1630 produtos
Ordenar por:
1630 produtos
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Esta é a história da central nuclear de Chernobyl desde a sua construção à sua desativação. Em 26 de abril de 1986, às 13:23, um reator da Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia soviética, explodiu. Enquanto as autoridades tentavam entender o que havia acontecido, trabalhadores, engenheiros, bombeiros e aqueles que viviam na área foram abandonados ao seu destino. A explosão colocou o mundo à beira da aniquilação nuclear, contaminando mais da metade da Europa com a precipitação radioativa.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Depois da morte da avó, uma norte-americana de origem cubana viaja até Havana, onde descobre as raízes da sua identidade e desenterra um segredo de família escondido desde os tempos da revolução… Havana, 1958. Filha de um barão do açúcar, Elisa Perez, de 19 anos, pertence à alta sociedade de Cuba, na qual é protegida da crescente inquietação política… até que embarca numa relação clandestina com um ardente revolucionário. Miami, 2017. Marisol Ferrera é uma escritora que cresceu a ouvir as histórias românticas sobre Cuba que a falecida avó Elisa, obrigada a fugir do país com a família durante a revolução, lhe contava. O último desejo de Elisa era o de que Marisol espalhasse as suas cinzas no seu país de origem. Ao chegar a Havana, Marisol depara-se com o contraste entre a beleza tropical e intemporal de Cuba e o seu instável clima político. Ao mesmo tempo que descobre mais acerca da história da sua família, acaba por sentir uma especial atração por Luis, também ele com os seus próprios segredos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Hedy Kiesler é uma atriz austríaca com ascendência judaica que, em 1933, se casa com um poderoso fabricante de armas, o que lhe permite escapar à perseguição nazi. Além de bela, Hedy é também muito inteligente. Nos extravagantes jantares em que participa com o marido, ouve os planos do Terceiro Reich, e percebe que a sua segurança não está garantida e que algo muito grave está a ser planeado. Em 1937, desesperada por escapar ao marido controlador e à ascensão dos nazis, Hedy disfarça-se e foge. Viaja, então, para Hollywood, onde se torna a estrela de cinema Hedy Lamarr. Mas Hedy esconde um segredo mais forte do que o facto de ser judia: ela tem uma mente científica brilhante. Durante o seu casamento, Hedy ouviu segredos do regime nazi, e agora tem uma ideia que pode ajudar os Aliados, permitindo-lhe igualmente aliviar a culpa que sente por ter fugido. Tudo o que precisa é que não a subestimem devido à sua beleza, e que a ouçam.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
1943, nas ruínas de uma Londres arrasada pelo Blitz. Stella é casada. Dan é um soldado americano prestes a partir para a guerra. Quando um encontro acidental os junta, os dois apaixonam-se de forma inesperada. Mas o amor deles é tão intenso quanto impossível. Obrigados a uma separação dolorosa, Stella e Dan começam a trocar cartas todos os dias, sendo esta a única forma de se manterem juntos. Setenta anos depois. Dan ainda não desistiu de voltar a encontrar a sua amada. Apesar da idade, vai tentar uma última vez. A carta que envia, para a única morada que conhece, é recebida por Jess. Embora assoberbada com os seus problemas, ao ler a história comovente da carta, Jess ganha uma nova determinação. É impossível ignorar um amor tão bonito, que ardeu tão forte, e que a vida separou.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Última rainha de Portugal, D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados em pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
Quando Henrique Tudor conquista a coroa de Inglaterra após a batalha de Bosworth, sabe que tem de se casar com a princesa da casa inimiga, Isabel de York, para unificar um país dividido pela guerra há duas décadas. Mas a noiva ainda está apaixonada pelo seu inimigo morto, Ricardo III. A mãe de Isabel e metade de Inglaterra sonham com o herdeiro ausente, que a Rainha Branca enviou para o desconhecido. Embora a nova monarquia tome o poder, não consegue ganhar o coração de uma Inglaterra que espera o regresso triunfante da Casa de York. O maior receio de Henrique é que um príncipe esteja escondido à espreita para reclamar o trono. Quando um jovem que quer ser rei conduz o seu exército e invade Inglaterra, Isabel tem de escolher entre o novo marido, por quem se começa a apaixonar, e o rapaz que afirma ser o seu amado e perdido irmão: a Rosa de York volta para casa finalmente.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
UMA DAS OBRAS DE REFERÊNCIA SOBRE A 1.ª GUERRA MUNDIALEm 1914, a Europa mergulhava no primeiro ato de autossacrifício do século XX — a Grande Guerra, como ficou conhecida na altura. No seu centenário, Max Hastings explica simultaneamente como se desencadeou o conflito e o que aconteceu a milhões de homens e mulheres durante os primeiros meses da contenda. Desvenda ainda provas esmagadoras de que a Áustria e a Alemanha devem assumir as culpas principais pelo deflagrar da guerra. O que se seguiu foi uma tragédia de grandes proporções, com o autor a argumentar que era vital para a liberdade da Europa que a Alemanha do Kaiser fosse derrotada. A narração das primeiras batalhas irá surpreender aqueles que têm desta guerra uma simples imagem de lama, trincheiras e arame farpado.Hastings descreve em pormenor o dia mais sangrento de toda a guerra ocidental, 22 de agosto de 1914, quando pereceram 27 mil franceses, e relata as lutas brutais na Sérvia e na Prússia Oriental, onde, até ao Natal, alemães, austríacos, russos e sérvios infligiram entre si 3 milhões de baixas.O livro mostra o que aconteceu à Europa em 1914, através da abordagem detalhada mas acessível do historiador, que cruza testemunhos generais e estadistas, camponeses e donas de casa e soldados de sete nações. A sua narrativa desfaz mitos e fornece algumas opiniões surpreendentes e controversas. Um livro multipremiado, presente nas listas dos melhores do ano das mais prestigiadas publicações mundiais.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Fenómeno editorial na Europa, "Comboio Nocturno para Lisboa" vendeu dois milhões e meio de exemplares desde que foi publicado em 2004 na Alemanha, onde ficou três anos na tabela dos livros mais vendidos. O sucesso transformou até o título do livro escrito por Pascal Mercier - pseudónimo literário do filósofo Peter Bieri -, numa expressão idiomática, usada para referir alguém que pretende mudar de vida. São, de resto, muitos os estrangeiros que, nos últimos anos, se deslocam até Lisboa em demanda de Amadeu do Prado. Mas tudo começa numa manhã chuvosa. Uma mulher prepara-se para saltar de uma ponte de Berna. Raimund Gregorius, um banal professor de grego e latim de 57 anos, evita o acto desesperado e fica surpreendido com o som de uma palavra. Português, responde ela, ao ser questionada sobre a língua que fala. Antes de desaparecer da história ainda tem tempo de escrever um número de telefone na testa deste míope professor que descobre, por acaso, um livro de um autor português, Amadeu Inácio de Almeida Prado, intitulado Um Ourives das Palavras. Sem conseguir explicar porquê, entra num comboio para Lisboa atrás deste médico que morreu 30 anos antes, em 1975, pouco depois da Revolução, numa descoberta do outro que acaba por ser uma descoberta de si próprio. Amado pelos pobres que atendia de graça no seu consultório, Amadeu passa a ser rejeitado pelo povo no dia em que aceita tratar o "Carniceiro de Lisboa", assim conhecido por ser chefe da polícia política. Integrará posteriormente a resistência contra o regime de Salazar. Porquê Portugal? Porquê a ditadura de Salazar? Estas são as perguntas mais feitas a um autor que admira Pessoa, "esse gigante da literatura", há mais de 20 anos, e escreve um livro do desassossego com a escrita de Prado a assemelhar-se aos textos do poeta português. Pela sua cultura, pela sua atitude de outros tempos, Raimund precisava de um ambiente de século XIX e Lisboa é a grande cidade europeia que mais se aproxima pelo seu aspecto, pela sua topografia, afirma Pascal Mercier, para quem a principal razão para escolher Lisboa e Portugal prende-se com o pai de Prado, um juiz em funções durante uma ditadura, mas que não trabalharia sob as ordens de Mussolini, Hitler ou Franco. "Salazar era diferente. Era um intelectual brilhante, era muito inteligente, culto, de uma brutalidade mais subtil que poderia seduzir pessoas como o juiz Prado e só nas ditaduras se dão as condições necessárias para tratar os problemas morais no contexto político." O "Comboio Nocturno para Lisboa" é o terceiro romance de Pascal Mercier. Está traduzido em 15 idiomas.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: Num registo autobiográfico, José Manuel Castanheira atravessa, neste Pedra da Paciência, a história mundial dos séculos XX e XXI através da narração das suas viagens, encontros com personalidades, espectáculos e do olhar da sua companheira Mila. Um tratado sobre as artes cénicas, em que o autor presta homenagem ao universo do teatro, do espectador ao actor, da música à pintura, da arquitectura à dança, da escultura à literatura, do cinema à fotografia. Rico de experiências pessoais e profissionais, Pedra da Paciência constitui-se de fragmentos dispersos no tempo que procuram expressar o carácter complexo das ideias, sublinhando como a cega especialização bloqueia qualquer ideia de futuro. Entre o olhar e o tempo, entre o desenho e as palavras, no fim uma pergunta fica: quem estará sentado nesta PEDRA DA PACIÊNCIA?
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 466
Sinopse: A guerra russo-ucraniana é a mais grave crise geopolítica desde a Segunda Guerra Mundial. Aparentemente, Vladimir Putin, até então um calculista e oportunista nato, tornou-se de repente um jogador imprudente, colocando o seu regime - e a própria Rússia - em risco de destruição. Porquê? Recorrendo a relatos de atuais e antigos membros do Kremlin e da sua máquina de propaganda, ao testemunho de soldados russos capturados e a reportagens no terreno na Rússia e na Ucrânia, Passar das Marcas conta a história não só das causas da guerra, mas também do que se passou durante o primeiro ano do conflito.
Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse: Ordem monástica constituída para defender a Cristandade na Terra Santa, os Templários têm desde sempre exercido um imenso fascínio no imaginário ocidental. Numa investigação que teve pela primeira vez acesso aos Arquivos do Vaticano, a autora traça o percurso da ordem desde a sua fundação, deslindando as causas e reais motivações por detrás do fantástico processo que no século XIV levaria à extinção dos cavaleiros do Templo.
Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 208
Sinopse: As últimas eleições legislativas, que ditaram a eleição de um deputado do Chega, terão marcado o fim da imunidade portuguesa à extrema-direita? Este livro, de cariz divulgativo e assumidamente isento, traça as linhas gerais do que são os movimentos nacionalistas, populistas, de extrema direita e direita radical, definindo-os e fixando os conceitos, para depois descrever o contexto português, nomeadamente o partido Chega. Explica a fundação do partido, apresenta os seus fundadores e quadros, e, claro, a indissociável figura de André Ventura. Aponta, ainda, o caminho a trilhar por esta nova força política, os objetivos a que se propõe o partido e possíveis consequências no panorama político e no contexto nacional.
Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 488
Sinopse: Esta é a história da terceira esposa do imperador Cláudio, e uma das mulheres mais influentes do período romano. Inteligente, apaixonada e implacável, Messalina representa o auge da dinastia Julio-Claudiana, com sua política implacável e luxos incomparáveis. Para lá das histórias mais obscenas, encontramos uma mulher que luta para afirmar a sua posição no mundo predominantemente masculino da alta política romana - e que logra o sucesso.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 392
Sinopse: Esta é uma história de luta e sobrevivência que acompanha uma família ao longo de sessenta anos, dando-nos a conhecer as cicatrizes profundas provocados pelo conflito israelo-árabe. Um relato de fé, da grandeza do perdão e da força do amor. Jenin ao Amanhecer é a odisseia da família Abulheja, forçada a deixar a aldeia palestiniana de Ein Hod e a exilar-se no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia, após a ocupação israelita de 1948. Entre eles, encontra-se Dalia, o marido e os dois filhos pequenos. a caminho de Jenin, entre a multidão em fuga, Ismael, o filho mais novo do casal, desaparece. a voz do romance é a de Amal, neta do patriarca da aldeia e filha de Dalia. Entre memórias de dor e a esperança de regressar um dia a sua casa, Amal cresce com o amor do pai, que lhe lê todos os dias ao amanhecer, nos fugazes momentos de paz, e com a força silenciosa da mãe, que fechou o coração à dor. Juntos, sonham com um futuro melhor, apesar da
Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 636
Sinopse: Ao longo da história, os mapas têm sido fundamentais para moldar a nossa visão do mundo e o lugar que nele ocupamos. Longe de serem objetos puramente científicos, os mapas do mundo são inevitavelmente ideológicos e subjetivos, intimamente ligados aos sistemas de poder e à autoridade de determinados tempos e lugares. Os cartógrafos não representam simplesmente o mundo, também o constroem a partir das ideias da sua época. Neste livro brilhante, Jerry Brotton examina o significado de 12 mapas - desde as representações quase místicas da Antiguidade até as imagens provenientes de satélites muito recentes. O autor recria vividamente os ambientes e as circunstâncias em que cada um dos mapas foi feito, mostrando como cada um transmite uma visão altamente individual do mundo. Brotton mostra como cada um dos seus mapas influenciou e refletiu os eventos contemporâneos e como, considerando as suas subtilezas e omissões, podemos compreender melhor o mundo que os produziu. Embora a forma como mapeamos o nosso ambiente seja mais precisa do que nunca, Brotton argumenta que os mapas de hoje não são mais definitivos ou objetivos do que noutros tempos. Traduzido em mais de uma dezena de línguas e considerado um bestseller do New York Times, História do Mundo em 12 Mapas mudará, para sempre, a forma como o leitor olhará para um mapa.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 260
Sinopse: Sabe o que foi a Ala dos Namorados? E qual é o mais antigo texto escrito em português? Por que razão D. João Il rejeitou a proposta de Colombo? Será que o rosto do Infante D. Henrique não é o que se julga? Qual foi a maior catástrofe da História nacional? Houve soldados portugueses a combater pelos nazis? É verdade que a primeira mulher a votar em todo o mundo foi portuguesa? E quem foi o famoso Repórter X? Ou qual foi o nosso primeiro livro de culinária? Sabia que, estranhamente, a primeira vítima mortal de um desastre de automóvel em Portugal foi...? Estas e muitas outras perguntas sobre a nossa história são colocadas em Foi assim que aconteceu? de Sérgio Luís de Carvalho. As respostas desvendam mitos e esclarecem enigmas que atravessam as várias épocas da história de Portugal. Se já perguntou e ninguém lhe respondeu, quem sabe se não encontra aqui o que procura?
Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 154
Sinopse: Este livro parte de uma análise da atual Coreia do Norte a partir da perspetiva do autor, ex-diplomata em Pyongyang que recorre um pouco a um passado mais longínquo para definir os valores fundamentais em causa da Coreia do Norte, enquanto país com uma cultura milenar de raiz chinesa. Além de uma breve história da Coreia do Norte, pretende-se dar um enquadramento cultural do país para que se possa compreender o quadro de uma intriga internacional.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 280
Sinopse: Marignan, Lépante, Vauban, Pedro, o Grande, Napoleão Bonaparte são nomes que ressoam na história da guerra moderna e atravessaram os séculos xvi, xvii e xviii continuam a ser os grandes séculos da inovação no campo da guerra. A guerra moderna espalha-se por terra e por mar. Nenhum lugar do globo é poupado. Os europeus, a começar pelos portugueses, no seu expansionismo, confrontam-se, primeiro, com as populações locais e, depois, esses campos de batalha tornam-se locais de conflitos entre as nações ocidentais, dando à guerra uma dimensão mundial. As revoluções científicas e técnicas, as reformas tácticas e estratégicas servirão aos impérios e reinos e favorecerão o desenvolvimento de novas formas de combate: pólvora negra e canhões, artilharia de campanha, guerra de corso, criação de uma administração estatal estruturada Em Atlas das Guerras Época Moderna: séculos xvi, xvii e xviii todas estas transformações, representadas por mais de
Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 770
Sinopse: Uma empolgante história dos povos e das tribos árabes que explora o papel da língua como pedra de toque cultural. Esta obra caleidoscópica abrange os quase 3000 anos da história árabe e lança luz sobre os povos e as tribos que conquistaram territórios e disseminaram a sua língua e cultura ao longo de uma vasta área geográfica. Ao fazer coincidir o início desse processo com a origem da língua árabe, e não com o surgimento do Islão, Tim Mackintosh-Smith faz recuar o começo da sua narrativa a mais de mil anos antes de Maomé, focando-se em vez disso no modo como a língua árabe, tanto escrita como falada, funcionou como fonte vital de uma identidade cultural partilhada ao longo de milénios
Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 464
Sinopse: A Maçonaria sempre foi vista como uma entidade misteriosa e suspeita. No entanto, sua história é povoada por alguns dos homens mais ilustres dos últimos três séculos. Fundada em Londres em 1717, espalhou-se pelo mundo e sobre ele tem exercido uma influência generalizada. Tem sido, ao mesmo tempo, uma ferramenta de autoritarismo e um disfarce para conspirações revolucionárias. A Maçonaria, de John Dickie, é um estudo surpreendente e cativante de um movimento que não só ajudou a forjar a sociedade moderna, mas que ainda exerce uma influência substancial sobre a mesma. Com cerca de seis milhões de membros ativos em todo o mundo, entender o papel da Maçonaria é tão importante hoje como foi no passado
Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 864
Sinopse: Toda a civilização grega tem o homem como ponto de partida e como objecto. Procede das suas necessidades, procura a sua utilidade e o seu progresso. Para aí chegar, desbrava ao mesmo tempo o mundo e o homem, e um pelo outro. O homem e o mundo são, para ela, espelhos um do outro, espelhos que se defrontam e se lêem mutuamente. A civilização grega articula um no outro o mundo e o homem. Casa-os na luta e no combate, numa fecunda amizade, que tem por nome harmonia.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Durante três séculos e meio, o Império Romano cresceu em esplendor e extensão, e acabou por perder ambos. As transformações geográficas, étnicas, religiosas e culturais sofridas durante estes 350 anos foram tão grandes que Augusto, o seu primeiro imperador, não teria reconhecido o território que Constantino veio a governar. Dez Césares - Volume I: De Augusto a Trajano cobre mais de um século e meio de história, desde a extinção da República, em 44 a.C., aos últimos dias de Trajano, em 117 d.C. São cinco os imperadores aqui retratados: Augusto, Tibério, Nero, Vespasiano e Trajano, mas esta história é também um retrato das mulheres mais poderosas da época. De Lívia, mulher de Augusto, passando por Agripina, mãe de Nero, e Antónia Cénis, que se diz ter sido amante de Vespasiano, o poder das mulheres na Roma Antiga não era menos real por ter de ser escondido.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Como evoluíram os valores humanos Nos dias de hoje a grande parte dos cidadãos ocidentais considera a democracia e a igualdade de género coisas boas e a violência e a desigualdade más. Mas a maioria das pessoas que viveram nos 10 000 anos anteriores ao século XIX pensava justamente o contrário. Recorrendo à arqueologia, à antropologia, à biologia e à história, Ian Morris explica-nos porquê. O resultado é um novo olhar sobre a evolução dos valores humanos, com profundas implicações na forma como entendemos o passado e antevemos o futuro. Morris defende que, a longo prazo, as mudanças de valores fundamentais são movidas pela força mais básica de todas: a energia. Os seres humanos tiveram três principais fontes para obterem a energia de que necessitaram: forrageamento, agricultura e combustíveis fósseis. Cada fonte de energia estabelece os limites estritos dentro dos quais as sociedades podem ter sucesso, e cada tipo de sociedade recompensa valores específicos. Nos pequenos grupos forrageiros, as pessoas que valorizam a igualdade mas que estão prontas para resolver os problemas violentamente têm melhor desempenho do que as que não estão; nas grandes sociedades agrícolas, as pessoas que valorizam a hierarquia e que estão menos dispostas a usar a violência têm melhores desempenhos; e nas grandes sociedades de combustíveis fósseis, o pêndulo oscilou em direção à igualdade, mas afastou-se ainda mais da violência. Mas se o nosso mundo de combustíveis fósseis favorece sociedades abertas e democráticas, a revolução em curso na captação de energia pode significar que os nossos valores mais queridos podem, muito em breve, deixar de o ser.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
No seu novo e surpreendente livro, Ave-Marias, Hernâni Carvalho analisa o papel da mulher tendo como ponto de partida aquele que é o texto fundamental em que se baseia a nossa cultura ocidental: a Bíblia Sagrada. Votadas desde a Antiguidade ao silêncio e limitadas à reprodução e às atividades domésticas, ao longo da História as mulheres foram sempre remetidas para a sombra. E na Bíblia acontece o mesmo. A mulher bíblica era, essencialmente, amante, esposa e mãe. O seu papel era na vida familiar. Na vida social, económica, política e religiosa do país, permanecia sempre na dependência do seu marido ou pai. Calada, à margem e, na maior parte dos casos, anónima. Muitas das que ali se referem são pessoas sem rosto, que nem sequer têm o direito de ver os seus nomes inscritos nas Sagradas Escrituras. O que ali se define é, isso sim, o lugar da mulher: um lugar secundário, acessório, carregado de deveres e sem direitos, numa visão cultural que a encarava apenas de forma utilitária, como servente, como reprodutora, como objeto de prazer ou, quando muito, como meio de obter influência. Meros instrumentos, figurantes, por vezes quase adereços. Em Ave-Marias, Hernâni Carvalho, num registo diferente do habitual, apresenta um olhar sobre essas mulheres, mulheres reais, que por vezes desempenharam papéis determinantes e acabaram retratadas como meras espectadoras, e convida a uma reflexão sobre o tratamento subalterno que ainda hoje, séculos e séculos depois, se dá às mulheres em muitos lugares.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
E se tudo o que julgávamos saber sobre a história estivesse errado? Niall Ferguson propõe-nos uma nova forma de olhar o mundo: reformulando cada um dos períodos transformadores da história mundial, incluindo aquele em que vivemos, evidencia a existência de um confronto intemporal entre as hierarquias do poder e as redes sociais. Grande parte da história é hierárquica: trata de papas, imperadores, presidentes, primeiros-ministros e generais. Fala-nos de Estados, exércitos e corporações. É sobre as ordens vindas de cima. Mesmo a história "da base" costuma centrar-se em sindicatos e partidos de trabalhadores. Mas e se isso acontecer simplesmente porque são as hierarquias que criam os arquivos históricos? E se estiverem a escapar-nos redes sociais igualmente poderosas mas menos visíveis, porque menos documentadas, mas que são as verdadeiras fontes de poder e os motores da mudança?
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: Durante séculos, figuras como Cristóvão Colombo, Vasco da Gama ou Fernão de Magalhães foram celebradas como heróis da expansão marítima europeia. No entanto, que histórias ficam de fora quando olhamos apenas para os grandes feitos e para os vencedores? Sabia que na sua busca por ouro, Martin Frobisher, que se comparava a Cristóvão Colombo, transportou toneladas de pedras sem valor através do Atlântico? Já tinha ouvido a história do navio do capitão Manuel de Sousa de Sepúlveda, que, na procura de especiarias e sobrecarregado, naufragou ao largo da costa sul-africana, espalhando o seu precioso carregamento? Neste livro, Simon Park propõe uma nova forma de olhar para o passado. Recorrendo a relatos marítimos de diferentes línguas e continentes - do Brasil e do sudeste de África à Índia e às Filipinas -, apresenta histórias dramáticas sobre o mar e as consequências que tiveram em terra. O resultado é uma cronologia alternativa do século que se seguiu à viagem de Colombo em 1492, centrando-se nos fracassos, nos naufrágios e nos encontros turbulentos que acompanharam a época dos Descobrimentos. Ao destacar tudo aquilo que correu menos bem, esta obra revela o frágil equilíbrio entre potências europeias ambiciosas, intermediários locais astutos e comunidades que resistiram à invasão. Um retrato envolvente de um período turbulento, que desafia a ideia do domínio europeu inevitável e convida a repensar a história como espaço aberto, moldado por escolhas, conflitos e possibilidades.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 560
Sinopse: Em 1946, nos julgamentos de Nuremberga, alguns dos maiores criminosos de guerra da História foram condenados à morte, mas muitos ex-nazis ficaram em liberdade. Na Alemanha e entre os Aliados, o desejo de deixar o passado para trás prevalecia, e o Holocausto corria o risco de ser esquecido. Com base em documentos familiares inéditos, registos recentemente desclassificados e entrevistas exclusivas, Jack Fairweather dá vida nestas páginas à história de Fritz Bauer, um magistrado e jurista judeu e homossexual que, ao regressar à Alemanha depois de um exílio forçado na Suécia, trabalhou incansavelmente para obrigar os seus compatriotas a reconhecerem a responsabilidade e ampla cumplicidade nos horrores nazis. O que emerge é um retrato de uma Alemanha sombria, perturbadora, homofóbica e racista, mesmo no período pós-1945, onde criminosos de guerra ocupavam cargos importantes em ministérios e a CIA financiava a antiga rede de espionagem de Hitler. Muitos tentaram deter Fritz Bauer, mas ele recusou-se a ser intimidado. E, graças à sua luta pela verdade, centenas de nazis foram levados à justiça.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: 9.º VOLUME DA COLECÇÃO «O 25 DE ABRIL VISTO DE FORA», EM PARCERIA COM A COMISSÃO COMEMORATIVA 50 ANOS 25 DE ABRIL: A EVOLUÇÃO POLÍTICA E SOCIAL DOS NOVOS PAÍSES NASCIDOS COM A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA ANGOLA | CABO VERDE | GUINÉ-BISSAU | MOÇAMBIQUE | SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE «Este volume tem por objetivo apresentar uma história abrangente dos cinco países africanos de língua portuguesa desde que se tornaram independentes de Portugal, em 1974-1975. Foi uma tarefa exigente. Com efeito, à primeira vista, parece haver pouca ligação entre estes cinco países tão diferentes além do facto de terem sido colónias portuguesas. No entanto, estão ligados por uma longa história colonial que remonta ao século xv, quando os portugueses contornaram o continente pela primeira vez, e isso não pode deixar de ter exercido uma forte influência em aspetos fundamentais do seu desenvolvimento. [] O objetivo é superar a perspetiva especificamente lusófona que penaliza a maioria das descrições da África de língua portuguesa.» Patrick Chabal
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 376
Sinopse: ELAS TAMBÉM ESTIVERAM LÁ: A REVOLUÇÃO DE ABRIL ATRAVESSOU O PAÍS RURAL DANDO VOZ A MUITAS MULHERES QUE LUTARAM PELA TERRA, POR DIREITOS E POR VIDAS MAIS DIGNAS. Entre o latifúndio do Sul e a agricultura familiar do Norte, as mulheres rurais portuguesas organizaram-se, resistiram à ditadura, participaram na Reforma Agrária e transformaram as suas comunidades. Partindo do cruzamento entre fontes escritas e testemunhos orais, Mulheres, Terra e Revolução resgata histórias silenciadas e mostra como estas mulheres foram protagonistas activas do processo revolucionário. Através de uma perspectiva de género, o livro evidencia continuidades, rupturas e a construção das identidades políticas femininas, revelando que «elas também estiveram lá» e que o seu contributo é essencial para compreender a Revolução no mundo rural. «São estas `mulheres comuns que lutaram e se rebelaram por si próprias e pelas suas famílias, mas também participaram em lutas em que se defendiam valores cívicos da vida coletiva e interesses das comunidades em que residiam.» Fernando Oliveira Baptista, Prefácio
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 416
Sinopse: UMA PERTINENTE ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA GEOGRAFIA NA POLÍTICA POR UM DOS MAIS PRESTIGIADOS ANALISTAS DA ATUALIDADE. Baseando-se nos conhecimentos, descobertas e teorias de grandes geógrafos e pensadores políticos ao longo dos tempos, Kaplan demonstra a influência da geografia, para o bem e para o mal, na política e geoestratégia mundial.
