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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 624
Sinopse: Estendendo-se da Idade do Bronze à Era da Exploração, este livro apresenta uma narrativa nova: a que reconstitui os milénios de encontros e trocas globais que construíram aquilo a que chamamos Ocidente, conforme as sociedades se conheciam, enredavam e, por vezes, se afastaram. Da criação do alfabeto por trabalhadores levantinos no Egito, que em terra estranha foram levados a escrever na sua língua pela primeira vez, à chegada de artigos indianos à Europa por intermédio do mundo árabe, Quinn demonstra que interpretar as sociedades como ilhas isoladas está desatualizada duzentos anos, além de estar comprovada e historicamente errado. O contacto e as conexões, e não as civilizações solitárias, impulsionam a mudança histórica. Não são os povos que fazem a história, mas as pessoas e as ligações que criam umas com as outras. «Uma argumentação deslumbrante, arrebatadora e inovadora de uma historiadora preparada para causar polémica.» Lucy Worsley, historiadora «Ousado, muito bem escrito e repleto de ideias, este livro exige que desafiemos as visões tradicionais sobre o passado. Um feito extraordinário.» Peter Frankopan, historiador, Universidade de Oxford «Só Josephine Quinn poderia ter escrito um livro como este: um livro de tremenda erudição e curiosidade; um livro que nos ensina algo novo em quase todas as páginas.» Merve Emre, autora e crítica literária
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 168
Sinopse: Os 17 sítios portugueses inscritos na Lista do Património Mundial da Unesco «A Rede do Património Mundial de Portugal (RPMP) é constituída pela Comissão Nacional da UNESCO e pelos gestores dos bens portugueses inscritos na Lista do Património Mundial da UNESCO. A RPMP tem por objetivos reforçar a cooperação entre os Sítios do Património Mundial e a Comissão Nacional da UNESCO, o debate de ideias sobre a gestão e reabilitação do património, o intercâmbio de conhecimentos e a discussão de questões de interesse mútuo, bem como o desenvolvimento de iniciativas conjuntas. A presente obra insere-se nesta cooperação.» Convento de Cristo em Tomar Mosteiro da Batalha Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém em Lisboa Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo nos Açores Centro Histórico de Évora Mosteiro de Alcobaça Paisagem Cultural de Sintra Centro Histórico do Porto, Ponte Luiz I e Mosteiro da Serra do Pilar Sítios Pré-Históricos de Arte Rupestre do Vale do Rio Côa e de Siega Verde Floresta Laurissilva na Madeira Alto Douro Vinhateiro Centro Histórico de Guimarães e Zona de Couros Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações Universidade de Coimbra Alta e Sofia Real Edifício de Mafra - Palácio, Basílica, Convento, Jardim do Cerco, Tapada Santuário do Bom Jesus do Monte em Braga
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse: A História nunca deixou de ser, para Edgar Morin, um dos maiores filósofos e sociólogos franceses, um tema de reflexão incluindo a História na qual ele próprio participou. Testemunha das atrocidades da guerra, das transformações económicas e ecológicas do último século, o autor extrai lições fundamentais que iluminam o passado e nos ajudam a construir o futuro. Neste breve ensaio, Edgar Morin ensina-nos que o improvável pode acontecer; que os mitos exercem uma enorme influência sobre o real; que os destruidores podem também ser grandes civilizadores; que um único indivíduo pode, por vezes, mudar o rumo da História. Com uma rara capacidade de síntese e uma experiência humana e intelectual incomparável, o autor conduz-nos pela grande jornada da Humanidade da Antiguidade aos dias de hoje , oferecendo uma reflexão profunda e pessoal sobre o destino das civilizações.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse: UMA INVESTIGAÇÃO PROFUNDA SOBRE «O CERCO À CONSTITUINTE» E O SEU IMPACTO NA HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO PORTUGUESA Em Novembro de 1975, milhares de trabalhadores da construção civil manifestaram-se em Lisboa, reivindicando melhores condições de trabalho e de vida, num protesto que durou quase dois dias junto ao Palácio de São Bento, onde se reunia a Assembleia Constituinte. Deputados e primeiro-ministro ficaram retidos no interior do edifício. Este episódio, que se tornou conhecido como «o cerco à Constituinte», marcou decisivamente a fase final da Revolução Portuguesa, pautada por uma acentuada radicalização política e social. Num trabalho realizado com recurso a fontes de natureza diversa, de relatos da imprensa a testemunhos orais, O Cerco de São Bento em 1975 procura reconstituir os acontecimentos de 12 e 13 de Novembro e demonstrar como estes foram determinantes para a operação militar de 25 de Novembro, que pôs fim à Revolução. «Analisando os acontecimentos de 12 e 13 de Novembro de 1975 à lupa, este livro tem o mérito de contribuir para o estudo histórico dos anos revolucionários de Abril sem deixar de atender aos processos de memorialização do acontecimento que se desenvolveram nas últimas décadas. Com inteligência e delicadeza, a investigação foi conduzida na certeza de que a reconstituição do passado reflecte não apenas o que aconteceu, mas também a sensibilidade de quem observou e vem recordando o que terá sucedido.» JOSÉ NEVES | «PREFÁCIO»
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 704
Sinopse: Aclamado mundialmente, As Rotas da Seda revolucionou conceções antigas sobre a História e os impérios. Radical, épico na sua abrangência e considerado um texto fundamental para a compreensão do renascimento económico e político do Oriente, este livro é uma obra-prima de investigação histórica e teoria política. Nesta edição comemorativa, Peter Frankopan demonstra quão crucial As Rotas da Seda é para a nossa apreciação da História e para a compreensão do futuro de um mundo cada vez mais internacional. Durante séculos, a fama e a fortuna encontravam-se no Ocidente ¿ no Novo Mundo das Américas. Hoje, é o Oriente que atrai aqueles em busca de riqueza e aventura. Abrangendo toda a Ásia Central e penetrando profundamente na China e na Índia, uma região que outrora ocupou o centro do palco volta a emergir, dominando a política, o comércio e a cultura globais.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 408
Sinopse: Como vidas vulgares foram transformadas pela ascensão do fascismo Oberstdorf é uma bela aldeia no alto dos Alpes Bávaros, um lugar onde, durante centenas de anos, as pessoas viveram vidas simples enquanto a história era feita em outros lugares. No entanto, mesmo aqui, ninguém conseguiu escapar ao terrível domínio do regime nazi. `Fascinante... Aprenderá mais sobre o funcionamento psicológico do nazismo lendo esta crónica soberbamente pesquisada¿ do que consultando uma estante cheia de volumes mais abrangentes sobre a ascensão do nazismo.¿ DAILY MAIL
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 104
Sinopse: DEPOIS DE UM SISTEMA QUE CRIOU DIVISÕES LÁ E CÁ, AINDA FALTA FAZER A REVOLUÇÃO DA IGUALDADE RACIAL? No século XX, milhares de portugueses migraram para Angola e Moçambique para serem colonos. Mais tarde, outros milhares fizeram o movimento inverso. Em Racismo em Português 2: Colonos, Retornados e a Revolução por Cumprir ouvimos os seus relatos. Os colonos descrevem como o racismo era usado para dominar; os retornados falam do regresso a um país que celebrava a democracia mas, ao mesmo tempo, se fechava nas suas pequenas fronteiras. O primeiro livro recolheu mais de cem testemunhos nos países que foram colonizados por Portugal (Racismo em Português); o segundo olhou para o racismo estrutural na actual sociedade portuguesa (Racismo no País dos Brancos Costumes). Este volume dá continuidade à trilogia, focando-se nas reflexões de ex-colonos sobre um sistema que criou divisões lá e cá, incentivando o debate sobre uma parte da Revolução de Abril que ainda não se concretizou.
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 528
Sinopse: A história da mais bem-sucedida aliança militar do mundo, dos destroços da Europa de 1945 à invasão da Ucrânia por Putin Ao constituírem a NATO depois da Segunda Guerra Mundial, os seus fundadores acreditavam que apenas mantendo as democracias ocidentais unidas se poderia evitar um conflito atómico catastrófico. Ao longo dos 75 anos seguintes, a Aliança conseguiu evitar a guerra com a Rússia, tornando-se um dos grandes protagonistas políticos, estratégicos e diplomáticos, muito para além das suas fronteiras. Sobreviveu a desentendimentos entre líderes como Eisenhower, Churchill e de Gaulle, enfrentou adversários como Estaline e Putin, e resistiu aos debates infindáveis sobre que outras nações deviam juntar-se à instituição. Dissuadir o Armagedão leva os leitores numa viagem até aos bastidores da criação da NATO, desde a Guerra Fria até ao confronto atual com o Kremlin, na sequência da invasão da Ucrânia. Esta é uma história de tensão, rivalidade, conflito, grandes personalidades e posicionamentos diplomáticos militares de alto risco ¿ bem como de espionagem, política e protesto. Da Guerra da Coreia à pandemia, das crises de Berlim e de Cuba até à caótica evacuação de Cabul, Dissuadir o Armagedão relata como a Aliança moldou e foi moldada pela História ¿ e olha para o futuro, para aquela que poderá ser a época mais perigosa que já enfrentou.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 372
Sinopse: No ano de 1177 a. C., muitas das civilizações da Idade do Bronze estavam em ruínas, desfeitas por invasões, revoltas, catástrofes naturais, fome e o fim do comércio internacional. Perdeu-se um mundo interligado formado por grandes impérios e sociedades, com um comércio robusto e uma arquitetura monumental. A Primeira Idade das Trevas tinha começado. Eric H. Cline parte exatamente desse momento histórico para apresentar uma visão magistral dos séculos seguintes, explicando de que forma o colapso de poderosas civilizações espoletou novas circunstâncias às quais indivíduos e sociedades tiveram de se adaptar. Levando a história até ao ressurgimento da Grécia, marcado por factos curiosos como a realização dos primeiros Jogos Olímpicos em 776 a. C., e passando por algumas inovações que mudaram o mundo, como o uso do ferro e do alfabeto, Eric H. Cline revela que este período foi não apenas de caos, mas também de progresso e oportunidades.
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 504
Sinopse: areia, sal, ferro, cobre, petróleo e lítio: estas são as seis substâncias mais cruciais da história humana. transportaram-nos da idade das trevas para os nossos dias. a fibra ótica que espalha a world wide web pelo mundo, os cabos de cobre das redes elétricas, os chipes de silício e as baterias de lítio que fazem funcionar telefones e automóveis: embora possa parecer que vivemos num mundo de informacão desmaterializado ¿ a que ed conway chama «mundo etéreo» ¿ a vida no século xxi continua a depender do material. nesta obra, ed conway realiza numa viagem épica pelo globo terrestre, indo das entranhas da mina mais profunda da europa às imaculadas fábricas de chipes de silício da formosa e às misteriosas lagoas verdes de onde provém o lítio ¿ para revelar um mundo secreto que raramente é visto. mundo material é uma celebracão da humanidade e das redes humanas, dos processos milagrosos e das empresas quase desconhecidas que transformam os materiais em produtos de uma complexidade extraordinária numa época em que enfrentamos os efeitos das alteracões climáticas, as crises energéticas e a ameaca de um novo conflito global, conway mostra por que motivo estas substâncias são mais importantes do que nunca, e de que maneira a batalha secreta pelo seu controlo definirá o nosso futuro geopolítico.
Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 392
Sinopse: as pesquisas do etnobotânico terence mckenna, relatadas em o pão dos deuses, versando a relacão ancestral dos seres humanos com as substâncias químicas, abrem uma porta para o divino e sugerem uma solucão para salvar o nosso mundo perturbado. mckenna procede a uma revisão do papel histórico das drogas nas culturas oriental e ocidental, desde os antigos comércios de especiarias, acúcar e rum até à marijuana, cocaína, drogas sintéticas e, até mesmo, a televisão - ilustrando o desejo humano de provar do «pão dos deuses», bem como as enormes potencialidades de substituir o abuso de drogas ilegais por um entendimento xamânico, numa insistência no comunitarismo, na reverência pela natureza e numa autoconsciência em expansão.
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 232
Sinopse: «ESTE LIVRO VAI DEIXÁ-LO A PENSAR DURANTE MUITO TEMPO.» Frankfurter Rundschau 22 de abril de 1846. Lagos. Dia da execução de José Joaquim Grande, um assassino condenado à pena máxima. Será esta a última sentença de morte concretizada no país. Vinte e um anos depois, a 1 de julho de 1867, Portugal tornar-se-ia a primeira nação europeia a abolir a pena de morte. A abolição da pena de morte é um avanço civilizacional e um marco no processo da proteção dos direitos humanos e das liberdades fundamentais. Nos dias de hoje, não se pratica na Europa. Mas o debate mantém-se entre defensores desta medida e todos aqueles que se lhe opõem. As leis, os métodos de execução e a forma como se realizam mudaram. Mas terá também mudado a crença de que estamos a fazer algo «justo»? Uma Breve História da Pena de Morte descreve e documenta as múltiplas facetas da pena de morte, do carrasco romano à injeção letal nas cadeias americanas: a superstição, o temor de Deus, o poder do Estado, a fé na tecnologia, o espírito humanitário. Se tempos houve em que as execuções eram rituais sagrados e públicos ¿ uma reconciliação entre a alma daquele que morria e Deus ¿, hoje chega a ser um ritual coletivo de punição e limpeza transmitido por meios de comunicação. Em todos os tempos e em quase todas as sociedades humanas, a aplicação da pena capital ocorreu sempre sob o conceito da legitimação do Estado ¿ mesmo além dos campos de batalha. Mas, será legítimo o estado decidir a morte dos seus cidadãos? Afinal, quem pode decidir o fim da vida?
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 728
Sinopse: Uma história nova e essencial da Europa Central, os territórios dos Reinos do Meio cujas desavenças tantas vezes estiveram no centro da história mundial. Martyn Rady escreveu a história definitiva da Europa Central, mostrando que esta região foi sempre mais do que a zona divisória entre o Ocidente e o Oriente. Aos centro-europeus devemos a Reforma e o Romantismo, o desenvolvimento da filosofia do Renascimento e do Iluminismo e a criação de alguns dos movimentos artísticos mais importantes do século XX. Baseada em toda uma vida de investigação e estudo, esta obra narra como nenhuma outra a história impressionante da Europa Central ao longo de dois mil anos e explica-nos o porquê da sua importância extraordinária para os assuntos globais.
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 552
Sinopse: mais de 170 pequenas biografias dos heróis e vilões que fizeram a história do nosso mundo, pela mão do prestigiado autor simon sebag montefiore. rainhas, imperatrizes e atrizes, reis, sultões e conquistadores, profetas, artistas, cortesãs, psicopatas e exploradores. as suas vidas fizeram-se de dramas surpreendentes, de coragem e aventura, de libertinagem e matanca, de virtude e crime, de heroísmo e traicão. atravessando mais de 3 mil anos de história, esta obra comeca com ramsés ii, um dos maiores imperadores do egito, e chega até aos nossos dias, com vilões como saddam hussein e osama bin laden. pelo meio, sebag montefiore convida-nos a descobrir mais sobre personalidades extraordinárias e intrigantes como buda, genghis khan, nero, winston churchill; catarina,a grande, anne frank, martin luther king; mozart, mao, jesus cristo, shakespeare, einstein, elvis presley, entre tantos outros. através das suas extraordinárias vidas, o premiado historiador reconta
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 280
Sinopse: NOVA EDIÇÃO, EM FORMATO DE BOLSO, DE UM LIVRO INCONTORNÁVEL SOBRE UM DOS TEMAS MAIS ABORDADOS E INESGOTÁVEIS DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE: A GUERRA CIVIL DE ESPANHA
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse: O LIVRO QUE LEVANTA O VÉU SOBRE A HISTÓRIA SILENCIADA DO MOVIMENTO NEGRO QUE A PARTIR DE 1911 JÁ COMBATIA O RACISMO EM PORTUGAL
Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 248
Sinopse: O que aconteceu em Portugal nos três meses que antecederam a revolução de 1974? Os autores consultaram centenas de documentos de arquivos nacionais e estrangeiros para traçar um quadro detalhado dos acontecimentos que levaram à queda da ditadura. Neste livro, podemos ver que, a poucos meses do 25 de Abril, Portugal procurava desesperadamente comprar armas para manter o conflito em África. Na frente interna, os militares conspiravam contra o Governo, e o livro Portugal e o Futuro, escrito pelo general Spínola e publicado em Fevereiro de 1974, provocava um verdadeiro terramoto político, ao denunciar a falência do regime na solução do problema do Ultramar. Quando as tropas de Salgueiro Maia chegaram ao quartel do Carmo, no dia 25 de Abril, não foi preciso esperar muito para que o golpe se consumasse e Marcello Caetano entregasse o poder nas mãos do general Spínola.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 592
Sinopse: Um detalhado trabalho histórico que revela o papel do Império Otomano no nascimento da Europa moderna
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 672
Sinopse: O livro que tem em mãos é uma visão de conjunto ¿ uma explicação para a existência de Portugal ao longo da História. Privilegiando um olhar que apreende um sentido global, apresenta um enquadramento da história do país no mundo, demonstrando também como a História está à vista de todos e não apenas na inacessibilidade da erudição académica.
Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 336
Sinopse: Um crime desvendado ao fim de cinco séculos
Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 320
Sinopse: Será que os tempos duros tornam as pessoas mais duras? Conseguirá a humanidade lidar com o poder das suas armas sem se autodestruir? Será que as capacidades humanas, o conhecimento e a tecnologia podem regredir? Correremos o risco de o nosso mundo se transformar numa ruína que os arqueólogos do futuro irão desenterrar e estudar?
Edição: Dez 2021
Nº Páginas: 516
Sinopse: A História da Filosofia é uma viagem pelas mentes mais desafiantes da humanidade: Platão, Sócrates, Aristóteles, Francis Bacon, Espinosa, Descartes, Voltaire, Rousseau, Immanuel Kant, Hegel, Arthur Schopenhauer, Herbert Spencer, Friedrich Nietzsche...
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Se, a 25 de Abril de 1974, começou em Portugal uma revolução socialista, terá, a 25 de Novembro de 1975, começado a contrarrevolução que a derrotou? Que ideologia, que classes comemoram, no dia 25 de Novembro, a contrarrevolução? Como relacionar a ascensão do neofascismo em Portugal na forma do partido Chega e de bandos a ele ligados, com as comemorações oficiais desta data no Parlamento? Que papel tem a memória? E que é da verdade? Que é dela, nestes tempos de barbárie social? Os canais oficiais dizem que, se 25 de Abril foi a libertação da ditadura, só a 25 de Novembro o «regime democrático» ficou consagrado. Será verdade? E entre as duas datas, que se passou ao certo no tal PREC, sobre o qual desce um véu de silêncio? Mas também isto ¿ isto sobretudo: no meio do nevoeiro que os novos comemoradores aspergem sobre a história da revolução operária e socialista portuguesa e da contrarrevolução, que papel, em tão decisivos eventos, desempenharam as direcções do PCP e do PS, os dois partidos maioritários? Esta obra não segue a narrativa oficial das comemorações do 25 de Novembro. Narra, sim, a revolução e a contrarrevolução do ponto de vista dos trabalhadores que fizeram a primeira ¿ e sofreram a segunda.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse: Quando arqueólogos vitorianos escavaram uma colina no Iraque, fizeram uma descoberta extraordinária: uma das mais antigas coleções de conhecimento alguma vez vistas ¿ a biblioteca do rei assírio Assurbanípal, governante do império mesopotâmico no século VII a.C. Após a sua morte, rivais vingativos reduziram a biblioteca a cinzas; no entanto, os textos, gravados em tabuinhas de argila, foram cozidos e preservados pelo calor das chamas. Enterradas durante milénios, estas tabuinhas estavam cinzeladas em cuneiforme: a primeira linguagem escrita do mundo. Mais de metade da História da Humanidade está redigida em cuneiforme, mas, atualmente, apenas algumas centenas de pessoas conseguem lê-lo. Neste livro fascinante, a assirióloga Selena Wisnom conduz-nos numa viagem por esta extraordinária biblioteca, dando vida à antiga Mesopotâmia e ao seu povo.
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse: Novo livro de Rui Tavares: O QUE SÃO, AFINAL, AS GUERRAS CULTURAIS? E COMO É QUE A SUA HISTÓRIA NOS AJUDA A COMPREENDER O PRESENTE E O FUTURO? De Martinho Lutero a Donald Trump, da invenção da imprensa às redes sociais, o historiador Rui Tavares transforma em livro cinco aulas sobre guerras culturais. Não é possível entender o presente sem entender as guerras culturais ¿ fenómenos de polarização extrema em torno de identidades, valores e narrativas, com grande intensidade emocional, que fazem de nós e dos outros meio humanos e meio bichos. Só que, ao contrário das grandes certezas dos teóricos ¿ da economia à geopolítica ¿ as guerras culturais não nos dão explicações simplistas. É que não é possível falar de guerras culturais sem falar de cultura, sem assumir que a cultura é a esfera primária em que os humanos vivem, um mundo de labirintos e asteriscos. O passado das guerras culturais ensina-nos a olhar para o nosso futuro imediato ¿ e diz-nos que precisamos de novas palavras para entender novos monstros. «Precisamos de novos monstros. Os antigos tinham os ciclopes, com apenas um olho enorme no meio da testa, ou as górgonas de cabelo de serpente, para explicar os medos dos seus tempos. Mas os monstros antigos não chegam. Precisamos de novas palavras também. As que usamos estão gastas. Considerem, por exemplo, hipocrisia. É para muitos o crime político supremo, mas então que dizer disto? Dois dias antes da sua tomada de posse como presidente dos EUA, Donald Trump lançou uma nova criptomoeda, $TRUMP, que não tem nenhum valor intrínseco e serve apenas como forma de especulação para, claro, tornar Trump ainda mais rico. O que isto quer dizer, essencialmente, é que qualquer poder económico ou governo que queira corromper Donald Trump e família nem precisa de se preocupar em estabelecer canais indiretos. Se isto não é hipocrisia, por ser tão despudoradamente escancarado por parte de quem prometia «drenar o pântano» da corrupção, teremos então de inventar novas palavras: é hipocrisérrima. Com a sua hipocriptomoeda, Donald Trump é um hipocritão, um monstro gigantesco feito de metal dourado, com um enorme botão vermelho na testa a dizer: corrompa-me agora.»
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 472
Sinopse: «se houve vários ¿25 de abril¿, ¿11 de marco¿ e ¿25 de novembro¿, pode-se, porém, concluir que, no primeiro dia, em 1974, a ditadura portuguesa com a duracão de 48 anos, nas suas fases militar e civil, de antónio de oliveira salazar e depois de marcello caetano, foi decididamente extinta.» «neste livro apresento uma análise pessoal de episódios ocorridos entre os anos finais da ditadura e o 25 de novembro de 1975, com destaque para o que aconteceu à ex-polícia política e para a acão dos eua, franca e alemanha nesse período relativamente a portugal. como se verá, não se trata de qualquer análise exaustiva de todas as questões em torno da implantacão da democracia em portugal. também não serão analisadas as movimentacões populares, rapidamente controladas pelos partidos depois de um muito breve período de espontaneidade e autonomia. a autonomia do campo político é o que se optou por aqui analisar, através do estudo das principais instituicões de poder erguidas durante o processo que se desenvolveu no período entre os dois ¿25¿, de abril de 1974 e de novembro de 1975, quer entre os militares, quer entre os principais partidos políticos portugueses.» da introducão
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 544
Sinopse: órfã desde a infância, herdeira de um nome antigo e de uma vasta fortuna, catarina de médici foi educada na corte florentina. com apenas 14 anos, o seu tio, o papa, casa-a com o futuro rei henrique ii de franca, mas este só tem olhos para a sua bela amante, diane de poitiers, que humilhava a jovem continuamente. em 1559, após a morte do seu marido, num duelo em paris, catarina vê-se empurrada para o centro do turbilhão da política francesa. com o país dilacerado por conflitos, a viúva de quarenta anos e rainha-mãe tornou-se a figura mais importante de franca durante os trinta anos seguintes. depois de tentar promover a tolerância religiosa, viu-se forcada a adotar métodos extremos enquanto lutava pela sobrevivência do legado do seu marido e pelo direito real dos seus filhos. isto levou ao infame massacre de são bartolomeu, em 24 de agosto de 1572, quando milhares de protestantes franceses foram chacinados. contemporânea e, por vezes, aliada de isabel i de
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 544
Sinopse: Uma história arrebatadora sobre pandemias e vacinas, pelo historiador bestseller Simon Schama. Atravessando as cenas de terror, sofrimento e esperança ¿ em hospitais e prisões, palácios e bairros de lata ¿, vemos um elenco de personagens inesquecíveis: um filósofo-dramaturgo atacado de varíola num château campestre; um médico de Halifax que vai a casa das pessoas vaciná-las; uma médica no sul da Índia que conduz a sua charrete de vacinação pelas ruas afligidas pela peste. Mas visitamos também os laboratórios, em Paris, Hong Kong e Mumbai, onde acontecem as grandes descobertas que salvarão vidas. No centro de tudo, um herói esquecido: Waldemar Haffkine, um revoltado estudante judeu de Odessa que se tornou microbiólogo no Instituto Pasteur, louvado em Inglaterra como «o salvador da humanidade» por ter vacinado milhões de pessoas contra a cólera e a peste bubónica na Índia britânica, apesar de menosprezado pelas autoridades médicas do Raj¿
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 312
Sinopse: cinquenta anos depois do 25 de abril, e recorrendo a testemunhos inéditos de intervenientes diretos no processo, joão céu e silva revela-nos como que comecou a revolucão que fez cair a ditadura. ainda hoje muitos não sabem que foi um livro que deu origem ao acontecimento que mudou o país em 1974 e que bastou ao mais prestigiado general português de então apenas uma frase-choque para derrubar em poucos dias o regime: «a vitória exclusivamente militar é inviável.» esta declaracão do general antónio de spínola no seu livro portugal e o futuro, sobre a guerra no ultramar, arrasou por completo a credibilidade do governo de marcello caetano e provocou um autêntico terramoto no país. a obra, lancada a 22 de fevereiro de 1974, apresentava uma reflexão demolidora sobre a situacão nacional e o futuro das colónias feita por quem melhor os conhecia e teve uma repercussão social e política inédita na sociedade portuguesa. em poucos dias, os duzentos e trinta mil portugueses que compraram o livro compreenderam que o estado novo não tinha solucões para a grave crise que portugal atravessava e que o regime estava preso por um fio. espalhando-se pelo país como fogo em mato seco, as propostas do general em portugal e o futuro abriram o caminho que os capitães de abril tracariam dois meses depois, no golpe que fez por fim cair o regime e que o povo português, que acorreu em massa às ruas, transformou numa revolucão. os capitães concederam-lhe a honra de receber o poder das mãos do sucessor de salazar e nomearam-no presidente da junta de salvacão nacional. no entanto, à primeira oportunidade, o general foi descartado, e spínola não foi capaz de fugir à maldicão que lhe estava destinada por se ter antecipado em dois meses ao fazer apenas com palavras um primeiro 25 de abril. um livro surpreendente e polémico que nos mostra os verdadeiros bastidores da revolucão.
