4179 produtos
Ordenar por:
4179 produtos
Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Que segredos unem Nouchi, bailarina vienense de dezoito anos, a Bernard de Jonsac, que toda a gente pensa ser um diplomata ligado à embaixada de França? Saídos de Ancara, chegam a Istambul. Vivem como amigos, apesar de Jonsac a desejar como amante. As noites do Bósforo são povoadas por variadas personagens, um artista, um jornalista, um nobre arruinado e um banqueiro, que se cruzam, odeiam e por vezes se sentem cúmplices. Nouchi é mais ou menos amada por todos eles. E tudo parece imutável neste cenário, envolto em torpor. Quando uma mulher, Lélia, fica gravemente ferida na sequências de vários episódios amorosos, Nouchi sente-se fascinada pelos acontecimentos e Bernard de Jonsac esforça-se por não compreender o que se passa.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Que segredos unem Nouchi, bailarina vienense de dezoito anos, a Bernard de Jonsac, que toda a gente pensa ser um diplomata ligado à embaixada de França? Saídos de Ancara, chegam a Istambul. Vivem como amigos, apesar de Jonsac a desejar como amante. As noites do Bósforo são povoadas por variadas personagens, um artista, um jornalista, um nobre arruinado e um banqueiro, que se cruzam, odeiam e por vezes se sentem cúmplices. Nouchi é mais ou menos amada por todos eles. E tudo parece imutável neste cenário, envolto em torpor. Quando uma mulher, Lélia, fica gravemente ferida na sequências de vários episódios amorosos, Nouchi sente-se fascinada pelos acontecimentos e Bernard de Jonsac esforça-se por não compreender o que se passa.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/contos-de-tchekhov-de-anton-tchekhov-6556769');
});">
Edição: Mai 2004
Nº Páginas: 112
Sinopse:
O fascínio que "Sonho de Uma Noite de Verão" exerce sobre leitores e espectadores provém, em grande parte, do ambiente feérico e onírico em que decorrem as cenas dos diferentes mundos da peça. Há, ao longo de toda a acção, uma cúmplice interferência do mundo sobrenatural no mundo dos mortais, uma contaminação da realidade pelo maravilhoso, que subverte os valores da ordem e do poder e favorece o amor. O "Sonho de Uma Noite de Verão" tem muito de conto de fadas, o que é o bastante para cativar todos os públicos. Mas, para além desse encanto envolvente, e até, em verdade, servindo-se desse meio como só ele o sabe fazer, Shakespeare consegue passar a sua mensagem de questionação das aparências, ao mesmo tempo que põe em equação os mundos da realidade e do sonho e joga com os conceitos de poder, de estatuto social e de amor, para, por meio da força das próprias palavras, patentear os desacertos do comportamento humano e pôr em causa a escala de valores convencionais.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
O fascínio que "Sonho de Uma Noite de Verão" exerce sobre leitores e espectadores provém, em grande parte, do ambiente feérico e onírico em que decorrem as cenas dos diferentes mundos da peça. Há, ao longo de toda a acção, uma cúmplice interferência do mundo sobrenatural no mundo dos mortais, uma contaminação da realidade pelo maravilhoso, que subverte os valores da ordem e do poder e favorece o amor. O "Sonho de Uma Noite de Verão" tem muito de conto de fadas, o que é o bastante para cativar todos os públicos. Mas, para além desse encanto envolvente, e até, em verdade, servindo-se desse meio como só ele o sabe fazer, Shakespeare consegue passar a sua mensagem de questionação das aparências, ao mesmo tempo que põe em equação os mundos da realidade e do sonho e joga com os conceitos de poder, de estatuto social e de amor, para, por meio da força das próprias palavras, patentear os desacertos do comportamento humano e pôr em causa a escala de valores convencionais.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/sonho-de-uma-noite-de-verao-de-william-shakespeare-6532202');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Este livro leva-nos aos bastidores do trabalho de Elena Ferrante, permitindo-nos um olhar para as gavetas de onde saíram alguns dos seus romances e para as suas relações literárias com o mundo clássico grego e latino e com Elsa Morante e outros autores que ama.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Este livro leva-nos aos bastidores do trabalho de Elena Ferrante, permitindo-nos um olhar para as gavetas de onde saíram alguns dos seus romances e para as suas relações literárias com o mundo clássico grego e latino e com Elsa Morante e outros autores que ama.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/escombros-de-elena-ferrante-6023935');
});">
Edição: Out 2007
Nº Páginas: 354
Sinopse:
«Creio que Debaixo do Vulcão poderá ser um livro realmente bom: poderá sê-lo, é a ameaça que faço, afirmou Malcolm Lowry numa das primeiras cartas que escreveu ao seu agente literário Harold Matson, em Julho de 1940. Lowry acabara de se instalar numa cabana na praia de Dollerton, perto de Vancouver, na Colúmbia Britânica, e trabalhava numa nova versão do romance que tinha concebido e escrito pela primeira vez no México, país a que havia chegado no Dia dos Mortos de 1936. De início o romance foi descaradamente autobiográfico, fruto e reflexo do México e das experiências que aí teve, desde os decadentes jardins de Cuernavaca e as cantinas onde podia afogar-se em mescal apenas por alguns pesos, até ao terrível episódio da prisão e ao delirium tremens em Oaxaca, depois de ter sido abandonado pela mulher. Uma descida aos infernos fielmente registada no primeiro Manuscrito, porque mesmo nos seus piores momentos, Lowry nunca renunciou a escrever, a reflectir sobre o papel a incrível realidade. “Podia dizer-se que era como um registador,” afirmou o escritor e poeta americano Conrad Aiken, que visitou Lowry durante a sua estada em Cuernavaca, declarando depois que “o romance estava essencialmente pronto em Julho de 1937” e concluindo que “o livro iria ser reescrito durante os próximos nove anos”. Não é de estranhar, dado o seu génio para a linguagem, que se convertesse nesse milagre da prosa inglesa que, em minha opinião, é o seu melhor conseguimento. Efectivamente, no seu paraíso privado de Dollerton “entre o bosque e o mar”, Lowry reescreveu uma e outra vez o Manuscrito, construindo o seu romance como quem compõe uma sinfonia, introduzindo novas formas e desenvolvendo as existentes num jogo contrapontístico de secretas correspondências e sugestivas alusões poéticas. Ao fim de nove anos, a sua experiência mexicana havia-se transformado num monumento barroco de profundas ressonâncias simbólicas (…).» Carmen Virgili «O sentido do passado, da dor, da morte: estes são factores intrínsecos ao México. Mas apesar disso, os mexicanos são o povo mais alegre do mundo, capaz de transformar qualquer acontecimento, incluindo o Dia dos Mortos, numa festa. Riem-se da morte, o que não quer dizer que não a levem a sério. É talvez por possuírem um profundo sentimento trágico da vida que a alegria e a festa estão sempre presentes: a sua atitude é o melhor testemunho da dignidade do homem. A morte, derrotada pelo renascimento, é ora trágica ora cómica.» Malcolm Lowry, em United Nations World, Junho de 1950
Nº Páginas: 354
Sinopse:
«Creio que Debaixo do Vulcão poderá ser um livro realmente bom: poderá sê-lo, é a ameaça que faço, afirmou Malcolm Lowry numa das primeiras cartas que escreveu ao seu agente literário Harold Matson, em Julho de 1940. Lowry acabara de se instalar numa cabana na praia de Dollerton, perto de Vancouver, na Colúmbia Britânica, e trabalhava numa nova versão do romance que tinha concebido e escrito pela primeira vez no México, país a que havia chegado no Dia dos Mortos de 1936. De início o romance foi descaradamente autobiográfico, fruto e reflexo do México e das experiências que aí teve, desde os decadentes jardins de Cuernavaca e as cantinas onde podia afogar-se em mescal apenas por alguns pesos, até ao terrível episódio da prisão e ao delirium tremens em Oaxaca, depois de ter sido abandonado pela mulher. Uma descida aos infernos fielmente registada no primeiro Manuscrito, porque mesmo nos seus piores momentos, Lowry nunca renunciou a escrever, a reflectir sobre o papel a incrível realidade. “Podia dizer-se que era como um registador,” afirmou o escritor e poeta americano Conrad Aiken, que visitou Lowry durante a sua estada em Cuernavaca, declarando depois que “o romance estava essencialmente pronto em Julho de 1937” e concluindo que “o livro iria ser reescrito durante os próximos nove anos”. Não é de estranhar, dado o seu génio para a linguagem, que se convertesse nesse milagre da prosa inglesa que, em minha opinião, é o seu melhor conseguimento. Efectivamente, no seu paraíso privado de Dollerton “entre o bosque e o mar”, Lowry reescreveu uma e outra vez o Manuscrito, construindo o seu romance como quem compõe uma sinfonia, introduzindo novas formas e desenvolvendo as existentes num jogo contrapontístico de secretas correspondências e sugestivas alusões poéticas. Ao fim de nove anos, a sua experiência mexicana havia-se transformado num monumento barroco de profundas ressonâncias simbólicas (…).» Carmen Virgili «O sentido do passado, da dor, da morte: estes são factores intrínsecos ao México. Mas apesar disso, os mexicanos são o povo mais alegre do mundo, capaz de transformar qualquer acontecimento, incluindo o Dia dos Mortos, numa festa. Riem-se da morte, o que não quer dizer que não a levem a sério. É talvez por possuírem um profundo sentimento trágico da vida que a alegria e a festa estão sempre presentes: a sua atitude é o melhor testemunho da dignidade do homem. A morte, derrotada pelo renascimento, é ora trágica ora cómica.» Malcolm Lowry, em United Nations World, Junho de 1950
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/debaixo-do-vulcao-de-malcolm-lowry-5125997');
});">
Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
«— O que quer dizer moderato cantabile? — Não sei.» Uma lição de piano, uma criança teimosa, uma mãe que ama o filho, não há expressão mais autêntica da vida tranquila numa cidade da província. Mas um súbito grito vem rasgar a trama, revelando sob a contenção de uma narrativa de aparência clássica uma tensão que vai crescendo até ao paroxismo final. «Porque é que o grito súbito de uma desconhecida e a visão do seu corpo ensanguentado perturbaram de tal modo Anne Desbaresdes, que é uma mulher jovem e rica, ligada apenas ao seu filho? Porque é que voltou ao café do porto, onde o cadáver da desconhecida desabara ao cair do dia? Porque é que interroga um outro desconhecido, Chauvin, uma testemunha como ela? Uma estranha embriaguez apodera-se dela, os copos de vinho que pede, e que bebe lentamente, são apenas pretextos. Volta todos os dias ao local do crime que outra pessoa cometeu e de cada vez interroga mais, fala um pouco mais longamente.» Dominique Aury «Moderato Cantabile poderia definir-se como sendo Madame Bovary reescrito por Béla Bartók, se não se tratasse, antes de mais, de um romance de Marguerite Duras (que não se parece com ninguém) e do seu melhor livro (o que é dizer muito).» Claude Roy
Nº Páginas: 96
Sinopse:
«— O que quer dizer moderato cantabile? — Não sei.» Uma lição de piano, uma criança teimosa, uma mãe que ama o filho, não há expressão mais autêntica da vida tranquila numa cidade da província. Mas um súbito grito vem rasgar a trama, revelando sob a contenção de uma narrativa de aparência clássica uma tensão que vai crescendo até ao paroxismo final. «Porque é que o grito súbito de uma desconhecida e a visão do seu corpo ensanguentado perturbaram de tal modo Anne Desbaresdes, que é uma mulher jovem e rica, ligada apenas ao seu filho? Porque é que voltou ao café do porto, onde o cadáver da desconhecida desabara ao cair do dia? Porque é que interroga um outro desconhecido, Chauvin, uma testemunha como ela? Uma estranha embriaguez apodera-se dela, os copos de vinho que pede, e que bebe lentamente, são apenas pretextos. Volta todos os dias ao local do crime que outra pessoa cometeu e de cada vez interroga mais, fala um pouco mais longamente.» Dominique Aury «Moderato Cantabile poderia definir-se como sendo Madame Bovary reescrito por Béla Bartók, se não se tratasse, antes de mais, de um romance de Marguerite Duras (que não se parece com ninguém) e do seu melhor livro (o que é dizer muito).» Claude Roy
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/moderato-cantabile-de-marguerite-duras-5361051');
});">
Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Orlando: Uma Biografia" (1928), de Virginia Woolf, é um clássico modernista que narra a vida fantástica de um nobre inglês que vive mais de 300 anos, atravessando os séculos XVI a XX. No meio da narrativa, Orlando transforma-se de homem em mulher, explorando questões de género, imortalidade e identidade com humor e leveza.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Orlando: Uma Biografia" (1928), de Virginia Woolf, é um clássico modernista que narra a vida fantástica de um nobre inglês que vive mais de 300 anos, atravessando os séculos XVI a XX. No meio da narrativa, Orlando transforma-se de homem em mulher, explorando questões de género, imortalidade e identidade com humor e leveza.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/orlando-uma-biografia-de-virginia-woolf-5822282');
});">
Edição: Out 2008
Nº Páginas: 196
Sinopse:
Reúnem-se aqui seis dos melhores contos de Tolstói. Os dois primeiros são sombrias parábolas sobre as tentações carnais. Em «O Diabo» (1889-90), um jovem não consegue resistir a uma bela camponesa com quem tivera um caso antes de se casar. Por sua vez, «O Padre Sérgui» retrata a vida de um soldado que, para resistir às tentações, se torna monge e, mais tarde, pedinte. Dos restantes contos, destaca-se «Depois do Baile» que é, nas palavras de George Steiner, um «conto formidável», um «exemplo em que a técnica e a metafísica se tornaram inseparáveis», pois no «vocabulário de Tolstói, um baile tem ressonâncias ambíguas, é ao mesmo tempo uma ocasião de graça e elegância e um símbolo de consumada artificialidade».
Nº Páginas: 196
Sinopse:
Reúnem-se aqui seis dos melhores contos de Tolstói. Os dois primeiros são sombrias parábolas sobre as tentações carnais. Em «O Diabo» (1889-90), um jovem não consegue resistir a uma bela camponesa com quem tivera um caso antes de se casar. Por sua vez, «O Padre Sérgui» retrata a vida de um soldado que, para resistir às tentações, se torna monge e, mais tarde, pedinte. Dos restantes contos, destaca-se «Depois do Baile» que é, nas palavras de George Steiner, um «conto formidável», um «exemplo em que a técnica e a metafísica se tornaram inseparáveis», pois no «vocabulário de Tolstói, um baile tem ressonâncias ambíguas, é ao mesmo tempo uma ocasião de graça e elegância e um símbolo de consumada artificialidade».
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-diabo-e-outros-contos-de-lev-tolstoi-4845952');
});">
Edição: Out 2007
Nº Páginas: 120
Sinopse:
A Sonata de Kreutzer, escrita em 1889 é, com A Morte de Ivan Ilitch, uma das mais importante novelas de Tolstói. «A Sonata de Kreutzer é uma obra-prima de estética magnificamente realizada que nos ensina a desprezar essa mestria e esse conseguimento: é essa a sua enganadora estratégia.» Gary Saul Morson «Misteriosa, a proximidade de Tolstói com o leitor é de todo desconcertante em A Sonata de Kreutzer.» Harold Bloom «Quando [Tolstói] voltou de novo à arte da novela, a sua imaginação tinha adquirido o obscuro fervor da sua filosofia. A Morte de Ivan Ilitch e A Sonata de Kreutzer são obras-primas, mas obras-primas de um género singular; a sua terrível intensidade não resulta da predominância da visão imaginativa, mas da sua concentração; possuem, como as figuras reduzidas das pinturas de Bosch, violentas energias comprimidas.» George Steiner
Nº Páginas: 120
Sinopse:
A Sonata de Kreutzer, escrita em 1889 é, com A Morte de Ivan Ilitch, uma das mais importante novelas de Tolstói. «A Sonata de Kreutzer é uma obra-prima de estética magnificamente realizada que nos ensina a desprezar essa mestria e esse conseguimento: é essa a sua enganadora estratégia.» Gary Saul Morson «Misteriosa, a proximidade de Tolstói com o leitor é de todo desconcertante em A Sonata de Kreutzer.» Harold Bloom «Quando [Tolstói] voltou de novo à arte da novela, a sua imaginação tinha adquirido o obscuro fervor da sua filosofia. A Morte de Ivan Ilitch e A Sonata de Kreutzer são obras-primas, mas obras-primas de um género singular; a sua terrível intensidade não resulta da predominância da visão imaginativa, mas da sua concentração; possuem, como as figuras reduzidas das pinturas de Bosch, violentas energias comprimidas.» George Steiner
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-sonata-de-kreutzer-de-lev-tolstoi-4845937');
});">
Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 336
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
Nº Páginas: 336
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/contos-de-tchekhov-volume-ii-de-anton-tchekhov-4845509');
});">
Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 330
Sinopse:
"O Amante de Lady Chatterley" (1928), de D. H. Lawrence, é um romance clássico e controverso sobre a paixão proibida entre Constance Chatterley, uma mulher aristocrática infeliz, e Oliver Mellors, o guarda-caça de seu marido paralisado, Clifford. O livro explora temas de desejo, sexualidade e luta de classes.
Nº Páginas: 330
Sinopse:
"O Amante de Lady Chatterley" (1928), de D. H. Lawrence, é um romance clássico e controverso sobre a paixão proibida entre Constance Chatterley, uma mulher aristocrática infeliz, e Oliver Mellors, o guarda-caça de seu marido paralisado, Clifford. O livro explora temas de desejo, sexualidade e luta de classes.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-amante-de-lady-chatterley-de-d-h-lawrence-4844284');
});">
Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 274
Sinopse:
"Belos Vencidos" de Leonard Cohen é um romance experimental e erótico que narra um triângulo amoroso caótico e metafísico, envolvendo um narrador sem nome, sua esposa Edith e o mentor F. Misturando humor, espiritualidade e sátira, a trama explora a dor, o desejo e a obsessão pela santa mohawk Catherine Tekakwith
Nº Páginas: 274
Sinopse:
"Belos Vencidos" de Leonard Cohen é um romance experimental e erótico que narra um triângulo amoroso caótico e metafísico, envolvendo um narrador sem nome, sua esposa Edith e o mentor F. Misturando humor, espiritualidade e sátira, a trama explora a dor, o desejo e a obsessão pela santa mohawk Catherine Tekakwith
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/belos-vencidos-de-leonard-cohen-4844217');
});">
Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 330
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
Nº Páginas: 330
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/contos-de-tchekhov-volume-i-de-anton-tchekhov-4845501');
});">
Edição: Abr 1991
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Terna é a Noite" (1934), de F. Scott Fitzgerald, narra a trágica ascensão e queda de Dick Diver, um psiquiatra brilhante, e a sua esposa, Nicole, na Riviera Francesa dos anos 20. A obra, com fortes traços autobiográficos, explora a desintegração do casamento e da carreira de Dick devido à riqueza e doença mental de Nicole.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Terna é a Noite" (1934), de F. Scott Fitzgerald, narra a trágica ascensão e queda de Dick Diver, um psiquiatra brilhante, e a sua esposa, Nicole, na Riviera Francesa dos anos 20. A obra, com fortes traços autobiográficos, explora a desintegração do casamento e da carreira de Dick devido à riqueza e doença mental de Nicole.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/terna-e-a-noite-de-f-scott-fitzgerald-4844192');
});">
Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Os contos de Oscar Wilde são narrativas marcadas pela sensibilidade, humor refinado e crítica social, misturando contos de fadas com temas éticos profundos. Frequentemente exploram o altruísmo, a beleza e o sacrifício, com personagens marcantes como O Príncipe Feliz, O Gigante Egoísta e o Rouxinol.
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Os contos de Oscar Wilde são narrativas marcadas pela sensibilidade, humor refinado e crítica social, misturando contos de fadas com temas éticos profundos. Frequentemente exploram o altruísmo, a beleza e o sacrifício, com personagens marcantes como O Príncipe Feliz, O Gigante Egoísta e o Rouxinol.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/contos-de-oscar-wilde-2564310');
});">
Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"Para Além do Bem e do Mal" (1886), de Friedrich Nietzsche, é uma obra fundamental que critica radicalmente a moralidade ocidental e a filosofia tradicional, propondo uma inversão de valores. Nietzsche desafia a dicotomia rígida entre bem e mal, argumentando que a moralidade cristã enfraquece a humanidade e defende a criação de valores próprios baseados na vontade de poder e no perspectivismo.
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"Para Além do Bem e do Mal" (1886), de Friedrich Nietzsche, é uma obra fundamental que critica radicalmente a moralidade ocidental e a filosofia tradicional, propondo uma inversão de valores. Nietzsche desafia a dicotomia rígida entre bem e mal, argumentando que a moralidade cristã enfraquece a humanidade e defende a criação de valores próprios baseados na vontade de poder e no perspectivismo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/para-alem-do-bem-e-do-mal-de-friedrich-nietzsche-2414645');
});">
Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"A Paixão do Jovem Werther" (1774), de Johann Wolfgang Goethe, é um romance epistolar fundamental do Romantismo alemão, retratando o amor trágico e obsessivo de Werther por Charlotte, uma mulher noiva. Através de cartas ao amigo Wilhelm, Werther descreve o seu declínio emocional, culminando num desfecho trágico devido à impossibilidade amorosa
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"A Paixão do Jovem Werther" (1774), de Johann Wolfgang Goethe, é um romance epistolar fundamental do Romantismo alemão, retratando o amor trágico e obsessivo de Werther por Charlotte, uma mulher noiva. Através de cartas ao amigo Wilhelm, Werther descreve o seu declínio emocional, culminando num desfecho trágico devido à impossibilidade amorosa
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-paixao-do-jovem-werther-de-johann-wolfgang-goethe-2341148');
});">
Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Assim Falava Zaratustra (1883-1885), de Friedrich Nietzsche, é uma obra filosófica fundamental escrita em estilo poético e aforístico. Narra a jornada do profeta Zaratustra, que desce da montanha para ensinar a superação do homem, a morte de Deus, o eterno retorno e a vontade de poder, propondo o Übermensch (Super-homem) como sentido da terra.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Assim Falava Zaratustra (1883-1885), de Friedrich Nietzsche, é uma obra filosófica fundamental escrita em estilo poético e aforístico. Narra a jornada do profeta Zaratustra, que desce da montanha para ensinar a superação do homem, a morte de Deus, o eterno retorno e a vontade de poder, propondo o Übermensch (Super-homem) como sentido da terra.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/assim-falava-zaratustra-de-friedrich-nietzsche-2298295');
});">
Edição: Set 2017
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Žižek aborda temas como as migrações em massa, as tensões geopolíticas criadas pelo terrorismo, o islamismo, o incremento do populismo e o capitalismo autoritário chinês — todos eles exprimindo, em sua opinião, os impasses do capitalismo global. Aborda também de modo inovador as questões de sexualidade e os movimentos feministas, antirracistas e LGBT+ e a eleição de Trump.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Žižek aborda temas como as migrações em massa, as tensões geopolíticas criadas pelo terrorismo, o islamismo, o incremento do populismo e o capitalismo autoritário chinês — todos eles exprimindo, em sua opinião, os impasses do capitalismo global. Aborda também de modo inovador as questões de sexualidade e os movimentos feministas, antirracistas e LGBT+ e a eleição de Trump.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-coragem-do-desespero-de-slavoj-zizek-6406619');
});">
Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 270
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" (1890), único romance de Oscar Wilde, é uma obra de terror gótico e filosófico sobre hedonismo e vaidade. Narra a história de um jovem belo que, influenciado por Lorde Henry, vende a alma para que um retrato seu envelheça enquanto ele permanece jovem, resultando na sua deterioração moral e física oculta na pintura
Nº Páginas: 270
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" (1890), único romance de Oscar Wilde, é uma obra de terror gótico e filosófico sobre hedonismo e vaidade. Narra a história de um jovem belo que, influenciado por Lorde Henry, vende a alma para que um retrato seu envelheça enquanto ele permanece jovem, resultando na sua deterioração moral e física oculta na pintura
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-retrato-de-dorian-gray-de-oscar-wilde-2317386');
});">
Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 178
Sinopse:
“A pequena Marta viveu na grande casa de família como se estivesse em permanente exílio, como se do quarto de sua mãe a tivessem levado para longínquos quartos e não soubesse a razão e o tempo da mudança. Também a pequena alma de Marta, à força da crueldade mortal desses corredores e quartos, se exilava a pouco e pouco na Natureza viva. O testemunho dessa entrega, muito variado e longo, desde os cuidados dispensados aos pequenos coelhos nas luras, esfregando as mãos com funcho para que a mãe não os enjeitasse, até à contemplação imóvel de qualquer das árvores ou ervas é, em parte, este relato.”
Nº Páginas: 178
Sinopse:
“A pequena Marta viveu na grande casa de família como se estivesse em permanente exílio, como se do quarto de sua mãe a tivessem levado para longínquos quartos e não soubesse a razão e o tempo da mudança. Também a pequena alma de Marta, à força da crueldade mortal desses corredores e quartos, se exilava a pouco e pouco na Natureza viva. O testemunho dessa entrega, muito variado e longo, desde os cuidados dispensados aos pequenos coelhos nas luras, esfregando as mãos com funcho para que a mãe não os enjeitasse, até à contemplação imóvel de qualquer das árvores ou ervas é, em parte, este relato.”
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/sob-o-olhar-de-medeia-de-fiama-hasse-pais-brandao-2317382');
});">
Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Verkhovenski e Stavróguin são os líderes de uma célula revolucionária russa. O seu objectivo é derrubar o governo, destruir a sociedade e tomar o poder. Mas quando o grupo está prestes a ser descoberto uma questão se coloca. Estarão os seus elementos dispostos a matar-se uns aos outros para encobrir o seu rasto? O romance baseia-se, em parte, na história de um estudante assassinado pelos seus colegas revolucionários. Mas é também uma descrição da Rússia do século XIX e uma acusação contra os que usam a violência em nome dos seus princípios. Tolerado por Lenine, banido por Estaline, cujo regime parece ter antecipadamente previsto, Dostoievski só seria redescoberto na URSS a partir dos anos 60 do século XX. É que a extrema atenção com que o autor de "Os Demónios" seguia os acontecimentos da sua época permitiu-lhe prever os excessos e sofrimentos para que o seu país caminhava. "Os romances de Dostoievski representam graus sucessivos de uma busca da existência de Deus; neles é elaborada uma profunda e radical filosofia da acção humana. Os heróis de Dostoievski estão embriagados de ideias e consomem-se no fogo da linguagem."
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Verkhovenski e Stavróguin são os líderes de uma célula revolucionária russa. O seu objectivo é derrubar o governo, destruir a sociedade e tomar o poder. Mas quando o grupo está prestes a ser descoberto uma questão se coloca. Estarão os seus elementos dispostos a matar-se uns aos outros para encobrir o seu rasto? O romance baseia-se, em parte, na história de um estudante assassinado pelos seus colegas revolucionários. Mas é também uma descrição da Rússia do século XIX e uma acusação contra os que usam a violência em nome dos seus princípios. Tolerado por Lenine, banido por Estaline, cujo regime parece ter antecipadamente previsto, Dostoievski só seria redescoberto na URSS a partir dos anos 60 do século XX. É que a extrema atenção com que o autor de "Os Demónios" seguia os acontecimentos da sua época permitiu-lhe prever os excessos e sofrimentos para que o seu país caminhava. "Os romances de Dostoievski representam graus sucessivos de uma busca da existência de Deus; neles é elaborada uma profunda e radical filosofia da acção humana. Os heróis de Dostoievski estão embriagados de ideias e consomem-se no fogo da linguagem."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-demonios-de-fiodor-dostoievski-5621181');
});">
Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Uma jovem, Mary Cecilia Rogers, é assassinada nos arredores de Nova Iorque. Apesar dessa morte ter despertado um intenso e persistente interesse, o seu mistério ainda não fora resolvido quando Edgar Allan Poe escreve esta novela em Outubro de 1842. Deslocando o cenário do crime, Edgar Allan Poe procura descobrir o que se passou naquele dia em Nova Iorque, recorrendo apenas aos jornais que pode obter. Muito depois de "O Mistério de Maria Roget" ser escrito, as confissões de dois dos personagens envolvidos no crime de Cecília Rogers confirmariam a conclusão geral a que Poe chegara e até os seus principais detalhes hipotéticos. "O Barril de Amontillado" é um conto publicado pela primeira vez em Novembro de 1846 na Godey’s Lady’s Book. A história decorre numa cidade italiana, provavelmente no século XVIII, e conta a vingança do narrador sobre o amigo Fortunato que se teria atrevido a insultá-lo. "Eu seria vingado na devida altura; era este um ponto definitivamente assente - mas o carácter por completo definitivo com que fora determinado excluía a ideia de risco."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Uma jovem, Mary Cecilia Rogers, é assassinada nos arredores de Nova Iorque. Apesar dessa morte ter despertado um intenso e persistente interesse, o seu mistério ainda não fora resolvido quando Edgar Allan Poe escreve esta novela em Outubro de 1842. Deslocando o cenário do crime, Edgar Allan Poe procura descobrir o que se passou naquele dia em Nova Iorque, recorrendo apenas aos jornais que pode obter. Muito depois de "O Mistério de Maria Roget" ser escrito, as confissões de dois dos personagens envolvidos no crime de Cecília Rogers confirmariam a conclusão geral a que Poe chegara e até os seus principais detalhes hipotéticos. "O Barril de Amontillado" é um conto publicado pela primeira vez em Novembro de 1846 na Godey’s Lady’s Book. A história decorre numa cidade italiana, provavelmente no século XVIII, e conta a vingança do narrador sobre o amigo Fortunato que se teria atrevido a insultá-lo. "Eu seria vingado na devida altura; era este um ponto definitivamente assente - mas o carácter por completo definitivo com que fora determinado excluía a ideia de risco."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-misterio-de-marie-roget-o-barril-de-amontillado-de-edgar-allan-poe-4844864');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 688
Sinopse:
VENCEDOR DO MAN BOOKER PRIZE 2015 "UM DOS MELHORES LIVROS DO ANO" EM 23 LISTAS (INCLUINDO NEW YORK TIMES, TIME E AMAZON) Jamaica, 3 de Dezembro de 1976. Sete assassinos de metralhadoras em riste entram de rompante na casa de Bob Marley. Apesar de ferido no peito, o cantor de reggae sobrevive. Os homens nunca foram descobertos. Mais de oitenta mil pessoas assistem ao concerto que Marley dá dois dias depois. "Uma Breve História de Sete Assassinatos" é um livro que revela um poder narrativo ímpar para explorar este evento quase mítico. Com uma ação que atravessa três décadas e vários continentes, narra as vidas de vários personagens inesquecíveis — miúdos da favela, engates de uma noite, barões da droga, namoradas, assassinos, políticos, jornalistas, e mesmo agentes da CIA. "Uma Breve História de Sete Assassinatos" foi considerado um dos melhores e mais extraordinários romances do século XX, abordando as questões do poder, do dinheiro, do racismo e da violência.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
VENCEDOR DO MAN BOOKER PRIZE 2015 "UM DOS MELHORES LIVROS DO ANO" EM 23 LISTAS (INCLUINDO NEW YORK TIMES, TIME E AMAZON) Jamaica, 3 de Dezembro de 1976. Sete assassinos de metralhadoras em riste entram de rompante na casa de Bob Marley. Apesar de ferido no peito, o cantor de reggae sobrevive. Os homens nunca foram descobertos. Mais de oitenta mil pessoas assistem ao concerto que Marley dá dois dias depois. "Uma Breve História de Sete Assassinatos" é um livro que revela um poder narrativo ímpar para explorar este evento quase mítico. Com uma ação que atravessa três décadas e vários continentes, narra as vidas de vários personagens inesquecíveis — miúdos da favela, engates de uma noite, barões da droga, namoradas, assassinos, políticos, jornalistas, e mesmo agentes da CIA. "Uma Breve História de Sete Assassinatos" foi considerado um dos melhores e mais extraordinários romances do século XX, abordando as questões do poder, do dinheiro, do racismo e da violência.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/breve-historia-de-sete-assassinatos-de-marlon-james-6036288');
});">
Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma mulher num avião escuta o desconhecido sentado a seu lado que lhe revela a história da sua vida: o seu emprego, o casamento e a angustiante noite que acabara de passar a enterrar o cão da família. Esta mulher é Faye, que está a caminho da Europa para promover o seu livro, acabado de publicar. Assim que aterra, as conversas que tem com as pessoas que conhece — sobre arte, família, política, amor, tristeza e alegria, justiça e injustiça — suscitam as perguntas mais abrangentes que o ser humano pode fazer. Estas conversas, sendo a última com o seu filho, levam Faye a uma conclusão bela mas dramática. "Kudos" completa de uma forma exuberante a trilogia de Rachel Cusk, iniciada com "A Contraluz" e "Trânsito".
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma mulher num avião escuta o desconhecido sentado a seu lado que lhe revela a história da sua vida: o seu emprego, o casamento e a angustiante noite que acabara de passar a enterrar o cão da família. Esta mulher é Faye, que está a caminho da Europa para promover o seu livro, acabado de publicar. Assim que aterra, as conversas que tem com as pessoas que conhece — sobre arte, família, política, amor, tristeza e alegria, justiça e injustiça — suscitam as perguntas mais abrangentes que o ser humano pode fazer. Estas conversas, sendo a última com o seu filho, levam Faye a uma conclusão bela mas dramática. "Kudos" completa de uma forma exuberante a trilogia de Rachel Cusk, iniciada com "A Contraluz" e "Trânsito".
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/kudos-de-rachel-cusk-6918625');
});">
Edição: Set 2017
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Uma História de Xadrez é a única obra em que Zweig aborda a questão do nazismo. O narrador viaja de navio de Nova Iorque para Buenos Aires e toma conhecimento de que a bordo segue também o arrogante campeão mundial de xadrez Mirko Czentovic.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Uma História de Xadrez é a única obra em que Zweig aborda a questão do nazismo. O narrador viaja de navio de Nova Iorque para Buenos Aires e toma conhecimento de que a bordo segue também o arrogante campeão mundial de xadrez Mirko Czentovic.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/uma-historia-de-xadrez-de-stefan-zweig-6406510');
});">
Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Uma coletânea que abarca mais de duas décadas de escritos de uma intelectual provocadora. Muitas coisas mudaram desde que Camille Paglia surgiu com o seu inovador "Personas Sexuais". Mas as lúcidas conceções desta grande pensadora norte-americana continuam na vanguarda — não só pela sua capacidade de captar o tom do momento mas também por ser capaz de antecipar tendências sociais e culturais. Com uma introdução em forma de manifesto fervoroso em que Paglia expõe as convicções fundamentais que caracterizam a sua escrita — a liberdade de expressão, a necessidade de investigação audaciosa e um profundo respeito por toda a arte, erudita ou popular —, Provocações reúne um conjunto de textos que faz luz sobre os mais variados temas, dos óscares ao atual presidente dos EUA, passando pelo punk rock.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Uma coletânea que abarca mais de duas décadas de escritos de uma intelectual provocadora. Muitas coisas mudaram desde que Camille Paglia surgiu com o seu inovador "Personas Sexuais". Mas as lúcidas conceções desta grande pensadora norte-americana continuam na vanguarda — não só pela sua capacidade de captar o tom do momento mas também por ser capaz de antecipar tendências sociais e culturais. Com uma introdução em forma de manifesto fervoroso em que Paglia expõe as convicções fundamentais que caracterizam a sua escrita — a liberdade de expressão, a necessidade de investigação audaciosa e um profundo respeito por toda a arte, erudita ou popular —, Provocações reúne um conjunto de textos que faz luz sobre os mais variados temas, dos óscares ao atual presidente dos EUA, passando pelo punk rock.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/provocacoes-de-camille-paglia-6986860');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Uma ilha deserta no sul do Alasca, a que só se consegue chegar de barco ou de hidroavião, repleta de florestas e montanhas escarpadas. Este é o cenário que Jim escolhe para desenvolver em novas bases a relação com o filho Roy, de 13 anos, que mal conhece. Doze meses numa cabana isolada do resto do mundo, colaborando para enfrentar uma natureza rude. Parece uma boa oportunidade para recuperar o tempo perdido. Mas as difíceis condições de sobrevivência e a tensão emocional a que se veem sujeitos rapidamente transformam esta estada num pesadelo asfixiante, tornando a situação incontrolável. A Ilha de Sukkwan é uma história de um suspense avassalador. Com esta narrativa, que nos leva às profundezas da alma humana, David Vann afirmou-se como um dos escritores norte-americanos de primeiro plano.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Uma ilha deserta no sul do Alasca, a que só se consegue chegar de barco ou de hidroavião, repleta de florestas e montanhas escarpadas. Este é o cenário que Jim escolhe para desenvolver em novas bases a relação com o filho Roy, de 13 anos, que mal conhece. Doze meses numa cabana isolada do resto do mundo, colaborando para enfrentar uma natureza rude. Parece uma boa oportunidade para recuperar o tempo perdido. Mas as difíceis condições de sobrevivência e a tensão emocional a que se veem sujeitos rapidamente transformam esta estada num pesadelo asfixiante, tornando a situação incontrolável. A Ilha de Sukkwan é uma história de um suspense avassalador. Com esta narrativa, que nos leva às profundezas da alma humana, David Vann afirmou-se como um dos escritores norte-americanos de primeiro plano.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-ilha-de-sukkwan-de-david-vann-6024057');
});">
Edição: Mai 2007
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Um pai e um filho caminham sozinhos pela América. Nada se move na paisagem devastada, excepto a cinza no vento. O frio é tanto que é capaz de rachar as pedras. O céu está escuro e a neve, quando cai, é cinzenta. O seu destino é a costa, embora não saibam o que os espera, ou se algo os espera. Nada possuem, apenas uma pistola para se defenderem dos bandidos que assaltam a estrada, as roupas que trazem vestidas, comida que vão encontrando - e um ao outro. "A Estrada" é a história verdadeiramente comovente de uma viagem, que imagina com ousadia um futuro onde não há esperança, mas onde um pai e um filho, "cada qual o mundo inteiro do outro", se vão sustentando através do amor. Impressionante na plenitude da sua visão, esta é uma meditação inabalável sobre o pior e o melhor de que somos capazes: a destruição última, a persistência desesperada e o afecto que mantém duas pessoas vivas enfrentando a devastação total.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Um pai e um filho caminham sozinhos pela América. Nada se move na paisagem devastada, excepto a cinza no vento. O frio é tanto que é capaz de rachar as pedras. O céu está escuro e a neve, quando cai, é cinzenta. O seu destino é a costa, embora não saibam o que os espera, ou se algo os espera. Nada possuem, apenas uma pistola para se defenderem dos bandidos que assaltam a estrada, as roupas que trazem vestidas, comida que vão encontrando - e um ao outro. "A Estrada" é a história verdadeiramente comovente de uma viagem, que imagina com ousadia um futuro onde não há esperança, mas onde um pai e um filho, "cada qual o mundo inteiro do outro", se vão sustentando através do amor. Impressionante na plenitude da sua visão, esta é uma meditação inabalável sobre o pior e o melhor de que somos capazes: a destruição última, a persistência desesperada e o afecto que mantém duas pessoas vivas enfrentando a devastação total.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-estrada-de-cormac-mccarthy-4844292');
});">
Edição: Set 2010
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Um romance histórico psicológico em dois volumes do escritor francês Stendhal, publicado em 1830. É frequentemente citado como o primeiro romance realista. Definido no período entre o final de setembro de 1826 até o final de julho de 1831, trata das tentativas de um jovem de subir na vida, apesar do seu nascimento plebeu, através de uma combinação de talento, trabalho duro, engano e hipocrisia, apenas para se encontrar traído pelas suas próprias paixões.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Um romance histórico psicológico em dois volumes do escritor francês Stendhal, publicado em 1830. É frequentemente citado como o primeiro romance realista. Definido no período entre o final de setembro de 1826 até o final de julho de 1831, trata das tentativas de um jovem de subir na vida, apesar do seu nascimento plebeu, através de uma combinação de talento, trabalho duro, engano e hipocrisia, apenas para se encontrar traído pelas suas próprias paixões.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-vermelho-e-o-negro-de-stendhal-4845969');
});">
