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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Da Grande Guerra aos conflitos da descolonização, Prisioneiros de Guerras revela um conjunto surpreendente de situações em que portugueses (civis e militares, voluntários e conscritos, com algumas memórias de cativeiro mais dolorosas) foram capturados: dos campos berberes na Guerra do Rif aos stalag alemães da Segunda Guerra Mundial, das prisões franquistas na Guerra Civil de Espanha aos cárceres privados de milícias timorenses em 1975, entre outros casos. Partindo da evocação do Centenário da Primeira Guerra Mundial e da Batalha de La Lys, a qual deu origem à maior captura em massa de soldados portugueses no século XX, este livro percorre vários conflitos e uma grande diversidade de experiências de cativeiro. Com o contributo de especialistas nacionais e internacionais, estas histórias vão revelando como as convenções internacionais que regulam o estatuto dos combatentes capturados estiveram quase sempre um passo atrás das realidades complexas criadas pelas guerras modernas, e como foi evoluindo esta categoria à luz do direito internacional e da historiografia militar.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Da Grande Guerra aos conflitos da descolonização, Prisioneiros de Guerras revela um conjunto surpreendente de situações em que portugueses (civis e militares, voluntários e conscritos, com algumas memórias de cativeiro mais dolorosas) foram capturados: dos campos berberes na Guerra do Rif aos stalag alemães da Segunda Guerra Mundial, das prisões franquistas na Guerra Civil de Espanha aos cárceres privados de milícias timorenses em 1975, entre outros casos. Partindo da evocação do Centenário da Primeira Guerra Mundial e da Batalha de La Lys, a qual deu origem à maior captura em massa de soldados portugueses no século XX, este livro percorre vários conflitos e uma grande diversidade de experiências de cativeiro. Com o contributo de especialistas nacionais e internacionais, estas histórias vão revelando como as convenções internacionais que regulam o estatuto dos combatentes capturados estiveram quase sempre um passo atrás das realidades complexas criadas pelas guerras modernas, e como foi evoluindo esta categoria à luz do direito internacional e da historiografia militar.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos os líderes mundiais enfrentam limitações geográficas. As suas decisões são condicionadas por montanhas, rios, mares e betão. Para compreender o que abala o mundo, é necessário possuir conhecimento das ideias, movimentos e povos - mas sem um conhecimento sólido de geografia, nunca conseguiremos abarcar a totalidade dos eventos. Se alguma vez se questionou sobre a razão de Putin ter uma obsessão pela Crimeia, de a paz parecer impossível no Médio Oriente, de os EUA entrarem em tantos conflitos armados ou de o poder da China continuar a crescer em todo o mundo, irá encontrar essas e muitas outras respostas neste livro. Em dez capítulos que cobrem Rússia, China, EUA, América Latina, Médio Oriente, África, Índia e Paquistão, Europa, Japão, Coreias e o Ártico, o autor faz uso de mapas, ensaios e da sua longa experiência de viagens pelo globo para oferecer uma perspetiva do passado, presente e futuro, ajudando-nos a descobrir como a geografia é um fator tão determinante para a história do mundo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos os líderes mundiais enfrentam limitações geográficas. As suas decisões são condicionadas por montanhas, rios, mares e betão. Para compreender o que abala o mundo, é necessário possuir conhecimento das ideias, movimentos e povos - mas sem um conhecimento sólido de geografia, nunca conseguiremos abarcar a totalidade dos eventos. Se alguma vez se questionou sobre a razão de Putin ter uma obsessão pela Crimeia, de a paz parecer impossível no Médio Oriente, de os EUA entrarem em tantos conflitos armados ou de o poder da China continuar a crescer em todo o mundo, irá encontrar essas e muitas outras respostas neste livro. Em dez capítulos que cobrem Rússia, China, EUA, América Latina, Médio Oriente, África, Índia e Paquistão, Europa, Japão, Coreias e o Ártico, o autor faz uso de mapas, ensaios e da sua longa experiência de viagens pelo globo para oferecer uma perspetiva do passado, presente e futuro, ajudando-nos a descobrir como a geografia é um fator tão determinante para a história do mundo.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A vida e obra de alguns dos mais fascinantes e inspiradores médicos da História Na medicina sempre existiram pessoas que se dedicaram ao próximo de forma abnegada, sem outro desejo que não o de melhorar a sua arte, dando apoio nas horas mais terríveis de qualquer ser humano, como a falta de saúde e o sofrimento físico, psicológico e social. Entre este incontável número de pessoas extraordinárias, sobressaíram algumas que adicionaram à arte médica outras faces do prisma complexo que é o ser humano. E que foram, para além disso, mestres na pintura, escultura, poesia, música, literatura, política, filosofia, história ou na defesa intransigente e corajosa dos direitos humanos. São verdadeiros príncipes, que representam exemplos a analisar, admirar e seguir. Neste livro, Mário Cordeiro conta o percurso de vida de alguns destes "Príncipes da Medicina" desde a Antiguidade até aos nossos dias. Conheça um pouco mais da vida deste conjunto de pessoas extraordinárias cujo legado permanece até aos dias de hoje.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A vida e obra de alguns dos mais fascinantes e inspiradores médicos da História Na medicina sempre existiram pessoas que se dedicaram ao próximo de forma abnegada, sem outro desejo que não o de melhorar a sua arte, dando apoio nas horas mais terríveis de qualquer ser humano, como a falta de saúde e o sofrimento físico, psicológico e social. Entre este incontável número de pessoas extraordinárias, sobressaíram algumas que adicionaram à arte médica outras faces do prisma complexo que é o ser humano. E que foram, para além disso, mestres na pintura, escultura, poesia, música, literatura, política, filosofia, história ou na defesa intransigente e corajosa dos direitos humanos. São verdadeiros príncipes, que representam exemplos a analisar, admirar e seguir. Neste livro, Mário Cordeiro conta o percurso de vida de alguns destes "Príncipes da Medicina" desde a Antiguidade até aos nossos dias. Conheça um pouco mais da vida deste conjunto de pessoas extraordinárias cujo legado permanece até aos dias de hoje.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O ano de 1914 viu nascer um novo tipo de guerra e um novo tipo de mundo. O que começou por ser uma corrida às riquezas imperiais converteu-se num banho de sangue inesperadamente industrializado, cujos despojos revelaram-se totalmente desprovidos de valor. Nesta obra, Norman Stone destila uma vida de escrita, reflexão e debate para reenquadrar a tragédia fundamental do século XX.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O ano de 1914 viu nascer um novo tipo de guerra e um novo tipo de mundo. O que começou por ser uma corrida às riquezas imperiais converteu-se num banho de sangue inesperadamente industrializado, cujos despojos revelaram-se totalmente desprovidos de valor. Nesta obra, Norman Stone destila uma vida de escrita, reflexão e debate para reenquadrar a tragédia fundamental do século XX.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Toda a verdade sobre os portugueses deportados para os campos de concentração nazis.Portugal adoptou uma posição neutral durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso não significa que os seus cidadãos se tenham mantido à margem do conflito que devastou a Europa pela segunda vez no mesmo século, depois da guerra de 1914-1918. Ao mesmo tempo que, no território nacional, se desenvolviam as contradições de uma política espartilhada entre alguma simpatia por Adolf Hitler e a antiga amizade com Inglaterra, com Salazar a fazer tudo para manter o país fora do conflito, os portugueses que tinham emigrado para França sentiam na pele os efeitos da ocupação, dos bombardeamentos e das prisões.Enquanto Lisboa era solo fértil para os espiões, e os refugiados que conseguiam ultrapassar os entraves da política salazarista aguardavam por um barco que os levaria para outros destinos, havia portugueses a juntarem-se à Resistência ou a serem apanhados em buscas a aldeias francesas, que culminavam na detenção de todos os homens que não fossem jovens ou velhos demais para trabalhar a favor do esforço de guerra alemão.Enquanto Portugal era palco de trocas de prisioneiros de guerra, alguns portugueses desapareciam no sistema de campos de concentração nazis.Este livro precioso resulta de uma investigação que deu também origem à reportagem homónima publicada em 2014 pelo jornal, vencedora, entre outros, do prémio Melhor Reportagem Multimédia, atribuído nesse ano pelo Observatório do Ciberjornalismo. O objectivo dessa reportagem foi, em primeiro lugar, descobrir se tinham existido portugueses nos campos de concentração e, em segundo, confirmada a sua existência, contar as suas histórias. Este é um trabalho fundamental, que dá a conhecer factos inéditos sobre os portugueses que, nascidos de norte a sul do país, tiveram passagem, muitas vezes fatal, pelos infames campos disseminados pelo nazismo.Com fotografias do premiado fotojornalista Nelson Garrido.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Toda a verdade sobre os portugueses deportados para os campos de concentração nazis.Portugal adoptou uma posição neutral durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso não significa que os seus cidadãos se tenham mantido à margem do conflito que devastou a Europa pela segunda vez no mesmo século, depois da guerra de 1914-1918. Ao mesmo tempo que, no território nacional, se desenvolviam as contradições de uma política espartilhada entre alguma simpatia por Adolf Hitler e a antiga amizade com Inglaterra, com Salazar a fazer tudo para manter o país fora do conflito, os portugueses que tinham emigrado para França sentiam na pele os efeitos da ocupação, dos bombardeamentos e das prisões.Enquanto Lisboa era solo fértil para os espiões, e os refugiados que conseguiam ultrapassar os entraves da política salazarista aguardavam por um barco que os levaria para outros destinos, havia portugueses a juntarem-se à Resistência ou a serem apanhados em buscas a aldeias francesas, que culminavam na detenção de todos os homens que não fossem jovens ou velhos demais para trabalhar a favor do esforço de guerra alemão.Enquanto Portugal era palco de trocas de prisioneiros de guerra, alguns portugueses desapareciam no sistema de campos de concentração nazis.Este livro precioso resulta de uma investigação que deu também origem à reportagem homónima publicada em 2014 pelo jornal, vencedora, entre outros, do prémio Melhor Reportagem Multimédia, atribuído nesse ano pelo Observatório do Ciberjornalismo. O objectivo dessa reportagem foi, em primeiro lugar, descobrir se tinham existido portugueses nos campos de concentração e, em segundo, confirmada a sua existência, contar as suas histórias. Este é um trabalho fundamental, que dá a conhecer factos inéditos sobre os portugueses que, nascidos de norte a sul do país, tiveram passagem, muitas vezes fatal, pelos infames campos disseminados pelo nazismo.Com fotografias do premiado fotojornalista Nelson Garrido.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Os Portugueses costumam ser ignorados pelas outras nações e quando são mencionados, é frequente serem-no de maneira pejorativa. Para muitos estrangeiros, Portugal nem sequer é um lugar que saibam localizar no mapa. A maioria das descrições externas da expansão europeia ultramarina pouco ou nunca mencionam o pioneirismo e a importância portugueses. Cristóvão Colombo e o corsário inglês Francis Drake são muito mais referenciados do que Vasco da Gama, o infante D. Henrique e Pedro Álvares Cabral. Quando se fala de portugueses em países como França e Brasil, é para os descrever como imigrantes ignorantes, com bigode, inteligência limitada e empregos mal pagos. Para o melhor e para o pior, muitos foram os lusíadas que deixaram marcas em todo o planeta. Poucos os conhecem e, em geral, mesmo os casos conhecidos são raros. Sem transmitir a história completa, o autor procura dar uma ideia da importância da emigração portuguesa ao longo da história, visando estimular a curiosidade do leitor e, quem sabe, a vontade de se informar melhor sobre o assunto, noutras fontes.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Os Portugueses costumam ser ignorados pelas outras nações e quando são mencionados, é frequente serem-no de maneira pejorativa. Para muitos estrangeiros, Portugal nem sequer é um lugar que saibam localizar no mapa. A maioria das descrições externas da expansão europeia ultramarina pouco ou nunca mencionam o pioneirismo e a importância portugueses. Cristóvão Colombo e o corsário inglês Francis Drake são muito mais referenciados do que Vasco da Gama, o infante D. Henrique e Pedro Álvares Cabral. Quando se fala de portugueses em países como França e Brasil, é para os descrever como imigrantes ignorantes, com bigode, inteligência limitada e empregos mal pagos. Para o melhor e para o pior, muitos foram os lusíadas que deixaram marcas em todo o planeta. Poucos os conhecem e, em geral, mesmo os casos conhecidos são raros. Sem transmitir a história completa, o autor procura dar uma ideia da importância da emigração portuguesa ao longo da história, visando estimular a curiosidade do leitor e, quem sabe, a vontade de se informar melhor sobre o assunto, noutras fontes.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Portugal é um país que tem sido ocasionalmente tratado como pequeno e relativamente pouco importante.Contudo, este livro demonstra que a realidade é o oposto, mostrando que Portugal tem sido crucial para o desenvolvimento da Europa e do mundo moderno.Abarcando vários séculos, das invasões árabes ao império atlântico, as alianças com Inglaterra, as colónias africanas, o regime de Salazar e a revolução liberal de 1974, o autor tece um elogio da história portuguesa e do seu papel no mundo.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Portugal é um país que tem sido ocasionalmente tratado como pequeno e relativamente pouco importante.Contudo, este livro demonstra que a realidade é o oposto, mostrando que Portugal tem sido crucial para o desenvolvimento da Europa e do mundo moderno.Abarcando vários séculos, das invasões árabes ao império atlântico, as alianças com Inglaterra, as colónias africanas, o regime de Salazar e a revolução liberal de 1974, o autor tece um elogio da história portuguesa e do seu papel no mundo.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Ao longo do século XX, Portugal conheceu períodos de grande violência política, incluindo várias ações terroristas, onde se destacam o regicídio, em fevereiro de 1908, o assassinato do Presidente Sidónio Pais, em dezembro de 1918, e a denominada "noite sangrenta", em outubro de 1921, que resultou na morte, entre outros, de um chefe do governo, António Granjo. Os anos 60 conheceram também ações espetaculares, como o assalto ao navio mercante Santa Maria. Nos anos 70, movimentos políticos como a LUAR - Liga de Unidade e Acção Revolucionária, ou a ARA - Acção Revolucionária Armada, ligada ao PCP, optaram por ações violentas contra o regime. O período pós-25 de abril, denominado "Verão Quente", foi fértil em violência, com especial destaque para os atentados bombistas de que resultaram vários mortos. Nos anos 80, as denominadas FP-25 - Forças Populares 25 de Abril, deixaram um rasto de 13 mortos, resultantes de atentados seletivos a tiro ou à bomba. Somos mesmo um povo de "brandos costumes"?
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Ao longo do século XX, Portugal conheceu períodos de grande violência política, incluindo várias ações terroristas, onde se destacam o regicídio, em fevereiro de 1908, o assassinato do Presidente Sidónio Pais, em dezembro de 1918, e a denominada "noite sangrenta", em outubro de 1921, que resultou na morte, entre outros, de um chefe do governo, António Granjo. Os anos 60 conheceram também ações espetaculares, como o assalto ao navio mercante Santa Maria. Nos anos 70, movimentos políticos como a LUAR - Liga de Unidade e Acção Revolucionária, ou a ARA - Acção Revolucionária Armada, ligada ao PCP, optaram por ações violentas contra o regime. O período pós-25 de abril, denominado "Verão Quente", foi fértil em violência, com especial destaque para os atentados bombistas de que resultaram vários mortos. Nos anos 80, as denominadas FP-25 - Forças Populares 25 de Abril, deixaram um rasto de 13 mortos, resultantes de atentados seletivos a tiro ou à bomba. Somos mesmo um povo de "brandos costumes"?
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Num texto simultaneamente místico e poético, Paulo Teixeira Pinto deixa-nos uma visão muito especial sobre os momentos mais definidores e marcantes da história e da identidade de Portugal. O autor parte da mística do algarismo 8, que simboliza o primeiro dia após os 7 dias da Criação, que corresponde ao primeiro número cúbico depois da unidade singular, que resulta na forma octogonal da quadratura do círculo, que se encontra na base de muitas pias batismais, que na sua posição deitada corresponde ao Infinito e que perfaz o número de letras da palavra PORTVGAL. Define, assim, 8 itinerários histórico-geográficos, centrados em diversos lugares entre Portugal continental e o resto do mundo por onde os portugueses estiveram presentes. E faz-nos o relato desses itinerários pela voz de diversos reis portugueses, como se um espírito do tempo e do país animasse cada um deles ao longo da história. Recorre, também, como testemunho, a trechos de 8 das grandes figuras da cultura e da literatura portuguesa, de Pessoa a Garcia de Orta, de Rómulo de Carvalho a Teixeira de Pascoaes, de António Vieira a Gil Vicente, de Almada Negreiros a Luís de Camões.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Num texto simultaneamente místico e poético, Paulo Teixeira Pinto deixa-nos uma visão muito especial sobre os momentos mais definidores e marcantes da história e da identidade de Portugal. O autor parte da mística do algarismo 8, que simboliza o primeiro dia após os 7 dias da Criação, que corresponde ao primeiro número cúbico depois da unidade singular, que resulta na forma octogonal da quadratura do círculo, que se encontra na base de muitas pias batismais, que na sua posição deitada corresponde ao Infinito e que perfaz o número de letras da palavra PORTVGAL. Define, assim, 8 itinerários histórico-geográficos, centrados em diversos lugares entre Portugal continental e o resto do mundo por onde os portugueses estiveram presentes. E faz-nos o relato desses itinerários pela voz de diversos reis portugueses, como se um espírito do tempo e do país animasse cada um deles ao longo da história. Recorre, também, como testemunho, a trechos de 8 das grandes figuras da cultura e da literatura portuguesa, de Pessoa a Garcia de Orta, de Rómulo de Carvalho a Teixeira de Pascoaes, de António Vieira a Gil Vicente, de Almada Negreiros a Luís de Camões.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Mulheres de diferentes dinastias e épocas, com perfis biográficos muito diversos, participaram na evolução histórica de Portugal. No caso concreto das nossas rainhas, com exceção de duas, não ocuparam o trono por direito próprio, mas sim como consortes ou regentes, numa sociedade em que o trono se transmitia de forma hereditária ao primogénito varão e onde o papel das mulheres servia, essencialmente, o jogo de interesses e de alianças políticas entre linhagens ou reinos. No entanto, apesar de afastadas, por tradição, do governo do reino, a maioria destas mulheres conseguiu projetar o seu poder e a sua capacidade de influenciar os homens e mulheres que viviam ao seu redor, construindo extensas redes de relacionamentos de natureza muito diversa. Mas não são apenas rainhas que este livro retrata. Dá, igualmente, a conhecer outras mulheres, que, com os seus erros e virtudes, com as suas circunstâncias pessoais e experiências de vida muito diversas, agiram e exerceram o poder, foram senhoras feudais, mecenas, filantropas, administraram latifúndios, escreveram, combateram por mais direitos, lutaram por aquilo em que acreditaram, alcançando notoriedade em diferentes esferas de atuação. Mulheres de todos os tempos que, embora muitas vezes coagidas por obrigações, educação e preconceitos, souberam lutar por um pensamento próprio e um mundo melhor, quer através da sua participação direta ou indireta no poder, quer da mudança de mentalidades, de códigos sociais ou morais da sociedade da época.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Mulheres de diferentes dinastias e épocas, com perfis biográficos muito diversos, participaram na evolução histórica de Portugal. No caso concreto das nossas rainhas, com exceção de duas, não ocuparam o trono por direito próprio, mas sim como consortes ou regentes, numa sociedade em que o trono se transmitia de forma hereditária ao primogénito varão e onde o papel das mulheres servia, essencialmente, o jogo de interesses e de alianças políticas entre linhagens ou reinos. No entanto, apesar de afastadas, por tradição, do governo do reino, a maioria destas mulheres conseguiu projetar o seu poder e a sua capacidade de influenciar os homens e mulheres que viviam ao seu redor, construindo extensas redes de relacionamentos de natureza muito diversa. Mas não são apenas rainhas que este livro retrata. Dá, igualmente, a conhecer outras mulheres, que, com os seus erros e virtudes, com as suas circunstâncias pessoais e experiências de vida muito diversas, agiram e exerceram o poder, foram senhoras feudais, mecenas, filantropas, administraram latifúndios, escreveram, combateram por mais direitos, lutaram por aquilo em que acreditaram, alcançando notoriedade em diferentes esferas de atuação. Mulheres de todos os tempos que, embora muitas vezes coagidas por obrigações, educação e preconceitos, souberam lutar por um pensamento próprio e um mundo melhor, quer através da sua participação direta ou indireta no poder, quer da mudança de mentalidades, de códigos sociais ou morais da sociedade da época.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Muitas outras viagens por dentro são possíveis, 40 anos depois do PREC. Cem testemunhos a dar muito que pensar sobre os caminhos do tempo presente, em Portugal. Pedi a cem pessoas que fizessem um mergulho nesse tempo que viveram entre o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975, durante o combate feroz entre aqueles que queriam o regime democrático em Portugal e aqueles que exigiam a implantação absoluta do regime comunista no País. Disse-lhes que os mais novos não têm ideia do que as pessoas passaram durante o PREC. Conversei com 50 mulheres e 50 homens, figuras públicas de diferentes e opostas posições políticas sobre as suas experiências e sabedorias, para poder escrever os seus testemunhos dessa época. Desde os primeiros testemunhos já eu descobria que todos os portugueses tiveram em comum uma vertigem de medo, de perigo, de angústia. Enquanto durou o PREC, foram de instabilidade os tempos. Ninguém sabia, ao certo, a que extremos poderia chegar a tomada do poder, nem qual seria o futuro político do País. A liberdade era um desentendido e o regime democrático uma causa em aberto."
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Muitas outras viagens por dentro são possíveis, 40 anos depois do PREC. Cem testemunhos a dar muito que pensar sobre os caminhos do tempo presente, em Portugal. Pedi a cem pessoas que fizessem um mergulho nesse tempo que viveram entre o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975, durante o combate feroz entre aqueles que queriam o regime democrático em Portugal e aqueles que exigiam a implantação absoluta do regime comunista no País. Disse-lhes que os mais novos não têm ideia do que as pessoas passaram durante o PREC. Conversei com 50 mulheres e 50 homens, figuras públicas de diferentes e opostas posições políticas sobre as suas experiências e sabedorias, para poder escrever os seus testemunhos dessa época. Desde os primeiros testemunhos já eu descobria que todos os portugueses tiveram em comum uma vertigem de medo, de perigo, de angústia. Enquanto durou o PREC, foram de instabilidade os tempos. Ninguém sabia, ao certo, a que extremos poderia chegar a tomada do poder, nem qual seria o futuro político do País. A liberdade era um desentendido e o regime democrático uma causa em aberto."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas. Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI. Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas. Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI. Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo.Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo.Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Das grandes conquistas e descobertas que enriqueceram a nação aos grandes protagonistas que levaram o nome de Portugal mais longe. Este livro oferece uma introdução imperdível ao povo e à cultura de Portugal, aos seus três impérios na Ásia, na América e em África e à sua busca por modernização económica, estabilidade política e parceria internacional. David Birmingham, conceituado professor de História na Universidade de Kent, narra a fascinante história do nosso país, já que, para compreender a atualidade, é preciso conhecer o passado. Ao longo de 800 anos, Portugal adquiriu autonomia política e cultural no seio da Europa, tendo deixado a sua marca em todos os cantos do planeta. Mas foi mais do que um pequeno país sobrevivente e tenaz da História moderna: foi também pioneiro em muitos dos desenvolvimentos históricos do mundo europeu, como a descoberta do caminho marítimo para a Índia, que alteraria de forma irreversível o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Resultado de aturada pesquisa, este livro faz o retrato histórico de Portugal, da instauração da nacionalidade ao presente.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Das grandes conquistas e descobertas que enriqueceram a nação aos grandes protagonistas que levaram o nome de Portugal mais longe. Este livro oferece uma introdução imperdível ao povo e à cultura de Portugal, aos seus três impérios na Ásia, na América e em África e à sua busca por modernização económica, estabilidade política e parceria internacional. David Birmingham, conceituado professor de História na Universidade de Kent, narra a fascinante história do nosso país, já que, para compreender a atualidade, é preciso conhecer o passado. Ao longo de 800 anos, Portugal adquiriu autonomia política e cultural no seio da Europa, tendo deixado a sua marca em todos os cantos do planeta. Mas foi mais do que um pequeno país sobrevivente e tenaz da História moderna: foi também pioneiro em muitos dos desenvolvimentos históricos do mundo europeu, como a descoberta do caminho marítimo para a Índia, que alteraria de forma irreversível o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Resultado de aturada pesquisa, este livro faz o retrato histórico de Portugal, da instauração da nacionalidade ao presente.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No ano em que celebra o seu nonagésimo aniversário, Germano Silva regressa à publicação em livro das crónicas jornalísticas com que brinda os leitores do Jornal de Notícias há mais de 30 anos. Nas palavras do autor, estão aqui compiladas “algumas das mais sugestivas pequenas histórias da grande História do Porto”. A elas somou um texto inédito que dá a conhecer o Porto de 1931, ano do seu nascimento, no qual Germano Silva revela que outros nascimentos houve, nesse mesmo ano, na cidade que o recebeu. Quererá isto dizer que, aos 90 anos, o Germano deixará de sujar os sapatos a percorrer os recantos da cidade e as esquinas da memória para depois nos devolver esse Porto em letra redonda? Ah, desenganem-se… […] Como as crónicas que aqui se publicam demonstram, o ocaso pode, pois, esperar sentado. E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás. Miguel Carvalho in Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No ano em que celebra o seu nonagésimo aniversário, Germano Silva regressa à publicação em livro das crónicas jornalísticas com que brinda os leitores do Jornal de Notícias há mais de 30 anos. Nas palavras do autor, estão aqui compiladas “algumas das mais sugestivas pequenas histórias da grande História do Porto”. A elas somou um texto inédito que dá a conhecer o Porto de 1931, ano do seu nascimento, no qual Germano Silva revela que outros nascimentos houve, nesse mesmo ano, na cidade que o recebeu. Quererá isto dizer que, aos 90 anos, o Germano deixará de sujar os sapatos a percorrer os recantos da cidade e as esquinas da memória para depois nos devolver esse Porto em letra redonda? Ah, desenganem-se… […] Como as crónicas que aqui se publicam demonstram, o ocaso pode, pois, esperar sentado. E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás. Miguel Carvalho in Prefácio
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Sabia que: os Clérigos comemoram 250 anos de existência em 2013, ano de edição deste livro? no local onde atualmente funciona a Reitoria da Universidade do Porto existiu, no século XII, a ermida de Nossa Senhora da Graça? o café Majestic foi considerado, por uma prestigiada revista de turismo, um dos cafés mais bonitos do mundo? Camilo Castelo Branco escreveu o romance "Amor de Perdição" em apenas 15 dias, enquanto esteve preso na Cadeia da Relação? Neste novo livro, Germano Silva é, uma vez mais, o seu guia num percurso pela história e cultura da cidade Invicta, marcada pelo granito e pelo espírito das gentes. Deixe-se levar nesta viagem ao passado. "Germano Silva é um poeta. Um poeta do Porto. Na sua pena e na sua mente, as avenidas rimam com praças, os quelhos com ruas, as travessas, os largos, os terreiros ritmam melodias de um passado rico de estórias fascinantes." Alberto S. Santos, "in" Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Sabia que: os Clérigos comemoram 250 anos de existência em 2013, ano de edição deste livro? no local onde atualmente funciona a Reitoria da Universidade do Porto existiu, no século XII, a ermida de Nossa Senhora da Graça? o café Majestic foi considerado, por uma prestigiada revista de turismo, um dos cafés mais bonitos do mundo? Camilo Castelo Branco escreveu o romance "Amor de Perdição" em apenas 15 dias, enquanto esteve preso na Cadeia da Relação? Neste novo livro, Germano Silva é, uma vez mais, o seu guia num percurso pela história e cultura da cidade Invicta, marcada pelo granito e pelo espírito das gentes. Deixe-se levar nesta viagem ao passado. "Germano Silva é um poeta. Um poeta do Porto. Na sua pena e na sua mente, as avenidas rimam com praças, os quelhos com ruas, as travessas, os largos, os terreiros ritmam melodias de um passado rico de estórias fascinantes." Alberto S. Santos, "in" Prefácio
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1964, Saul Friedländer, um dos mais prestigiados historiadores e investigadores da questão da Shoah, dava a público pela primeira vez o fruto das suas pesquisas nos arquivos do Terceiro Reich relativas às relações entre a Santa Sé e a Alemanha nacional- -socialista. Completados por documentos originários dos arquivos norte-americanos e israelitas, essa documentação lançava nova luz sobre alguns assuntos quentes: a atitude do Sumo Pontífice perante a questão polaca, a derrota da França, o ataque alemão contra a União Soviética e a entrada dos Estados Unidos na guerra; e também sobre os crimes nazis, nomeadamente a exterminação dos Judeus. No momento da sua publicação, "Pio XII e O Terceiro Reich" suscitou uma avalanche de reações apaixonadas e contraditórias, impondo-se depois como um livro de referência. Perto de meio século mais tarde, em 2009, quando o Vaticano tinha já posto em marcha o processo de beatificação e canonização de Pio XII, Saul Friedländer reinterpretou todo este material à luz de novos dados, dando origem ao livro que agora publicamos, no momento em que são finalmente abertos, por decisão do papa Francisco, os arquivos do Vaticano referentes ao papado de Pio XII.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1964, Saul Friedländer, um dos mais prestigiados historiadores e investigadores da questão da Shoah, dava a público pela primeira vez o fruto das suas pesquisas nos arquivos do Terceiro Reich relativas às relações entre a Santa Sé e a Alemanha nacional- -socialista. Completados por documentos originários dos arquivos norte-americanos e israelitas, essa documentação lançava nova luz sobre alguns assuntos quentes: a atitude do Sumo Pontífice perante a questão polaca, a derrota da França, o ataque alemão contra a União Soviética e a entrada dos Estados Unidos na guerra; e também sobre os crimes nazis, nomeadamente a exterminação dos Judeus. No momento da sua publicação, "Pio XII e O Terceiro Reich" suscitou uma avalanche de reações apaixonadas e contraditórias, impondo-se depois como um livro de referência. Perto de meio século mais tarde, em 2009, quando o Vaticano tinha já posto em marcha o processo de beatificação e canonização de Pio XII, Saul Friedländer reinterpretou todo este material à luz de novos dados, dando origem ao livro que agora publicamos, no momento em que são finalmente abertos, por decisão do papa Francisco, os arquivos do Vaticano referentes ao papado de Pio XII.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Nos últimos cinco anos, a China tornou-se um dos maiores investidores em Portugal, controlando hoje algumas das suas mais lucrativas empresas. Quem diria?!Durante três décadas, até 1979, os dois países não tiveram relações diplomáticas, mas os contactos - secretos, clandestinos ou oficiosos - nunca foram interrompidos. Salazar e Mao Zedong até estavam de acordo num ponto: Macau não era uma colónia.Outra singularidade: Portugal foi um dos países europeus onde o comunismo chinês teve mais adeptos e parte da sua atual elite foi maoista durante a juventude.A "Peregrinação Vermelha" é uma história dessa atração, contada por alguns dos seus protagonistas, pela primeira vez.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Nos últimos cinco anos, a China tornou-se um dos maiores investidores em Portugal, controlando hoje algumas das suas mais lucrativas empresas. Quem diria?!Durante três décadas, até 1979, os dois países não tiveram relações diplomáticas, mas os contactos - secretos, clandestinos ou oficiosos - nunca foram interrompidos. Salazar e Mao Zedong até estavam de acordo num ponto: Macau não era uma colónia.Outra singularidade: Portugal foi um dos países europeus onde o comunismo chinês teve mais adeptos e parte da sua atual elite foi maoista durante a juventude.A "Peregrinação Vermelha" é uma história dessa atração, contada por alguns dos seus protagonistas, pela primeira vez.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Pedro Álvares Cabral ocupa um lugar proeminente na História Universal pelo que é particularmente importante evocar a sua memória quando se celebram os quinhentos anos da sua morte. O facto de ter sido o descobridor do Brasil assegura-lhe o justo protagonismo que tem, mas o significado da sua figura é muito mais importante na medida em que foi o primeiro homem a ter ido aos quatro cantos do mundo. Com efeito, entre 1500 e 1501 ele conseguiu unir por via marítima os quatro continentes ao ter saído da Europa e aí regressado, após ter passado por África, América e Ásia. Ao realizar estas conexões, Pedro Álvares Cabral tornou-se, juntamente com Fernão de Magalhães, um dos maiores símbolos do início da mundialização, a qual está na origem remota da atual globalização. Pedro Álvares Cabral, ao identificar um novo mundo, foi o último dos grandes descobridores portugueses do século xv, tendo ainda o sentido muito especial de ter iniciado a criação do Brasil e a profunda e multissecular ligação entre este país e Portugal." - Biografia de Pedro Álvares Cabral - Antecedentes do descobrimento do Brasil: o significado do Tratado de Tordesilhas e a primeira viagem de Colombo à América do Sul - A viagem da frota de Pedro Álvares Cabral entre Lisboa e a Terra da Vera Cruz: a relação da viagem e a carta de Pero Vaz de Caminha - A viagem realizada desde a Terra da Vera Cruz até Cananor: escalas em África, travessia do Índico até à Índia, venturas e desventuras em Calecut - O regresso: de Cananor ao cabo da Boa Esperança, a chegada a Lisboa e as mercadorias trazidas para Portugal - A difusão feita por italianos das informações sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral - A memória da viagem de Pedro Álvares Cabral nos cronistas - A viagem vista do Oriente
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Pedro Álvares Cabral ocupa um lugar proeminente na História Universal pelo que é particularmente importante evocar a sua memória quando se celebram os quinhentos anos da sua morte. O facto de ter sido o descobridor do Brasil assegura-lhe o justo protagonismo que tem, mas o significado da sua figura é muito mais importante na medida em que foi o primeiro homem a ter ido aos quatro cantos do mundo. Com efeito, entre 1500 e 1501 ele conseguiu unir por via marítima os quatro continentes ao ter saído da Europa e aí regressado, após ter passado por África, América e Ásia. Ao realizar estas conexões, Pedro Álvares Cabral tornou-se, juntamente com Fernão de Magalhães, um dos maiores símbolos do início da mundialização, a qual está na origem remota da atual globalização. Pedro Álvares Cabral, ao identificar um novo mundo, foi o último dos grandes descobridores portugueses do século xv, tendo ainda o sentido muito especial de ter iniciado a criação do Brasil e a profunda e multissecular ligação entre este país e Portugal." - Biografia de Pedro Álvares Cabral - Antecedentes do descobrimento do Brasil: o significado do Tratado de Tordesilhas e a primeira viagem de Colombo à América do Sul - A viagem da frota de Pedro Álvares Cabral entre Lisboa e a Terra da Vera Cruz: a relação da viagem e a carta de Pero Vaz de Caminha - A viagem realizada desde a Terra da Vera Cruz até Cananor: escalas em África, travessia do Índico até à Índia, venturas e desventuras em Calecut - O regresso: de Cananor ao cabo da Boa Esperança, a chegada a Lisboa e as mercadorias trazidas para Portugal - A difusão feita por italianos das informações sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral - A memória da viagem de Pedro Álvares Cabral nos cronistas - A viagem vista do Oriente
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Durante 50 anos, a Austrália conspirou para negar a Timor-Leste milhares de milhões de dólares da sua riqueza em petróleo e gás. Kim McGrath conta a história da agenda secreta da Austrália no Mar de Timor, revelando a falta de escrúpulos de sucessivos governos. A Austrália nada fez para acabar com a devastadora ocupação de Timor-Leste enquanto se perdiam 200 mil vidas de uma população de 650 mil pessoas.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Durante 50 anos, a Austrália conspirou para negar a Timor-Leste milhares de milhões de dólares da sua riqueza em petróleo e gás. Kim McGrath conta a história da agenda secreta da Austrália no Mar de Timor, revelando a falta de escrúpulos de sucessivos governos. A Austrália nada fez para acabar com a devastadora ocupação de Timor-Leste enquanto se perdiam 200 mil vidas de uma população de 650 mil pessoas.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas – cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície. Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
É um truísmo muitas vezes repetido que quem não conhece a sua História está condenado a repeti-la, e neste livro também se encontram casos exemplares dessa lição, mas é também verdade que a História está repleta de casos interessantes e ignorados. Este é um livro de descobertas – cultas, lúdicas, sérias, surpreendentes; nele os nexos entre o passado e o presente nunca estão muito longe da superfície. Nesta coleção de histórias da História, vai encontrar aspetos desconhecidos de episódios famosos, bem como relatos de factos históricos que poucos conhecem e que são um prazer ler e partilhar.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Ouro Branco" descreve uma situação quase desconhecida da História: os milhões de europeus raptados das suas casas e levados para os grandes mercados de escravos no norte de África. Forçados a suportar condições degradantes, poucos foram os que sobreviveram para contar a história. Baseando-se no testemunho de Thomas Pellow, um desses escravos brancos capturado no mar, Giles Milton reconstrói vividamente um capítulo perturbador e inexplorado da História. Thomas foi comprado pelo tirânico sultão de Marrocos, que construía um palácio imperial de enorme grandeza, exclusivamente com trabalho escravo cristão. Depois de longos períodos de tortura, Thomas converteu-se ao Islão e tornou-se no escravo pessoal do sultão - testemunhando o esplendor da corte imperial e o terror diário de um regime cruel -, antes de finalmente conseguir escapar. Arrepiante, impecavelmente investigado e brilhantemente conseguido, "Ouro Branco" narra um capítulo explosivo da História com o ritmo e entusiasmo dos melhores historiadores.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Ouro Branco" descreve uma situação quase desconhecida da História: os milhões de europeus raptados das suas casas e levados para os grandes mercados de escravos no norte de África. Forçados a suportar condições degradantes, poucos foram os que sobreviveram para contar a história. Baseando-se no testemunho de Thomas Pellow, um desses escravos brancos capturado no mar, Giles Milton reconstrói vividamente um capítulo perturbador e inexplorado da História. Thomas foi comprado pelo tirânico sultão de Marrocos, que construía um palácio imperial de enorme grandeza, exclusivamente com trabalho escravo cristão. Depois de longos períodos de tortura, Thomas converteu-se ao Islão e tornou-se no escravo pessoal do sultão - testemunhando o esplendor da corte imperial e o terror diário de um regime cruel -, antes de finalmente conseguir escapar. Arrepiante, impecavelmente investigado e brilhantemente conseguido, "Ouro Branco" narra um capítulo explosivo da História com o ritmo e entusiasmo dos melhores historiadores.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Habituámo-nos a olhar para a História como um campo de batalha onde, de um lado, se celebram os vencedores e, do outro, jazem os vencidos. Não paramos para pensar, porém, que a História é feita por pessoas, que, vencedoras ou não, nunca o poderiam ser em permanência. Dizer que a História é escrita pelos vencedores é um lugar-comum, por isso, e para o contrariar, José Jorge Letria celebra os derrotados, escrevendo-os, com a firme convicção de que, foram, ainda assim, a força motriz de outras vitórias. Conheça o outro lado dos protagonistas das mais diversas épocas: os exploradores, os políticos, os mártires da guerra e da paz. De Fernão de Magalhães a Che Guevara, de Júlio César a Napoleão, de Anne Frank a Aristides de Sousa Mendes, várias figuras prometem surpreendê-lo na viagem pelo tempo que aqui começa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Habituámo-nos a olhar para a História como um campo de batalha onde, de um lado, se celebram os vencedores e, do outro, jazem os vencidos. Não paramos para pensar, porém, que a História é feita por pessoas, que, vencedoras ou não, nunca o poderiam ser em permanência. Dizer que a História é escrita pelos vencedores é um lugar-comum, por isso, e para o contrariar, José Jorge Letria celebra os derrotados, escrevendo-os, com a firme convicção de que, foram, ainda assim, a força motriz de outras vitórias. Conheça o outro lado dos protagonistas das mais diversas épocas: os exploradores, os políticos, os mártires da guerra e da paz. De Fernão de Magalhães a Che Guevara, de Júlio César a Napoleão, de Anne Frank a Aristides de Sousa Mendes, várias figuras prometem surpreendê-lo na viagem pelo tempo que aqui começa.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.Willy Lindwer, cineasta holandês, realizou um documentário televisivo intitulado Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, pelo qual recebeu um Emmy. Impressionado com as entrevistas que levou a cabo com seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis, Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem a este livro.Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar - exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão.A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.Willy Lindwer, cineasta holandês, realizou um documentário televisivo intitulado Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, pelo qual recebeu um Emmy. Impressionado com as entrevistas que levou a cabo com seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis, Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem a este livro.Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar - exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão.A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 288
Sinopse:
No seu papel de jornalista, José Pedro Castanheira teve oportunidade de conhecer e fazer vários trabalhos de investigação sobre alguns dos principais derrotados do 25 de Abril — o último director da censura, o último presidente do partido único, o último responsável do campo de concentração do Tarrafal, os membros do último Governo da ditadura, o último secretário particular de Marcello Caetano, o seu último porta-voz. Este livro reúne esses trabalhos que o autor fez ao longo de 30 anos, aumentados e melhorados, paralelamente com grandes reportagens em torno de episódios e acontecimentos marcantes, precisamente por terem sido os derradeiros do género a ocorrer durante o Estado Novo: o último deportado, os últimos presos políticos, a última entrevista concedida por Oliveira Salazar, mas também as relações que este mantinha com o último chefe da sua polícia política.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
No seu papel de jornalista, José Pedro Castanheira teve oportunidade de conhecer e fazer vários trabalhos de investigação sobre alguns dos principais derrotados do 25 de Abril — o último director da censura, o último presidente do partido único, o último responsável do campo de concentração do Tarrafal, os membros do último Governo da ditadura, o último secretário particular de Marcello Caetano, o seu último porta-voz. Este livro reúne esses trabalhos que o autor fez ao longo de 30 anos, aumentados e melhorados, paralelamente com grandes reportagens em torno de episódios e acontecimentos marcantes, precisamente por terem sido os derradeiros do género a ocorrer durante o Estado Novo: o último deportado, os últimos presos políticos, a última entrevista concedida por Oliveira Salazar, mas também as relações que este mantinha com o último chefe da sua polícia política.
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Edição: Out 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Terminada a Segunda Guerra Mundial, havia um grande mistério a resolver: o que teria acontecido a Adolf Hitler? O seu perturbador desaparecimento alimentava rumores de uma possível fuga, promovidos pelos soviéticos. A inteligência britânica resolveu então contratar Hugh Trevor-Roper, um jovem oficial e historiador, para investigar os últimos dias do Führer e produzir um relatório definitivo sobre a sua morte. Este livro é o resultado dessa investigação, publicada pela primeira vez em 1947 e continuamente reeditada e enriquecida com novos testemunhos, revisões e descobertas. Considerada um clássico fundamental para compreender o funcionamento e a estrutura do regime nazi e as suas figuras mais marcantes, esta obra histórica reconstrói os últimos momentos do Terceiro Reich, marcados pela dicotomia nazi entre a vitória total ou a aniquilação: o encontro de Hitler com os seus generais, a traição de Himmler, o fim de Goebbels e a família, o casamento com Eva Braun, o testamento e o suicídio.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Terminada a Segunda Guerra Mundial, havia um grande mistério a resolver: o que teria acontecido a Adolf Hitler? O seu perturbador desaparecimento alimentava rumores de uma possível fuga, promovidos pelos soviéticos. A inteligência britânica resolveu então contratar Hugh Trevor-Roper, um jovem oficial e historiador, para investigar os últimos dias do Führer e produzir um relatório definitivo sobre a sua morte. Este livro é o resultado dessa investigação, publicada pela primeira vez em 1947 e continuamente reeditada e enriquecida com novos testemunhos, revisões e descobertas. Considerada um clássico fundamental para compreender o funcionamento e a estrutura do regime nazi e as suas figuras mais marcantes, esta obra histórica reconstrói os últimos momentos do Terceiro Reich, marcados pela dicotomia nazi entre a vitória total ou a aniquilação: o encontro de Hitler com os seus generais, a traição de Himmler, o fim de Goebbels e a família, o casamento com Eva Braun, o testamento e o suicídio.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Após trinta e cinco anos como monarca absoluto, Henrique VIII era um homem velho, hediondamente obeso, perverso e raras vezes visto em público. Governou pelo terror e foi pioneiro em muitos métodos que os ditadores do século XX tornaram banais. Henrique VIII criou o moderno "julgamento fantasma" e manipulou as facções rivais com um brilhantismo cínico. O relato que Robert Hutchinson nos traz dos últimos anos de Henrique VIII tem inúmeras revelações espantosas. Hutchinson desenterrou sentenças de morte, confissões, pedidos de clemência desesperados, provas de chantagem, inclusive as cartas de amor entre Katherine Parr, a última rainha de Henrique VIII, e o almirante Thomas Seymour, que se julgavam perdidas.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Após trinta e cinco anos como monarca absoluto, Henrique VIII era um homem velho, hediondamente obeso, perverso e raras vezes visto em público. Governou pelo terror e foi pioneiro em muitos métodos que os ditadores do século XX tornaram banais. Henrique VIII criou o moderno "julgamento fantasma" e manipulou as facções rivais com um brilhantismo cínico. O relato que Robert Hutchinson nos traz dos últimos anos de Henrique VIII tem inúmeras revelações espantosas. Hutchinson desenterrou sentenças de morte, confissões, pedidos de clemência desesperados, provas de chantagem, inclusive as cartas de amor entre Katherine Parr, a última rainha de Henrique VIII, e o almirante Thomas Seymour, que se julgavam perdidas.
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Ao longo de toda a Era do Comércio Heroico, do século xvii ao século xix, um conjunto de lendários "reis mercadores" desprovidos de escrúpulos governou vastas partes do mundo e expandiu os seus imensos monopólios com o objetivo de gerar receita para os respetivos investidores, encher os próprios bolsos e satisfazer a vaidade e a curiosidade que os moviam. As suas proezas transformaram o mundo numa época de desenfreada globalização que espelha a sociedade que hoje conhecemos. "Os Reis Mercadores" observa cada um dos monopólios governantes através dos seus maiores líderes e, pela primeira vez, reúne num só volume as suas histórias, incluindo: Jan Pieterszoon, da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais; Pieter Stuyvesant, da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais; Robert Clive, da Companhia Inglesa das Índias Orientais; Aleksandr Baranov, da Companhia Russo-Americana; George Simpson, da Companhia da Baía de Hudson; e Cecil Rhodes, da Companhia Britânica da África do Sul.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Ao longo de toda a Era do Comércio Heroico, do século xvii ao século xix, um conjunto de lendários "reis mercadores" desprovidos de escrúpulos governou vastas partes do mundo e expandiu os seus imensos monopólios com o objetivo de gerar receita para os respetivos investidores, encher os próprios bolsos e satisfazer a vaidade e a curiosidade que os moviam. As suas proezas transformaram o mundo numa época de desenfreada globalização que espelha a sociedade que hoje conhecemos. "Os Reis Mercadores" observa cada um dos monopólios governantes através dos seus maiores líderes e, pela primeira vez, reúne num só volume as suas histórias, incluindo: Jan Pieterszoon, da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais; Pieter Stuyvesant, da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais; Robert Clive, da Companhia Inglesa das Índias Orientais; Aleksandr Baranov, da Companhia Russo-Americana; George Simpson, da Companhia da Baía de Hudson; e Cecil Rhodes, da Companhia Britânica da África do Sul.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Neste novo e ousado livro, George Friedman, fundador da STRATFOR, foca-se naquilo que melhor conhece: o futuro. Advoga que a nossa civilização está prestes a entrar numa nova era, e oferece uma previsão lúcida e estimulante das alterações que podemos esperar ao longo do século XXI. Explica onde, por que razões e como serão travadas as guerras futuras, quais as nações que irão ganhar e perder poder económico e político, e ainda as tendências culturais que vão alterar o nosso modo de vida.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Neste novo e ousado livro, George Friedman, fundador da STRATFOR, foca-se naquilo que melhor conhece: o futuro. Advoga que a nossa civilização está prestes a entrar numa nova era, e oferece uma previsão lúcida e estimulante das alterações que podemos esperar ao longo do século XXI. Explica onde, por que razões e como serão travadas as guerras futuras, quais as nações que irão ganhar e perder poder económico e político, e ainda as tendências culturais que vão alterar o nosso modo de vida.
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