1630 produtos
Ordenar por:
1630 produtos
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 96
Sinopse: Há alimento mais popular e universal do que o pão? Esta obra reúne vasta e surpreendente informação sobre este alimento, recuperando e explicando centenas de provérbios, adágios e expressões populares sobre o pão. Inclui também as mais populares receitas com pão e reúne as mais célebres lendas populares em que ele ocupa papel de destaque. Apresenta, igualmente, a história do pão em Portugal, condensa sobre ele inúmeras curiosidades e, no último capítulo, salienta a sua importância na religiosidade popular e na nossa memória (festividades e tradições associadas ao culto, atividades, santos padreiros, etc.).
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 80
Sinopse: Antologia dos versos mais célebres de Fernando Pessoa «Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.» Muitas frases de Fernando Pessoa são comummente consideradas reflexões úteis para a vida. As 140 citações contidas neste ABC testemunham o génio e dão a conhecer o homem por detrás do mito. Com temas tão diversos como a vida, o envelhecimento e a morte; o amor, o desejo e o ódio; a escrita, a leitura, o sonho e a viagem, esta obra é um tesouro de sensibilidade e de sabedoria retirada da poesia e prosa de Pessoa e seus heterónimos.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 480
Sinopse: Do ultimato britânico e de Salazar à revolta utópica de Tom Gallagher. Uma história de Portugal do século XX vista de fora Este livro analisa o complexo papel de Portugal durante o período transformador da história ocidental desde 1890 até 1975, quando os conflitos ideológicos e os realinhamentos geopolíticos reformularam a ordem global. Traçando a trajetória de Portugal de nação periférica a ator momentaneamente autónomo, revela como o país, sob a liderança conservadora de António de Oliveira Salazar, assegurou a sua soberania e identidade Euro-Africanas perante as ambições competitivas das grandes potências. Através de uma análise meticulosa, este estudo investiga as manobras estratégicas de Portugal, incluindo a sua emergência como país fundador da NATO em 1949, e a sua resistência às correntes pósnacionais que redefiniram o Ocidente nos anos 1960. Também investiga as consequências do golpe de Estado de 1974, que acabou com o regime autoritário e deu origem a uma retirada caótica de África, reduzindo a influência de Portugal a nível internacional. Baseado em conhecimento histórico e geopolítico, Portugal e o Ocidente oferece uma perspetiva diferenciada do governo de uma pequena nação num contexto global conturbado. Esclarece a interação entre o interesse nacional, as correntes ideológicas, e as forças transnacionais, tornando a sua leitura essencial para todos os que se interessam pelo papel de Portugal no mundo durante o século XX.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: Em 1187, os exércitos de Saladino sitiaram a cidade sagrada de Jerusalém. Atrás das altas muralhas da cidade, uma defesa desesperada era liderada por um trio improvável - incluindo Sibila, rainha de Jerusalém. Embora muitos livros tenham sido escritos sobre as Cruzadas, um aspeto está visivelmente ausente: as histórias das mulheres. Rainhas e princesas tendem a ser apresentadas como transmissoras passivas de terras e sangue real. Na realidade, as mulheres governavam, conduziam negociações diplomáticas, tomavam decisões militares, forjavam alianças, rebelavam-se e empreendiam projetos arquitetónicos. Este é o relato das mulheres negligenciadas pela História, mulheres fortes, poderosas e que deixaram uma marca profunda na política do Médio Oriente medieval.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 344
Sinopse: A epopeia de uma língua antiga que se tornou global e a investigação científica das suas origens. Quando o planeta emergiu da última era glacial, uma língua nasceu entre a Europa e a Ásia, junto ao mar Negro. Essa língua antiga, a que chamamos protoindo-europeu, não tardou a sair do seu berço, mudando e fragmentando-se à medida que progredia no espaço, até os seus descendentes serem falados da Escócia à China. Hoje, esses descendentes constituem a maior família linguística do mundo, o fio que liga culturas díspares: do Inferno de Dante ao Rig Veda, dO Senhor dos Anéis à poesia amorosa de Rumi. «Uma obra de divulgação científica rara que cita Keats, Seamus Heaney e Ismail Kadaré.» Laura Miller, Slate «A história de como uma língua deixou as estepes da Ucrânia para se transformar na família linguística dominante na Terra, narrada da forma mais clara e emocionante que já encontrei. Recomendo vivamente este livro que a curiosidade, a diligência e o talento literário da autora transformam numa referência para as gerações futuras.» John McWhorter, linguista, Universidade de Columbia
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 312
Sinopse: Quando A Cultura do Narcisismo foi publicado pela primeira vez, tornou-se evidente que Christopher Lasch tinha identificado algo importante que estava a acontecer à sociedade norte-americana com o declínio da família ao longo do século xx. O livro tornou-se um enorme êxito. É agora publicado com um novo posfácio. «Christopher Lasch foi direito ao coração da nossa cultura. As suas abordagens à personalidade e ao seu contexto social são espantosas. É um livro corajoso e importante.» [Michael Rogin, Universidade da Califórnia, Berkeley]
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A Guerra que Portugal quis Esquecer Entre 1914 e 1918 Portugal enviou mais de 20 mil soldados para Moçambique com o objetivo de garantir a defesa da colónia face aos alemães. Apesar da sua superioridade em número e no equipamento, os soldados portugueses foram condenados a uma missão impossível. As divisões internas, o desleixo com as regras sanitárias, a impreparação para as doenças tropicais, as dificuldades de um país arruinado para manter duas expedições a milhares de quilómetros de distância, a incompetência e a falta de vontade de combater tornaram a aventura moçambicana num dos maiores desastres de sempre das tropas nacionais. Na Primeira Grande Guerra morreram, em Moçambique, mais portugueses do que na frente europeia. Nascido da série de reportagens homónima com que o autor venceu o Prémio Gazeta de Imprensa em 2015, A Guerra que Portugal quis Esquecer relata as memórias dos soldados, as denúncias de cobardia e de incompetência das chefias e a vergonha pelas derrotas, fazendo justiça a uma parte da História que o Estado Novo tentou apagar.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Todos podem encontrar em São José – o homem que passa despercebido, o homem da presença quotidiana discreta e escondida – um intercessor, um amparo e uma guia nos momentos de dificuldade. São José lembra-nos que todos aqueles que estão, aparentemente, escondidos ou em segundo plano, têm um protagonismo sem paralelo na história da salvação." Papa Francisco Sempre que a História protagoniza desafios radicais, a Igreja chama São José - intercessor, amparo e guia nos momentos de aflição - ao decisivo desígnio de mostrar "que todos aqueles que estão, aparentemente, escondidos ou em segundo plano têm um protagonismo sem paralelo na história da salvação". Quem é São José? Que papel teve na história da salvação? O que disseram os papas e os grande santos e santas sobre São José? Que orações e devoções são rezadas? Como plasmou a arte a humanidade de Jose? Conheça melhor quem foi São José, protetor da família e Padroeiro universal da Igreja Católica.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com mais de 100 mapas e outros documentos, esta é a história dos Estados Unidos da América desde o século XVI até aos dias de hoje: do século XVI ao século XVIII, vemos o nascimento de uma nação: as sucessivas vagas de imigração e a expansão territorial que essas vagas geraram; no século XIX, as mudanças a uma escala e velocidade sem precedentes desenham o sonho americano: a jovem América torna-se numa potência graças à urbanização, à industrialização e a uma nova vaga de imigração; o século XX foi marcado por grandes crises, seguidas de uma imensa prosperidade e de um papel geopolítico cada vez mais importante, o da América como polícia do mundo; por fim, o século XXI começa com fracassos institucionais e desigualdades crescentes. Será que os americanos conseguirão reinventar, mais uma vez, o sonho americano?
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A história convencional afirma que, em 1118, nove homens formaram uma irmandade em Jerusalém chamada cavaleiros templários para dar proteção aos peregrinos que viajavam para a Terra Santa. Ao contrário, este livro demonstra que a Ordem do Templo existia uma década antes no canto oposto da Europa, no seu território mais a ocidente. Revela que a proteção dos peregrinos em Jerusalém foi confiada a uma organização distinta e que, em conluio com os monges cistercienses e a misteriosa Ordem de Sião, os templários levaram a cabo um dos planos mais ousados e secretos da história: a criação do primeiro Estado-Nação independente da Europa, Portugal, com um dos seus como rei. Com centenas de referências novas e de fontes raras, este livro revela que foi Portugal, e não Jerusalém, a primeira fortaleza dos templários. Explica ainda a motivação dos templários para criarem um novo país longe do alcance de Roma, onde pudessem cumprir a sua mais importante missão — um segredo que os templários protegeram até à morte e que custou a vida a milhares deles.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: Em 1187, os exércitos de Saladino sitiaram a cidade sagrada de Jerusalém. Atrás das altas muralhas da cidade uma defesa desesperada era liderada por um trio improvável - incluindo Sibila, rainha de Jerusalém. Embora muitos livros tenham sido escritos sobre as Cruzadas, um aspeto está visivelmente ausente: as histórias das mulheres. Rainhas e princesas tendem a ser apresentadas como transmissoras passivas de terras e sangue real. Na realidade, as mulheres governavam, conduziam negociações diplomáticas, tomavam decisões militares, forjavam alianças, rebelavam-se e empreendiam projetos arquitetónicos. Este é o relato das mulheres negligenciadas pela História, mulheres fortes, poderosas e que deixaram uma marca profunda na política do Médio Oriente medieval.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 616
Sinopse: Uma história total de Macau que revela o seu papel decisivo na primeira globalização e nas relações entre a China e o mundo, da Antiguidade ao século xxi. Em 1522 (o primeiro ano do reinado de Jiajing) o governo Ming eliminou os departamentos de Comércio Marítimo (shibo si) em Fujian e Zhejiang, e «somente o departamento em Guangdong permaneceu» para o comércio externo; em 1757 (o vigésimo segundo ano do reinado de Qianlong) o governo Qing aboliu as alfândegas de Fujian, Zhejiang e Jiangxi, e estipulou que no futuro os comerciantes estrangeiros só podiam negociar em Guangdong. Nos 318 anos que se seguiram, as rotas de comércio externo da China, que era um dos principais países comerciais do mundo, começavam todas em Cantão, transitavam por Macau e chegavam depois a países da Ásia, Europa, África, Austrália e América do Norte e do Sul. Nos 287 anos decorridos entre 1553 (o trigésimo segundo ano do reinado de Jiajing da dinastia Ming), quando os portugueses entraram e alugaram Macau, até 1840 (o vigésimo ano do reinado de Daoguang da dinastia Qing), Macau tornou-se um porto de transbordo altamente desenvolvido na Rota da Seda Marítima. Naquela época, as mercadorias dos navios da China, país que «ocupava o lugar de maior produtor mundial de mercadorias», que iam para os países ocidentais por via marítima ou os navios comerciais de países ocidentais que rumavam à China, tinham de fazer transbordo em Macau antes de seguirem para Cantão. De acordo com registos históricos, a partir de 1553 a China abriu oito rotas internacionais, Cantão-Macau-Goa-Lisboa-Europa, Cantão-Macau-Nagasaki, Cantão-Macau-Makasar-Timor, Cantão-Macau-Manila-México-Peru, Cantão-Macau-Nova Iorque-Boston-Filadélfia, Cantão-Macau-Vancouver, Cantão-Macau-Rússia e Cantão-Macau-Austrália. Assim, Macau desempenhou um papel extremamente importante como porto de transbordo no comércio multilateral globalizado desde meados do século xvi até ao início do século xix, tornando-se um centro comercial numa perspetiva global.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: Atlas das Migrações, da politóloga Catherine Wihtol de Wenden, é uma obra de referência que analisa o fenómeno mais marcante da actualidade: os fluxos migratórios que mobilizam centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. Com mais de 100 mapas e infografias, questiona várias ideias preconcebidas: Pobreza, conflitos, catástrofes ambientais, trabalho, estudos e turismo: quais são as causas reais das migrações? Gestão multilateral, encerramento de fronteiras, expulsões, direito de asilo, naturalizações: entre o acolhimento e a rejeição, quais as respostas políticas possíveis? Na Europa, a solidariedade está a esmorecer e, no mundo, as migrações Sul-Sul estão a ultrapassar as migrações Sul-Norte. Como se estão a reorganizar os circuitos migratórios? Com os mais recentes dados de fontes estatísticas, coligindo os novos padrões de mobilidade mundial, Catherine Wihtol de Wenden apresenta-nos uma obra útil e oportuníssima, que desafia
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 352
Sinopse: Salazar A Queda de Uma Cadeira Que Não Existia, de José António Saraiva, aborda um tópico sensível da nossa História. Vejamos: reza a história que, nos primeiros dias de Agosto de 1968, o presidente do Conselho, António de Oliveira Salazar caiu de uma cadeira de lona no terraço do Forte de Santo António do Estoril, onde passava férias, e, em consequência dessa queda, acabaria por ser afastado do poder, menos de dois meses depois. O acidente terá ocorrido cerca das dez horas, quando se sentava para ler o Diário de Notícias, trazido pelo seu calista Augusto Hilário, que lhe trataria dos pés. Ora, pouco ou quase nada nesta história corresponde à realidade: a cadeira nunca existiu, Salazar não estava no terraço, o calista não estava no forte, o dia do acidente não é o que se aponta, o próprio nome do oficial do forte é outro. O que se passou então? Responder a tantas incógnitas foi o ponto de partida deste livro.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Se Sejano não tivesse sido assassinado, Jesus nunca teria sido crucificado. Esta é apenas a primeira de várias revelações surpreendentes do livro que mostra como o Império Romano determinou a vida e a morte de Jesus. No final de 31 d.C., depois de os senadores romanos assassinaram Lúcio Sejano, o confidente mais próximo do imperador romano Tibério, o Império mudou para sempre. Se Sejano não tivesse sido assassinado, Jesus nunca teria sido crucificado. Esta profunda ligação entre a vida de Sejano e Jesus é a primeira de muitas e surpreendentes revelações num livro que mostra, de um modo totalmente diferente, o mundo romano em que Jesus viveu. Com novos dados e tendo por base uma investigação meticulosa, James Lacey tece uma descrição majestosa e precisa de quem foi, realmente, Jesus. Jesus e o Império Romano contradiz crenças históricas de longa data e dá-nos uma visão mais abrangente e precisa do Novo Testamento. Lacey explica como os eventos em Roma impulsionaram os eventos na Judeia o que está diretamente ligado à crucificação de Jesus. O autor descobre um mundo vibrante e rico, no momento em que ainda estão a ser feitos os primeiros contactos com a realidade do poder romano. Retrata Públio Quintílio Varo marchando com as suas legiões passando por um Jesus de quatro anos na sua guerra a caminho de Jerusalém. E descreve como Herodes prosperou apaziguando algumas das pessoas mais perigosas da história: Pompeu, Júlio César, Marco António, Cleópatra e Augusto. Nesta crónica arrebatadora, Lacey disseca pilhas de desinformação, perpetuada ao longos de muitos anos, para revelar, pela primeira vez, Jesus, tal como ele nasceu e viveu dentro do grande espetáculo do mundo romano. «Uma viagem que analisa a colisão inevitável da ocupação romana na Judeia com Jesus e aqueles que o rodeavam. Uma obra indispensável para todos os que se interessam em compreender as formas como o imperialismo romano contribuiu efetivamente para o nascimento do Cristianismo.» T. J. Wray Professor de Estudos Religiosos e Teológicos «Historicamente rico e meticulosamente investigado, o mais recente livro de Lacey avalia as evidências da existência de Jesus da Nazaré, sujeitando os Evangelhos a uma análise fascinante sobre o Império Romano do primeiro século.» William D. Barrick, Th.D., Professor emérito de Antigo Testamento no The Masters Seminary.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 220
Sinopse: UM LIVRO ESSENCIAL PARA ENTENDER UMA GUERRA QUE DURA HÁ QUATRO ANOS Este livro conta a guerra russo-ucraniana por um caminho simples, de perguntas e respostas. Em 46 questões, percorre a origem e os desdobramentos de um conflito que consome a Europa há tempo demais. Num tempo em que a mentira é também uma arma, cada capítulo confronta afirmações com factos verificáveis e com as regras aplicáveis de direito internacional, identificando efabulações e manipulações.
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 304
Sinopse: A ascensão da Coreia do Sul, da guerra esquecida ao K-Pop. Nascida das cinzas de um império, colonizada e envolvida numa devastadora guerra, na década de 1950 a Coreia do Sul tinha tudo para não sobreviver enquanto nação independente. No entanto, prosperou. Atualmente é uma democracia sólida, um mercado económico vibrante, uma força tecnológica e sinónimo de uma das culturas mais cool para os jovens (e não só!). Em apenas setenta anos, superou as mais negras expetativas, e a partir de um território destruído nasceu um dos mais importantes e influentes países da Ásia, alcançando a prosperidade que muitas outras nações demoraram séculos a conseguir. Ramon Pacheco Pardo, professor de Relações Internacionais e um verdadeiro apaixonado pelo país, traz-nos este Breve História da Coreia do Sul, onde, num registo cativante, factual e revelador, nos dá pistas sobre como se deu esta espantosa transformação.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 560
Sinopse: «Na história da última fase do império colonial português, que leva à descolonização, a questão de Goa, pelas suas especificidades e pelo seu grande peso simbólico, merece um estudo à parte, com uma análise no longo prazo, em busca das raízes que a foram alimentando e contribuíram para o seu desfecho. Daí este livro, e sua divisão em duas partes. Uma primeira, dedicada aos `antecedentes, cobre o período que vai desde finais do século XIX à década de 50 do século XX, marcado pela emergência do nacionalismo indiano, que culminará, em 1947, na independência da União Indiana tendo influenciado fortemente a situação política de Goa. A segunda parte, sobre o `desenlace, ocupa-se da `convulsão final as tensões e pressões que levaram à invasão, o curso que esta tomou, e as suas repercussões imediatas em Portugal, nos campos político e ideológico. Um capítulo final ocupa-se do problema do resgate dos prisioneiros retidos na União Indiana e do papel, muito contestável, nele desempenhado por Jorge Jardim.» Valentim Alexandre
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 332
Sinopse: Uma das mais notáveis vozes da filosofia contemporânea desvenda os mistérios da mitologia grega. Uma lição cativante. Em A Mitologia Grega de A a Z, Luc Ferry responde a essa luminosa e irrevogável questão: por que razão falam, ainda, os mitos antigos às nossas almas modernas? O «calcanhar de Aquiles». A «maçã da discórdia». «Acertar no jackpot.» Narciso. Oceano. Sereia. Quimera. Tufão. Medusa. Harpa. Fúria. O legado da mitologia grega habita, sem quase nos darmos conta, a linguagem de hoje; a esse fascinante universo devemos inúmeras expressões e palavras esplêndidas, mas não só. Mais do que histórias, os mitos moldaram a filosofia, a arte e a civilização ocidental. A partir das aventuras de Ulisses, Zeus, Atena, Jasão, Hércules e Afrodite, podemos extrair uma miríade de lições de vida e de sabedoria que, não por acaso, perduraram ao longo dos séculos.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 352
Sinopse: UMA SABOROSA HISTÓRIA POLÍTICA DA RÚSSIA De Rasputin a Putin, uma história de abundância e escassez, de banquetes e fome, contada a partir da cozinha. O modo como, também de faca e garfo, foi construído um império. A saborosa história moderna da Rússia numa narrativa envolvente e agridoce. Witold Szabowski revela neste livro como a Rússia, um século após a revolução, continua a usar a comida como instrumento de guerra e a alimentar o seu povo a propaganda.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: De que modo a ação do Führer foi condicionada pelas drogas que o seu médico, Theodor Morell, lhe receitava, influenciando o destino de milhões de pessoas? Há meio século, Joachim Fest publicou uma das mais importantes biografias do ditador alemão, intitulada Hitler, e afirmou: «Esta é a última palavra sobre este homem, porque não haverá novas revelações sobre Hitler que ainda não sejam do domínio público.» Mas Eric Frattini, autor bestseller de Mossad, mostra-nos agora que isso não era verdade. A desclassificação dos documentos relacionados com a Alemanha nazi desmentiu a afirmação de Fest. Entre os milhões de páginas, os investigadores descobriram vários registos que falavam sobre a saúde do Führer e a toxicodependência de membros do exército alemão e do próprio Adolf Hitler. Nos seus últimos anos de vida, Adolf Hitler, um hipocondríaco vitalício, teve Theodor Morell como seu médico. As mudanças de humor do Führer, a doença de Parkinson de que sofria, os sintomas gastrointestinais, os problemas de pele e o seu declínio constante, até ao seu suicídio em abril de 1945, estão documentados nos diários meticulosos do Dr. Morell. Conhecendo as importantes decisões que Hitler estava a tomar e que afetaram milhões de pessoas, perguntamo-nos como é que o seu comportamento terá sido afetado pelos inúmeros medicamentos que tomava, dos estimulantes aos sedativos, das hormonas aos multivitamínicos, dos esteroides à beladona e à cocaína. Esta nova investigação dá a conhecer um Hitler dependente da atenção constante do seu médico pessoal, e dos seus medicamentos duvidosos, e traz nova luz sobre os derradeiros anos de vida do ditador.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 128
Sinopse: Março de 2028: tropas russas capturam a pequena cidade estónia de Narva e a ilha de Hiiumaa, no Mar Báltico. O ataque aos Estados Bálticos começou. A decisão de não se rearmar após o fim da guerra na Ucrânia coloca, agora, a Europa numa situação de enorme exposição e extremamente delicada. Como avaliar esta situação? É legítimo invocar o artigo 5. º do Tratado do Atlântico Norte? Arriscará uma guerra nuclear? Neste livro, através de um cenário fictício, mas provável, o cientista político e especialista militar Carlo Masala demonstra, de forma particularmente dramática, o que está, hoje, em jogo na Europa. Uma análise fascinante e assente numa aturada investigação da situação atual que nos coloca frente a frente com um futuro alternativo onde Putin venceu a guerra na Ucrânia.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: Zen, haiku, manga, artes marciais, sushi, anime e xoguns: a cultura japonesa enriquece, há muito, o modo de vida ocidental, mas o país em si continua a ser um mistério, uma nação insular com uma relação complexa com o exterior. Porque é a cultura japonesa tão fascinante? O que está por trás da sua contenção, estética e harmonia? E como é que o Japão, evitando a colonização, conseguiu preservar a sua identidade e, eventualmente, conquistar o mundo? A Mais Breve História do Japão traça, com mestria narrativa e rigor histórico, o vasto percurso do país. Aqui desfilam imperadores e senhores da guerra, samurais e guerreiras, mercadores e gueixas, figuras que moldaram esta sociedade moderna extraordinária. Percorrendo o caminho desde os caçadores-recoletores, que criaram os primeiros recipientes em cerâmica do mundo, às damas da corte Heian, que escreveram romances no século XI, da devastação de Hiroxima à potência económica e cultural dos nossos dias, este é um livro indispensável, envolvente e revelador sobre a Terra do Sol Nascente.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: Uma explicação das origens do descobridor da América Cristóvão Colombo, o navegador escolhido para levar o cristianismo ao novo mundo, era nobre de pai e mãe. tinha ligações ao clã genovês Cybo, o mesmo que o papa Inocêncio VIII, e à família portuguesa Ataíde. Impulsionado por Inocêncio VIII, pelos reis castelhanos Fernando e Isabel e pelo monarca português D. João II, Colombo garantiu o alargamento da Europa cristã à América, protagonizando uma mudança geoestratégica vital para conter o expansionismo muçulmano. Sem este avanço, a história do mundo nos últimos 500 anos teria sido bem diferente. O navegador e cosmógrafo, que fez a viagem de descoberta oficial das ilhas e costas das Caraíbas para as entregar aos Reis Católicos, não agiu sozinho tão-pouco sem conhecimento sobre a existência dessa região longínqua. O Vaticano possuía mapas e documentos que indicavam terra firme no Atlântico Ocidental, os reis de Portugal e da futura Espanha estavam a par dessas informações e até navegadores portugueses já por lá tinham passado. Mas porque é que foi Cristóvão Colombo, e não outro, o eleito para uma das missões mais importantes da História? As origens familiares do navegador foram determinantes para a sua escolha.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: Tem a impressão de que estamos a um passo do fim do mundo? E que cada tragédia que acontece traz consigo a promessa de outra desgraça ainda maior? Eis um pequeno consolo: não é o primeiro a senti-lo. Ao longo da história, a humanidade viveu convencida de que o fim do mundo estava sempre ao virar da esquina. Este livro fala sobre o fim do mundo e em como, ao longo da história, civilizações que pareciam inabaláveis chegaram ao fim. Roma, os Maias, o povo da Ilha da Páscoa, e tantas outras sociedades, revelaram que até os impérios mais poderosos são frágeis diante da passagem do tempo. O colapso raramente surge de forma repentina; resulta antes de um acumular de fatores: esgotamento de recursos, alterações climáticas, desigualdade social, corrupção política, guerras internas e até avanços tecnológicos que, prometendo progresso, acabam por trazer novos perigos. No centro destes desastres repete-se o mesmo erro humano: a arrogância de acreditar que «connosco será diferente». O passado recorda-nos que o fim nunca é inevitável. Se formos capazes de aprender com os erros de ontem, ainda poderemos construir um futuro comum e evitar que a nossa civilização seja apenas mais um capítulo numa longa lista de colapsos. UMA REFLEXÃO ENVOLVENTE, ERUDITA E INQUIETANTEMENTE ATUAL SOBRE O FASCÍNIO ETERNO QUE SENTIMOS PELO FIM DO MUNDO, E SOBRE O QUE ISSO DIZ DE NÓS.
Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 416
Sinopse: Em 1945, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, as potências vitoriosas Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e União Soviética reuniram-se para determinar o destino da Alemanha e da sua capital, Berlim, uma cidade em ruínas, desesperançada e devastada pela fome. O território seria dividido em quatro zonas de ocupação, mas o que inicialmente parecia uma solução pragmática acabou por resultar em hostilidade e desconfiança entre ocidentais e soviéticos sistemas concorrentes, ideologias em conflito e personalidades antagónicas fizeram de Berlim um perigoso campo de batalha. Neste livro, Giles Milton dá-nos a conhecer de forma magistral como foram travadas as primeiras batalhas da Guerra Fria, relatando-nos a terrível rivalidade que se vivia e descrevendo-nos as motivações e o pensamento dos principais intervenientes nos momentos cruciais, como a organização da ponte aérea de Berlim por parte das potências ocidentais para fornecer suprimentos à parte ocidental durante o terrível bloqueio à cidade imposto pelos soviéticos. Este é, sem dúvida, um período da história incrivelmente tenso e dramático que teve uma influência profunda, e muitas vezes subestimada, no mundo contemporâneo.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
«Campbell produziu a melhor síntese da investigação mais recente sobre o Rei-Sol.» - Nicholas Henshall, History Review
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 200
Sinopse: O que aprendemos com as eleições presidenciais mais disputadas da nossa democracia. «A abrir a emissão, um facto quase certo: Freitas do Amaral liderava com uma percentagem entre 43 % e 46 %. Uma vitoria significativa, sim, mas a decisão ficaria adiada para a segunda volta, dali a três semanas. À esquerda, Mário Soares conseguiu o empurrão de que precisava com 24 % a 27 % dos votos, que o deixavam na segunda posição.» Foi há quarenta anos. Numa história que começa em meados dos anos 80, com a união entre Mário Soares e Carlos Mota Pinto, o autor leva o leitor numa viagem alucinante pelos meandros da política portuguesa numa altura em que a democracia era ainda uma conquista recente e o país enfrentava uma grave crise económica. Coligações, resgates do FMI, Conselhos de Estado de urgência, reviravoltas políticas, protagonistas carismáticos e bastidores fervilhantes, está tudo nestas páginas que nos levam aos acontecimentos mais marcantes da segunda volta das eleições presidenciais de 1986. Com relatos na primeira pessoa, contextualizados por recortes da imprensa da época, este livro eterniza momentos como a mediática paulada a Mário Soares na Marinha Grande, o famoso sobretudo verde de Freitas do Amaral, os acesos debates na televisão, as tiradas que ficaram para a História e o renhido sprint final que parou Portugal. Seja para quem quer recordar as eleições que mais mobilizaram os portugueses ou para quem quer ficar a saber mais sobre uma política, e políticos, à frente do seu tempo, esta obra assume-se como o testemunho essencial para recordar o país que fomos e pensar o país que temos.
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 264
Sinopse: As personagens a que se refere o título deste livro são pessoas reais com que o autor contactou como leitor, cidadão ou militar na «Metrópole» e na Guiné: Luís de Sttau Monteiro, do domínio da literatura e também da política; Santos Simões, da política mas também da cultura; Mário de Oliveira, da religião mas também da política; e Carlos Fabião, da área militar e política, que o autor seguiu nos caminhos infindáveis da Descolonização e da construção da Democracia. São personalidades por vezes esquecidas ou só episodicamente lembradas, porque acompanharam a vitória de Abril, mas também foram, de modo diferente em cada caso, vencidas, pelos princípios que assumiram, pelo seu carácter e temperamento, pelas circunstâncias e pelo tempo.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 536
Sinopse: No Museu do Prado, um cientista contempla a escultura de Diadúmeno, de Policleto; na sua anatomia pode ler uma história evolutiva com sete milhões de anos. Na sala contígua há outra escultura, mais tardia, que mostra a figura nua da Vénus do Golfinho, o cânone helenístico da beleza feminina. O cientista aprecia as diferenças entre as duas e interroga-se sobre o significado delas. O Nosso Corpo é ilustrado magnificamente pela artista Susana Cid, com imagens conceptuais que realçam os pormenores anatómicos. Estas ilustrações foram inspiradas pelas mais variadas obras de arte, permitindo ao leitor aprender sobre o corpo humano através de representações escultóricas de Posídon ou de pinturas como As Três Graças, de Rubens, ou Adão e Eva, de Dürer.
