeira pessoa. O primeiro ataque de pânico de Tati Bernardi foi num aeroporto em Paris? Ou foi deitada debaixo da cama dos pais da amiga Daniela, quando tinha seis anos? Também pode ter sido no supermercado, no desespero de não conseguir escolher um melão. Talvez não seja possível determinar quando começou, mas a autora foi aprendendo a viver com a ansiedade - com recurso a terapia, vários comprimidos, mantendo-se perto de lugares seguros ou, como acontece em Depois a Louca Sou Eu (livro que decidiu escrever num dia em que se convenceu mesmo de que o avião ia cair), através do humor. No Brasil, ficou conhecida primeiro pelas espirituosas crónicas de jornal e pelos seus divertidos guiões para cinema e televisão. Só depois espantou os leitores com a honestidade frenética deste desabafo autobiográfico sobre medos, manias, taquicardias e desesperos que, contra tudo e por vontade da autora, ainda deixa espaço para uma gargalhada.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Sentido de humor para combater a ansiedade, na primeira pessoa. O primeiro ataque de pânico de Tati Bernardi foi num aeroporto em Paris? Ou foi deitada debaixo da cama dos pais da amiga Daniela, quando tinha seis anos? Também pode ter sido no supermercado, no desespero de não conseguir escolher um melão. Talvez não seja possível determinar quando começou, mas a autora foi aprendendo a viver com a ansiedade - com recurso a terapia, vários comprimidos, mantendo-se perto de lugares seguros ou, como acontece em Depois a Louca Sou Eu (livro que decidiu escrever num dia em que se convenceu mesmo de que o avião ia cair), através do humor. No Brasil, ficou conhecida primeiro pelas espirituosas crónicas de jornal e pelos seus divertidos guiões para cinema e televisão. Só depois espantou os leitores com a honestidade frenética deste desabafo autobiográfico sobre medos, manias, taquicardias e desesperos que, contra tudo e por vontade da autora, ainda deixa espaço para uma gargalhada.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Governos autoritários, elites e hackers estão a usar o mundo digital para influenciar o sistema democrático e as eleições. Essa influência leva a mudanças sem precedentes na opinião pública. Facebook, Google e Twitter são hoje os palcos da nossa política. Um mundo onde empresas contratadas para consultoria política conseguem gerar resultados inesperados como o Brexit na Inglaterra, Donald Trump nos EUA, Macron em França, ou o Movimento Cinco Estrelas em Itália.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Governos autoritários, elites e hackers estão a usar o mundo digital para influenciar o sistema democrático e as eleições. Essa influência leva a mudanças sem precedentes na opinião pública. Facebook, Google e Twitter são hoje os palcos da nossa política. Um mundo onde empresas contratadas para consultoria política conseguem gerar resultados inesperados como o Brexit na Inglaterra, Donald Trump nos EUA, Macron em França, ou o Movimento Cinco Estrelas em Itália.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ao serviço da BBC, Expresso e SIC, Paulo Camacho cobriu uma boa parte dos conflitos mais importantes que ocorreram no mundo desde meados da década de 80. Esteve em Bagdad no início das duas guerras do Golfo, várias vezes na guerra civil angolana, na guerra civil de Moçambique, no caos da Somália, nos confrontos da África do Sul depois da queda do apartheid, na guerra do Congo/Zaire quando o ditador Mobutu foi afastado, nos ataques israelitas ao Líbano ou na queda dos regimes do Bloco de Leste, como na Roménia e Checoslováquia. Neste livro, partilha as suas memórias desses tempos, as emoções de quem presenciou o inferno na Terra e a forma que encontrou para se defender de experiências extremas, como assistir à morte de crianças. Com prefácio de Ricardo Costa.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ao serviço da BBC, Expresso e SIC, Paulo Camacho cobriu uma boa parte dos conflitos mais importantes que ocorreram no mundo desde meados da década de 80. Esteve em Bagdad no início das duas guerras do Golfo, várias vezes na guerra civil angolana, na guerra civil de Moçambique, no caos da Somália, nos confrontos da África do Sul depois da queda do apartheid, na guerra do Congo/Zaire quando o ditador Mobutu foi afastado, nos ataques israelitas ao Líbano ou na queda dos regimes do Bloco de Leste, como na Roménia e Checoslováquia. Neste livro, partilha as suas memórias desses tempos, as emoções de quem presenciou o inferno na Terra e a forma que encontrou para se defender de experiências extremas, como assistir à morte de crianças. Com prefácio de Ricardo Costa.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Negra, gambiana e muçulmana da parte do pai e branca, francesa e judia da parte da mãe, Rachel Khan é orgulhosamente de raça. É de raça porque tem diferentes raízes, que algumas pessoas julgam serem raças. Mas como conviver com este "excesso de raças" entre o radicalismo do "ou branco ou negro", que abomina a variedade? Analisando uma série de palavras e expressões politicamente correctas, Rachel Khan lança um olhar crítico e mordaz à tendência ideologizada, que proíbe todo o tipo de nuances: Condena as palavras que separam como afrodescendente, interseccionalidade ou minoria , apresentadas como essenciais para combater o racismo, mas que apenas servem para enfiar o dedo nas feridas que afirmam cicatrizar; Aponta as palavras que não levam a lado nenhum e que apenas servem para empobrecer a língua e alimentar ódios e silêncios; Defende as palavras que consertam, promovendo a diversidade de pensamento, reestabelecendo o diálogo e unindo a sociedade, atormentada por tensões identitárias.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Negra, gambiana e muçulmana da parte do pai e branca, francesa e judia da parte da mãe, Rachel Khan é orgulhosamente de raça. É de raça porque tem diferentes raízes, que algumas pessoas julgam serem raças. Mas como conviver com este "excesso de raças" entre o radicalismo do "ou branco ou negro", que abomina a variedade? Analisando uma série de palavras e expressões politicamente correctas, Rachel Khan lança um olhar crítico e mordaz à tendência ideologizada, que proíbe todo o tipo de nuances: Condena as palavras que separam como afrodescendente, interseccionalidade ou minoria , apresentadas como essenciais para combater o racismo, mas que apenas servem para enfiar o dedo nas feridas que afirmam cicatrizar; Aponta as palavras que não levam a lado nenhum e que apenas servem para empobrecer a língua e alimentar ódios e silêncios; Defende as palavras que consertam, promovendo a diversidade de pensamento, reestabelecendo o diálogo e unindo a sociedade, atormentada por tensões identitárias.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
UMA PROVOCAÇÃO AOS DOGMAS DA ESQUERDA E DA DIREITA. Mark Lilla é um dos grandes pensadores políticos da década. Situa-se à Esquerda, mas curiosamente tem mais inimigos à Esquerda do que à Direita. Porquê? Pelo despudor em apontar as falhas da Esquerda e desmascarar os seus dogmas, e pela audácia de propor novos rumos. Em De Esquerda, Agora e Sempre, Lilla discute o falhanço do liberalismo norte-americano nos últimos 40 anos. Mesmo tendo havido Democratas na Casa Branca, ao longo de duas gerações a ideologia política dominante foi a que Ronald Reagan implementou: Governo pouco interventivo, impostos baixos, incentivo ao individualismo. O Partido Democrata pouco fez para mudar este estado de coisas. Por ter concentrado esforços nas políticas identitárias, o liberalismo norte-americano enfrenta agora consequências desastrosas: um narcisismo económico amoral, um eleitorado alheio à ideia de futuro partilhado e de bem comum. No jogo para conquistar o imaginário americana, a Esquerda desistiu. Mark Lilla defende que chegou o momento de começar de novo: a Esquerda está motivada, e o Partido Republicano vive uma crise ideológica, desencadeada pelo demagogo imprevisível que o lidera. É preciso então reconstruir o que há de comum entre os americanos e encorajar o entido de dever mútuo. JÁ PUBLICADO EM VÁRIOS PAÍSES: REINO UNIDO, FRANÇA, ITÁLIA, ESPANHA, POLÓNIA, BRASIL, COREIA, CHINA E JAPÃO
Nº Páginas: 120
Sinopse:
UMA PROVOCAÇÃO AOS DOGMAS DA ESQUERDA E DA DIREITA. Mark Lilla é um dos grandes pensadores políticos da década. Situa-se à Esquerda, mas curiosamente tem mais inimigos à Esquerda do que à Direita. Porquê? Pelo despudor em apontar as falhas da Esquerda e desmascarar os seus dogmas, e pela audácia de propor novos rumos. Em De Esquerda, Agora e Sempre, Lilla discute o falhanço do liberalismo norte-americano nos últimos 40 anos. Mesmo tendo havido Democratas na Casa Branca, ao longo de duas gerações a ideologia política dominante foi a que Ronald Reagan implementou: Governo pouco interventivo, impostos baixos, incentivo ao individualismo. O Partido Democrata pouco fez para mudar este estado de coisas. Por ter concentrado esforços nas políticas identitárias, o liberalismo norte-americano enfrenta agora consequências desastrosas: um narcisismo económico amoral, um eleitorado alheio à ideia de futuro partilhado e de bem comum. No jogo para conquistar o imaginário americana, a Esquerda desistiu. Mark Lilla defende que chegou o momento de começar de novo: a Esquerda está motivada, e o Partido Republicano vive uma crise ideológica, desencadeada pelo demagogo imprevisível que o lidera. É preciso então reconstruir o que há de comum entre os americanos e encorajar o entido de dever mútuo. JÁ PUBLICADO EM VÁRIOS PAÍSES: REINO UNIDO, FRANÇA, ITÁLIA, ESPANHA, POLÓNIA, BRASIL, COREIA, CHINA E JAPÃO
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Da Troika à Geringonça é um livro que conjuga a observação da realidade económica e política portuguesa, de 2011 a 2019, à luz de um pensamento político e económico liberal. Na verdade, confrontando-se com os governos de Pedro Passos Coelho e de António Costa, e com a acção de ministros das finanças de Vítor Gaspar a Mário Centeno, passando por Maria Luís Albuquerque, este livro faz um retrato claro e cristalino da realidade portuguesa e dos problemas essenciais que afligem a nossa sociedade e a nossa economia. Um livro cuja linguagem combina inteligência e prazer. Uma grande leitura.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Da Troika à Geringonça é um livro que conjuga a observação da realidade económica e política portuguesa, de 2011 a 2019, à luz de um pensamento político e económico liberal. Na verdade, confrontando-se com os governos de Pedro Passos Coelho e de António Costa, e com a acção de ministros das finanças de Vítor Gaspar a Mário Centeno, passando por Maria Luís Albuquerque, este livro faz um retrato claro e cristalino da realidade portuguesa e dos problemas essenciais que afligem a nossa sociedade e a nossa economia. Um livro cuja linguagem combina inteligência e prazer. Uma grande leitura.
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Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da Ditadura à Democracia é um guia prático para a luta não violenta. Originalmente publicado em 1994, tem inspirado dissidentes políticos de todo o mundo e já foi traduzido em mais de trinta línguas. Este livro de Gene Sharp desempenhou um papel central na Primavera Árabe, e tornou-se a principal referência para os revolucionários não violentos do século XXI.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da Ditadura à Democracia é um guia prático para a luta não violenta. Originalmente publicado em 1994, tem inspirado dissidentes políticos de todo o mundo e já foi traduzido em mais de trinta línguas. Este livro de Gene Sharp desempenhou um papel central na Primavera Árabe, e tornou-se a principal referência para os revolucionários não violentos do século XXI.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 672
Sinopse:
A modéstia levava-o a (des)considerar as crónicas como uma servidão diária que afirmava com humor só aceitar para alimentar a legião de gatos que tinha em casa e que só serviriam, como tudo o que é jornal e como diziam os velhos tipógrafos do "JN" num dito que ele tantas vezes citava, para embrulhar peixe no dia seguinte. Ou seja, as crónicas, até pelo seu registo diarístico (jornalístico), não possuiriam nenhum valor literário, seriam feitas como tudo o mais mas mais do que tudo "da matéria da morte e do esquecimento", anacrónicas fora da sua efémera duração, e como tal constituiriam uma dimensão menor, extraliterária, da sua obra. E no entanto, pelas suas características, essas crónicas fazem plenamente parte, de pleno direito, da obra literária de Manuel António Pina. Se ele definia a sua poesia, por complexas razões de poética que não cabe aqui explicar, como "saudade da prosa", as suas crónicas jornalísticas podem definir-se, de certo modo determinante da sua popularidade, como saudade da literatura. A presente antologia, organizada por Sousa Dias, reúne as melhores crónicas de Manuel António Pina, de 1984 a 2012. As palavras dessas crónicas, e sobretudo o espírito dessas palavras que uma multidão de seguidores fazia suas nas suas anónimas indignações sociais, ficarão durante muito tempo a reverberar na memória dos leitores agora desamparados dessa voz.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
A modéstia levava-o a (des)considerar as crónicas como uma servidão diária que afirmava com humor só aceitar para alimentar a legião de gatos que tinha em casa e que só serviriam, como tudo o que é jornal e como diziam os velhos tipógrafos do "JN" num dito que ele tantas vezes citava, para embrulhar peixe no dia seguinte. Ou seja, as crónicas, até pelo seu registo diarístico (jornalístico), não possuiriam nenhum valor literário, seriam feitas como tudo o mais mas mais do que tudo "da matéria da morte e do esquecimento", anacrónicas fora da sua efémera duração, e como tal constituiriam uma dimensão menor, extraliterária, da sua obra. E no entanto, pelas suas características, essas crónicas fazem plenamente parte, de pleno direito, da obra literária de Manuel António Pina. Se ele definia a sua poesia, por complexas razões de poética que não cabe aqui explicar, como "saudade da prosa", as suas crónicas jornalísticas podem definir-se, de certo modo determinante da sua popularidade, como saudade da literatura. A presente antologia, organizada por Sousa Dias, reúne as melhores crónicas de Manuel António Pina, de 1984 a 2012. As palavras dessas crónicas, e sobretudo o espírito dessas palavras que uma multidão de seguidores fazia suas nas suas anónimas indignações sociais, ficarão durante muito tempo a reverberar na memória dos leitores agora desamparados dessa voz.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Pobre país, dirão os portugueses mais atentos. O futuro que se lhes apresenta não será nada brilhante. É preciso que os portugueses tomem consciência disso e ajam em conformidade. Já que não podemos mudar o Mundo nem sequer a Europa, sejamos ao menos capazes de mudar Portugal.""O livro que ora vos apresento representa a compilação de artigos diversos e outros escritos publicados nos anos de 2011 e 2012 em jornais e revistas portugueses e estrangeiras. Foram anos de aprofundamento da crise europeia e nacional, ainda não resolvida, bem pelo contrário.[…] A democracia - no plano europeu e nacional , considerada um dos fundamentos essenciais do projeto europeu, bem como os Direitos do Homem e os Estados Sociais começaram a ser conceitos e valores cada vez menos seguidos e respeitados. Porque, como se sabe, a crise financeira, dando a prioridade aos mercados, pôs o dinheiro acima das pessoas, como supremo valor.[…] A verdade é que Portugal - ao fim de um ano de governo - não parece estar nada bem. Tenho-o dito e repetido, com sentido de objetividade e independência. Está demonstrado que as políticas de austeridade, que têm vindo a ser impostas, só nos podem levar a um desastre. Como o aumento impressionante do desemprego, a recessão económica, a ruína da classe média, o empobrecimento geral do país e o rigor economicista do Governo, para o qual o que conta é a ideologia neoliberal.[…] Tornou-se urgente não desanimar e saber lutar pelas causas nobres. Ora o projeto europeu é uma dessas causas. Estamos a precisar, como de pão para a boca, de uma revolução pacífica e de um salto em frente da União Europeia. É necessário que os europeus compreendam que têm de reagir coletiva, pacífica e solidariamente, para que a União Europeia se desenvolva e ultrapasse esta crise terrível do capitalismo de casino.".Do "Prefácio"
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Pobre país, dirão os portugueses mais atentos. O futuro que se lhes apresenta não será nada brilhante. É preciso que os portugueses tomem consciência disso e ajam em conformidade. Já que não podemos mudar o Mundo nem sequer a Europa, sejamos ao menos capazes de mudar Portugal.""O livro que ora vos apresento representa a compilação de artigos diversos e outros escritos publicados nos anos de 2011 e 2012 em jornais e revistas portugueses e estrangeiras. Foram anos de aprofundamento da crise europeia e nacional, ainda não resolvida, bem pelo contrário.[…] A democracia - no plano europeu e nacional , considerada um dos fundamentos essenciais do projeto europeu, bem como os Direitos do Homem e os Estados Sociais começaram a ser conceitos e valores cada vez menos seguidos e respeitados. Porque, como se sabe, a crise financeira, dando a prioridade aos mercados, pôs o dinheiro acima das pessoas, como supremo valor.[…] A verdade é que Portugal - ao fim de um ano de governo - não parece estar nada bem. Tenho-o dito e repetido, com sentido de objetividade e independência. Está demonstrado que as políticas de austeridade, que têm vindo a ser impostas, só nos podem levar a um desastre. Como o aumento impressionante do desemprego, a recessão económica, a ruína da classe média, o empobrecimento geral do país e o rigor economicista do Governo, para o qual o que conta é a ideologia neoliberal.[…] Tornou-se urgente não desanimar e saber lutar pelas causas nobres. Ora o projeto europeu é uma dessas causas. Estamos a precisar, como de pão para a boca, de uma revolução pacífica e de um salto em frente da União Europeia. É necessário que os europeus compreendam que têm de reagir coletiva, pacífica e solidariamente, para que a União Europeia se desenvolva e ultrapasse esta crise terrível do capitalismo de casino.".Do "Prefácio"
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Operação Marquês, Face Oculta, Operação Furacão, Universo Espírito-Santo. Parecem títulos de policiais sumarentos mas são os nomes de alguns dos muitos casos recentes de corrupção no nosso país. Casos reais que vão destapando progressivamente o pântano da corrupção e mostrando os grupos de interesses que há quatro décadas mandam na política e na economia. Os grupos que destruíram grandes empresas, como a PT, e deixaram buracos gigantescos na Banca. Olhemos a verdade de frente: Portugal tem um grave problema de corrupção. Mais de quatro décadas depois da viragem democrática, pouco mudou na eficácia do combate à corrupção e aos crimes económicos a ela associados. Nas mais de quatro décadas de democracia, vários membros da chamada elite - de políticos a governantes, passando por banqueiros, advogados e empresários - têm feito fortunas com a incapacidade do país para punir os criminosos. Apesar disso, Portugal vai ignorando mais de 70% das recomendações da União Europeia para combater a corrupção. Porquê? De onde nasce a corrupção? O que lhe permite alastrar-se como fogo-posto? Porque continuam impunes muitos dos seus mais vis protagonistas? E como podemos nós, cidadãos comuns, lutar para travar esta epidemia? Isso é o que veremos neste livro.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Operação Marquês, Face Oculta, Operação Furacão, Universo Espírito-Santo. Parecem títulos de policiais sumarentos mas são os nomes de alguns dos muitos casos recentes de corrupção no nosso país. Casos reais que vão destapando progressivamente o pântano da corrupção e mostrando os grupos de interesses que há quatro décadas mandam na política e na economia. Os grupos que destruíram grandes empresas, como a PT, e deixaram buracos gigantescos na Banca. Olhemos a verdade de frente: Portugal tem um grave problema de corrupção. Mais de quatro décadas depois da viragem democrática, pouco mudou na eficácia do combate à corrupção e aos crimes económicos a ela associados. Nas mais de quatro décadas de democracia, vários membros da chamada elite - de políticos a governantes, passando por banqueiros, advogados e empresários - têm feito fortunas com a incapacidade do país para punir os criminosos. Apesar disso, Portugal vai ignorando mais de 70% das recomendações da União Europeia para combater a corrupção. Porquê? De onde nasce a corrupção? O que lhe permite alastrar-se como fogo-posto? Porque continuam impunes muitos dos seus mais vis protagonistas? E como podemos nós, cidadãos comuns, lutar para travar esta epidemia? Isso é o que veremos neste livro.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Que segredos esconde um dos países mais reservados e perigosos do mundo? A Coreia do Norte sempre foi objeto de fascínio e preocupação por parte de todo o mundo. Um país reservado, misterioso e inacessível, uma potência nuclear com campos de prisioneiros ao estilo gulag, que bloqueia o acesso à Internet e proíbe os seus cidadãos de falar com estrangeiros sem prévia autorização. Nesta detalhada investigação, baseada numa série impressionante de fontes e de arquivos até agora inacessíveis, Paul French analisa a história e a política da Coreia do Norte, as complexas relações de Pyongyang com a Coreia do Sul, o Japão, a China e os Estados Unidos, e as implicações de uma liderança que antagoniza de igual forma inimigos e aliados. Direto e realista, este livro apresenta um retrato de uma nação assustadoramente instável, um país cujo súbito colapso pode ter consequências perigosas a nível mundial.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Que segredos esconde um dos países mais reservados e perigosos do mundo? A Coreia do Norte sempre foi objeto de fascínio e preocupação por parte de todo o mundo. Um país reservado, misterioso e inacessível, uma potência nuclear com campos de prisioneiros ao estilo gulag, que bloqueia o acesso à Internet e proíbe os seus cidadãos de falar com estrangeiros sem prévia autorização. Nesta detalhada investigação, baseada numa série impressionante de fontes e de arquivos até agora inacessíveis, Paul French analisa a história e a política da Coreia do Norte, as complexas relações de Pyongyang com a Coreia do Sul, o Japão, a China e os Estados Unidos, e as implicações de uma liderança que antagoniza de igual forma inimigos e aliados. Direto e realista, este livro apresenta um retrato de uma nação assustadoramente instável, um país cujo súbito colapso pode ter consequências perigosas a nível mundial.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Depois da gigantesca recolha e damorosa transcrição das conversas estaremconcluídas, faltava arrumar aquilo tudo (e dou graças a Deus por não ter sido eu a fazê-lo). A Ana tinha tudo planeado, as peças do puzzle, por mais que variadas e de interligação difícil, encaixavam resultando num livro ágil, rápido e aliciante de se ler, digno duma banda de vivência nua e crua, digno dos Xutos & Pontapés. Porque se tratava não duma banda qualquer mas sim da maior banda de rock portuguesa, umpunhado demúsicos quemunidos de inegável talento, comuma bagagemde canções notáveis e sempre capazes de comunicar comas sucessivas gerações de portugueses numsimples piscar de olhos cúmplice, que pegaram a carreira de caras, cheios duma energia transbordante mas também com uma noção responsável de persistência, vinda de quem sabe que não há nem sucessos nem vitórias fáceis! A críticamusical recebeu o livro Conta-meHistórias comapreço.Manuel Falcão considerou: “…um objecto de culto, a inauguração duma nova era do livro musical no nosso país”. Pedro Rolo Duarte classificou-o como “um objecto Rock”." - António Sérgio, no prefácio a este livro
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Depois da gigantesca recolha e damorosa transcrição das conversas estaremconcluídas, faltava arrumar aquilo tudo (e dou graças a Deus por não ter sido eu a fazê-lo). A Ana tinha tudo planeado, as peças do puzzle, por mais que variadas e de interligação difícil, encaixavam resultando num livro ágil, rápido e aliciante de se ler, digno duma banda de vivência nua e crua, digno dos Xutos & Pontapés. Porque se tratava não duma banda qualquer mas sim da maior banda de rock portuguesa, umpunhado demúsicos quemunidos de inegável talento, comuma bagagemde canções notáveis e sempre capazes de comunicar comas sucessivas gerações de portugueses numsimples piscar de olhos cúmplice, que pegaram a carreira de caras, cheios duma energia transbordante mas também com uma noção responsável de persistência, vinda de quem sabe que não há nem sucessos nem vitórias fáceis! A críticamusical recebeu o livro Conta-meHistórias comapreço.Manuel Falcão considerou: “…um objecto de culto, a inauguração duma nova era do livro musical no nosso país”. Pedro Rolo Duarte classificou-o como “um objecto Rock”." - António Sérgio, no prefácio a este livro
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Programa líder de audiências da SIC. Se foi afetado financeiramente pela pandemia da Covid-19 (ou no futuro por outra crise qualquer) e quer evitar afogar-se ainda mais em créditos e dívidas para conseguir pagar as suas contas, este livro é para si. Por outro lado, se mantém os seus rendimentos, mas quer recuperar a saúde das suas finanças, viver com menos preocupações e gerir melhor o seu futuro, vai encontrar neste livro dezenas de dicas práticas que vão fazer a diferença na sua vida. E se tem algum problema de saúde e não sabe quais os apoios e benefícios que pode ter do Estado, não deixe de o ler. Há muitos direitos que desconhece e que lhe podem valer milhares de euros. Dicas para criar um fundo de emergência para fazer face a uma situação de crise, financiar-se a si próprio sem precisar de recorrer a créditos, renegociar os contratos de serviços para pagar menos, amortizar o seu crédito à habitação e reduzir a prestação mensal, pagar menos em comissões bancárias, arrendar a sua casa sem penalização no crédito à habitação, usar o PPR para ganhar (ainda) mais dinheiro, usufruir dos apoios estatais em caso de doença ou incapacidade, usar o seguro de assistência em viagem do carro no estrangeiro.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Programa líder de audiências da SIC. Se foi afetado financeiramente pela pandemia da Covid-19 (ou no futuro por outra crise qualquer) e quer evitar afogar-se ainda mais em créditos e dívidas para conseguir pagar as suas contas, este livro é para si. Por outro lado, se mantém os seus rendimentos, mas quer recuperar a saúde das suas finanças, viver com menos preocupações e gerir melhor o seu futuro, vai encontrar neste livro dezenas de dicas práticas que vão fazer a diferença na sua vida. E se tem algum problema de saúde e não sabe quais os apoios e benefícios que pode ter do Estado, não deixe de o ler. Há muitos direitos que desconhece e que lhe podem valer milhares de euros. Dicas para criar um fundo de emergência para fazer face a uma situação de crise, financiar-se a si próprio sem precisar de recorrer a créditos, renegociar os contratos de serviços para pagar menos, amortizar o seu crédito à habitação e reduzir a prestação mensal, pagar menos em comissões bancárias, arrendar a sua casa sem penalização no crédito à habitação, usar o PPR para ganhar (ainda) mais dinheiro, usufruir dos apoios estatais em caso de doença ou incapacidade, usar o seguro de assistência em viagem do carro no estrangeiro.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Num momento em que a Humanidade perde o chão com o tremendo impacto global da pandemia de um novo coranavírus, o SARS-CoV-2, é urgente ler o livro que previu este desastre viral e que nos diz como impedir que o mesmo volte a acontecer. À medida que a globalização ganha força e invadimos ecossistemas milenares em prol de uma expansão económica sem limites, ficamos também à mercê de infecções perigosas que nos são transmitidas pelos animais que prosperavam nos habitats que destruímos. Doenças que estavam, antes, contidas e limitadas àquele espaço passam a circular entre os humanos com consequências catastróficas, como são disso exemplo a SIDA, o Ébola, a Malária e, mais recentemente, a COVID19. Na companhia dos melhores cientistas do mundo, mergulhando nas selvas centro--africanas, grutas da China meridional e telhados do Bangladesh, passando pelos laboratórios onde se investigam vírus altamente letais sob apertadas medidas de segurança, o conceituado autor de divulgação científica David Quammen conta-nos a história dos principais vírus zoonóticos que ameaçam os humanos e deixa um aviso: temos de nos preparar para o pior.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Num momento em que a Humanidade perde o chão com o tremendo impacto global da pandemia de um novo coranavírus, o SARS-CoV-2, é urgente ler o livro que previu este desastre viral e que nos diz como impedir que o mesmo volte a acontecer. À medida que a globalização ganha força e invadimos ecossistemas milenares em prol de uma expansão económica sem limites, ficamos também à mercê de infecções perigosas que nos são transmitidas pelos animais que prosperavam nos habitats que destruímos. Doenças que estavam, antes, contidas e limitadas àquele espaço passam a circular entre os humanos com consequências catastróficas, como são disso exemplo a SIDA, o Ébola, a Malária e, mais recentemente, a COVID19. Na companhia dos melhores cientistas do mundo, mergulhando nas selvas centro--africanas, grutas da China meridional e telhados do Bangladesh, passando pelos laboratórios onde se investigam vírus altamente letais sob apertadas medidas de segurança, o conceituado autor de divulgação científica David Quammen conta-nos a história dos principais vírus zoonóticos que ameaçam os humanos e deixa um aviso: temos de nos preparar para o pior.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em conversa com pessoas de todo o mundo, de conselheiros de Estado a professores ou taxistas, Blair Sheppard, líder global para a estratégia e a liderança na PricewaterhouseCoopers, descobriu uma matriz comum e preocupações surpreendentemente coincidentes. Neste livro, Sheppard e a sua equipa na PwC sintetizam estas preocupações em cinco pontos principais: assimetria ou a desigualdade económica; perturbação ou as alterações inesperadas introduzidas pela inovação tecnológica; idade ou a disparidade demográfica entre países desenvolvidos ou em desenvolvimento; polarização ou a dificuldade de encontrarmos meios-termos e objetivos políticos comuns e, por fim, confiança ou a perda dela nas instituições que alicerçam a sociedade. Estas preocupações, por sua vez, levam a quatro crises: a crise de prosperidade, a crise tecnológica, a crise de legitimidade institucional e a crise de liderança. Sheppard e a sua equipa analisam estas crises complexas e preocupantes, mas também traçam o caminho para sairmos delas, num plano estratégico ambicioso e, por vezes, contraintuitivo: da importância da autossuficiência das economias locais numa época de globalização à integração de sociólogos e psicólogos no mundo tecnológico, os autores argumentam com dados robustos e um conhecimento abrangente da realidade global que temos apenas uma década para resolver estas crises - mas temos também a oportunidade de, com criatividade, ponderação e visão, prepararmos o terreno para o dealbar de uma nova era de prosperidade global.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em conversa com pessoas de todo o mundo, de conselheiros de Estado a professores ou taxistas, Blair Sheppard, líder global para a estratégia e a liderança na PricewaterhouseCoopers, descobriu uma matriz comum e preocupações surpreendentemente coincidentes. Neste livro, Sheppard e a sua equipa na PwC sintetizam estas preocupações em cinco pontos principais: assimetria ou a desigualdade económica; perturbação ou as alterações inesperadas introduzidas pela inovação tecnológica; idade ou a disparidade demográfica entre países desenvolvidos ou em desenvolvimento; polarização ou a dificuldade de encontrarmos meios-termos e objetivos políticos comuns e, por fim, confiança ou a perda dela nas instituições que alicerçam a sociedade. Estas preocupações, por sua vez, levam a quatro crises: a crise de prosperidade, a crise tecnológica, a crise de legitimidade institucional e a crise de liderança. Sheppard e a sua equipa analisam estas crises complexas e preocupantes, mas também traçam o caminho para sairmos delas, num plano estratégico ambicioso e, por vezes, contraintuitivo: da importância da autossuficiência das economias locais numa época de globalização à integração de sociólogos e psicólogos no mundo tecnológico, os autores argumentam com dados robustos e um conhecimento abrangente da realidade global que temos apenas uma década para resolver estas crises - mas temos também a oportunidade de, com criatividade, ponderação e visão, prepararmos o terreno para o dealbar de uma nova era de prosperidade global.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este livro vem contribuir para o debate sobre Segurança Nacional, entendida como a garantia da salvaguarda de pessoas e bens, assegurando a soberania, independência e unidade, integridade do território, desenvolvimento normal das funções do Estado, liberdade da ação política dos órgãos de soberania e pleno funcionamento das instituições democráticas. Depois do 11 de Setembro de 2001 e das pequenas ou grandes tragédias e riscos que assolam as nossas sociedades humanas, é facilmente entendível que a segurança humana é um bem que importa preservar. Esta obra responde a uma pergunta simples: Como tornar Portugal um País mais seguro?
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este livro vem contribuir para o debate sobre Segurança Nacional, entendida como a garantia da salvaguarda de pessoas e bens, assegurando a soberania, independência e unidade, integridade do território, desenvolvimento normal das funções do Estado, liberdade da ação política dos órgãos de soberania e pleno funcionamento das instituições democráticas. Depois do 11 de Setembro de 2001 e das pequenas ou grandes tragédias e riscos que assolam as nossas sociedades humanas, é facilmente entendível que a segurança humana é um bem que importa preservar. Esta obra responde a uma pergunta simples: Como tornar Portugal um País mais seguro?
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana. Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana. Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta obra apresenta duas visões: a do deficiente Pereira de Sousa Jr e a do psicólogo Carlos Céu e Silva. São duas perspectivas sobre a vida das pessoas portadoras de deficiência. Por um lado, um olhar sobre uma realidade quotidiana e social mais peculiar; por outro, um olhar mais clínico e técnico no que concerne à psicologia do deficiente. Sem pretensiosismos pedagógicos, pretende-se criar ferramentas para ajudar, mostrar à sociedade que há muito a fazer, alertar, identificar problemas e apresentar soluções, despertar consciências e mudar mentalidades. Um livro para todos os que querem uma sociedade justa, mais solidária, mais inclusiva e menos deficiente…
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta obra apresenta duas visões: a do deficiente Pereira de Sousa Jr e a do psicólogo Carlos Céu e Silva. São duas perspectivas sobre a vida das pessoas portadoras de deficiência. Por um lado, um olhar sobre uma realidade quotidiana e social mais peculiar; por outro, um olhar mais clínico e técnico no que concerne à psicologia do deficiente. Sem pretensiosismos pedagógicos, pretende-se criar ferramentas para ajudar, mostrar à sociedade que há muito a fazer, alertar, identificar problemas e apresentar soluções, despertar consciências e mudar mentalidades. Um livro para todos os que querem uma sociedade justa, mais solidária, mais inclusiva e menos deficiente…
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente - mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas - inimigos históricos do PS - estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente - mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas - inimigos históricos do PS - estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Do muito que se escreveu sobre Mário Soares na altura da sua morte, houve alguns textos que não mereciam ficar nos jornais. o que aqui se reúne são esses textos - os melhores. As memórias impressivas de Maria João Avillez, de José Manuel dos Santos, Clara Ferreira Alves, Eduardo Lourenço e António Lobo Antunes, a que se somam os textos lidos pelos filhos na sessão evocativa por altura das cerimónias fúnebres e algumas fotografias, nomeadamente de Alfredo Cunha.
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Do muito que se escreveu sobre Mário Soares na altura da sua morte, houve alguns textos que não mereciam ficar nos jornais. o que aqui se reúne são esses textos - os melhores. As memórias impressivas de Maria João Avillez, de José Manuel dos Santos, Clara Ferreira Alves, Eduardo Lourenço e António Lobo Antunes, a que se somam os textos lidos pelos filhos na sessão evocativa por altura das cerimónias fúnebres e algumas fotografias, nomeadamente de Alfredo Cunha.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Comes e bebes: de que é que estavas à espera? é uma antologia dos melhores textos gastronómicos de Miguel Esteves Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas de Portugal, publicados ao longo de mais de 15 anos no suplemento Fugas do jornal Público. Estas crónicas permitem deambular pelos prazeres da terra, da culinária e do mar deste nosso paraíso particular, Portugal. O livro percorre ainda os prazeres sensoriais que bebidas como os vinhos, as aguardentes ou os deliciosos cocktails podem proporcionar. Os prazeres da vida são efémeros, avisa Miguel Esteves Cardoso. Descubra-os, revisite-os e deixe-se guiar por eles com a escrita irreverente e original do MEC. A vida é curta, o mundo é muito e o prazer é pouco. Miguel Esteves Cardoso in Prefácio"
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Comes e bebes: de que é que estavas à espera? é uma antologia dos melhores textos gastronómicos de Miguel Esteves Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas de Portugal, publicados ao longo de mais de 15 anos no suplemento Fugas do jornal Público. Estas crónicas permitem deambular pelos prazeres da terra, da culinária e do mar deste nosso paraíso particular, Portugal. O livro percorre ainda os prazeres sensoriais que bebidas como os vinhos, as aguardentes ou os deliciosos cocktails podem proporcionar. Os prazeres da vida são efémeros, avisa Miguel Esteves Cardoso. Descubra-os, revisite-os e deixe-se guiar por eles com a escrita irreverente e original do MEC. A vida é curta, o mundo é muito e o prazer é pouco. Miguel Esteves Cardoso in Prefácio"
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Ricardo Araújo Pereira, Herman José, Nuno Markl, Bruno Nogueira, João Quadros, Salvador Martinha, Nilton e muitos outros humoristas (incluindo os mais destacados da novíssima geração) levam-nos, neste livro, até ao fascinante centro do mundo da comédia portuguesa, revelando os seus mecanismos, fronteiras e polémicas. Repleto de histórias pessoais sobre o percurso, as técnicas e o pensamento dos principais comediantes portugueses, este livro desvenda as ferramentas fundamentais para a escrita humorística e aborda com absoluta frontalidade as problemáticas mais importantes para a criação de uma piada. Através de conversas com os comediantes, Nelson Nunes, jornalista e escritor, dá-nos a conhecer as suas carreiras - os passos em falso, os momentos de sorte, os grandes êxitos, as rivalidades, o que os une e os afasta - e revela tudo o que pensam sobre a arte de fazer rir os outros e as dúvidas que o humor pode suscitar: Como se pode e deve fazer uma piada? Quais são as técnicas mais importantes? Porque existem tão poucas mulheres humoristas? As piadas só funcionam se tiverem um alvo? Há limites para o humor? O que é o humor negro? Roubo de piadas: facto ou ficção? Um retrato completo do humor português contemporâneo, obrigatório para quem gosta de boa comédia e para quem dela vive. Prefácio de Filipe Homem Fonseca
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Ricardo Araújo Pereira, Herman José, Nuno Markl, Bruno Nogueira, João Quadros, Salvador Martinha, Nilton e muitos outros humoristas (incluindo os mais destacados da novíssima geração) levam-nos, neste livro, até ao fascinante centro do mundo da comédia portuguesa, revelando os seus mecanismos, fronteiras e polémicas. Repleto de histórias pessoais sobre o percurso, as técnicas e o pensamento dos principais comediantes portugueses, este livro desvenda as ferramentas fundamentais para a escrita humorística e aborda com absoluta frontalidade as problemáticas mais importantes para a criação de uma piada. Através de conversas com os comediantes, Nelson Nunes, jornalista e escritor, dá-nos a conhecer as suas carreiras - os passos em falso, os momentos de sorte, os grandes êxitos, as rivalidades, o que os une e os afasta - e revela tudo o que pensam sobre a arte de fazer rir os outros e as dúvidas que o humor pode suscitar: Como se pode e deve fazer uma piada? Quais são as técnicas mais importantes? Porque existem tão poucas mulheres humoristas? As piadas só funcionam se tiverem um alvo? Há limites para o humor? O que é o humor negro? Roubo de piadas: facto ou ficção? Um retrato completo do humor português contemporâneo, obrigatório para quem gosta de boa comédia e para quem dela vive. Prefácio de Filipe Homem Fonseca
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Depois do sucesso do livro sobre Fernando Pessoa, lançamos agora na mesma linha, uma compilação única do pensamento de Nietzsche. Polémico, por vezes chocante, mas sempre objectivo, a sabedoria de Nietzsche dá sempre novas perspectivas ao pensamento de cada um. 400 citações, 125 excertos, distribuídos por mais de 180 temas. "A minha ambição é dizer em dez frases o que outros grandes autores não dizem nem num livro inteiro." F.Nietzsche
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Depois do sucesso do livro sobre Fernando Pessoa, lançamos agora na mesma linha, uma compilação única do pensamento de Nietzsche. Polémico, por vezes chocante, mas sempre objectivo, a sabedoria de Nietzsche dá sempre novas perspectivas ao pensamento de cada um. 400 citações, 125 excertos, distribuídos por mais de 180 temas. "A minha ambição é dizer em dez frases o que outros grandes autores não dizem nem num livro inteiro." F.Nietzsche
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 256
Sinopse:
António Vieira (1608-1697) foi um grande pensador e visionário, actual na forma como nos mostra o mundo e nos ensina, numa escrita sedutora de grandes efeitos, a reconhecermos a nossa parcialidade e cegueira na relação que mantemos com a realidade e os vícios pelos quais nos deixamos enredar e conduzir por ela. A partir de uma vasta obra de mais de duzentos sermões, setecentas e cinquenta cartas e muitos outros escritos, este livro apresenta os textos chave de Pe. António Vieira e que permitem ao leitor usufruir do melhor de uma sabedoria acessível a todos, pertinente como nunca, num caminho de maior desprendimento do acessório da vida e a concentração no seu essencial - viver.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
António Vieira (1608-1697) foi um grande pensador e visionário, actual na forma como nos mostra o mundo e nos ensina, numa escrita sedutora de grandes efeitos, a reconhecermos a nossa parcialidade e cegueira na relação que mantemos com a realidade e os vícios pelos quais nos deixamos enredar e conduzir por ela. A partir de uma vasta obra de mais de duzentos sermões, setecentas e cinquenta cartas e muitos outros escritos, este livro apresenta os textos chave de Pe. António Vieira e que permitem ao leitor usufruir do melhor de uma sabedoria acessível a todos, pertinente como nunca, num caminho de maior desprendimento do acessório da vida e a concentração no seu essencial - viver.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Bocage foi o grande mestre da expressividade poética, construindo uma obra onde coloca a fluência e a clareza da prosa ao serviço da poesia. Poeta de grandes explosões e convulsões, consegue como nenhum outro a perfeita ressonância dos sentimentos num harmonioso equilíbrio de escrita, resultando em expressões dramaticamente apaixonadas e um espírito sempre no limite da emoção. Possuidor de um verdadeiro segredo do encantamento, Bocage animava ou petrificava auditórios inteiros. Um espírito exaltado e conturbado, impaciente por natureza, os seus escritos são marcados pelos rasgos inspirados das suas explosões, numa pureza de entusiasmo que revela o quase impossível de traduzir das profundezas dos estados de alma, nas suas situações limite e mesmo nas situações mais comuns. As citações, os textos temáticos e os sonetos reunidos neste livro traduzem os muitos momentos expressivos deste grande poeta.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Bocage foi o grande mestre da expressividade poética, construindo uma obra onde coloca a fluência e a clareza da prosa ao serviço da poesia. Poeta de grandes explosões e convulsões, consegue como nenhum outro a perfeita ressonância dos sentimentos num harmonioso equilíbrio de escrita, resultando em expressões dramaticamente apaixonadas e um espírito sempre no limite da emoção. Possuidor de um verdadeiro segredo do encantamento, Bocage animava ou petrificava auditórios inteiros. Um espírito exaltado e conturbado, impaciente por natureza, os seus escritos são marcados pelos rasgos inspirados das suas explosões, numa pureza de entusiasmo que revela o quase impossível de traduzir das profundezas dos estados de alma, nas suas situações limite e mesmo nas situações mais comuns. As citações, os textos temáticos e os sonetos reunidos neste livro traduzem os muitos momentos expressivos deste grande poeta.
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