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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Ferrante disse que gosta de escrever histórias "em que a escrita é clara, honesta, e em que os factos — os factos da vida normal — prendem extraordinariamente o leitor". Com efeito, a sua prosa possui uma clareza despojada, e é muitas vezes aforística e contida (…). Mas o que os seus primeiros romances têm de electrizante é que, ao acompanhar complacentemente as situações desesperadas das suas personagens, a própria escrita de Ferrante não conhece limites, está ansiosa por levar cada pensamento para diante, até à sua mais radical conclusão, e para trás, até à sua mais radical origem. Isto é sobretudo óbvio na forma destemida como os seus narradores femininos pensam sobre filhos e sobre maternidade."Do Prefácio de James Wood
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Ferrante disse que gosta de escrever histórias "em que a escrita é clara, honesta, e em que os factos — os factos da vida normal — prendem extraordinariamente o leitor". Com efeito, a sua prosa possui uma clareza despojada, e é muitas vezes aforística e contida (…). Mas o que os seus primeiros romances têm de electrizante é que, ao acompanhar complacentemente as situações desesperadas das suas personagens, a própria escrita de Ferrante não conhece limites, está ansiosa por levar cada pensamento para diante, até à sua mais radical conclusão, e para trás, até à sua mais radical origem. Isto é sobretudo óbvio na forma destemida como os seus narradores femininos pensam sobre filhos e sobre maternidade."Do Prefácio de James Wood
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Gostava de escrever uma prece bonita."Esta frase foi escrita por Flannery O’Connor durante a sua juventude, neste diário profundamente espiritual, recentemente descoberto entre os objetos que deixou na Georgia.Escrito entre 1946 e 1947, enquanto O’Connor estudava longe de casa na Universidade de Iowa, "Um Diário de Preces" é um portal raro de acesso à vida íntima da escritora. Não apenas revela a relação singular de O’Connor com o divino, como nos mostra a forte ligação entre o seu desejo de escrita e o seu enternecimento por Deus.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Gostava de escrever uma prece bonita."Esta frase foi escrita por Flannery O’Connor durante a sua juventude, neste diário profundamente espiritual, recentemente descoberto entre os objetos que deixou na Georgia.Escrito entre 1946 e 1947, enquanto O’Connor estudava longe de casa na Universidade de Iowa, "Um Diário de Preces" é um portal raro de acesso à vida íntima da escritora. Não apenas revela a relação singular de O’Connor com o divino, como nos mostra a forte ligação entre o seu desejo de escrita e o seu enternecimento por Deus.
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Foi muitas vezes notada (e quase tantas vezes censurada) a aparente indiferença de Austen aos grandes eventos históricos do seu tempo. Apesar da ténue sombra das guerras napoleónicas, Persuasão continua a não ter espaço para a Revolução Francesa nem para os debates abolicionistas; mas é revolucionário noutro sentido. Mais radical ainda do que ser um romance antiaristocracia e pró-meritocracia, parece ser também um romance antifamília e pró-afinidade. É um livro ferozmente contra a obrigação de aceitar o que nos cabe à nascença e a favor de procurar o que queremos em lugares mais improváveis." "Do Posfácio"
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Foi muitas vezes notada (e quase tantas vezes censurada) a aparente indiferença de Austen aos grandes eventos históricos do seu tempo. Apesar da ténue sombra das guerras napoleónicas, Persuasão continua a não ter espaço para a Revolução Francesa nem para os debates abolicionistas; mas é revolucionário noutro sentido. Mais radical ainda do que ser um romance antiaristocracia e pró-meritocracia, parece ser também um romance antifamília e pró-afinidade. É um livro ferozmente contra a obrigação de aceitar o que nos cabe à nascença e a favor de procurar o que queremos em lugares mais improváveis." "Do Posfácio"
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Fala, Memória" é um dos mais deslumbrantes livros que alguém escreveu sobre o seu passado. Talvez porque, para Nabokov, mais importante do que a política ou a vida usual, era a arte sob a forma da escrita, o amor, o voo colorido das borboletas, a recusa da vulgaridade e os problemas de xadrez."O presente trabalho colecciona recordações pessoais sistematicamente correlacionadas, que em termos geográficos se estendem de São Petersburgo a Saint-Nazaire e abrangem trinta e sete anos, de Agosto de 1903 a Maio de 1940, com incursões várias a um espaço--tempo posterior."Do Prefácio de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Fala, Memória" é um dos mais deslumbrantes livros que alguém escreveu sobre o seu passado. Talvez porque, para Nabokov, mais importante do que a política ou a vida usual, era a arte sob a forma da escrita, o amor, o voo colorido das borboletas, a recusa da vulgaridade e os problemas de xadrez."O presente trabalho colecciona recordações pessoais sistematicamente correlacionadas, que em termos geográficos se estendem de São Petersburgo a Saint-Nazaire e abrangem trinta e sete anos, de Agosto de 1903 a Maio de 1940, com incursões várias a um espaço--tempo posterior."Do Prefácio de Vladimir Nabokov
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Este Ofício de Poeta é uma introdução à literatura, ao gosto e ao próprio Borges. " Do Posfácio
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Este Ofício de Poeta é uma introdução à literatura, ao gosto e ao próprio Borges. " Do Posfácio
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Estamos nos finais de Maio, em plena retirada, em pleno desastre. Sacrificam-se tripulações como quem lança copos de água num incêndio na floresta. Como se podem avaliar os riscos quando tudo se desmorona? (…) Em três semanas perdemos dezassete das vinte e três tripulações. Derretemos como a cera. (…) Sabemos muito bem que a única coisa a fazer é lançarmo-nos na fogueira, mesmo que isso seja um gesto inútil. Em toda a França somos cinquenta. Nos nossos ombros pesa toda a estratégia do exército francês!"
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Estamos nos finais de Maio, em plena retirada, em pleno desastre. Sacrificam-se tripulações como quem lança copos de água num incêndio na floresta. Como se podem avaliar os riscos quando tudo se desmorona? (…) Em três semanas perdemos dezassete das vinte e três tripulações. Derretemos como a cera. (…) Sabemos muito bem que a única coisa a fazer é lançarmo-nos na fogueira, mesmo que isso seja um gesto inútil. Em toda a França somos cinquenta. Nos nossos ombros pesa toda a estratégia do exército francês!"
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Esta é a noite mais triste, porque me vou embora e não volto mais."Esta é a primeira frase de Jay, personagem da fascinante história de Hanif Kureishi sobre o final de um relacionamento."O melhor livro de Kureishi até ao momento." [The Times]
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Esta é a noite mais triste, porque me vou embora e não volto mais."Esta é a primeira frase de Jay, personagem da fascinante história de Hanif Kureishi sobre o final de um relacionamento."O melhor livro de Kureishi até ao momento." [The Times]
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Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 896
Sinopse:
"Embora seja uma das maiores histórias de amor da literatura mundial, Anna Karénina não é apenas um romance de aventura. Verdadeiramente interessado por temas morais, Tolstoi era um eterno preocupado com questões que são importantes para a humanidade em todas as épocas. Bom, há uma questão moral em Anna Karénina, embora não aquela que o leitor habitual possa crer que seja. Esta moral não é certamente o ter cometido adultério, Anna pagou por isso (num sentido vago pode dizer-se que é esta a moral do final de Madame Bovary). Não é isto, seguramente, por razões óbvias: se Anna ficasse com Karenin e escondesse do mundo o seu affair, não pagaria por isso primeiro com a felicidade e depois com a própria vida. Anna não foi castigada pelo seu pecado (podia muito bem ter-se safado deste) nem por violar as convenções da sociedade, muito temporais como aliás são todas as convenções e sem ter nada a ver com as eternas exigências da moralidade. Qual era então a «mensagem» moral que Tolstoi queria passar neste romance? Entendemo-la melhor se olharmos o resto do livro e compararmos a história de Lévin e Kiti com a de Vronski e Anna. O casamento de Lévin é baseado num conceito metafísico, não apenas físico, do amor, na boa-vontade e no sacrifício, no respeito mútuo. A aliança Anna-Vronski é fundada apenas no amor carnal e é aqui que reside a sua ruína." - Do Posfácio, de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 896
Sinopse:
"Embora seja uma das maiores histórias de amor da literatura mundial, Anna Karénina não é apenas um romance de aventura. Verdadeiramente interessado por temas morais, Tolstoi era um eterno preocupado com questões que são importantes para a humanidade em todas as épocas. Bom, há uma questão moral em Anna Karénina, embora não aquela que o leitor habitual possa crer que seja. Esta moral não é certamente o ter cometido adultério, Anna pagou por isso (num sentido vago pode dizer-se que é esta a moral do final de Madame Bovary). Não é isto, seguramente, por razões óbvias: se Anna ficasse com Karenin e escondesse do mundo o seu affair, não pagaria por isso primeiro com a felicidade e depois com a própria vida. Anna não foi castigada pelo seu pecado (podia muito bem ter-se safado deste) nem por violar as convenções da sociedade, muito temporais como aliás são todas as convenções e sem ter nada a ver com as eternas exigências da moralidade. Qual era então a «mensagem» moral que Tolstoi queria passar neste romance? Entendemo-la melhor se olharmos o resto do livro e compararmos a história de Lévin e Kiti com a de Vronski e Anna. O casamento de Lévin é baseado num conceito metafísico, não apenas físico, do amor, na boa-vontade e no sacrifício, no respeito mútuo. A aliança Anna-Vronski é fundada apenas no amor carnal e é aqui que reside a sua ruína." - Do Posfácio, de Vladimir Nabokov
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Em O Cartel, Don Winslow escreveu o seu melhor e mais extenso romance. Este livro é o Guerra e Paz dos livros sobre as guerras de droga. Tenso, brutal, com uma atmosfera selvagem e um enredo extremamente bem pensado (…)" [James Ellroy]
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Em O Cartel, Don Winslow escreveu o seu melhor e mais extenso romance. Este livro é o Guerra e Paz dos livros sobre as guerras de droga. Tenso, brutal, com uma atmosfera selvagem e um enredo extremamente bem pensado (…)" [James Ellroy]
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Em O Guarda do Pomar, o grande protagonista talvez seja o universo natural. Aqui, a natureza enfrenta o assalto constante do homem, está acossada, à beira da extinção. Com ela, morrem os usos e costumes tradicionais, incompatíveis com um mundo regido por leis rigorosas, por semáforos, por formulários e impressos." [Da Nota Introdutória]
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Em O Guarda do Pomar, o grande protagonista talvez seja o universo natural. Aqui, a natureza enfrenta o assalto constante do homem, está acossada, à beira da extinção. Com ela, morrem os usos e costumes tradicionais, incompatíveis com um mundo regido por leis rigorosas, por semáforos, por formulários e impressos." [Da Nota Introdutória]
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"É a história de um amor, o maior e mais terrível sobre que me foi dado escrever. Eu sei-o. Qualquer um pode ficar a sabê-lo por si. Trata-se de um amor que não é nomeado nos romances e que também não é nomeado por aqueles que o vivem. De um sentimento que de certo modo não tem ainda o seu vocabulário, os seus hábitos e rituais. Trata-se de um amor perdido. Perdido como perdição. Leiam o livro, leiam-no mesmo que de início o detestem. Já nada temos a perder, nem eu dos leitores, nem os leitores de mim. Leiam tudo. Leiam todas as distâncias que vos são indicadas, as dos corredores que rodeiam a história e a acalmam e nos concedem o tempo de os percorrer. Continuem a ler e de súbito terão atravessado a história, os seus risos, a sua agonia, os seus desertos. Sinceramente vossa. Duras"
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"É a história de um amor, o maior e mais terrível sobre que me foi dado escrever. Eu sei-o. Qualquer um pode ficar a sabê-lo por si. Trata-se de um amor que não é nomeado nos romances e que também não é nomeado por aqueles que o vivem. De um sentimento que de certo modo não tem ainda o seu vocabulário, os seus hábitos e rituais. Trata-se de um amor perdido. Perdido como perdição. Leiam o livro, leiam-no mesmo que de início o detestem. Já nada temos a perder, nem eu dos leitores, nem os leitores de mim. Leiam tudo. Leiam todas as distâncias que vos são indicadas, as dos corredores que rodeiam a história e a acalmam e nos concedem o tempo de os percorrer. Continuem a ler e de súbito terão atravessado a história, os seus risos, a sua agonia, os seus desertos. Sinceramente vossa. Duras"
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Do Amor" é um livro de Stendhal, escrito em 1820 e publicado dois anos depois, que analisa a fisiologia da paixão amorosa através de uma perspetiva que combina a psicologia e a sociologia.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Do Amor" é um livro de Stendhal, escrito em 1820 e publicado dois anos depois, que analisa a fisiologia da paixão amorosa através de uma perspetiva que combina a psicologia e a sociologia.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Desenvolvendo-se ao longo do tempo, em conversa com um Sócrates jovem, que aqui assume ironicamente o papel de discípulo, a exposição de Diotima orienta-se segundo o esquema antes definido por Ágaton: a natureza de Eros e os seus efeitos sobre os homens. a realidade contraditória do Amor prefigura-se com o mito do seu nascimento (203a-c), onde Platão alcança uma das suas mais belas e sugestivas criações artísticas (…)." [Da Introdução] Com 39 desenhos de Maria Helena Vieira da Silva, esta edição de "O Banquete" tem tradução e introdução de Maria Teresa Schiappa de Azevedo.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Desenvolvendo-se ao longo do tempo, em conversa com um Sócrates jovem, que aqui assume ironicamente o papel de discípulo, a exposição de Diotima orienta-se segundo o esquema antes definido por Ágaton: a natureza de Eros e os seus efeitos sobre os homens. a realidade contraditória do Amor prefigura-se com o mito do seu nascimento (203a-c), onde Platão alcança uma das suas mais belas e sugestivas criações artísticas (…)." [Da Introdução] Com 39 desenhos de Maria Helena Vieira da Silva, esta edição de "O Banquete" tem tradução e introdução de Maria Teresa Schiappa de Azevedo.
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Edição: Abr 1988
Nº Páginas: 185
Sinopse:
"Deu-se então em mim uma espécie de estalido. O panorama que se avistava daquele quarto provocava-me um sentimento de inquietação, uma apreensão que eu já conhecera. Aquelas fachadas, aquela rua deserta, aquelas silhuetas de sentinela no crepúsculo perturbavam-me à maneira insidiosa de um perfume ou de uma canção outrora familiares. E tive a certeza de que muitas vezes, àquela mesma hora, ficava ali, imóvel, à espreita, sem fazer o mínimo gesto, sem ousar sequer acender a luz. Quando tornei a entrar na sala, julguei que já não havia lá ninguém, mas afinal estava a dona da casa estendida no banco de veludo. Dormia. Aproximei-me silenciosamente e sentei-me na outra ponta do banco. Uma bandeja com um bule e duas chávenas, no meio do tapete de lã branca. Tossi um pouco. Ela não acordou. Então, deitei chá nas duas chávenas. Estava frio."
Nº Páginas: 185
Sinopse:
"Deu-se então em mim uma espécie de estalido. O panorama que se avistava daquele quarto provocava-me um sentimento de inquietação, uma apreensão que eu já conhecera. Aquelas fachadas, aquela rua deserta, aquelas silhuetas de sentinela no crepúsculo perturbavam-me à maneira insidiosa de um perfume ou de uma canção outrora familiares. E tive a certeza de que muitas vezes, àquela mesma hora, ficava ali, imóvel, à espreita, sem fazer o mínimo gesto, sem ousar sequer acender a luz. Quando tornei a entrar na sala, julguei que já não havia lá ninguém, mas afinal estava a dona da casa estendida no banco de veludo. Dormia. Aproximei-me silenciosamente e sentei-me na outra ponta do banco. Uma bandeja com um bule e duas chávenas, no meio do tapete de lã branca. Tossi um pouco. Ela não acordou. Então, deitei chá nas duas chávenas. Estava frio."
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Conflito Interno" é uma história sobre lealdades que não resistem à colisão entre amor e política e confirma Kamila Shamsie como uma grande escritora dos nossos tempos.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Conflito Interno" é uma história sobre lealdades que não resistem à colisão entre amor e política e confirma Kamila Shamsie como uma grande escritora dos nossos tempos.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 768
Sinopse:
"David Copperfield" conta-nos a aventura de um rapaz, desde uma infância infeliz, até à descoberta da sua verdadeira vocação, a de romancista. Entre os fantásticos personagens do livro estão o seu padrasto, Mr. Murdstone; Steerforth, o brilhante, mas desprezível colega de escola; a formidável tia Betsey Trotwood; a humilde e traiçoeira Uriah Heep; a frívola e encantadora Dora; e ainda o "remediado" Micawber, uma das maiores criações cómicas da literatura de todos os tempos.
Nº Páginas: 768
Sinopse:
"David Copperfield" conta-nos a aventura de um rapaz, desde uma infância infeliz, até à descoberta da sua verdadeira vocação, a de romancista. Entre os fantásticos personagens do livro estão o seu padrasto, Mr. Murdstone; Steerforth, o brilhante, mas desprezível colega de escola; a formidável tia Betsey Trotwood; a humilde e traiçoeira Uriah Heep; a frívola e encantadora Dora; e ainda o "remediado" Micawber, uma das maiores criações cómicas da literatura de todos os tempos.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Corpos Celestes" narra a vida de três irmãs na aldeia de al-Awafi, em Omã. Mayya, que casa com Abdallah após um desgosto amoroso; Asma, casada por obrigação; e Khawla, que rejeita todas as propostas enquanto espera pelo seu amado, que emigrou para o Canadá. Estas três mulheres e as suas famílias testemunham o desenvolvimento de Omã, de uma sociedade tradicional e esclavagista, passando pela era pós-colonial, até aos dias de hoje, marcados por um presente complexo. Elegantemente estruturado e sempre tenso, "Corpos Celestes" é um romance que vê o seu potencial desenrolar-se na narrativa do desenvolvimento de Omã através dos amores e perdas de uma família.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Corpos Celestes" narra a vida de três irmãs na aldeia de al-Awafi, em Omã. Mayya, que casa com Abdallah após um desgosto amoroso; Asma, casada por obrigação; e Khawla, que rejeita todas as propostas enquanto espera pelo seu amado, que emigrou para o Canadá. Estas três mulheres e as suas famílias testemunham o desenvolvimento de Omã, de uma sociedade tradicional e esclavagista, passando pela era pós-colonial, até aos dias de hoje, marcados por um presente complexo. Elegantemente estruturado e sempre tenso, "Corpos Celestes" é um romance que vê o seu potencial desenrolar-se na narrativa do desenvolvimento de Omã através dos amores e perdas de uma família.
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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar." [Do Prefácio]
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Da magnífica residência dos Sackville West, o castelo de Knole, Virginia faz a moldura da sua biografia fantástica; de Vita, herdeira de uma das maiores famílias de Inglaterra, o modelo do seu herói. Homem e depois mulher, mas sobretudo homem e mulher, Orlando poderia ter saído com todas as suas armas do cérebro do Aristófanes do Banquete (…)." - Monique Nathan, em Virginia Woolf
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Da magnífica residência dos Sackville West, o castelo de Knole, Virginia faz a moldura da sua biografia fantástica; de Vita, herdeira de uma das maiores famílias de Inglaterra, o modelo do seu herói. Homem e depois mulher, mas sobretudo homem e mulher, Orlando poderia ter saído com todas as suas armas do cérebro do Aristófanes do Banquete (…)." - Monique Nathan, em Virginia Woolf
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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Cada livro de Jack Kerouac é único, um diamante telepático. (…) Esta fecunda escrita natural, não tem semelhante na última metade do séc. XX, é uma síntese de Proust, Céline, Thomas Wolfe, Hemingway, Genet, Thelonious Monk, Basho, Charlie Parker e da própria compreensão do sagrado de Kerouac. "Big Sur" é uma humana, exacta narrativa da espantosa devastação causada pelo delirium tremens alcoólico em Kerouac, um romancista excepcional que forçou os seus limites, uma proeza que poucos escritores tão atormentados realizaram — outros entraram em colapso. Aqui encontramos a S. Francisco dos poetas, e reconhecemos o herói Dean Moriarty dez anos depois de "Pela Estrada Fora". Jack Kerouac era um "autor," como o seu grande igual W. S. Burroughs disse, e aqui, no cume do seu genial temperamento sofredor, escreveu através da dor para acabar no brilhante poema final "Mar", nos alucinatórios sons do Oceano Pacífico em Big Sur." - Allen Ginsberg, 10-10-91 N. Y. C.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Cada livro de Jack Kerouac é único, um diamante telepático. (…) Esta fecunda escrita natural, não tem semelhante na última metade do séc. XX, é uma síntese de Proust, Céline, Thomas Wolfe, Hemingway, Genet, Thelonious Monk, Basho, Charlie Parker e da própria compreensão do sagrado de Kerouac. "Big Sur" é uma humana, exacta narrativa da espantosa devastação causada pelo delirium tremens alcoólico em Kerouac, um romancista excepcional que forçou os seus limites, uma proeza que poucos escritores tão atormentados realizaram — outros entraram em colapso. Aqui encontramos a S. Francisco dos poetas, e reconhecemos o herói Dean Moriarty dez anos depois de "Pela Estrada Fora". Jack Kerouac era um "autor," como o seu grande igual W. S. Burroughs disse, e aqui, no cume do seu genial temperamento sofredor, escreveu através da dor para acabar no brilhante poema final "Mar", nos alucinatórios sons do Oceano Pacífico em Big Sur." - Allen Ginsberg, 10-10-91 N. Y. C.
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Edição: Dez 2003
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 359
Sinopse:
"As Ligações Perigosas" é um romance em que mais do que a paixão se descreve o fingimento. A sua forma é a da correspondência trocada entre diversas personagens, alternando o espírito libertino e a candura, a sedução e a vertigem. O seu autor, Choderlos de Laclos, nasceu em Amiens, em Outubro de 1741. Foi militar de carreira e atingiu o posto de general pouco antes de morrer, em 1800. Escreveu "As Ligações Perigosas" quando estava aquartelado na Ilha de Ré e decidiu contar uma história que "ressoasse ainda na terra depois de por ela ter passado". Os privilegiados, disse Vailland, "não lhe perdoaram ter sido um revolucionário e os revolucionários inquietaram-se ao vê-lo tão bem informado dos prazeres dos privilegiados".
Nº Páginas: 359
Sinopse:
"As Ligações Perigosas" é um romance em que mais do que a paixão se descreve o fingimento. A sua forma é a da correspondência trocada entre diversas personagens, alternando o espírito libertino e a candura, a sedução e a vertigem. O seu autor, Choderlos de Laclos, nasceu em Amiens, em Outubro de 1741. Foi militar de carreira e atingiu o posto de general pouco antes de morrer, em 1800. Escreveu "As Ligações Perigosas" quando estava aquartelado na Ilha de Ré e decidiu contar uma história que "ressoasse ainda na terra depois de por ela ter passado". Os privilegiados, disse Vailland, "não lhe perdoaram ter sido um revolucionário e os revolucionários inquietaram-se ao vê-lo tão bem informado dos prazeres dos privilegiados".
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Ondas" é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no "instante em que uma estrela se pôs a pensar". Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim: ""As Ondas" é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a "Arte da Fuga" de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade. Tanto como uma meditação sobre a vida, "As Ondas" é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Ondas" é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no "instante em que uma estrela se pôs a pensar". Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim: ""As Ondas" é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a "Arte da Fuga" de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade. Tanto como uma meditação sobre a vida, "As Ondas" é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração."
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Brilhante! Finalmente um romance que entende o rock and roll! O terceiro livro de Don DeLillo expõe o rock como um mito romântico, uma mercadoria dispensável, como uma forma de arte intrinsecamente ligada ao comércio. É tão impertinente que as ideias principais apenas nos atingem algum tempo depois, tal e qual como o bom rock and roll." [The Village Voice] "DeLillo é um escritor perturbante, um talento amadurecido, vivo e astucioso. Este livro é a prova de que é um escritor que se sabe ultrapassar a si próprio, atingindo constantemente novos patamares." [Newsweek] "DeLillo tem a força e a imaginação de Thomas Pynchon ou de John Barth, possuindo, no entanto, um sentido de proporção e um estilo de que estes muitas vezes carecem." [Irish Times] "Brilhante, profundamente chocante." [The New York Review of Books]
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Brilhante! Finalmente um romance que entende o rock and roll! O terceiro livro de Don DeLillo expõe o rock como um mito romântico, uma mercadoria dispensável, como uma forma de arte intrinsecamente ligada ao comércio. É tão impertinente que as ideias principais apenas nos atingem algum tempo depois, tal e qual como o bom rock and roll." [The Village Voice] "DeLillo é um escritor perturbante, um talento amadurecido, vivo e astucioso. Este livro é a prova de que é um escritor que se sabe ultrapassar a si próprio, atingindo constantemente novos patamares." [Newsweek] "DeLillo tem a força e a imaginação de Thomas Pynchon ou de John Barth, possuindo, no entanto, um sentido de proporção e um estilo de que estes muitas vezes carecem." [Irish Times] "Brilhante, profundamente chocante." [The New York Review of Books]
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"As crianças cansaram-se do castelo de areia. Desataram a correr para que a água jorrasse das poças à beira das ondas. Acordada do pequeno e tranquilo universo pessoal para o qual tinha resvalado, Yasue correu atrás delas." Este livro reúne alguns dos melhores e mais inspiradores contos de Yukio Mishima.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"As crianças cansaram-se do castelo de areia. Desataram a correr para que a água jorrasse das poças à beira das ondas. Acordada do pequeno e tranquilo universo pessoal para o qual tinha resvalado, Yasue correu atrás delas." Este livro reúne alguns dos melhores e mais inspiradores contos de Yukio Mishima.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 800
Sinopse:
"Anna Karénina morre no mundo do romance; mas cada vez que lemos o livro ela ressuscita, e mesmo depois de o termos acabado adquire outra vida na nossa recordação. Em cada personagem literária existe algo da Fénix imortal. Através das vidas perduráveis dos seus personagens, a própria existência de Tolstoi teve a sua eternidade."Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 800
Sinopse:
"Anna Karénina morre no mundo do romance; mas cada vez que lemos o livro ela ressuscita, e mesmo depois de o termos acabado adquire outra vida na nossa recordação. Em cada personagem literária existe algo da Fénix imortal. Através das vidas perduráveis dos seus personagens, a própria existência de Tolstoi teve a sua eternidade."Vladimir Nabokov
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Amante de Gatos", de Kristen Roupenian, foi em 2017 um dos dois contos mais lidos de sempre, tanto online como em papel, na "The New Yorker". Tal sucesso deve-se, segundo o "Washington Post", ao facto de o conto dar voz não ao leitor comum da publicação, mas a uma geração mais jovem. Segundo a "The Atlantic", o conto capta o medo das jovens mulheres a viver em 2017, o que, entre outras coisas, implica uma desesperante necessidade de ser boa e simpática a todo o custo. "Tu Sabes Que Queres" é uma coletânea que inclui esse e outros contos, onde Roupenian explora as conexões complexas e por vezes sombrias de género, sexo e poder. "Tu Sabes Que Queres" será brevemente adaptado a série de televisão pela HBO.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Amante de Gatos", de Kristen Roupenian, foi em 2017 um dos dois contos mais lidos de sempre, tanto online como em papel, na "The New Yorker". Tal sucesso deve-se, segundo o "Washington Post", ao facto de o conto dar voz não ao leitor comum da publicação, mas a uma geração mais jovem. Segundo a "The Atlantic", o conto capta o medo das jovens mulheres a viver em 2017, o que, entre outras coisas, implica uma desesperante necessidade de ser boa e simpática a todo o custo. "Tu Sabes Que Queres" é uma coletânea que inclui esse e outros contos, onde Roupenian explora as conexões complexas e por vezes sombrias de género, sexo e poder. "Tu Sabes Que Queres" será brevemente adaptado a série de televisão pela HBO.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Acredito que a nossa época vai ocupar-se do amor com um pouco mais de seriedade do que as anteriores..."
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Acredito que a nossa época vai ocupar-se do amor com um pouco mais de seriedade do que as anteriores..."
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