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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 164
Sinopse:
A pretexto do mundial de futebol, a editora Relógio d’ Água publica “Contos de Futebol”, onde se reúnem um dezena de magníficos textos sobre, ou a propósito, do desporto-rei. Os autores são maioritariamente ibero-americanos, e esta antologia é uma espécie de súmula daquela que Jorge Valdano, antigo ponta-de-lança da selecção argentina, treinador e comentador, organizou. Um dos textos é do próprio Valdano, e os outros são de Mario Benedetti, Miguel Delibes, Julio Llamazares, Rosa Regàs, Augusto Roa Bastos, Alfredo Bryce Echenique, Javier Marias, José Luis Sampedro e Osvaldo Soriano. Para quem gosta de um bom jogo e/ou de um bom conto.
Nº Páginas: 164
Sinopse:
A pretexto do mundial de futebol, a editora Relógio d’ Água publica “Contos de Futebol”, onde se reúnem um dezena de magníficos textos sobre, ou a propósito, do desporto-rei. Os autores são maioritariamente ibero-americanos, e esta antologia é uma espécie de súmula daquela que Jorge Valdano, antigo ponta-de-lança da selecção argentina, treinador e comentador, organizou. Um dos textos é do próprio Valdano, e os outros são de Mario Benedetti, Miguel Delibes, Julio Llamazares, Rosa Regàs, Augusto Roa Bastos, Alfredo Bryce Echenique, Javier Marias, José Luis Sampedro e Osvaldo Soriano. Para quem gosta de um bom jogo e/ou de um bom conto.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 86
Sinopse:
«E entre palavras delicadas e graças espirituosas, Sócrates ensinava a Fedro o desejo e a virtude. Falou-lhe do temor ardente que acomete o homem sensível quando os seus olhos vislumbram uma semelhança do belo eterno: falou-lhe da avidez do homem ímpio e vil, incapaz de pensar o belo ao ver a sua imagem, incapaz de veneração; falou do medo sagrado que invade o homem nobre quando contempla uma face divina, um corpo perfeito - como então estremece e sai fora de si, mal ousando olhar, e como venera aquele que é belo, sim, como se ofereceria em sacrifício a este ídolo, se não receasse parecer ridículo aos olhos dos homens.»
Nº Páginas: 86
Sinopse:
«E entre palavras delicadas e graças espirituosas, Sócrates ensinava a Fedro o desejo e a virtude. Falou-lhe do temor ardente que acomete o homem sensível quando os seus olhos vislumbram uma semelhança do belo eterno: falou-lhe da avidez do homem ímpio e vil, incapaz de pensar o belo ao ver a sua imagem, incapaz de veneração; falou do medo sagrado que invade o homem nobre quando contempla uma face divina, um corpo perfeito - como então estremece e sai fora de si, mal ousando olhar, e como venera aquele que é belo, sim, como se ofereceria em sacrifício a este ídolo, se não receasse parecer ridículo aos olhos dos homens.»
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 150
Sinopse:
(…) seguido de Um Estudo de V. Nabokov.
Nº Páginas: 150
Sinopse:
(…) seguido de Um Estudo de V. Nabokov.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Sobre Literatura" reúne alguns dos mais interessantes textos de Umberto Eco. O primeiro sobre "algumas funções da literatura" é um dos mais originais e surpreendentes do autor. Mas a obra aborda ainda filósofos e escritores, como Aristóteles, Dante, Joyce e Borges. Através deles fala-se dos problemas da narrativa, da representação verbal do espaço da natureza dos mundos ficcionais, ou de símbolo e estilo.Há casos em que Eco recorre ao exemplo da sua actividade de escritor para ilustrar a partir de dentro o modo de fazer literatura.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Sobre Literatura" reúne alguns dos mais interessantes textos de Umberto Eco. O primeiro sobre "algumas funções da literatura" é um dos mais originais e surpreendentes do autor. Mas a obra aborda ainda filósofos e escritores, como Aristóteles, Dante, Joyce e Borges. Através deles fala-se dos problemas da narrativa, da representação verbal do espaço da natureza dos mundos ficcionais, ou de símbolo e estilo.Há casos em que Eco recorre ao exemplo da sua actividade de escritor para ilustrar a partir de dentro o modo de fazer literatura.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Quase quarenta anos depois, este romance tão artificial criou uma nova palavra internacional ("lolita"), inventou uma América — a dos motéis e autoestradas — de que se nutre ainda boa parte da narrativa americana contemporânea, é uma das obras com o inglês mais rico e preciso da literatura deste século e, ao contrário das acusações iniciais de pornografia que teve de sofrer, é talvez — e no que me diz respeito — o romance mais melancólico, elegante e lírico de quantos li." [Javier Marías in Literatura e Fantasma] "A única história de amor convincente do nosso século." [Vanity Fair] "Nabokov escreve prosa do único modo que esta deve ser escrita, ou seja, extasiadamente." [John Updike]
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Quase quarenta anos depois, este romance tão artificial criou uma nova palavra internacional ("lolita"), inventou uma América — a dos motéis e autoestradas — de que se nutre ainda boa parte da narrativa americana contemporânea, é uma das obras com o inglês mais rico e preciso da literatura deste século e, ao contrário das acusações iniciais de pornografia que teve de sofrer, é talvez — e no que me diz respeito — o romance mais melancólico, elegante e lírico de quantos li." [Javier Marías in Literatura e Fantasma] "A única história de amor convincente do nosso século." [Vanity Fair] "Nabokov escreve prosa do único modo que esta deve ser escrita, ou seja, extasiadamente." [John Updike]
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.Oscar Wilde afirmaria que "Basil Hallward é aquilo que eu penso de mim; Lord Henry, o que o mundo pensa de mim; e Dorian é o que eu gostaria de ser noutra época, talvez".
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.Oscar Wilde afirmaria que "Basil Hallward é aquilo que eu penso de mim; Lord Henry, o que o mundo pensa de mim; e Dorian é o que eu gostaria de ser noutra época, talvez".
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária." Eduardo Lourenço
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária." Eduardo Lourenço
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Maus" ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polaco sobrevivente de Auschwitz, narrada por si próprio ao filho, o cartoonista Art Spiegelman. O livro é considerado um clássico contemporâneo da BD. Foi publicado em duas partes: a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prémio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas - história, literatura, artes e psicologia. Com uma nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazis ganham feições de gatos; os polacos não-judeus são porcos e os americanos, cães. Este recurso à imagética da fábula, aliado à ausência de cor, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo da BD e da literatura em geral, e um relato histórico de valor inestimável.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Maus" ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polaco sobrevivente de Auschwitz, narrada por si próprio ao filho, o cartoonista Art Spiegelman. O livro é considerado um clássico contemporâneo da BD. Foi publicado em duas partes: a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prémio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas - história, literatura, artes e psicologia. Com uma nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazis ganham feições de gatos; os polacos não-judeus são porcos e os americanos, cães. Este recurso à imagética da fábula, aliado à ausência de cor, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo da BD e da literatura em geral, e um relato histórico de valor inestimável.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Em Ressurreição, tudo se baseia num puro golpe de acaso — o reconhecimento de Máslova por Nekhliúdov e a sua nomeação para o júri que lida com o caso dela. o facto de isto poder ter acontecido na "vida real" — o caso foi relatado a Tolstoi por A. F. Koni, um funcionário de São Petersburgo, no Outono de 1877, e a desafortunada heroína tinha o nome de Rosalie Oni — não altera a sua qualidade improvável e melodramática." George Steiner em Tolstoi ou Dostoievski
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Em Ressurreição, tudo se baseia num puro golpe de acaso — o reconhecimento de Máslova por Nekhliúdov e a sua nomeação para o júri que lida com o caso dela. o facto de isto poder ter acontecido na "vida real" — o caso foi relatado a Tolstoi por A. F. Koni, um funcionário de São Petersburgo, no Outono de 1877, e a desafortunada heroína tinha o nome de Rosalie Oni — não altera a sua qualidade improvável e melodramática." George Steiner em Tolstoi ou Dostoievski
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"É tentador descrever "A Muralha", publicada em 1957, três anos após "A Sibila", de maneira superlativa: como um dos maiores romances escritos em português; como um dos documentos mais profundos sobre a cultura europeia depois da II Guerra Mundial; ou ainda como o grande romance da cidade do Porto, tal como "Os Maias" é o grande romance de Lisboa." [Do Prefácio de Rui Ramos]
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"É tentador descrever "A Muralha", publicada em 1957, três anos após "A Sibila", de maneira superlativa: como um dos maiores romances escritos em português; como um dos documentos mais profundos sobre a cultura europeia depois da II Guerra Mundial; ou ainda como o grande romance da cidade do Porto, tal como "Os Maias" é o grande romance de Lisboa." [Do Prefácio de Rui Ramos]
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Chamaram-lhe alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu "Arranca-Corações", Raymond Queneau não hesitava perante o rótulo hierarquizante e audacioso: "o mais pungente dos romances de amor contemporâneos"." Da Apresentação de Aníbal Fernandes
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Chamaram-lhe alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu "Arranca-Corações", Raymond Queneau não hesitava perante o rótulo hierarquizante e audacioso: "o mais pungente dos romances de amor contemporâneos"." Da Apresentação de Aníbal Fernandes
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"A protagonista deste romance, Nel, é uma mulher que não é feliz do mesmo modo que os outros, homens e mulheres, mas que quer ser feliz, para o que terá de deixar de ser aquilo a que estava destinada. Há qualquer coisa de premonitório neste romance. Pelos costumes das pessoas, pelos sentimentos, pelas relações entre parentes e familiares, percebe-se que já muita coisa mudou ou está em mudança antes mesmo de a revolução acontecer. A revolução, aliás, é o coroar de um processo de mudança, mais do que o seu começo. Em algo de essencial, de fundamental, isto é, nos sentimentos, as coisas já eram diferentes antes de 1974." [Do Prefácio de António Barreto]
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"A protagonista deste romance, Nel, é uma mulher que não é feliz do mesmo modo que os outros, homens e mulheres, mas que quer ser feliz, para o que terá de deixar de ser aquilo a que estava destinada. Há qualquer coisa de premonitório neste romance. Pelos costumes das pessoas, pelos sentimentos, pelas relações entre parentes e familiares, percebe-se que já muita coisa mudou ou está em mudança antes mesmo de a revolução acontecer. A revolução, aliás, é o coroar de um processo de mudança, mais do que o seu começo. Em algo de essencial, de fundamental, isto é, nos sentimentos, as coisas já eram diferentes antes de 1974." [Do Prefácio de António Barreto]
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"[…] o que finalmente temos é uma longa, lenta, amorosa e perspicaz divagação sobre as vidas que se cruzavam com ela [a autora] nas estações de caminho-de-ferro e nos comboios, designadamente na linha do Douro, a que vai ou, antes, ia de São Bento e de Campanhã, no Porto, até Barca d’Alva, antes de entrar por Espanha adentro." [Do Prefácio de António Barreto]
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"[…] o que finalmente temos é uma longa, lenta, amorosa e perspicaz divagação sobre as vidas que se cruzavam com ela [a autora] nas estações de caminho-de-ferro e nos comboios, designadamente na linha do Douro, a que vai ou, antes, ia de São Bento e de Campanhã, no Porto, até Barca d’Alva, antes de entrar por Espanha adentro." [Do Prefácio de António Barreto]
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Na década de 1930, as grandes planícies do Texas e do Oklahoma foram assoladas por centenas de tempestades de poeira que causaram um desastre ecológico sem precedentes, agravaram os efeitos da Grande Depressão, deixaram cerca de meio milhão de americanos sem casa e provocaram o êxodo de muitos deles para oeste, rumo à Califórnia, em busca de trabalho. Quando os Joad perdem a quinta de que eram rendeiros no Oklahoma, juntam-se a milhares de outros ao longo das estradas, no sonho de conseguirem uma terra que possam considerar sua. E noite após noite, eles e os seus companheiros de desdita reinventam toda uma sociedade: escolhem-se líderes, redefinem-se códigos implícitos de generosidade, irrompem acessos de violência, de desejo brutal, de raiva assassina. Este romance que é universalmente considerado a obra-prima de John Steinbeck, publicado em 1939 e premiado com o Pulitzer em 1940, é o retrato épico do desapiedado conflito entre os poderosos e aqueles que nada têm, do modo como um homem pode reagir à injustiça, e também da força tranquila e estoica de uma mulher. As Vinhas da Ira é um marco da literatura mundial.
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Na década de 1930, as grandes planícies do Texas e do Oklahoma foram assoladas por centenas de tempestades de poeira que causaram um desastre ecológico sem precedentes, agravaram os efeitos da Grande Depressão, deixaram cerca de meio milhão de americanos sem casa e provocaram o êxodo de muitos deles para oeste, rumo à Califórnia, em busca de trabalho. Quando os Joad perdem a quinta de que eram rendeiros no Oklahoma, juntam-se a milhares de outros ao longo das estradas, no sonho de conseguirem uma terra que possam considerar sua. E noite após noite, eles e os seus companheiros de desdita reinventam toda uma sociedade: escolhem-se líderes, redefinem-se códigos implícitos de generosidade, irrompem acessos de violência, de desejo brutal, de raiva assassina. Este romance que é universalmente considerado a obra-prima de John Steinbeck, publicado em 1939 e premiado com o Pulitzer em 1940, é o retrato épico do desapiedado conflito entre os poderosos e aqueles que nada têm, do modo como um homem pode reagir à injustiça, e também da força tranquila e estoica de uma mulher. As Vinhas da Ira é um marco da literatura mundial.
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Edição: Fev 2021
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Vera continua presa a uma doença inibidora sem possibilidades de recuperação. Fernando Correia, no entanto, mostra que, mesmo quando um corpo não tem memória, pode servir-se de uma alma próxima e amiga para falar por si, transmitindo angústias, dores, prantos, incertezas, mas também uma enorme fé para que seja possível atravessarem juntos o deserto que se estende à sua frente. Nesse deserto, há-de surgir um oásis de luz que os irá conduzir à redenção procurada.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Vera continua presa a uma doença inibidora sem possibilidades de recuperação. Fernando Correia, no entanto, mostra que, mesmo quando um corpo não tem memória, pode servir-se de uma alma próxima e amiga para falar por si, transmitindo angústias, dores, prantos, incertezas, mas também uma enorme fé para que seja possível atravessarem juntos o deserto que se estende à sua frente. Nesse deserto, há-de surgir um oásis de luz que os irá conduzir à redenção procurada.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Saído da pena de uma das artistas mais inspiradoras do nosso tempo, este livro é um testemunho do processo criativo de Patti Smith. Uma bela e original história de obsessão: a de uma patinadora que vive para a sua arte, a do possessivo colecionador que implacavelmente busca o seu prémio, e a de uma relação forjada pela necessidade. Acompanha-a um ensaio que torna mais tangível a origem misteriosa deste inquietante conto. A iluminação chega-nos quando Smith viaja para o Sul de França até à casa de Camus, encontra a sepultura de Simone Weill no cemitério de Ashford, nos arredores de Londres, e persegue as ruas labirínticas e sem nome da Paris de Patrick Modiano. Escrevendo em cafés e comboios, Patti Smith abre generosamente os seus cadernos de apontamentos e revela a alquimia do seu trabalho, neste vibrante livro sobre a escrita e a razão pela qual escrevemos. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Saído da pena de uma das artistas mais inspiradoras do nosso tempo, este livro é um testemunho do processo criativo de Patti Smith. Uma bela e original história de obsessão: a de uma patinadora que vive para a sua arte, a do possessivo colecionador que implacavelmente busca o seu prémio, e a de uma relação forjada pela necessidade. Acompanha-a um ensaio que torna mais tangível a origem misteriosa deste inquietante conto. A iluminação chega-nos quando Smith viaja para o Sul de França até à casa de Camus, encontra a sepultura de Simone Weill no cemitério de Ashford, nos arredores de Londres, e persegue as ruas labirínticas e sem nome da Paris de Patrick Modiano. Escrevendo em cafés e comboios, Patti Smith abre generosamente os seus cadernos de apontamentos e revela a alquimia do seu trabalho, neste vibrante livro sobre a escrita e a razão pela qual escrevemos. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra. Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra. Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, "Debaixo de Algum Céu" retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, "Debaixo de Algum Céu" retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma abordagem brilhante à literatura, em que os limites são sempre ultrapassados. Uma artista californiana, que vive com o marido e uma criança num bairro de classe média em Los Angeles, planeia passar duas semanas em Nova Iorque. Terá exposições e espetáculos para ver, contactos a fazer, reuniões de trabalho e encontros com amigos. Com a quantia avultada de um prémio que acaba de ganhar, reserva um quarto num dos melhores hotéis da cidade e, depois de uma conversa durante uma festa, resolve fazer a viagem não de avião, mas de carro. Não tendo avançado na viagem mais do que meio estado, ou trinta minutos depois de sair de casa, a nossa heroína sai da autoestrada para abastecer num lugarejo de província, e acaba a prolongar a sua estada, dia após dia, indefinidamente, no quarto de um motel que ela redecora e transforma - num ninho de amor? Numa obra de arte? O que terá dado origem a esta bizarra decisão? Nem ela sabe. Terá sido o olhar trocado com um rapaz na bomba de gasolina? De Quatro é um romance rítmico, maravilhosamente lúcido e divertido e uma reinvenção terna da vida sexual, da vida romântica e da vida doméstica. July rapta o que nos é familiar e torna-o numa coisa nova, exaltante e profundamente viva.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma abordagem brilhante à literatura, em que os limites são sempre ultrapassados. Uma artista californiana, que vive com o marido e uma criança num bairro de classe média em Los Angeles, planeia passar duas semanas em Nova Iorque. Terá exposições e espetáculos para ver, contactos a fazer, reuniões de trabalho e encontros com amigos. Com a quantia avultada de um prémio que acaba de ganhar, reserva um quarto num dos melhores hotéis da cidade e, depois de uma conversa durante uma festa, resolve fazer a viagem não de avião, mas de carro. Não tendo avançado na viagem mais do que meio estado, ou trinta minutos depois de sair de casa, a nossa heroína sai da autoestrada para abastecer num lugarejo de província, e acaba a prolongar a sua estada, dia após dia, indefinidamente, no quarto de um motel que ela redecora e transforma - num ninho de amor? Numa obra de arte? O que terá dado origem a esta bizarra decisão? Nem ela sabe. Terá sido o olhar trocado com um rapaz na bomba de gasolina? De Quatro é um romance rítmico, maravilhosamente lúcido e divertido e uma reinvenção terna da vida sexual, da vida romântica e da vida doméstica. July rapta o que nos é familiar e torna-o numa coisa nova, exaltante e profundamente viva.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 702
Sinopse:
Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal.
Nº Páginas: 702
Sinopse:
Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Cronovelema: primeiro, o tempo, chronos, os dias de hoje, mais coisa, menos coisa. Depois, tudo o que se acarta para a construção destas ficções e também se encontra ao escandir o vocábulo. Lá ressalta o novo e, logo, a novela. De um lado, um jovem casal desavindo, a viver para as bandas do Lumiar e frequentador de certa Avenida de Roma, pondera sobre qual o destino a dar à tartaruga doméstica. O animal, sem nome, preguiça num aquário e a solução tarda, bem como o desenlace da dupla, a braços com o final iminente da relação. Do outro lado, dois gandulos planeiam, estendem a rede e montam a urdidura. Mas eis que o destino se intromete, hábil a turvar os planos e rasteirar os desígnios… e, claro, convém não esquecer o diabo, sempre atrás da porta, vigilante, dizem que até a rezar.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Cronovelema: primeiro, o tempo, chronos, os dias de hoje, mais coisa, menos coisa. Depois, tudo o que se acarta para a construção destas ficções e também se encontra ao escandir o vocábulo. Lá ressalta o novo e, logo, a novela. De um lado, um jovem casal desavindo, a viver para as bandas do Lumiar e frequentador de certa Avenida de Roma, pondera sobre qual o destino a dar à tartaruga doméstica. O animal, sem nome, preguiça num aquário e a solução tarda, bem como o desenlace da dupla, a braços com o final iminente da relação. Do outro lado, dois gandulos planeiam, estendem a rede e montam a urdidura. Mas eis que o destino se intromete, hábil a turvar os planos e rasteirar os desígnios… e, claro, convém não esquecer o diabo, sempre atrás da porta, vigilante, dizem que até a rezar.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ao destruir o seu carro num acidente, assistindo à morte do condutor do outro veículo diante dos seus olhos, James Ballard, o narrador deste livro, descobre o fascínio pela confusão e caos do metal e de superfícies amolgadas, resultantes do impacto entre carros.É a visão do seu amigo e visionário Robert Vaughan, homem que conduz uma espécie de irmandade de adoradores obcecados com as possibilidades eróticas dos desastres de viação, que Ballard partilha connosco: o derradeiro acidente, uma colisão frontal, um vórtice de sangue, sémen e líquido refrigerante — retrato singular da dependência crescente da tecnologia como intermediária das relações humanas, em que o erótico, o mecânico e o macabro se confundem. Publicado originalmente em 1973, Crash continua a ser um dos romances mais chocantes do século XX, tendo sido adaptado para cinema, sob o mesmo título e com igual controvérsia, por David Cronenberg.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ao destruir o seu carro num acidente, assistindo à morte do condutor do outro veículo diante dos seus olhos, James Ballard, o narrador deste livro, descobre o fascínio pela confusão e caos do metal e de superfícies amolgadas, resultantes do impacto entre carros.É a visão do seu amigo e visionário Robert Vaughan, homem que conduz uma espécie de irmandade de adoradores obcecados com as possibilidades eróticas dos desastres de viação, que Ballard partilha connosco: o derradeiro acidente, uma colisão frontal, um vórtice de sangue, sémen e líquido refrigerante — retrato singular da dependência crescente da tecnologia como intermediária das relações humanas, em que o erótico, o mecânico e o macabro se confundem. Publicado originalmente em 1973, Crash continua a ser um dos romances mais chocantes do século XX, tendo sido adaptado para cinema, sob o mesmo título e com igual controvérsia, por David Cronenberg.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Estes contos são vagabundos porque não param de caminhar, percorrem as estradas do arco-da-velha, deambulam pelos recantos mais sombrios, mas também surgem à claridade do dia, marcham alegremente e intrometem-se, com ironia, nas tramas do nosso quotidiano. Pelo caminho, vão deixando o mundo às avessas, interpelando o leitor e desafiando-o para a aventura e para as perplexidades da vida e da literatura. O demónio também faz por aqui as suas andanças. Insiste em pôr-nos um espelho na frente.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura. Estes contos são vagabundos porque não param de caminhar, percorrem as estradas do arco-da-velha, deambulam pelos recantos mais sombrios, mas também surgem à claridade do dia, marcham alegremente e intrometem-se, com ironia, nas tramas do nosso quotidiano. Pelo caminho, vão deixando o mundo às avessas, interpelando o leitor e desafiando-o para a aventura e para as perplexidades da vida e da literatura. O demónio também faz por aqui as suas andanças. Insiste em pôr-nos um espelho na frente.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Esta colectânea de contos foi pela primeira vez publicada em 1962 e o título faz uma referência explícita a uma citação presente no início do livro, às "Novelas Exemplares" de Cervantes. Inclui os contos "O Jantar do Bispo", "A Viagem", "Retrato de Mónica", "Praia", "Homero", "O Homem" e "Os Três Reis do Oriente". Como nos diz Federico Bertolazzi no seu prefácio, ""Não aceitar o escândalo", não "ceder ao desastre", é esta a lição de Sophia. A sua clara integridade atravessou as turbulências políticas e sociais com a firmeza de quem procura a verdade e quer desmascarar a mentira. Num tempo em que a palavra tinha sido profanada, Sophia reagiu para lhe restituir a sua sacralidade e o seu condão: revelar ao homem o seu próprio rosto.". Nesta edição é mantida a grafia antiga.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Esta colectânea de contos foi pela primeira vez publicada em 1962 e o título faz uma referência explícita a uma citação presente no início do livro, às "Novelas Exemplares" de Cervantes. Inclui os contos "O Jantar do Bispo", "A Viagem", "Retrato de Mónica", "Praia", "Homero", "O Homem" e "Os Três Reis do Oriente". Como nos diz Federico Bertolazzi no seu prefácio, ""Não aceitar o escândalo", não "ceder ao desastre", é esta a lição de Sophia. A sua clara integridade atravessou as turbulências políticas e sociais com a firmeza de quem procura a verdade e quer desmascarar a mentira. Num tempo em que a palavra tinha sido profanada, Sophia reagiu para lhe restituir a sua sacralidade e o seu condão: revelar ao homem o seu próprio rosto.". Nesta edição é mantida a grafia antiga.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 1000
Sinopse:
Os Contos da Infância e do Lar (Kinder- und Hausmärchen), de Jacob e Wilhelm Grimm, são a obra de língua alemã mais traduzida e editada no mundo. Publicada pela primeira vez em Berlim em 1812 e em 1815, foi crescendo em popularidade ao longo do século XIX, consagrando-se como um dos tesouros da cultura popular alemã e europeia. Os critérios de rigor e de fidelidade por que se regia e os valores nacionalistas em que assentava inspiraram projetos idênticos de recolha de contos orais um pouco por toda a Europa. A presente edição reúne os três volumes de Contos da Infância e do Lar e constitui a primeira tradução integral da obra em língua portuguesa. Compreende duzentos contos e respetivas notas, dez lendas religiosas infantis, um apêndice com outros vinte e oito contos não incluídos na última edição em vida dos autores (1856-1857), um conjunto de seis fragmentos de contos e um longo capítulo que inclui bibliografia relevante citada pelos autores nas suas notas e considerações gerais sobre diversas tradições nacionais, assim como uma reflexão final sobre a relação dos contos populares com a mitologia.
Nº Páginas: 1000
Sinopse:
Os Contos da Infância e do Lar (Kinder- und Hausmärchen), de Jacob e Wilhelm Grimm, são a obra de língua alemã mais traduzida e editada no mundo. Publicada pela primeira vez em Berlim em 1812 e em 1815, foi crescendo em popularidade ao longo do século XIX, consagrando-se como um dos tesouros da cultura popular alemã e europeia. Os critérios de rigor e de fidelidade por que se regia e os valores nacionalistas em que assentava inspiraram projetos idênticos de recolha de contos orais um pouco por toda a Europa. A presente edição reúne os três volumes de Contos da Infância e do Lar e constitui a primeira tradução integral da obra em língua portuguesa. Compreende duzentos contos e respetivas notas, dez lendas religiosas infantis, um apêndice com outros vinte e oito contos não incluídos na última edição em vida dos autores (1856-1857), um conjunto de seis fragmentos de contos e um longo capítulo que inclui bibliografia relevante citada pelos autores nas suas notas e considerações gerais sobre diversas tradições nacionais, assim como uma reflexão final sobre a relação dos contos populares com a mitologia.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova Iorque está a escapar por entre os dedos de Cleo, que fugiu de Inglaterra em busca do seu lugar na cidade que nunca dorme. Apesar de andar de festa em festa todas as noites, quase não conhece ninguém. O seu visto de estudante está a terminar quando conhece Frank, vinte anos mais velho, com uma vida cheia de sucesso e todos os excessos que faltam a Cleo. Ele oferece-lhe a oportunidade de ser feliz, a liberdade para pintar e a possibilidade de se candidatar a um visto de residente. Ela oferece-lhe uma vida imbuída de beleza, arte e, talvez, uma razão para reduzir o seu consumo de álcool. Ele é tudo o que ela precisa neste momento. Cleo e Frank casam impulsivamente sem prever que isso irá mudar irreversivelmente tanto as suas vidas, como as de todos em seu redor, seja a do melhor amigo de Cleo a tentar compreender a sua identidade de género, seja a da irmã financeiramente dependente de Frank que começa a sair com homens mais velhos quando fica sem dinheiro, ou mesmo as de Cleo e Frank, que estão a descobrir as provações do casamento e da doença mental. Cleópatra E Frankenstein é um romance de estreia surpreendente e dolorosamente tocante sobre as decisões espontâneas que moldam a nossa vida e as relações imperfeitas que nascem em noites inesperadamente perfeitas.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova Iorque está a escapar por entre os dedos de Cleo, que fugiu de Inglaterra em busca do seu lugar na cidade que nunca dorme. Apesar de andar de festa em festa todas as noites, quase não conhece ninguém. O seu visto de estudante está a terminar quando conhece Frank, vinte anos mais velho, com uma vida cheia de sucesso e todos os excessos que faltam a Cleo. Ele oferece-lhe a oportunidade de ser feliz, a liberdade para pintar e a possibilidade de se candidatar a um visto de residente. Ela oferece-lhe uma vida imbuída de beleza, arte e, talvez, uma razão para reduzir o seu consumo de álcool. Ele é tudo o que ela precisa neste momento. Cleo e Frank casam impulsivamente sem prever que isso irá mudar irreversivelmente tanto as suas vidas, como as de todos em seu redor, seja a do melhor amigo de Cleo a tentar compreender a sua identidade de género, seja a da irmã financeiramente dependente de Frank que começa a sair com homens mais velhos quando fica sem dinheiro, ou mesmo as de Cleo e Frank, que estão a descobrir as provações do casamento e da doença mental. Cleópatra E Frankenstein é um romance de estreia surpreendente e dolorosamente tocante sobre as decisões espontâneas que moldam a nossa vida e as relações imperfeitas que nascem em noites inesperadamente perfeitas.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Uma quinta no Marão e a escola igual para todos. Os verões nas praias da Granja e de Lagos. "Melville" e a pesca da lula "ao candeio". Uma casa diferente e alternativa. Marcelo e as lutas estudantis. O pai e o 25 de Abril. A PIDE e as loucuras do PREC. O trabalho no Estado. A liberdade nos jornais e o fascinante mundo da televisão. Soares, Guterres e Sócrates. As paixões pelo jornalismo e pela literatura. As promessas de vida cumpridas e as juras por cumprir... "Pode um homem viver impunemente começando a sua infância numa aldeia do Marão, comendo cebola crua com sal todas as merendas? Daí saltar para o mundo cinzento e as manhãs submersas da vida salazarenta da Lisboa dos anos sessenta? Acordar na manhã luminosa do 25 de Abril e descobrir que, afinal, éramos todos antifascistas e revolucionários e, logo depois, ir ao encontro do mundo e descobrir-se a si mesmo como uma testemunha privilegiada de tempos incríveis que, não os narrando, teria sepultado para sempre na cinza dos dias inúteis? Declaro que vi. E, por isso, conto. Antes que a água tudo lave e apague."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Uma quinta no Marão e a escola igual para todos. Os verões nas praias da Granja e de Lagos. "Melville" e a pesca da lula "ao candeio". Uma casa diferente e alternativa. Marcelo e as lutas estudantis. O pai e o 25 de Abril. A PIDE e as loucuras do PREC. O trabalho no Estado. A liberdade nos jornais e o fascinante mundo da televisão. Soares, Guterres e Sócrates. As paixões pelo jornalismo e pela literatura. As promessas de vida cumpridas e as juras por cumprir... "Pode um homem viver impunemente começando a sua infância numa aldeia do Marão, comendo cebola crua com sal todas as merendas? Daí saltar para o mundo cinzento e as manhãs submersas da vida salazarenta da Lisboa dos anos sessenta? Acordar na manhã luminosa do 25 de Abril e descobrir que, afinal, éramos todos antifascistas e revolucionários e, logo depois, ir ao encontro do mundo e descobrir-se a si mesmo como uma testemunha privilegiada de tempos incríveis que, não os narrando, teria sepultado para sempre na cinza dos dias inúteis? Declaro que vi. E, por isso, conto. Antes que a água tudo lave e apague."
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Uma história de amor e luxúria. Um livro sobre relações, confiança e questões profundas de sofrimento. Entre Theo e Izzy haverá muito drama, tensão, aventura e intrigas. Theo Kane é um homem misterioso e perigoso, com um passado sombrio. Izzy também tem traumas do passado e quando se conhecem vão ter consequências inesperadas. Um novo romance na linha da Jodi Ellen Malpas: heróis intensos e dominadores e heroínas decididas que os levam aos limites.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Uma história de amor e luxúria. Um livro sobre relações, confiança e questões profundas de sofrimento. Entre Theo e Izzy haverá muito drama, tensão, aventura e intrigas. Theo Kane é um homem misterioso e perigoso, com um passado sombrio. Izzy também tem traumas do passado e quando se conhecem vão ter consequências inesperadas. Um novo romance na linha da Jodi Ellen Malpas: heróis intensos e dominadores e heroínas decididas que os levam aos limites.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. Entusiasmada pelo casamento com Charles de Inglaterra, rapidamente deu lugar ao sofrimento, às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro.
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. Entusiasmada pelo casamento com Charles de Inglaterra, rapidamente deu lugar ao sofrimento, às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro.
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