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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Há livros que são para sempre. "Bom Dia, Tristeza" é um deles. Romance de formação, publicado no inicio dos anos 50 em França por uma menina de 19 anos, tornou-se um dos maiores best seller mundiais. Com várias edições em Portugal, estava, no entanto, há mais de 10 anos fora das livrarias. A Casa dos Ceifeiros tem o prazer de o reeditar, com os desenhos da primeira edição portuguesa de Mily Possoz e a tradução excelente de Isabel St. Aubyn.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Há livros que são para sempre. "Bom Dia, Tristeza" é um deles. Romance de formação, publicado no inicio dos anos 50 em França por uma menina de 19 anos, tornou-se um dos maiores best seller mundiais. Com várias edições em Portugal, estava, no entanto, há mais de 10 anos fora das livrarias. A Casa dos Ceifeiros tem o prazer de o reeditar, com os desenhos da primeira edição portuguesa de Mily Possoz e a tradução excelente de Isabel St. Aubyn.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Finda a Guerra Civil Americana, a família March prepara o casamento de Meg. Passaram três anos desde que se fechou a cortina sobre Mulherzinhas, as irmãs Meg, Jo, Beth e Amy estão mais crescidas e o pai regressou a casa, tornando-se pastor numa paróquia. As irmãs March enfrentam agora a vida adulta, trilham os seus próprios caminhos, longe da casa dos pais, e lutam pelos seus sonhos, numa viagem de autodescoberta. Em "Boas Esposas", acompanhamos os bons e maus momentos desta etapa de crescimento, os problemas, as provações, as aprendizagens. Meg lida com os desafios da vida de casada, Jo procura vingar como escritora, Beth luta contra a doença, Amy viaja.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Finda a Guerra Civil Americana, a família March prepara o casamento de Meg. Passaram três anos desde que se fechou a cortina sobre Mulherzinhas, as irmãs Meg, Jo, Beth e Amy estão mais crescidas e o pai regressou a casa, tornando-se pastor numa paróquia. As irmãs March enfrentam agora a vida adulta, trilham os seus próprios caminhos, longe da casa dos pais, e lutam pelos seus sonhos, numa viagem de autodescoberta. Em "Boas Esposas", acompanhamos os bons e maus momentos desta etapa de crescimento, os problemas, as provações, as aprendizagens. Meg lida com os desafios da vida de casada, Jo procura vingar como escritora, Beth luta contra a doença, Amy viaja.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Os metafísicos de Tlön não buscam a verdade nem sequer a verosimilhança: buscam o assombro", in Ficções, Jorge Luis Borges, 1944. Juntamente com Albert Camus, cuja A Queda assume neste Blackpot o papel de insuspeitado mote, Borges era um dos autores preferidos de Dinis Machado. Tanto que a sua personagem Peter Maynard, assassino profissional com preocupações éticas e estéticas, figura central de Mão Direita do Diabo, Requiem para D. Quixote e Mulher e Arma com Guitarra Espanhola, não é mais do que a americanização de Pierre Menard, personagem kafkiana de um conto borgeano que teimosamente se entretém a reescrever o Quixote, palavra a palavra, letra a letra, vírgula a vírgula. Foi com esse espírito que Dinis Machado escreveu de um fôlego, como era seu hábito, este visceral Blackpot. Esteve para lhe chamar Gulliver contra Gulliver, título talvez com mais ressonância literária, sobretudo se aceitarmos a opinião de André Breton segundo a qual foi Swift quem inventou o humor negro. Embora, convenhamos, com muito menos swing. Escreveu-o à máquina algures entre 1983 e 85, meteu-o na gaveta da memória e lá o esqueceu inédito até hoje. Guardado a sete chaves e mais uma, a da sombra libertária do olvido, só voltaria a recuperá- lo quando, ainda em vida, se preparava a reedição dos supracitados McShades. Uma coisa levou à outra e ele concluiu que o Blackpot tinha tudo a ver com este seu alter ego literário com vagas maneiras de camóne e muitas leituras na consciência, de seu nome completo Dennis McShade. Pois, como diria Peter Maynard, seja feita a sua vontade. "Pode-se vomitar tudo menos o medo e a solidão. Esta frase idiota fora-lhe dita, uma vez, por um médico que morrera atropelado por um camião. Continuou a olhar para o espelho e tentou sorrir da ideia. Mas não sorriu."
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Os metafísicos de Tlön não buscam a verdade nem sequer a verosimilhança: buscam o assombro", in Ficções, Jorge Luis Borges, 1944. Juntamente com Albert Camus, cuja A Queda assume neste Blackpot o papel de insuspeitado mote, Borges era um dos autores preferidos de Dinis Machado. Tanto que a sua personagem Peter Maynard, assassino profissional com preocupações éticas e estéticas, figura central de Mão Direita do Diabo, Requiem para D. Quixote e Mulher e Arma com Guitarra Espanhola, não é mais do que a americanização de Pierre Menard, personagem kafkiana de um conto borgeano que teimosamente se entretém a reescrever o Quixote, palavra a palavra, letra a letra, vírgula a vírgula. Foi com esse espírito que Dinis Machado escreveu de um fôlego, como era seu hábito, este visceral Blackpot. Esteve para lhe chamar Gulliver contra Gulliver, título talvez com mais ressonância literária, sobretudo se aceitarmos a opinião de André Breton segundo a qual foi Swift quem inventou o humor negro. Embora, convenhamos, com muito menos swing. Escreveu-o à máquina algures entre 1983 e 85, meteu-o na gaveta da memória e lá o esqueceu inédito até hoje. Guardado a sete chaves e mais uma, a da sombra libertária do olvido, só voltaria a recuperá- lo quando, ainda em vida, se preparava a reedição dos supracitados McShades. Uma coisa levou à outra e ele concluiu que o Blackpot tinha tudo a ver com este seu alter ego literário com vagas maneiras de camóne e muitas leituras na consciência, de seu nome completo Dennis McShade. Pois, como diria Peter Maynard, seja feita a sua vontade. "Pode-se vomitar tudo menos o medo e a solidão. Esta frase idiota fora-lhe dita, uma vez, por um médico que morrera atropelado por um camião. Continuou a olhar para o espelho e tentou sorrir da ideia. Mas não sorriu."
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Berta Isla é a história de uma mulher que espera e se transforma. A história de um amor imperfeito, como o são todos.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Berta Isla é a história de uma mulher que espera e se transforma. A história de um amor imperfeito, como o são todos.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"Berlim Alexanderplatz", a obra-prima de Alfred Döblin, é porventura o mais importante contributo alemão para o "romance da grande cidade", palco das vivências típicas das sociedades industrializadas do século XX. E é, além disso, uma referência fundamental para os admiradores do romance modernista, situando-se ao nível de um "Manhattan Transfer", de John dos Passos, ou de um "Ulisses" de James Joyce.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
"Berlim Alexanderplatz", a obra-prima de Alfred Döblin, é porventura o mais importante contributo alemão para o "romance da grande cidade", palco das vivências típicas das sociedades industrializadas do século XX. E é, além disso, uma referência fundamental para os admiradores do romance modernista, situando-se ao nível de um "Manhattan Transfer", de John dos Passos, ou de um "Ulisses" de James Joyce.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Depois de o governo soviético ter confiscado - ou, como Grossman preferia dizer, "prendido" - "Vida e Destino", o autor assumiu a tarefa de rever uma tradução para russo de um extenso romance arménio. O texto era de pouco interesse para ele, mas ficou feliz por ter uma desculpa para viajar para a Arménia. "Bem Hajam!" é o seu relato dos dois meses que lá passou. Escrito em 1962, dois anos antes da morte de Vassili Grossman, esta obra não tem comparação com nenhuma outra do autor. Este é, de longe, o seu livro mais pessoal e intimista, dotado de um ambiente de espontaneidade absoluta, em que Grossman parece estar simplesmente a conversar com o leitor acerca das suas impressões sobre a Arménia - as suas montanhas, igrejas antigas, gentes e costumes -, enquanto, ao mesmo tempo, examina os seus pensamentos e estados de espírito.Relato maravilhosamente humano de uma viagem a um lugar distante, repleto das observações vívidas de um estrangeiro, "Bem Hajam!" é também uma reflexão de Grossman sobre o seu lugar na União Soviética como escritor, a dignidade humana e a sua mortalidade.Este livro é uma coedição com a Fundação Calouste Gulbenkian.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Depois de o governo soviético ter confiscado - ou, como Grossman preferia dizer, "prendido" - "Vida e Destino", o autor assumiu a tarefa de rever uma tradução para russo de um extenso romance arménio. O texto era de pouco interesse para ele, mas ficou feliz por ter uma desculpa para viajar para a Arménia. "Bem Hajam!" é o seu relato dos dois meses que lá passou. Escrito em 1962, dois anos antes da morte de Vassili Grossman, esta obra não tem comparação com nenhuma outra do autor. Este é, de longe, o seu livro mais pessoal e intimista, dotado de um ambiente de espontaneidade absoluta, em que Grossman parece estar simplesmente a conversar com o leitor acerca das suas impressões sobre a Arménia - as suas montanhas, igrejas antigas, gentes e costumes -, enquanto, ao mesmo tempo, examina os seus pensamentos e estados de espírito.Relato maravilhosamente humano de uma viagem a um lugar distante, repleto das observações vívidas de um estrangeiro, "Bem Hajam!" é também uma reflexão de Grossman sobre o seu lugar na União Soviética como escritor, a dignidade humana e a sua mortalidade.Este livro é uma coedição com a Fundação Calouste Gulbenkian.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Silvia, Rosa e Elisa não tiveram muita sorte no amor. Por diferentes razões, as três acabaram as suas vidas amorosas supostamente felizes e adotaram o estado civil de solteiras ou divorciadas. E, também há Venecia. Solteira e sem filhos, que, tal como as suas amigas, e depois do seu último fracasso amoroso, se apercebe que o amor, além de caduco, é uma porcaria.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Silvia, Rosa e Elisa não tiveram muita sorte no amor. Por diferentes razões, as três acabaram as suas vidas amorosas supostamente felizes e adotaram o estado civil de solteiras ou divorciadas. E, também há Venecia. Solteira e sem filhos, que, tal como as suas amigas, e depois do seu último fracasso amoroso, se apercebe que o amor, além de caduco, é uma porcaria.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Berlin descreve os lugares onde viveu e as pessoas com quem se cruzou com a vivacidade, a candura e o sentido de humor que fizeram dela uma autora de culto um pouco por todo o mundo. Antes de morrer, Lucia Berlin estava a trabalhar num livro de textos autobiográficos a que tinha chamado Bem-vinda a casa. Para compor o volume inacabado, Jeff Berlin, filho da escritora, junta aos seus textos um conjunto de fotografias e cartas da sua vida preenchida, trágica e romântica.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Berlin descreve os lugares onde viveu e as pessoas com quem se cruzou com a vivacidade, a candura e o sentido de humor que fizeram dela uma autora de culto um pouco por todo o mundo. Antes de morrer, Lucia Berlin estava a trabalhar num livro de textos autobiográficos a que tinha chamado Bem-vinda a casa. Para compor o volume inacabado, Jeff Berlin, filho da escritora, junta aos seus textos um conjunto de fotografias e cartas da sua vida preenchida, trágica e romântica.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 872
Sinopse:
Passado entre Genebra e França, em 1936, numa época em que o antissemitismo alcança na Alemanha o seu auge, Bela do Senhor relata, com lirismo romântico e uma ironia feroz, a relação impetuosa entre Solal, judeu, alto funcionário da Sociedade das Nações, e Ariane, aristocrata protestante casada com um seu subordinado, desde o primeiro encontro até à agonia final, passando pela conquista, a paixão e a implacável degradação dos sentimentos. Em pano de fundo, um universo ambivalente e estruturado por antagonismos: a gente comum e os novos-ricos, os dominados e os dominantes, a aristocracia e a burguesia, os judeus e os protestantes, o sexismo e a imagem sagrada da mulher. História de amor absoluto, Bela do Senhor, publicado em 1968 e galardoado com o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa, é considerado o livro de culto de Albert Cohen, clássico insuperável e intemporal, trazido agora a uma nova geração de leitores.
Nº Páginas: 872
Sinopse:
Passado entre Genebra e França, em 1936, numa época em que o antissemitismo alcança na Alemanha o seu auge, Bela do Senhor relata, com lirismo romântico e uma ironia feroz, a relação impetuosa entre Solal, judeu, alto funcionário da Sociedade das Nações, e Ariane, aristocrata protestante casada com um seu subordinado, desde o primeiro encontro até à agonia final, passando pela conquista, a paixão e a implacável degradação dos sentimentos. Em pano de fundo, um universo ambivalente e estruturado por antagonismos: a gente comum e os novos-ricos, os dominados e os dominantes, a aristocracia e a burguesia, os judeus e os protestantes, o sexismo e a imagem sagrada da mulher. História de amor absoluto, Bela do Senhor, publicado em 1968 e galardoado com o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa, é considerado o livro de culto de Albert Cohen, clássico insuperável e intemporal, trazido agora a uma nova geração de leitores.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Abril de 1204. Constantinopla, a esplêndida capital do Império Bizantino, é saqueada e incendiada pelos cavaleiros da Quarta Cruzada. Entre o caos e a carnificina generalizados, um certo Baudolino salva a vida a um alto funcionário da corte que, fascinado com as habilidades do salvador, lhe pede que conte a sua história de vida. Filho de simples camponeses, Baudolino tem dois talentos principais: um dom inato para aprender línguas e uma inclinação imensa para a invenção. Quando, ainda menino, encontra um comandante militar nos bosques perto da sua aldeia, encanta-o com a sua mente viva e o seu espírito rápido. O comandante - que não é senão o imperador Frederico Barbarroxa - adopta Baudolino e manda-o para a universidade em Paris, onde este faz vários amigos destemidos e aventureiros como ele. Inspirado por mitos e sonhos, este grupo parte em busca do Preste João, um sacerdote-rei lendário que se pensa governar um vasto reino do Oriente - terra fantástica habitada por criaturas estranhas com olhos nos ombros e bocas nas barrigas, eunucos, unicórnios e donzelas adoráveis. O delicioso relato feito por Baudolino é uma narrativa de verdade e ficção - ou de ficção tornada verdadeira, pois as mentiras que urde têm o condão de se tornar História… Com aventuras mirabolantes e hilariantes, um crime impossível, truques extraordinários e viagens fabulosas, a par de reflexões sobre a nossa época pós-moderna, este livro mostra-nos Umberto Eco, o contador de histórias, no seu melhor.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Abril de 1204. Constantinopla, a esplêndida capital do Império Bizantino, é saqueada e incendiada pelos cavaleiros da Quarta Cruzada. Entre o caos e a carnificina generalizados, um certo Baudolino salva a vida a um alto funcionário da corte que, fascinado com as habilidades do salvador, lhe pede que conte a sua história de vida. Filho de simples camponeses, Baudolino tem dois talentos principais: um dom inato para aprender línguas e uma inclinação imensa para a invenção. Quando, ainda menino, encontra um comandante militar nos bosques perto da sua aldeia, encanta-o com a sua mente viva e o seu espírito rápido. O comandante - que não é senão o imperador Frederico Barbarroxa - adopta Baudolino e manda-o para a universidade em Paris, onde este faz vários amigos destemidos e aventureiros como ele. Inspirado por mitos e sonhos, este grupo parte em busca do Preste João, um sacerdote-rei lendário que se pensa governar um vasto reino do Oriente - terra fantástica habitada por criaturas estranhas com olhos nos ombros e bocas nas barrigas, eunucos, unicórnios e donzelas adoráveis. O delicioso relato feito por Baudolino é uma narrativa de verdade e ficção - ou de ficção tornada verdadeira, pois as mentiras que urde têm o condão de se tornar História… Com aventuras mirabolantes e hilariantes, um crime impossível, truques extraordinários e viagens fabulosas, a par de reflexões sobre a nossa época pós-moderna, este livro mostra-nos Umberto Eco, o contador de histórias, no seu melhor.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Nos campos de Torgas Valley, na Califórnia, os apanhadores de maçãs estão decididos a pôr fim às práticas gananciosas impostas pelo pequeno grupo de proprietários rurais e a greve é declarada. No meio da insurreição, Jim Nolan, rapaz solitário desesperado por dar um sentido à sua existência, rapidamente se vê à frente das operações. Mas à medida que a luta cresce, a violência impõe-se de um modo implacável e a defesa pelo reconhecimento dos direitos fundamentais dos trabalhadores transforma-se num fanatismo cego, que ameaça esmagar a vida daqueles que se entregaram ao seu serviço. Romance empolgante que é ao mesmo tempo um olhar admirável sobre a agitação social e política e a história comovente de um jovem que procura definir a sua identidade, "Batalha Incerta" foi um dos primeiros títulos escritos por John Steinbeck, lançado em 1936, e desde logo revelador de alguns dos temas que mais marcariam a sua obra: o comportamento de grupo, a luta de classes, a injustiça social e a falta de solidariedade entre os homens.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Nos campos de Torgas Valley, na Califórnia, os apanhadores de maçãs estão decididos a pôr fim às práticas gananciosas impostas pelo pequeno grupo de proprietários rurais e a greve é declarada. No meio da insurreição, Jim Nolan, rapaz solitário desesperado por dar um sentido à sua existência, rapidamente se vê à frente das operações. Mas à medida que a luta cresce, a violência impõe-se de um modo implacável e a defesa pelo reconhecimento dos direitos fundamentais dos trabalhadores transforma-se num fanatismo cego, que ameaça esmagar a vida daqueles que se entregaram ao seu serviço. Romance empolgante que é ao mesmo tempo um olhar admirável sobre a agitação social e política e a história comovente de um jovem que procura definir a sua identidade, "Batalha Incerta" foi um dos primeiros títulos escritos por John Steinbeck, lançado em 1936, e desde logo revelador de alguns dos temas que mais marcariam a sua obra: o comportamento de grupo, a luta de classes, a injustiça social e a falta de solidariedade entre os homens.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Que poderia fazer o advogado quando se tornou um dado adquirido que, no seu escritório em Wall Street, albergava "um jovem escrivão pálido", Bartleby, ocupado a copiar ao preço habitual de quatro cents à página, mas que se recusava terminantemente a conferir o trabalho feito e nunca, por motivo algum, aceitava ser enviado para realizar qualquer recado? Herman Melville, neste conto memorável, descreve o comportamento singular de um escrivão que, à medida que o tempo passa, se sente cada vez menos inclinado para cumprir as suas tarefas, respondendo, com uma calma desarmante, "preferia não o fazer".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Que poderia fazer o advogado quando se tornou um dado adquirido que, no seu escritório em Wall Street, albergava "um jovem escrivão pálido", Bartleby, ocupado a copiar ao preço habitual de quatro cents à página, mas que se recusava terminantemente a conferir o trabalho feito e nunca, por motivo algum, aceitava ser enviado para realizar qualquer recado? Herman Melville, neste conto memorável, descreve o comportamento singular de um escrivão que, à medida que o tempo passa, se sente cada vez menos inclinado para cumprir as suas tarefas, respondendo, com uma calma desarmante, "preferia não o fazer".
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Sob a égide de Cormac McCarthy e Flannery O’Connor, e do cinema de Quentin Tarantino ou dos irmãos Cohen, Banquete no Paraíso cruza, nos idos de 1917, os caminhos de duas famílias marcadas pela violência e pela infâmia, os Jewett e os Fiddler. Lá longe, na fronteira que separa a Geórgia do Alabama, gargalhadas impuras sobrevoam um western anacrónico em tempos de depressão económica. E o leitor não consegue parar de ler.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Sob a égide de Cormac McCarthy e Flannery O’Connor, e do cinema de Quentin Tarantino ou dos irmãos Cohen, Banquete no Paraíso cruza, nos idos de 1917, os caminhos de duas famílias marcadas pela violência e pela infâmia, os Jewett e os Fiddler. Lá longe, na fronteira que separa a Geórgia do Alabama, gargalhadas impuras sobrevoam um western anacrónico em tempos de depressão económica. E o leitor não consegue parar de ler.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 2003, regressando do Afeganistão, tive de parar em Baku, no Azerbaijão. Fiquei num hotel chamado Apcheron, nome da península sobre a qual a cidade foi construída. Escrevia na altura Suite no Hotel Crystal, um livro composto por umas quarenta histórias passadas em quartos de hotel do mundo inteiro. O nome Apcheron, tão próximo do do rio dos mortos grego, sugeriu-me a ideia de aí encenar o meu próprio suicídio. A nota biográfica na capa do livro viria a mencionar a minha data de nascimento e de morte: Boulogne-Billancourt, 1947 - Baku, 2009. A partir de 2004, eu tinha pois morrido em Baku em 2009, no quarto 1123 do Hotel Apcheron. À medida que esse fatídico ano de 2009 se ia aproximando, as recomendações dos amigos tornavam-se mais insistentes: se fores convidado para ir a Baku em 2009, não vás! Estes alertas fizeram naturalmente nascer em mim a ideia de que, pelo contrário, devia mesmo ir a Baku, para honrar uma espécie de promessa e aí permanecer o tempo suficiente para dar à ficção da minha morte à beira do Cáspio uma razoável hipótese de se concretizar. Este livro é, em certa medida, o diário da minha estada na cidade onde era suposto morrer. Retratos, coisas vistas, sonhos, leituras, notas de viagem, evocação de figuras do passado, etc. Claro que se tratava de um jogo, iniciado por um jogo de palavras, mas esse jogo dava um certo colorido aos meus pensamentos, orientava até certo ponto as minhas imaginações e mesmo os meus olhares.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 2003, regressando do Afeganistão, tive de parar em Baku, no Azerbaijão. Fiquei num hotel chamado Apcheron, nome da península sobre a qual a cidade foi construída. Escrevia na altura Suite no Hotel Crystal, um livro composto por umas quarenta histórias passadas em quartos de hotel do mundo inteiro. O nome Apcheron, tão próximo do do rio dos mortos grego, sugeriu-me a ideia de aí encenar o meu próprio suicídio. A nota biográfica na capa do livro viria a mencionar a minha data de nascimento e de morte: Boulogne-Billancourt, 1947 - Baku, 2009. A partir de 2004, eu tinha pois morrido em Baku em 2009, no quarto 1123 do Hotel Apcheron. À medida que esse fatídico ano de 2009 se ia aproximando, as recomendações dos amigos tornavam-se mais insistentes: se fores convidado para ir a Baku em 2009, não vás! Estes alertas fizeram naturalmente nascer em mim a ideia de que, pelo contrário, devia mesmo ir a Baku, para honrar uma espécie de promessa e aí permanecer o tempo suficiente para dar à ficção da minha morte à beira do Cáspio uma razoável hipótese de se concretizar. Este livro é, em certa medida, o diário da minha estada na cidade onde era suposto morrer. Retratos, coisas vistas, sonhos, leituras, notas de viagem, evocação de figuras do passado, etc. Claro que se tratava de um jogo, iniciado por um jogo de palavras, mas esse jogo dava um certo colorido aos meus pensamentos, orientava até certo ponto as minhas imaginações e mesmo os meus olhares.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cannery Row, em Monterey, na Califórnia, é um pobre bairro costeiro, de poucos quarteirões, onde se acumulam fábricas de enlatar sardinhas, restaurantes de má qualidade, bordéis e mercearias atravancadas. Os seus habitantes, dependendo da frincha pela qual se espreita, são prostitutas e batoteiros, mártires e homens bons, cujas histórias encerram lições de sobrevivência. É entre eles que se encontra o jovem biólogo marinho que todos tratam por Doutor, que aí conjuga o trabalho de recolha e análise dos animais da baía com o melancólico acompanhamento das almas infelizes - e que inesperadamente acabará por encontrar a verdadeira felicidade. Publicado pela primeira vez em 1945 e inspirado pelos habitantes reais de Monterey, "Bairro da Lata" é um romance onde John Steinbeck recupera o cenário do seu primeiro grande êxito, "O Milagre de São Francisco", escrevendo com um misto de humor e comoção sobre a aceitação da vida como ela é, no seu jogo entre um sentido de comunidade e a solidão da existência, entre a tragédia e a generosidade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cannery Row, em Monterey, na Califórnia, é um pobre bairro costeiro, de poucos quarteirões, onde se acumulam fábricas de enlatar sardinhas, restaurantes de má qualidade, bordéis e mercearias atravancadas. Os seus habitantes, dependendo da frincha pela qual se espreita, são prostitutas e batoteiros, mártires e homens bons, cujas histórias encerram lições de sobrevivência. É entre eles que se encontra o jovem biólogo marinho que todos tratam por Doutor, que aí conjuga o trabalho de recolha e análise dos animais da baía com o melancólico acompanhamento das almas infelizes - e que inesperadamente acabará por encontrar a verdadeira felicidade. Publicado pela primeira vez em 1945 e inspirado pelos habitantes reais de Monterey, "Bairro da Lata" é um romance onde John Steinbeck recupera o cenário do seu primeiro grande êxito, "O Milagre de São Francisco", escrevendo com um misto de humor e comoção sobre a aceitação da vida como ela é, no seu jogo entre um sentido de comunidade e a solidão da existência, entre a tragédia e a generosidade.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Reflexões sobre Requiem", "Afirma Pereira", "O Fio do Horizonte", "Mulher de Porto Pim", "Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde" até ao texto conclusivo sobre "Autobiografias Alheias". Através destes textos que iluminam um pensamento, uma palavra, uma sugestão dos romances aqui referidos, o leitor pode chegar a novas e estimulantes descobertas ou simplesmente deixar-se conduzir pelo fluxo crítico que em Tabucchi é sempre uma grande torrente narrativa. Um livro empolgante para os leitores mais experientes, um testemunho fundamental para os estudiosos da obra de Tabucchi e, ao mesmo tempo, um livro capaz de conduzir o leitor mais curioso para o âmago do universo literário do mais português dos escritores italianos.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Reflexões sobre Requiem", "Afirma Pereira", "O Fio do Horizonte", "Mulher de Porto Pim", "Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde" até ao texto conclusivo sobre "Autobiografias Alheias". Através destes textos que iluminam um pensamento, uma palavra, uma sugestão dos romances aqui referidos, o leitor pode chegar a novas e estimulantes descobertas ou simplesmente deixar-se conduzir pelo fluxo crítico que em Tabucchi é sempre uma grande torrente narrativa. Um livro empolgante para os leitores mais experientes, um testemunho fundamental para os estudiosos da obra de Tabucchi e, ao mesmo tempo, um livro capaz de conduzir o leitor mais curioso para o âmago do universo literário do mais português dos escritores italianos.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 1982, ao mesmo tempo que abandonava o lugar à frente dos destinos do clube de jazz e que tomava a decisão de se dedicar à escrita, Haruki Murakami começava a correr. No ano seguinte, abalançou-se a percorrer sozinho o trajecto que separa Atenas da cidade de Maratona. Depois de participar em dezenas de provas de longa distância e em triatlos, o romancista reflecte neste livro sobre o que significa para ele correr e como a corrida se reflectiu na sua maneira de escrever. Os treinos diários, a sua paixão pela música, a consciência da passagem do tempo, os lugares por onde viaja acompanham-no ao longo de um relato em que escrever e correr se traduzem numa forma de estar na vida. Diário, ensaio autobiográfico, elogio da corrida, de tudo um pouco podemos encontrar aqui. Haruki Murakami abre o livro das confidências (e a sua alma) e dá a ler aos seus fiéis leitores uma meditação luminosa sobre esse ser bípede em permanente busca de verdade que é o homem
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 1982, ao mesmo tempo que abandonava o lugar à frente dos destinos do clube de jazz e que tomava a decisão de se dedicar à escrita, Haruki Murakami começava a correr. No ano seguinte, abalançou-se a percorrer sozinho o trajecto que separa Atenas da cidade de Maratona. Depois de participar em dezenas de provas de longa distância e em triatlos, o romancista reflecte neste livro sobre o que significa para ele correr e como a corrida se reflectiu na sua maneira de escrever. Os treinos diários, a sua paixão pela música, a consciência da passagem do tempo, os lugares por onde viaja acompanham-no ao longo de um relato em que escrever e correr se traduzem numa forma de estar na vida. Diário, ensaio autobiográfico, elogio da corrida, de tudo um pouco podemos encontrar aqui. Haruki Murakami abre o livro das confidências (e a sua alma) e dá a ler aos seus fiéis leitores uma meditação luminosa sobre esse ser bípede em permanente busca de verdade que é o homem
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Ao regressar do Iraque, onde foi visitar a filha, Joan Scudamore dá por si sozinha numa pensão isolada. A viagem de comboio foi inesperadamente interrompida, obrigando-a a permanecer no deserto. Esta súbita solidão leva-a a avaliar a sua vida pela primeira vez e a encarar algumas verdades sobre si própria. Ao olhar para trás, Joan reexamina dolorosamente as suas atitudes, relações e acções, e fica cada vez mais apreensiva com a pessoa que lhe é revelada. Decidida a recuperar o tempo perdido, ela está finalmente de volta a Inglaterra e à vida que pretende transformar drasticamente. Relato intenso da vida emocional de uma mulher, "Ausente na Primavera" foi, segundo palavras de Agatha Christie, "escrito com integridade, com prazer. O resultado final foi aquele que eu desejava, e isso é a maior alegria que um autor pode ter."
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Ao regressar do Iraque, onde foi visitar a filha, Joan Scudamore dá por si sozinha numa pensão isolada. A viagem de comboio foi inesperadamente interrompida, obrigando-a a permanecer no deserto. Esta súbita solidão leva-a a avaliar a sua vida pela primeira vez e a encarar algumas verdades sobre si própria. Ao olhar para trás, Joan reexamina dolorosamente as suas atitudes, relações e acções, e fica cada vez mais apreensiva com a pessoa que lhe é revelada. Decidida a recuperar o tempo perdido, ela está finalmente de volta a Inglaterra e à vida que pretende transformar drasticamente. Relato intenso da vida emocional de uma mulher, "Ausente na Primavera" foi, segundo palavras de Agatha Christie, "escrito com integridade, com prazer. O resultado final foi aquele que eu desejava, e isso é a maior alegria que um autor pode ter."
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Tarde. O sol está brilhante, quente; dez ou doze oficiais e nós, numa colina, a olharmos lá para baixo, para as manobras da cavalaria no campo." É um idílico fim de dia. Em Apolónia, Octávio goza com os amigos a calma que precede a tempestade. Porque em breve chegará um emissário de Roma - Júlio César foi assassinado. Octávio tem 19 anos. Carrega o peso de um nome, o de César, que em testamento fez dele herdeiro e sucessor. A notícia da morte de César é-nos narrada no diário de um dos seus amigos. É apenas um fragmento da História, ao qual John Williams, com a minúcia de um artífice, junta outros: cartas, biografias, memórias ou até éditos de personagens como Marco António, Cleópatra, Cícero ou Estrabão. Lentamente o retrato ganha contornos, ilumina-se. Sem nunca ouvirmos as palavras de Octávio (essas estão reservadas para o fim do romance), assistimos à criação do mito. John Williams revela-se aqui em plena maturidade narrativa. Dá-nos a conhecer o imperador com a mesma crescente surpresa com que os seus inimigos o conheceram. E, mostra-nos o seu reverso, um homem a caminho do fim.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Tarde. O sol está brilhante, quente; dez ou doze oficiais e nós, numa colina, a olharmos lá para baixo, para as manobras da cavalaria no campo." É um idílico fim de dia. Em Apolónia, Octávio goza com os amigos a calma que precede a tempestade. Porque em breve chegará um emissário de Roma - Júlio César foi assassinado. Octávio tem 19 anos. Carrega o peso de um nome, o de César, que em testamento fez dele herdeiro e sucessor. A notícia da morte de César é-nos narrada no diário de um dos seus amigos. É apenas um fragmento da História, ao qual John Williams, com a minúcia de um artífice, junta outros: cartas, biografias, memórias ou até éditos de personagens como Marco António, Cleópatra, Cícero ou Estrabão. Lentamente o retrato ganha contornos, ilumina-se. Sem nunca ouvirmos as palavras de Octávio (essas estão reservadas para o fim do romance), assistimos à criação do mito. John Williams revela-se aqui em plena maturidade narrativa. Dá-nos a conhecer o imperador com a mesma crescente surpresa com que os seus inimigos o conheceram. E, mostra-nos o seu reverso, um homem a caminho do fim.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 306
Sinopse:
Jean, uma americana de 45 anos está casada há 23 anos com Mark. São ambos profissionais com sucesso dos media, vivem numa ilha paradisíaca no Oceano Indico, embora mantenham uma casa em Camden Town da qual toma conta a sua filha Victoria. Uma manhã, Jean abre uma carta dirigida ao seu marido e descobre um pedaço de texto altamente erótico, que indicia sem qualquer dúvida uma aventura amorosa e remete para o seu e-mail "endereço de prazer". Jean não confronta logo Mark directamente porque tem de sair para fazer uma mamografia. Mais tarde, abre o e-mail no café da ilha, sendo confrontada com uma série de grosseiras fotografias pornográficas da autora da carta, Giovana, uma mulher de 26 anos com um grande peito. Num impulso, escreve uma resposta no estilo de um Mark velho porco e carrega na tecla enviar. Assim começa uma prolongada correspondência erótica que se torna um vicio.
Nº Páginas: 306
Sinopse:
Jean, uma americana de 45 anos está casada há 23 anos com Mark. São ambos profissionais com sucesso dos media, vivem numa ilha paradisíaca no Oceano Indico, embora mantenham uma casa em Camden Town da qual toma conta a sua filha Victoria. Uma manhã, Jean abre uma carta dirigida ao seu marido e descobre um pedaço de texto altamente erótico, que indicia sem qualquer dúvida uma aventura amorosa e remete para o seu e-mail "endereço de prazer". Jean não confronta logo Mark directamente porque tem de sair para fazer uma mamografia. Mais tarde, abre o e-mail no café da ilha, sendo confrontada com uma série de grosseiras fotografias pornográficas da autora da carta, Giovana, uma mulher de 26 anos com um grande peito. Num impulso, escreve uma resposta no estilo de um Mark velho porco e carrega na tecla enviar. Assim começa uma prolongada correspondência erótica que se torna um vicio.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No final de um mês de dezembro, o corpo de um homem é encontrado num apartamento vazio. Agrupados à porta, os seus amigos - também eles já mortos - assistem, numa espécie de vigília, ao corpo a ser transportado, autopsiado e, finalmente, cremado. É através das histórias deste coro de fantasmas que vamos conhecendo a vida passada de dependência e marginalidade de Robert, o falecido, e de todos aqueles que, cruzando-se com ele, pertenceram ao seu microcosmos de esperança e desilusão, de caos e indiferença, e de amor destruído em prol de uma necessidade maior. Intenso, alucinante e escrito com fúria, "Até os Cães" é uma exploração íntima e destemida da vida nas franjas da sociedade, uma viagem carregada de amor, perda, desespero e uma esperança constante na redenção.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No final de um mês de dezembro, o corpo de um homem é encontrado num apartamento vazio. Agrupados à porta, os seus amigos - também eles já mortos - assistem, numa espécie de vigília, ao corpo a ser transportado, autopsiado e, finalmente, cremado. É através das histórias deste coro de fantasmas que vamos conhecendo a vida passada de dependência e marginalidade de Robert, o falecido, e de todos aqueles que, cruzando-se com ele, pertenceram ao seu microcosmos de esperança e desilusão, de caos e indiferença, e de amor destruído em prol de uma necessidade maior. Intenso, alucinante e escrito com fúria, "Até os Cães" é uma exploração íntima e destemida da vida nas franjas da sociedade, uma viagem carregada de amor, perda, desespero e uma esperança constante na redenção.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 296
Sinopse:
O México real e secreto. O México que não vem nos panfletos turísticos e que julgávamos desaparecido. Até Robin Bayley embarcara numa aventura única, seguindo a viagem feita pelo bisavô, há cem anos atrás. Uma viagem fascinante, ligada por duas jornadas com cem anos de distância e que nos leva a descobrir um país cheio de aventura e segredos, cruzando feiticeiras com traficantes de droga, guerrilheiros. Robin Bayley percorre todo o Oeste do pais e descobre que as aventuras dos seu bisavô, com bandidos, tesouros de moedas de prata e brutais revoluções, ainda estão na alma mexicana.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
O México real e secreto. O México que não vem nos panfletos turísticos e que julgávamos desaparecido. Até Robin Bayley embarcara numa aventura única, seguindo a viagem feita pelo bisavô, há cem anos atrás. Uma viagem fascinante, ligada por duas jornadas com cem anos de distância e que nos leva a descobrir um país cheio de aventura e segredos, cruzando feiticeiras com traficantes de droga, guerrilheiros. Robin Bayley percorre todo o Oeste do pais e descobre que as aventuras dos seu bisavô, com bandidos, tesouros de moedas de prata e brutais revoluções, ainda estão na alma mexicana.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quando Ora se prepara para festejar a desmobilização do filho Ofer, ele volta a juntar-se voluntariamente ao exército. Num ímpeto supersticioso, temendo a pior notícia que um pai ou uma mãe podem ouvir, Ora parte numa caminhada para a Galileia, sem deixar qualquer rasto para os "notificadores". Recentemente separada do marido, arrasta consigo um companheiro inesperado: Avram, outrora o melhor amigo de ambos, o antigo amante, que tinha estado prisioneiro durante a Guerra do Yom Kipur e fora torturado, e que, destruído, recusara sempre conhecer o rapaz ou ter contacto com eles.Durante a caminhada, Ora vai desenrolando a história da sua maternidade e inicia Avram no drama da família humana - uma narrativa que mantém Ofer vivo, tanto para a mãe como para o leitor. A sua história coloca lado a lado os maiores sofrimentos da guerra e as alegrias e angústias quotidianas da educação dos filhos: nunca se viu tão claramente o real e o surreal da vida quotidiana em Israel, as correntes de ambivalência sobre a guerra numa família, os fardos que caem sobre cada nova geração. Numa situação de conflito coletivo e duradouro, como conciliar as preocupações individuais de uma mãe que, afinal, prefere a companhia de um filho à missão patriótica? Como manter a causa pacifista se aqueles que podem atirar contra um filho são justamente aqueles com quem se quer fazer a paz?
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Quando Ora se prepara para festejar a desmobilização do filho Ofer, ele volta a juntar-se voluntariamente ao exército. Num ímpeto supersticioso, temendo a pior notícia que um pai ou uma mãe podem ouvir, Ora parte numa caminhada para a Galileia, sem deixar qualquer rasto para os "notificadores". Recentemente separada do marido, arrasta consigo um companheiro inesperado: Avram, outrora o melhor amigo de ambos, o antigo amante, que tinha estado prisioneiro durante a Guerra do Yom Kipur e fora torturado, e que, destruído, recusara sempre conhecer o rapaz ou ter contacto com eles.Durante a caminhada, Ora vai desenrolando a história da sua maternidade e inicia Avram no drama da família humana - uma narrativa que mantém Ofer vivo, tanto para a mãe como para o leitor. A sua história coloca lado a lado os maiores sofrimentos da guerra e as alegrias e angústias quotidianas da educação dos filhos: nunca se viu tão claramente o real e o surreal da vida quotidiana em Israel, as correntes de ambivalência sobre a guerra numa família, os fardos que caem sobre cada nova geração. Numa situação de conflito coletivo e duradouro, como conciliar as preocupações individuais de uma mãe que, afinal, prefere a companhia de um filho à missão patriótica? Como manter a causa pacifista se aqueles que podem atirar contra um filho são justamente aqueles com quem se quer fazer a paz?
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 490
Sinopse:
Alexandria, Egipto, 1977. Durante um mergulho, a arqueóloga Isabella Warnock descobre finalmente o artefacto lendário que procura há anos: o astrário, um misterioso dispositivo que, segundo a lenda, moldou os destinos de reis e faraós desde o início dos tempos e que teria sido usado por Moisés e Cleópatra. Mas a sua descoberta tem um custo terrível e a responsabilidade de manter o inestimável objecto em segurança, e evitar que o Egipto mergulhe no caos, recai sobre o seu mardo Oliver. Deparando-se com um inimigo obscuro e um culto poderoso capaz de tudo para se apoderar do tesouro, Oliver é catapultado para uma corrida vertiginosa a fim de proteger um segredo antigo num perigoso mundo de conspiração e egiptologia, onde a magia e as lendas colidem violentamentet com as crenças modernas.
Nº Páginas: 490
Sinopse:
Alexandria, Egipto, 1977. Durante um mergulho, a arqueóloga Isabella Warnock descobre finalmente o artefacto lendário que procura há anos: o astrário, um misterioso dispositivo que, segundo a lenda, moldou os destinos de reis e faraós desde o início dos tempos e que teria sido usado por Moisés e Cleópatra. Mas a sua descoberta tem um custo terrível e a responsabilidade de manter o inestimável objecto em segurança, e evitar que o Egipto mergulhe no caos, recai sobre o seu mardo Oliver. Deparando-se com um inimigo obscuro e um culto poderoso capaz de tudo para se apoderar do tesouro, Oliver é catapultado para uma corrida vertiginosa a fim de proteger um segredo antigo num perigoso mundo de conspiração e egiptologia, onde a magia e as lendas colidem violentamentet com as crenças modernas.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Marcada pelos seus dramas pessoais, Hope Dunne, célebre fotógrafa nova-iorquina, leva uma vida solitária e dedicada ao seu trabalho. Não anda à procura do amor, mas ele acontece quando vai a Londres fotografar um dos mais aclamados escritores do mundo. Carismático e sedutor, Finn O'Neill é muito diferente das personagens sombrias dos seus romances. Seduzida, Hope aceita o convite para a magnífica propriedade que Finn tem na Irlanda. Isolados, os dois amantes vivem semanas de amor idílico. Até que o verniz da perfeição começa a estalar… Uma história inesquecível sobre os perigos do amor obsessivo e os segredos mais negros que por vezes espreitam à superfície de vidas comum.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Marcada pelos seus dramas pessoais, Hope Dunne, célebre fotógrafa nova-iorquina, leva uma vida solitária e dedicada ao seu trabalho. Não anda à procura do amor, mas ele acontece quando vai a Londres fotografar um dos mais aclamados escritores do mundo. Carismático e sedutor, Finn O'Neill é muito diferente das personagens sombrias dos seus romances. Seduzida, Hope aceita o convite para a magnífica propriedade que Finn tem na Irlanda. Isolados, os dois amantes vivem semanas de amor idílico. Até que o verniz da perfeição começa a estalar… Uma história inesquecível sobre os perigos do amor obsessivo e os segredos mais negros que por vezes espreitam à superfície de vidas comum.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Adaptado ao cinema por Sofia Coppola, com Kirsten Dunst num dos principais papéis, esta é a história assombrosa e terna das breves vidas das cinco irmãs Lisbon - belas, excêntricas e obsessivamente vigiadas por todo o bairro -, que se suicidam uma a uma no espaço de um ano. Este suicídio marca para sempre os jovens rapazes da vizinhança, que viveram e sofreram com elas... à distância. Vinte anos mais tarde, tentam reconstituir os acontecimentos, reféns ainda da fascinação e da obsessão provocadas pelas misteriosas irmãs: Therese, a intelectual; Mary, a coquete; Bonnie, a asceta; Lux, a libertina; e a pálida e mística Cecilia. Justapondo o comum e o gótico, o humor negro e a tragédia, Jeffrey Eugenides cria um vívido e comovente retrato das emoções da juventude e da perda da inocência. Aclamado de imediato pela crítica e pelo público, As Virgens Suicidas é uma terna e perversa história de amor e terror, sexo e suicídio, memória e imaginação.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Adaptado ao cinema por Sofia Coppola, com Kirsten Dunst num dos principais papéis, esta é a história assombrosa e terna das breves vidas das cinco irmãs Lisbon - belas, excêntricas e obsessivamente vigiadas por todo o bairro -, que se suicidam uma a uma no espaço de um ano. Este suicídio marca para sempre os jovens rapazes da vizinhança, que viveram e sofreram com elas... à distância. Vinte anos mais tarde, tentam reconstituir os acontecimentos, reféns ainda da fascinação e da obsessão provocadas pelas misteriosas irmãs: Therese, a intelectual; Mary, a coquete; Bonnie, a asceta; Lux, a libertina; e a pálida e mística Cecilia. Justapondo o comum e o gótico, o humor negro e a tragédia, Jeffrey Eugenides cria um vívido e comovente retrato das emoções da juventude e da perda da inocência. Aclamado de imediato pela crítica e pelo público, As Virgens Suicidas é uma terna e perversa história de amor e terror, sexo e suicídio, memória e imaginação.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
As Viagens de Gulliver é um dos livros mais conhecidos da humanidade. Quem nunca ouviu falar deste gigante que um dia acorda rodeado de pequenos seres? Quem nunca viu uma das suas inúmeras adaptações fílmicas? No entanto, quem leu o livro? É a desgraça das grandes obras, sempre mais citadas que lidas. Aqui, encontra-se o mundo. Gulliver, um inocente médico inglês, transforma-se num intrépido viajante. Naufragando em paragens desconhecidas, descobre civilizações fantásticas, excêntricas, mas também a cupidez, a inveja e a intriga. Os velhos vícios da humanidade, satirizados pelo olho cirúrgico de Swift, o grande ironista, numa prosa magnífica. Mas nem só de sátira vive a literatura. A literatura é também sonho e imaginação. E isso não falta. Venha conhecer seres minúsculos e gigantes amáveis, ilhas voadoras habitadas por intelectuais absortos, gente que nunca morre, cavalos faladores que cultivam a razão e humanos bestiais; há ainda marinheiros, piratas e até um capitão português. Uma obra única, uma personagem inolvidável, um livro a ler e a reler, uma e outra vez ainda. ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória · Lista de personagens · Ilustrações de Arthur Rackham TRADUÇÃO · Frederico Pereira
Nº Páginas: 368
Sinopse:
As Viagens de Gulliver é um dos livros mais conhecidos da humanidade. Quem nunca ouviu falar deste gigante que um dia acorda rodeado de pequenos seres? Quem nunca viu uma das suas inúmeras adaptações fílmicas? No entanto, quem leu o livro? É a desgraça das grandes obras, sempre mais citadas que lidas. Aqui, encontra-se o mundo. Gulliver, um inocente médico inglês, transforma-se num intrépido viajante. Naufragando em paragens desconhecidas, descobre civilizações fantásticas, excêntricas, mas também a cupidez, a inveja e a intriga. Os velhos vícios da humanidade, satirizados pelo olho cirúrgico de Swift, o grande ironista, numa prosa magnífica. Mas nem só de sátira vive a literatura. A literatura é também sonho e imaginação. E isso não falta. Venha conhecer seres minúsculos e gigantes amáveis, ilhas voadoras habitadas por intelectuais absortos, gente que nunca morre, cavalos faladores que cultivam a razão e humanos bestiais; há ainda marinheiros, piratas e até um capitão português. Uma obra única, uma personagem inolvidável, um livro a ler e a reler, uma e outra vez ainda. ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória · Lista de personagens · Ilustrações de Arthur Rackham TRADUÇÃO · Frederico Pereira
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam com a música de Chopin, mudou radicalmente de aspecto. O esplendor de então já não existe e tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta anos sem se verem. Um deles passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular...
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam com a música de Chopin, mudou radicalmente de aspecto. O esplendor de então já não existe e tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta anos sem se verem. Um deles passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular...
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Romance de estreia de Ernest Hemingway, publicado originalmente em 1926, "As Torrentes da Primavera" conta a história de dois homens - um deles escritor, o outro veterano de guerra, ambos funcionários de uma fábrica de bombas no norte do Michigan e os dois em busca da sua mulher ideal. Paródia à escola literária da sua geração, aos seus temas e estilos, este é um texto de juventude cheio de ironia por onde despontam já, com vigor, as valiosas características literárias que Hemingway viria a consolidar em numerosas obras de referência. E que são confirmadas pelo conjunto de catorze contos apresentados neste volume, escritos também nesses seus primeiros anos de criação.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Romance de estreia de Ernest Hemingway, publicado originalmente em 1926, "As Torrentes da Primavera" conta a história de dois homens - um deles escritor, o outro veterano de guerra, ambos funcionários de uma fábrica de bombas no norte do Michigan e os dois em busca da sua mulher ideal. Paródia à escola literária da sua geração, aos seus temas e estilos, este é um texto de juventude cheio de ironia por onde despontam já, com vigor, as valiosas características literárias que Hemingway viria a consolidar em numerosas obras de referência. E que são confirmadas pelo conjunto de catorze contos apresentados neste volume, escritos também nesses seus primeiros anos de criação.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Javier Mallarino, o caricaturista mais influente do país, é considerado uma lenda viva. Aos 65 anos o prémio que recebe confirma uma vida de êxitos e reverência. No entanto, a presença inesperada de uma mulher na cerimónia de homenagem traz consigo o peso do passado, arrependimentos e ligações obscuras do caricaturista à vida política do país. O passado rebenta no presente e Mallarino vê-se obrigado a pôr em causa o seu trabalho e a sua posição.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Javier Mallarino, o caricaturista mais influente do país, é considerado uma lenda viva. Aos 65 anos o prémio que recebe confirma uma vida de êxitos e reverência. No entanto, a presença inesperada de uma mulher na cerimónia de homenagem traz consigo o peso do passado, arrependimentos e ligações obscuras do caricaturista à vida política do país. O passado rebenta no presente e Mallarino vê-se obrigado a pôr em causa o seu trabalho e a sua posição.
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