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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Depois da queda do socialismo real a partir de 1989 na extinta URSS e em praticamente todo o resto do mundo, o debate sobre a impossibilidade do estatismo não perdeu nenhuma da sua atualidade, sobretudo no contexto de grave crise do "estado do bem-estar", de caos financeiro e de recessão económica que afeta atualmente as economias do mundo e é resultado inevitável da tentativa vã de regular e intervir de forma coativa sobre os processos de mercado com critérios de engenharia social.
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Depois da queda do socialismo real a partir de 1989 na extinta URSS e em praticamente todo o resto do mundo, o debate sobre a impossibilidade do estatismo não perdeu nenhuma da sua atualidade, sobretudo no contexto de grave crise do "estado do bem-estar", de caos financeiro e de recessão económica que afeta atualmente as economias do mundo e é resultado inevitável da tentativa vã de regular e intervir de forma coativa sobre os processos de mercado com critérios de engenharia social.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em sete breves lições, Carlo Rovelli, físico italiano, guia o leitor, com admirável clareza e surpreendente poesia, numa viagem pela Física moderna, iluminando as suas descobertas mais marcantes e deixando entrever tudo aquilo que aquela ciência ainda desconhece.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em sete breves lições, Carlo Rovelli, físico italiano, guia o leitor, com admirável clareza e surpreendente poesia, numa viagem pela Física moderna, iluminando as suas descobertas mais marcantes e deixando entrever tudo aquilo que aquela ciência ainda desconhece.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A bibliografia historiográfica de António Borges Coelho materializa-se numa vasta e ampla variedade de obras com as mais diversas dimensões, desde, por exemplo, as 600 páginas da atual edição de "A Inquisição de Évora. 1533-1668", até uma grande quantidade de artigos e conferências, muitos reunidos já nas colectâneas "Questionar a História" e outros ainda inéditos. Em todos eles o rigor científico e o vigor do estilo, tão característicos do autor, estão presentes. Esta edição recolhe o essencial dessa obra, dispersa, reorganizando-a por temas e revendo-a numa versão que se quer definitiva. "Senhores da Navegação, da Conquista e do Comércio" recolhe os textos relativos ao período dos descobrimentos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A bibliografia historiográfica de António Borges Coelho materializa-se numa vasta e ampla variedade de obras com as mais diversas dimensões, desde, por exemplo, as 600 páginas da atual edição de "A Inquisição de Évora. 1533-1668", até uma grande quantidade de artigos e conferências, muitos reunidos já nas colectâneas "Questionar a História" e outros ainda inéditos. Em todos eles o rigor científico e o vigor do estilo, tão característicos do autor, estão presentes. Esta edição recolhe o essencial dessa obra, dispersa, reorganizando-a por temas e revendo-a numa versão que se quer definitiva. "Senhores da Navegação, da Conquista e do Comércio" recolhe os textos relativos ao período dos descobrimentos.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Que segredos poderão ser revelados sobre a descolonização de Angola? O que terá sido discutido na ilha do Sal (em Setembro de 1974) entre Spínola e Mobutu sobre as condições de transferência do Poder para a FNLA? Que facilidades concedeu o almirante Rosa Coutinho aos Movimentos de Libertação ainda antes do Acordo do Alvor? Porque insiste Almeida Santos que as reuniões de Argel (em Novembro de 1974) entre Melo Antunes e Agostinho Neto resultaram no guião da Penina? Porque quiseram os negociadores nacionais manter secreto o protocolo-anexo ao Acordo que nunca foi divulgado? E que posição assumiram em relação aos bens imóveis dos portugueses residentes no território? Qual o papel de Mário Soares enquanto Ministro dos Negócios Estrangeiros? Qual a razão do conflito entre a Coordenadora do Programa do MFA para Angola e o Alto Comissário Silva Cardoso?
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Que segredos poderão ser revelados sobre a descolonização de Angola? O que terá sido discutido na ilha do Sal (em Setembro de 1974) entre Spínola e Mobutu sobre as condições de transferência do Poder para a FNLA? Que facilidades concedeu o almirante Rosa Coutinho aos Movimentos de Libertação ainda antes do Acordo do Alvor? Porque insiste Almeida Santos que as reuniões de Argel (em Novembro de 1974) entre Melo Antunes e Agostinho Neto resultaram no guião da Penina? Porque quiseram os negociadores nacionais manter secreto o protocolo-anexo ao Acordo que nunca foi divulgado? E que posição assumiram em relação aos bens imóveis dos portugueses residentes no território? Qual o papel de Mário Soares enquanto Ministro dos Negócios Estrangeiros? Qual a razão do conflito entre a Coordenadora do Programa do MFA para Angola e o Alto Comissário Silva Cardoso?
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Em 1828 teve início um dos conflitos mais sanguinários da História de Portugal. Opondo os absolutistas de D. Miguel aos liberais de D. Pedro, esta guerra civil arrastou-se por seis anos e dividiu o país, virando pais contra filhos e irmãos contra irmãos. Sangue de Portugal é uma saga complexa e vibrante que acompanha o percurso sinuoso de Carlos Boavida, um jovem liberal que aspira a um Portugal mais moderno, e cujos companheiros de batalha incluem nomes como Almeida Garrett e Alexandre Herculano. No campo oposto acompanha uma galeria impressionante de miguelistas, como o capitão-mor Tomás Alcaide, homem de ambição desmedida e crueldade ímpar. António da Costa Neves oferece-nos um verdadeiro épico sobre a História de Portugal, onde vivemos todos os momentos fulcrais da guerra e seguimos muitas outras personagens extraídas do povo miserável, da aristocracia corrupta e da poderosa burguesia, enquanto enfrentam os problemas próprios da sua condição e da realidade de um Portugal dividido, falido e em guerra.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Em 1828 teve início um dos conflitos mais sanguinários da História de Portugal. Opondo os absolutistas de D. Miguel aos liberais de D. Pedro, esta guerra civil arrastou-se por seis anos e dividiu o país, virando pais contra filhos e irmãos contra irmãos. Sangue de Portugal é uma saga complexa e vibrante que acompanha o percurso sinuoso de Carlos Boavida, um jovem liberal que aspira a um Portugal mais moderno, e cujos companheiros de batalha incluem nomes como Almeida Garrett e Alexandre Herculano. No campo oposto acompanha uma galeria impressionante de miguelistas, como o capitão-mor Tomás Alcaide, homem de ambição desmedida e crueldade ímpar. António da Costa Neves oferece-nos um verdadeiro épico sobre a História de Portugal, onde vivemos todos os momentos fulcrais da guerra e seguimos muitas outras personagens extraídas do povo miserável, da aristocracia corrupta e da poderosa burguesia, enquanto enfrentam os problemas próprios da sua condição e da realidade de um Portugal dividido, falido e em guerra.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Durante os críticos anos trinta do século XX, Portugal e toda a imprensa portuguesa viviam sob uma rigorosa e adunca censura. Entretanto, nos Estados Unidos da América, o Diario de Noticias, um jornal quotidiano em língua portuguesa publicado em New Bedford, Massachusetts, expressava a sua fidelidade à liberdade de expressão. Distante de Portugal, mas nunca arredio, acolheu nas suas páginas as opiniões e as causas de todo o espectro político luso-americano. Ali pode ler-se o que monárquicos, republicanos, socialistas, liberais e fascistas sentiram e escreveram, livremente, sobre Portugal. O Diario de Noticias constitui um escaparate inédito e prodigioso para uma redescoberta da comunidade portuguesa imigrante nos Estados Unidos da América e do seu fervilhante activismo político, facto que se deve ao exílio em solo americano de jornalistas, políticos e mesmo ministros que ali escapavam à polícia política portuguesa. Salazar é, neste diário de New Bedford, o grande protagonista, mas é-o de uma forma que não desejava e que decerto não quereria. A vida do Diario de Noticias iniciou-se em 1919 e terminou em 1973, cinquenta e quatro anos e mais de dezasseis mil edições depois.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Durante os críticos anos trinta do século XX, Portugal e toda a imprensa portuguesa viviam sob uma rigorosa e adunca censura. Entretanto, nos Estados Unidos da América, o Diario de Noticias, um jornal quotidiano em língua portuguesa publicado em New Bedford, Massachusetts, expressava a sua fidelidade à liberdade de expressão. Distante de Portugal, mas nunca arredio, acolheu nas suas páginas as opiniões e as causas de todo o espectro político luso-americano. Ali pode ler-se o que monárquicos, republicanos, socialistas, liberais e fascistas sentiram e escreveram, livremente, sobre Portugal. O Diario de Noticias constitui um escaparate inédito e prodigioso para uma redescoberta da comunidade portuguesa imigrante nos Estados Unidos da América e do seu fervilhante activismo político, facto que se deve ao exílio em solo americano de jornalistas, políticos e mesmo ministros que ali escapavam à polícia política portuguesa. Salazar é, neste diário de New Bedford, o grande protagonista, mas é-o de uma forma que não desejava e que decerto não quereria. A vida do Diario de Noticias iniciou-se em 1919 e terminou em 1973, cinquenta e quatro anos e mais de dezasseis mil edições depois.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Pela primeira vez, Fernando Rosas, catedrático em História do Estado Novo e um dos grandes especialistas na História do Portugal Contemporâneo, escreve um ensaio comparativo acerca do Fascismo, fenómeno que nasceu na Europa na década de 30 do século xx. Neste livro, Rosas explica-nos o surgimento do Fascismo, as circunstâncias e o contexto histórico que permitiram que florescesse, e descreve as várias faces que o movimento assumiu nos diferentes países: Espanha, Itália, Alemanha, mas também casos menos conhecidos, mas nem por isso menos arrepiantes, como o da Hungria e o da Roménia. Além disso, Fernando Rosas não hesita em colocar o Salazarismo na mesma categoria histórica, e explica-nos bem porquê. Salazar e os Fascismos arrisca ainda uma tese sobre a actualidade: — Que autoritarismos são estes que têm vindo a conquistar o poder desde 2016? — De onde surgem e porquê? Um livro escorado no passado, mas que remete para o futuro político das sociedades ocidentais.
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Pela primeira vez, Fernando Rosas, catedrático em História do Estado Novo e um dos grandes especialistas na História do Portugal Contemporâneo, escreve um ensaio comparativo acerca do Fascismo, fenómeno que nasceu na Europa na década de 30 do século xx. Neste livro, Rosas explica-nos o surgimento do Fascismo, as circunstâncias e o contexto histórico que permitiram que florescesse, e descreve as várias faces que o movimento assumiu nos diferentes países: Espanha, Itália, Alemanha, mas também casos menos conhecidos, mas nem por isso menos arrepiantes, como o da Hungria e o da Roménia. Além disso, Fernando Rosas não hesita em colocar o Salazarismo na mesma categoria histórica, e explica-nos bem porquê. Salazar e os Fascismos arrisca ainda uma tese sobre a actualidade: — Que autoritarismos são estes que têm vindo a conquistar o poder desde 2016? — De onde surgem e porquê? Um livro escorado no passado, mas que remete para o futuro político das sociedades ocidentais.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Marcello Caetano instala o seu gabinete no edifício do Parlamento, ficando com vista para o palacete onde vive Salazar, já enfermo. Dá-se assim o facto extraordinário de o antigo e o novo chefe do Governo estarem instalados a oitenta metros um do outro, separados por um jardim! Marcello, da sua janela, pode ver Salazar sentado debaixo da pérgula onde gosta de estar; e este, quando contempla o edifício da Assembleia, pensando que ainda detém o poder, não sonha que ali à sua frente trabalha o "verdadeiro" presidente do Conselho. É uma situação nunca vista!
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Marcello Caetano instala o seu gabinete no edifício do Parlamento, ficando com vista para o palacete onde vive Salazar, já enfermo. Dá-se assim o facto extraordinário de o antigo e o novo chefe do Governo estarem instalados a oitenta metros um do outro, separados por um jardim! Marcello, da sua janela, pode ver Salazar sentado debaixo da pérgula onde gosta de estar; e este, quando contempla o edifício da Assembleia, pensando que ainda detém o poder, não sonha que ali à sua frente trabalha o "verdadeiro" presidente do Conselho. É uma situação nunca vista!
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 149
Sinopse:
Embora vasta a historiografia sobre Salazar, não contemplou até hoje a problemática da escola técnica durante o Estado Novo. Este livro preenche essa lacuna ao abordar de forma simultâneamente leve e profunda a forma como foi percepcionada “filha menor” no contexto da educação em Portugal, destinada à "plebe" enquanto o liceu se orientava para as elites que haveriam de continuar o regime. O péssimo ensino ministrado acaba por desagradar a sectores dentro do próprio Estado Novo, começando--se a exigir uma mão de obra mais qualificada, posição que enfrenta a oposição dos que preferiam o imobilismo temendo as consequências para a paz social de um nível mais elevado de conhecimentos. O livro é do Prof. Albérico Afonso Costa e tem prefácio do Prof. Fernando Rosas.
Nº Páginas: 149
Sinopse:
Embora vasta a historiografia sobre Salazar, não contemplou até hoje a problemática da escola técnica durante o Estado Novo. Este livro preenche essa lacuna ao abordar de forma simultâneamente leve e profunda a forma como foi percepcionada “filha menor” no contexto da educação em Portugal, destinada à "plebe" enquanto o liceu se orientava para as elites que haveriam de continuar o regime. O péssimo ensino ministrado acaba por desagradar a sectores dentro do próprio Estado Novo, começando--se a exigir uma mão de obra mais qualificada, posição que enfrenta a oposição dos que preferiam o imobilismo temendo as consequências para a paz social de um nível mais elevado de conhecimentos. O livro é do Prof. Albérico Afonso Costa e tem prefácio do Prof. Fernando Rosas.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Mais de cinquenta anos depois da sua morte, Salazar continua a ser uma figura controversa e enigmática, cujo legado conservador e autoritário divide as opiniões. Alguns consideram-no uma figura opressiva e reacionária que manteve Portugal atrasado, enquanto outros realçam a sua honestidade, patriotismo e sentido de dever. Os radicais contemporâneos sabem do seu inabalável elitismo e ceticismo em relação ao progresso social, mas muitos conservadores dão-lhe crédito pelos seus persistentes avisos sobre as ameaças à civilização ocidental e à fuga em direção ao materialismo e experimentação sem fim. Para um ditador, o fim de Salazar foi um anticlímax - um acidente doméstico. Mas durante as quase quatro décadas de poder ele recorreu menos à força do que à astúcia e à dissuasão. Esta biografia assinala os altos e baixos do regime de Salazar, desde o resgate das finança públicas e da neutralidade portuguesa na II Guerra Mundial, até à manutenção de uma polícia de Estado enquanto resistia aos ventos de mudança que sopravam de África. Explora a longa suspeição e conflito de Salazar com os Estados Unidos da América e como ele manteve Hitler e Mussolini à distância, tendo persuadido Franco a não entrar na guerra ao lado deles. Em Salazar - O Ditador Que Se Recusava a Morrer o historiador britânico Tom Gallagher propõe-nos um novo balanço histórico de um líder complexo que merece ser conhecido.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Mais de cinquenta anos depois da sua morte, Salazar continua a ser uma figura controversa e enigmática, cujo legado conservador e autoritário divide as opiniões. Alguns consideram-no uma figura opressiva e reacionária que manteve Portugal atrasado, enquanto outros realçam a sua honestidade, patriotismo e sentido de dever. Os radicais contemporâneos sabem do seu inabalável elitismo e ceticismo em relação ao progresso social, mas muitos conservadores dão-lhe crédito pelos seus persistentes avisos sobre as ameaças à civilização ocidental e à fuga em direção ao materialismo e experimentação sem fim. Para um ditador, o fim de Salazar foi um anticlímax - um acidente doméstico. Mas durante as quase quatro décadas de poder ele recorreu menos à força do que à astúcia e à dissuasão. Esta biografia assinala os altos e baixos do regime de Salazar, desde o resgate das finança públicas e da neutralidade portuguesa na II Guerra Mundial, até à manutenção de uma polícia de Estado enquanto resistia aos ventos de mudança que sopravam de África. Explora a longa suspeição e conflito de Salazar com os Estados Unidos da América e como ele manteve Hitler e Mussolini à distância, tendo persuadido Franco a não entrar na guerra ao lado deles. Em Salazar - O Ditador Que Se Recusava a Morrer o historiador britânico Tom Gallagher propõe-nos um novo balanço histórico de um líder complexo que merece ser conhecido.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Este livro é uma biografia com uma perspectiva original sobre a história do ditador português. É a sua História escrita de dentro para fora e não de fora para dentro, como quase sempre se faz. Muita gente olha para os factos históricos à luz dos conceitos de hoje. Falamos de colonialismo com base nas ideias de hoje. Este livro coloca-se na época, tenta percebê-la por dentro, projectá-la de dentro para fora para a mostrar aos leitores como era o tempo resultando numa verdadeira história do Estado Novo. Normalmente, as histórias do Estado Novo são histórias da oposição ao Estado Novo, das torturas da PIDE, das revoltas contra Salazar, das eleições de Delgado, do desvio do Santa Maria, etc. Ora esta história, tendo esses episódios, tem sobretudo uma visão sobre o próprio Estado Novo, das suas figuras, das relações entre elas, os seus conflitos, dos seus projectos, das suas ambições, das suas realizações. Trata-se de uma reconstituição histórica e não de uma história académica, que procura descrever os acontecimentos com o seu colorido, explicados no contexto da época, reproduz diálogos, conversas, factos, como se o autor estivesse a assistir a eles e os relatasse, como um repórter jornalístico, sem qualquer preconceito político.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Este livro é uma biografia com uma perspectiva original sobre a história do ditador português. É a sua História escrita de dentro para fora e não de fora para dentro, como quase sempre se faz. Muita gente olha para os factos históricos à luz dos conceitos de hoje. Falamos de colonialismo com base nas ideias de hoje. Este livro coloca-se na época, tenta percebê-la por dentro, projectá-la de dentro para fora para a mostrar aos leitores como era o tempo resultando numa verdadeira história do Estado Novo. Normalmente, as histórias do Estado Novo são histórias da oposição ao Estado Novo, das torturas da PIDE, das revoltas contra Salazar, das eleições de Delgado, do desvio do Santa Maria, etc. Ora esta história, tendo esses episódios, tem sobretudo uma visão sobre o próprio Estado Novo, das suas figuras, das relações entre elas, os seus conflitos, dos seus projectos, das suas ambições, das suas realizações. Trata-se de uma reconstituição histórica e não de uma história académica, que procura descrever os acontecimentos com o seu colorido, explicados no contexto da época, reproduz diálogos, conversas, factos, como se o autor estivesse a assistir a eles e os relatasse, como um repórter jornalístico, sem qualquer preconceito político.
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Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Em 1917, assistiu-se a uma luta devastadora na Rússia após o colapso do império czarista. Muitos consideram esta selvagem guerra civil como o evento mais influente da era moderna. A guerra civil russa não foi apenas um conflito interno entre os vermelhos, em torno do Exército Vermelho de Trotsky e da ditadura comunista de Lenine, e os brancos, uma aliança incompatível composta por socialistas moderados e monárquicos reacionários. O receio de que a revolução se estendesse para fora da Rússia levou à intervenção de diversos exércitos estrangeiros - Grã-Bretanha, França, EUA, Japão, Itália, Sérvia e Roménia - bem como de antigas partes do império russo - Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia e Geórgia. o Exército Vermelho incluiu, ainda, muitas unidades de voluntários "internacionais", ex-prisioneiros de guerra dos exércitos alemão, austríaco, húngaro e búlgaro. Examinar a crueldade desta guerra na qual morreram mais de dez milhões de pessoas é de vital importância. em todo o mundo, os seus horrores e destruição desencadearam o terror do bolchevismo e da vingança branca. e essa divisão criou o círculo vicioso de medo e aversão que levou à Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Em 1917, assistiu-se a uma luta devastadora na Rússia após o colapso do império czarista. Muitos consideram esta selvagem guerra civil como o evento mais influente da era moderna. A guerra civil russa não foi apenas um conflito interno entre os vermelhos, em torno do Exército Vermelho de Trotsky e da ditadura comunista de Lenine, e os brancos, uma aliança incompatível composta por socialistas moderados e monárquicos reacionários. O receio de que a revolução se estendesse para fora da Rússia levou à intervenção de diversos exércitos estrangeiros - Grã-Bretanha, França, EUA, Japão, Itália, Sérvia e Roménia - bem como de antigas partes do império russo - Finlândia, Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia e Geórgia. o Exército Vermelho incluiu, ainda, muitas unidades de voluntários "internacionais", ex-prisioneiros de guerra dos exércitos alemão, austríaco, húngaro e búlgaro. Examinar a crueldade desta guerra na qual morreram mais de dez milhões de pessoas é de vital importância. em todo o mundo, os seus horrores e destruição desencadearam o terror do bolchevismo e da vingança branca. e essa divisão criou o círculo vicioso de medo e aversão que levou à Segunda Guerra Mundial.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Esta é a história do maior império que até hoje o Mundo conheceu. Nela, Simon Baker conta a história da ascensão e da queda da primeira superpotência global, concentrando-se nos seis pontos de viragem fundamentais que deram forma à história de Roma. Sejam bem vindos a uma Roma que nunca antes viram: terrível e esplêndida, enérgica e sórdida. No centro desta apaixonante narrativa histórica estão as personalidades dinâmicas e complexas, mas também imperfeitas, dos mais poderosos senhores de Roma: homens como Pompeu, o Grande, Júlio César, Augusto, Nero e Constantino. Esta soberba narrativa, repleta de energia e de imaginação, é um inteligente resumo dos mais recentes estudos e trabalhos académicos e um relato maravilhosamente evocativo da Roma Antiga.
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Esta é a história do maior império que até hoje o Mundo conheceu. Nela, Simon Baker conta a história da ascensão e da queda da primeira superpotência global, concentrando-se nos seis pontos de viragem fundamentais que deram forma à história de Roma. Sejam bem vindos a uma Roma que nunca antes viram: terrível e esplêndida, enérgica e sórdida. No centro desta apaixonante narrativa histórica estão as personalidades dinâmicas e complexas, mas também imperfeitas, dos mais poderosos senhores de Roma: homens como Pompeu, o Grande, Júlio César, Augusto, Nero e Constantino. Esta soberba narrativa, repleta de energia e de imaginação, é um inteligente resumo dos mais recentes estudos e trabalhos académicos e um relato maravilhosamente evocativo da Roma Antiga.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como o povo português tem sobrevivido às crises políticas, económicas e às suas elites. A história de uma gente que existe há muito tempo e que, apesar das contrariedades, tem tido uma "rica vida".
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como o povo português tem sobrevivido às crises políticas, económicas e às suas elites. A história de uma gente que existe há muito tempo e que, apesar das contrariedades, tem tido uma "rica vida".
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Este livro é polémico porque ancora em si visões diferentes e teoricamente distintas, mas tem uma espinha dorsal comum: ele foi escrito por um grupo de cientistas sociais, historiadores, que olham a história como um processo, feito de sujeitos sociais, classes e suas frações, e que tem como núcleo explicativo do processo histórico o conflito social"
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Este livro é polémico porque ancora em si visões diferentes e teoricamente distintas, mas tem uma espinha dorsal comum: ele foi escrito por um grupo de cientistas sociais, historiadores, que olham a história como um processo, feito de sujeitos sociais, classes e suas frações, e que tem como núcleo explicativo do processo histórico o conflito social"
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O que não mudou com o 25 de Abril? Apesar de todas as conquistas de cinco décadas de democracia, há características na sociedade portuguesa que se mantêm quase inalteradas. Este livro investiga duas delas: o elitismo na política e o machismo na justiça. o recrutamento para a classe política dirigente praticamente não abrange pessoas não licenciadas e com contacto com a pobreza, e quase não há mobilidade do poder local para o poder nacional. No sistema judicial, a entrada das mulheres na magistratura e a mudança para leis mais progressistas não alteraram um padrão de baixas condenações por crimes sexuais, cometidos sobretudo contra mulheres. Cruzando factos e testemunhos, este é o retrato de um Portugal onde a revolução pela igualdade está ainda inacabada.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
O que não mudou com o 25 de Abril? Apesar de todas as conquistas de cinco décadas de democracia, há características na sociedade portuguesa que se mantêm quase inalteradas. Este livro investiga duas delas: o elitismo na política e o machismo na justiça. o recrutamento para a classe política dirigente praticamente não abrange pessoas não licenciadas e com contacto com a pobreza, e quase não há mobilidade do poder local para o poder nacional. No sistema judicial, a entrada das mulheres na magistratura e a mudança para leis mais progressistas não alteraram um padrão de baixas condenações por crimes sexuais, cometidos sobretudo contra mulheres. Cruzando factos e testemunhos, este é o retrato de um Portugal onde a revolução pela igualdade está ainda inacabada.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Resistências" reúne 50 histórias de revolta ocorridas em territórios sob domínio português ao longo de três séculos e meio: de 1500 a 1850. Muitos deles desconhecidos do grande público, estes casos foram seleccionados, investigados e escritos por mais de 30 historiadores de diversas entidades e países. Passam-se em diferentes épocas e geografias, mas todos relatam o combate à opressão e às injustiças impostas pelos poderes de um mundo que se estendia do Brasil a Timor, passando por África, Índia, Malaca, Macau e, naturalmente, Portugal. Os protagonistas de Resistências são pessoas discriminadas em função do género, religião, etnia, raça ou nível de riqueza, e os episódios são quase sempre narrados a partir do seu ponto de vista, revelando Portugal e o seu império como um espaço onde tanto circulavam leis e formas institucionais como ideias subversivas…
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Resistências" reúne 50 histórias de revolta ocorridas em territórios sob domínio português ao longo de três séculos e meio: de 1500 a 1850. Muitos deles desconhecidos do grande público, estes casos foram seleccionados, investigados e escritos por mais de 30 historiadores de diversas entidades e países. Passam-se em diferentes épocas e geografias, mas todos relatam o combate à opressão e às injustiças impostas pelos poderes de um mundo que se estendia do Brasil a Timor, passando por África, Índia, Malaca, Macau e, naturalmente, Portugal. Os protagonistas de Resistências são pessoas discriminadas em função do género, religião, etnia, raça ou nível de riqueza, e os episódios são quase sempre narrados a partir do seu ponto de vista, revelando Portugal e o seu império como um espaço onde tanto circulavam leis e formas institucionais como ideias subversivas…
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Um ensaio notável que entrelaça escrita autobiográfica com reflexão sociológica. Ao analisar a história da sua família e a vida social e intelectual a partir de 1950, Didier Eribon procura também explicar muitas das questões do nosso tempo, nomeadamente por que motivo grande parte da classe trabalhadora francesa se virou para a Frente Nacional. Após a morte do pai, o filósofo francês Didier Eribon regressa à sua terra natal, Reims, e reencontra o ambiente de classe trabalhadora que havia deixado trinta anos antes ao voltar costas ao passado. Aos poucos, vai-se apercebendo de que a rutura com a família não se explica nem pela sua homossexualidade nem pela homofobia do ambiente doméstico, mas pela vergonha que tem da sua origem social. Eribon decide então mergulhar no passado e traçar a história da sua família. Evocando o mundo operário da sua infância e reconstituindo a sua ascensão social, o autor mistura, em cada etapa dessa narrativa íntima e comovente, os elementos de uma reflexão sobre classes sociais, o sistema escolar, a criação de identidades, a sexualidade e a diferença de género, a política, a democracia e a mudança de padrões de voto da classe trabalhadora - refletida pela própria família de Eribon, que alterou a sua lealdade do Partido Comunista para o de Le Pen.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Um ensaio notável que entrelaça escrita autobiográfica com reflexão sociológica. Ao analisar a história da sua família e a vida social e intelectual a partir de 1950, Didier Eribon procura também explicar muitas das questões do nosso tempo, nomeadamente por que motivo grande parte da classe trabalhadora francesa se virou para a Frente Nacional. Após a morte do pai, o filósofo francês Didier Eribon regressa à sua terra natal, Reims, e reencontra o ambiente de classe trabalhadora que havia deixado trinta anos antes ao voltar costas ao passado. Aos poucos, vai-se apercebendo de que a rutura com a família não se explica nem pela sua homossexualidade nem pela homofobia do ambiente doméstico, mas pela vergonha que tem da sua origem social. Eribon decide então mergulhar no passado e traçar a história da sua família. Evocando o mundo operário da sua infância e reconstituindo a sua ascensão social, o autor mistura, em cada etapa dessa narrativa íntima e comovente, os elementos de uma reflexão sobre classes sociais, o sistema escolar, a criação de identidades, a sexualidade e a diferença de género, a política, a democracia e a mudança de padrões de voto da classe trabalhadora - refletida pela própria família de Eribon, que alterou a sua lealdade do Partido Comunista para o de Le Pen.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Hoje, uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção. E eles podem ajudar-nos mais do que parece. Afinal, Albert Einstein, Sigmund Freud, Victor Hugo, Karl Popper eram refugiados. Conheça a história de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo, um mundo melhor. O mundo ajudou-os, eles devolveram em dobro a ajuda que receberam.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Hoje, uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção. E eles podem ajudar-nos mais do que parece. Afinal, Albert Einstein, Sigmund Freud, Victor Hugo, Karl Popper eram refugiados. Conheça a história de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo, um mundo melhor. O mundo ajudou-os, eles devolveram em dobro a ajuda que receberam.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Castela ainda ficara com a coutada do reino de Granada para o saque e a pilhagem. Os portugueses, esses, tinham de ir assaltar as terras de além-mar e depressa enquanto os poderosos vizinhos se entretinham a mastigar aquele saboroso bocado peninsular. Depois seria mais difícil e, mesmo agora, não deixarão de invocar na Cúria Pontifícia o seu direito à conquista de Belamarim. E eis que, anos depois da vitória de Aljubarrota, uma armada de 200 velas aporta de surpresa à velha cidade mourisca, sangrando lhe completamente a riqueza. Este foi o livro que, em 1964, levou o autor a um longo interrogatório na Pide, sob a alegação de que "o declarante desvirtua algumas das páginas mais brilhantes da nossa História, adulterando sacrilegamente [sic] os factos e classificando de "abutres" homens que foram heróis e foram santos"
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Castela ainda ficara com a coutada do reino de Granada para o saque e a pilhagem. Os portugueses, esses, tinham de ir assaltar as terras de além-mar e depressa enquanto os poderosos vizinhos se entretinham a mastigar aquele saboroso bocado peninsular. Depois seria mais difícil e, mesmo agora, não deixarão de invocar na Cúria Pontifícia o seu direito à conquista de Belamarim. E eis que, anos depois da vitória de Aljubarrota, uma armada de 200 velas aporta de surpresa à velha cidade mourisca, sangrando lhe completamente a riqueza. Este foi o livro que, em 1964, levou o autor a um longo interrogatório na Pide, sob a alegação de que "o declarante desvirtua algumas das páginas mais brilhantes da nossa História, adulterando sacrilegamente [sic] os factos e classificando de "abutres" homens que foram heróis e foram santos"
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma rainha deveria ser recatada, inspirar respeito e admiração e ser um modelo de virtude para todas as mulheres do reino. Enquanto princesa, recebia uma educação que a preparava para servir ao marido e ao Estado. Uma vez mulher do monarca reinante, a sua principal obrigação era prover a Coroa de herdeiros varões. Contudo, algumas soberanas que dominaram a Europa do século XVI ao século XIX decidiram romper com o padrão de retidão feminina que lhes fora imposto, adotando uma nova conduta social e mudando o rumo da História. Em "Rainhas Trágicas", o historiador Renato Drummond Neto apresenta 15 soberanas que deixaram a sua marca e mostra de que forma transcenderam as regras do período em que viveram, pagando, por vezes, um preço demasiado alto. Soberanas retratadas: Isabel de York; Margarida de Valois; Isabel I de Castela; Vitória do Reino Unido; Joana I de Castela; Maria I de Portugal; Ana Bolena; Maria I de Inglaterra; Isabel I de Inglaterra; Maria Stuart; Catarina de Médici; Maria Antonieta; Carlota Joaquina; Amélia de Leuchtenberg; Maria Leopoldina de Áustria.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma rainha deveria ser recatada, inspirar respeito e admiração e ser um modelo de virtude para todas as mulheres do reino. Enquanto princesa, recebia uma educação que a preparava para servir ao marido e ao Estado. Uma vez mulher do monarca reinante, a sua principal obrigação era prover a Coroa de herdeiros varões. Contudo, algumas soberanas que dominaram a Europa do século XVI ao século XIX decidiram romper com o padrão de retidão feminina que lhes fora imposto, adotando uma nova conduta social e mudando o rumo da História. Em "Rainhas Trágicas", o historiador Renato Drummond Neto apresenta 15 soberanas que deixaram a sua marca e mostra de que forma transcenderam as regras do período em que viveram, pagando, por vezes, um preço demasiado alto. Soberanas retratadas: Isabel de York; Margarida de Valois; Isabel I de Castela; Vitória do Reino Unido; Joana I de Castela; Maria I de Portugal; Ana Bolena; Maria I de Inglaterra; Isabel I de Inglaterra; Maria Stuart; Catarina de Médici; Maria Antonieta; Carlota Joaquina; Amélia de Leuchtenberg; Maria Leopoldina de Áustria.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum. Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos.A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade.Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo "reinou" e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum. Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos.A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade.Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo "reinou" e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São mulheres guerreiras, inovadoras, poderosas, espíritos livres e rebeldes, rainhas cujos feitos e sacrifícios foram deixados na sombra pela História, deixando mesmo que os seus nomes e as suas vidas se percam com o passar do tempo... Se a rainha Isabel I e Catarina, a Grande da Rússia, são conhecidas e celebradas, muitas outras têm sido ignoradas, pouco estudadas ou até mesmo difamadas por historiadores, ou então vistas somente como figuras de segundo plano. Até agora. Este livro narra a história de rainhas esquecidas de todo o mundo, da Europa à África, das Américas ao Médio Oriente, aquelas que governaram por seu próprio direito, mas também as que foram esposas ou mães de reis reinantes. Todos conhecemos os grandes imperadores romanos, mas o que dizer da rainha Zenóbia, uma rainha rebelde do Oriente, que enfrentou o Império Romano? William, o Conquistador, o invasor normando da Inglaterra em 1066, é uma figura icónica na história, mas será que já ouviu falar da sua poderosa aliada e esposa Matilda de Flanders? Henrietta Maria, rainha consorte do rei inglês Charles I, é lembrada apenas como impopular, mas acredite-se ou não foi ela a responsável pela queda da monarquia, entre 1649 e 1660. Na história de Inglaterra, o rei Henrique VIII é um dos nomes lendários e Catarina de Aragão, simplesmente, a sua primeira esposa, mas o que terá motivado o rei a tão desesperadamente querer divorciar-se dela? Estas são 40 rainhas inesquecíveis que merecem um lugar na História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São mulheres guerreiras, inovadoras, poderosas, espíritos livres e rebeldes, rainhas cujos feitos e sacrifícios foram deixados na sombra pela História, deixando mesmo que os seus nomes e as suas vidas se percam com o passar do tempo... Se a rainha Isabel I e Catarina, a Grande da Rússia, são conhecidas e celebradas, muitas outras têm sido ignoradas, pouco estudadas ou até mesmo difamadas por historiadores, ou então vistas somente como figuras de segundo plano. Até agora. Este livro narra a história de rainhas esquecidas de todo o mundo, da Europa à África, das Américas ao Médio Oriente, aquelas que governaram por seu próprio direito, mas também as que foram esposas ou mães de reis reinantes. Todos conhecemos os grandes imperadores romanos, mas o que dizer da rainha Zenóbia, uma rainha rebelde do Oriente, que enfrentou o Império Romano? William, o Conquistador, o invasor normando da Inglaterra em 1066, é uma figura icónica na história, mas será que já ouviu falar da sua poderosa aliada e esposa Matilda de Flanders? Henrietta Maria, rainha consorte do rei inglês Charles I, é lembrada apenas como impopular, mas acredite-se ou não foi ela a responsável pela queda da monarquia, entre 1649 e 1660. Na história de Inglaterra, o rei Henrique VIII é um dos nomes lendários e Catarina de Aragão, simplesmente, a sua primeira esposa, mas o que terá motivado o rei a tão desesperadamente querer divorciar-se dela? Estas são 40 rainhas inesquecíveis que merecem um lugar na História.
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da sua condição de mulher não renunciou ao protagonismo político, em defesa da família e da monarquia hispânica. Os cronistas da época louvaram as suas qualidades, e os seus súbditos não só a idealizaram como prolongaram o seu "poder" para além da morte. A rainha morreu jovem, com 26 anos, em 1611. Isabel de Bourbon, filha de Henrique IV de Bourbon e de Maria de Médicis, foi esposa de Filipe III de Portugal, rainha consorte exemplar e, no final da vida, governadora da monarquia hispânica. Tendo passado uma infância entre jogos e bailes, o seu casamento em 1615 e o nascimento do príncipe, Baltasar Carlos, em 1629, conferiram-lhe um poder notável, tendo sido "embaixadora" da paz entre o irmão, Luís XIII, e o marido. Destaca-se o seu trabalho diplomático na assinatura do Tratado de Monzón e a mediação durante a guerra de Mântua. De 1642 a 1644 assumiu as funções de regente para que Filipe se dedicasse à guerra da Catalunha. Faleceu no exercício da regência, o que ajudou a fortalecer a sua lenda.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da sua condição de mulher não renunciou ao protagonismo político, em defesa da família e da monarquia hispânica. Os cronistas da época louvaram as suas qualidades, e os seus súbditos não só a idealizaram como prolongaram o seu "poder" para além da morte. A rainha morreu jovem, com 26 anos, em 1611. Isabel de Bourbon, filha de Henrique IV de Bourbon e de Maria de Médicis, foi esposa de Filipe III de Portugal, rainha consorte exemplar e, no final da vida, governadora da monarquia hispânica. Tendo passado uma infância entre jogos e bailes, o seu casamento em 1615 e o nascimento do príncipe, Baltasar Carlos, em 1629, conferiram-lhe um poder notável, tendo sido "embaixadora" da paz entre o irmão, Luís XIII, e o marido. Destaca-se o seu trabalho diplomático na assinatura do Tratado de Monzón e a mediação durante a guerra de Mântua. De 1642 a 1644 assumiu as funções de regente para que Filipe se dedicasse à guerra da Catalunha. Faleceu no exercício da regência, o que ajudou a fortalecer a sua lenda.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Monumental no seu alcance global e histórico, a primeira história exaustiva do racismo, das Cruzadas ao século XX. Demonstrando que não existe uma tradição contínua de racismo no Ocidente, Francisco Bethencourt revela que o racismo precedeu quaisquer teorias de raça e que deve ser visto sob o prisma e no contexto das hierarquias sociais e das condições locais. Defende que, nas suas diferentes facetas, todo o racismo foi desencadeado por projetos políticos que monopolizavam recursos económicos e sociais específicos. Uma grandiosa obra interdisciplinar que se distancia das ideias lineares ou adquiridas sobre o racismo e reformula o nosso entendimento das relações interétnicas.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Monumental no seu alcance global e histórico, a primeira história exaustiva do racismo, das Cruzadas ao século XX. Demonstrando que não existe uma tradição contínua de racismo no Ocidente, Francisco Bethencourt revela que o racismo precedeu quaisquer teorias de raça e que deve ser visto sob o prisma e no contexto das hierarquias sociais e das condições locais. Defende que, nas suas diferentes facetas, todo o racismo foi desencadeado por projetos políticos que monopolizavam recursos económicos e sociais específicos. Uma grandiosa obra interdisciplinar que se distancia das ideias lineares ou adquiridas sobre o racismo e reformula o nosso entendimento das relações interétnicas.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Historiadores, sociólogos e antropólogos reúnem num só volume as suas perspectivas sobre os protagonistas dos grandes acontecimentos históricos em Portugal e no mundo."A Expansão Portuguesa resultou da visão pioneira de um infante ou terá reflectido os interesses de um certo grupo social? E a Revolução Francesa - tratou-se de um golpe desferido por uma elite ou do levantamento de um povo? E o Holocausto - a sua culpa morre com Hitler ou tamanha tragédia deverá ser compreendida enquanto resultado de simples decisões de milhares de alemães, que assim maximizaram a potência repressiva dos estados modernos? À superfície de algumas das principais polémicas que têm ocupado os historiadores, emerge a questão do sujeito. Quem foi o protagonista daquele acontecimento? Qual foi o responsável por determinado processo histórico? Quem fez a história?" — José Neves, Introdução
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Historiadores, sociólogos e antropólogos reúnem num só volume as suas perspectivas sobre os protagonistas dos grandes acontecimentos históricos em Portugal e no mundo."A Expansão Portuguesa resultou da visão pioneira de um infante ou terá reflectido os interesses de um certo grupo social? E a Revolução Francesa - tratou-se de um golpe desferido por uma elite ou do levantamento de um povo? E o Holocausto - a sua culpa morre com Hitler ou tamanha tragédia deverá ser compreendida enquanto resultado de simples decisões de milhares de alemães, que assim maximizaram a potência repressiva dos estados modernos? À superfície de algumas das principais polémicas que têm ocupado os historiadores, emerge a questão do sujeito. Quem foi o protagonista daquele acontecimento? Qual foi o responsável por determinado processo histórico? Quem fez a história?" — José Neves, Introdução
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então, a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa. O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então, a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa. O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta é a história de como um obscuro agente secreto do KGB tomou conta do maior arsenal nuclear de sempre, no mais vasto país do mundo. É uma história sinistra feita de oportunismo, dissimulação e mortos, muitos mortos. Se é impressionável, evite este livro. Dormirá melhor sem saber o que aqui se conta; sem conhecer os pormenores de como uma série de explosões muito mal explicadas e as tragédias da Chechénia, de Beslan, do teatro Dubrovka ou de Alepo se tornaram estações da via sacra que colocou o mundo à beira da terceira guerra mundial.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta é a história de como um obscuro agente secreto do KGB tomou conta do maior arsenal nuclear de sempre, no mais vasto país do mundo. É uma história sinistra feita de oportunismo, dissimulação e mortos, muitos mortos. Se é impressionável, evite este livro. Dormirá melhor sem saber o que aqui se conta; sem conhecer os pormenores de como uma série de explosões muito mal explicadas e as tragédias da Chechénia, de Beslan, do teatro Dubrovka ou de Alepo se tornaram estações da via sacra que colocou o mundo à beira da terceira guerra mundial.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Motivada pela vontade de recordar o passado inscrito ao longo de dezenas de edições, a equipa da revista "LOUD!" encetou um processo de (re)descoberta de alguns dos discos mais emblemáticos da música pesada nacional. Falando directamente com os intervenientes e, em alguns casos, reunindo músicos que não estavam juntos há anos, pintou-se um quadro fiel das motivações, processos e consequências dos lançamentos mais importantes da música alternativa em Portugal. Reunidos pela primeira vez num livro, e com vários originais, esta é a história do movimento underground português em todas as suas variantes, contada pela voz dos seus protagonistas.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Motivada pela vontade de recordar o passado inscrito ao longo de dezenas de edições, a equipa da revista "LOUD!" encetou um processo de (re)descoberta de alguns dos discos mais emblemáticos da música pesada nacional. Falando directamente com os intervenientes e, em alguns casos, reunindo músicos que não estavam juntos há anos, pintou-se um quadro fiel das motivações, processos e consequências dos lançamentos mais importantes da música alternativa em Portugal. Reunidos pela primeira vez num livro, e com vários originais, esta é a história do movimento underground português em todas as suas variantes, contada pela voz dos seus protagonistas.
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