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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"A Travessia" tem por cenário os ranchos do Sul dos EUA durante os anos que antecederam a II Guerra Mundial e narra as aventuras de Billy Parham, de dezasseis anos, e do seu irmão mais novo, Boyd.Fascinado por uma ardilosa loba que tem atacado a propriedade da família, Billy captura o animal. Mas, ao invés de o matar, parte em busca da sua origem — as montanhas do México — com o intuito de o devolver ao seu ambiente natural. No regresso, Billy depara-se com um mundo irreversivelmente mudado. A perda da sua inocência tem um preço e, mais uma vez, o horizonte brilha com a sua desoladora beleza e cruel promessa.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"A Travessia" tem por cenário os ranchos do Sul dos EUA durante os anos que antecederam a II Guerra Mundial e narra as aventuras de Billy Parham, de dezasseis anos, e do seu irmão mais novo, Boyd.Fascinado por uma ardilosa loba que tem atacado a propriedade da família, Billy captura o animal. Mas, ao invés de o matar, parte em busca da sua origem — as montanhas do México — com o intuito de o devolver ao seu ambiente natural. No regresso, Billy depara-se com um mundo irreversivelmente mudado. A perda da sua inocência tem um preço e, mais uma vez, o horizonte brilha com a sua desoladora beleza e cruel promessa.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A Solidão dos Números Primos" obteve o Prémio Strega em 2008 e o Prémio Campiello Opera Prima e foi traduzido em mais de quarenta línguas.A narrativa centra-se nas vidas de Alice e Mattia, ambos marcados por um episódio traumático sucedido na sua infância afinal parecem-se com aqueles números especiais, a que os matemáticos chamam "primos gémeos", que estão separados apenas por um número par, próximos mas incapazes de se tocarem realmente.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A Solidão dos Números Primos" obteve o Prémio Strega em 2008 e o Prémio Campiello Opera Prima e foi traduzido em mais de quarenta línguas.A narrativa centra-se nas vidas de Alice e Mattia, ambos marcados por um episódio traumático sucedido na sua infância afinal parecem-se com aqueles números especiais, a que os matemáticos chamam "primos gémeos", que estão separados apenas por um número par, próximos mas incapazes de se tocarem realmente.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 278
Sinopse:
"A Morte de Virgílio" é um dos maiores romances do século XX, uma vasta meditação lírica que exprime inquietação sobre a morte, o sentido da vida e a possibilidade de conhecer o mundo. Construído com um monólogo interior em que se entrecruzam tempos e espaços, o livro tem um estilo em ruptura com as normas narrativas tradicionais. Foi a própria morte do poeta Virgílio que serviu de ponto de partida à elaboração desta obra de concepção sinfónica.
Nº Páginas: 278
Sinopse:
"A Morte de Virgílio" é um dos maiores romances do século XX, uma vasta meditação lírica que exprime inquietação sobre a morte, o sentido da vida e a possibilidade de conhecer o mundo. Construído com um monólogo interior em que se entrecruzam tempos e espaços, o livro tem um estilo em ruptura com as normas narrativas tradicionais. Foi a própria morte do poeta Virgílio que serviu de ponto de partida à elaboração desta obra de concepção sinfónica.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 322
Sinopse:
"A Gaia Ciência" (1882) é uma obra que acolhe em si todo o percurso nietzschiano anterior e que prepara, de maneira decisiva, tudo aquilo que virá em seguida. É possível encontrar no livro, implícita ou explicitamente, as formulações mais decisivas de todas essas expressões com as quais nos acostumamos a associar a obra filosófica de Nietzsche: a noção de corpo, a morte de Deus, as sombras de Deus, o eterno retorno do mesmo, a crítica à moral, o ressentimento, a vontade de poder, etc. Um clássico da literatura universal.
Nº Páginas: 322
Sinopse:
"A Gaia Ciência" (1882) é uma obra que acolhe em si todo o percurso nietzschiano anterior e que prepara, de maneira decisiva, tudo aquilo que virá em seguida. É possível encontrar no livro, implícita ou explicitamente, as formulações mais decisivas de todas essas expressões com as quais nos acostumamos a associar a obra filosófica de Nietzsche: a noção de corpo, a morte de Deus, as sombras de Deus, o eterno retorno do mesmo, a crítica à moral, o ressentimento, a vontade de poder, etc. Um clássico da literatura universal.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"A generalidade dos estudiosos concorda que a fonte principal de inspiração de Shakespeare para "Bem Está O Que Bem Acaba" foi a história de Giletta di Narbona, que constitui a nona novela do Terceiro Dia do Decameron, da autoria do italiano Giovanni Boccaccio (1313-1375). É improvável que o dramaturgo inglês tenha lido essa história no original italiano, e, por isso, têm sido aventadas duas hipóteses sobre o texto a que ele terá tido acesso: uns entendem que Shakespeare leu a história numa versão inglesa publicada em "The Palace of Pleasure de William Painter" (1540?-1594), cujo primeiro volume veio a público em 1566; outros defendem que o seu contacto com a história de Giletta lhe foi proporcionado pela leitura da versão francesa — é sabido que Shakespeare tinha alguns conhecimentos de francês —, da responsabilidade de Antoine le Maçon, publicada em Paris em 1584. G. K. Hunter, na excelente introdução à sua edição de "All’s Well That Ends Well", desenvolve esta questão com alguma profundidade, apresentando alguns dos argumentos que têm sido invocados, quer a favor da hipótese Painter quer da hipótese Le Maçon, mas não se decide por qualquer delas. (…) O que Shakespeare foi capaz de fazer melhor do que ninguém foi levar-nos a reflectir — através dos comportamentos das personagens que adoptou e da forma como aproveitou histórias conhecidas — sobre a vida, o homem (com as suas virtudes e os seus defeitos), a natureza, a religião, etc., através da utilização de uma linguagem inovadora e incomparavelmente vigorosa, criativa e poética." Da Introdução de M. Gomes da Torre
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"A generalidade dos estudiosos concorda que a fonte principal de inspiração de Shakespeare para "Bem Está O Que Bem Acaba" foi a história de Giletta di Narbona, que constitui a nona novela do Terceiro Dia do Decameron, da autoria do italiano Giovanni Boccaccio (1313-1375). É improvável que o dramaturgo inglês tenha lido essa história no original italiano, e, por isso, têm sido aventadas duas hipóteses sobre o texto a que ele terá tido acesso: uns entendem que Shakespeare leu a história numa versão inglesa publicada em "The Palace of Pleasure de William Painter" (1540?-1594), cujo primeiro volume veio a público em 1566; outros defendem que o seu contacto com a história de Giletta lhe foi proporcionado pela leitura da versão francesa — é sabido que Shakespeare tinha alguns conhecimentos de francês —, da responsabilidade de Antoine le Maçon, publicada em Paris em 1584. G. K. Hunter, na excelente introdução à sua edição de "All’s Well That Ends Well", desenvolve esta questão com alguma profundidade, apresentando alguns dos argumentos que têm sido invocados, quer a favor da hipótese Painter quer da hipótese Le Maçon, mas não se decide por qualquer delas. (…) O que Shakespeare foi capaz de fazer melhor do que ninguém foi levar-nos a reflectir — através dos comportamentos das personagens que adoptou e da forma como aproveitou histórias conhecidas — sobre a vida, o homem (com as suas virtudes e os seus defeitos), a natureza, a religião, etc., através da utilização de uma linguagem inovadora e incomparavelmente vigorosa, criativa e poética." Da Introdução de M. Gomes da Torre
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"A Nave dos Loucos", escrito ao longo de vinte anos, foi o primeiro e único romance de Katherine Anne Porter. Repleto de conflito, paixão e intriga política, conta-nos a viagem de um navio internacional de passageiros com destino à Alemanha, numa época em que a guerra estava iminente. Publicado pela primeira vez em 1962, "A Nave dos Loucos" alcançou um êxito imediato, depressa sendo adaptado ao cinema.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
"A Nave dos Loucos", escrito ao longo de vinte anos, foi o primeiro e único romance de Katherine Anne Porter. Repleto de conflito, paixão e intriga política, conta-nos a viagem de um navio internacional de passageiros com destino à Alemanha, numa época em que a guerra estava iminente. Publicado pela primeira vez em 1962, "A Nave dos Loucos" alcançou um êxito imediato, depressa sendo adaptado ao cinema.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A história da relação entre Constance Chatterley e Mellors, o guarda de caça do seu marido inválido, é o romance mais controverso de Lawrence e talvez o seu texto mais comovente sobre o amor."
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Sinopse:
"A história da relação entre Constance Chatterley e Mellors, o guarda de caça do seu marido inválido, é o romance mais controverso de Lawrence e talvez o seu texto mais comovente sobre o amor."
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho. Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos. "
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho. Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos. "
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"28 DE AGOSTO. Agora, no momento em que escrevo isto, não sabes nada, nada do que te espera, do mundo a que vais chegar. E eu nada sei de ti. Vi uma imagem na ecografia, e pus uma mão sobre o ventre em que estás, é tudo."
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"28 DE AGOSTO. Agora, no momento em que escrevo isto, não sabes nada, nada do que te espera, do mundo a que vais chegar. E eu nada sei de ti. Vi uma imagem na ecografia, e pus uma mão sobre o ventre em que estás, é tudo."
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 56
Sinopse:
"A Carta de Lorde Chandos", publicada em 1902, é uma missiva ficcionada a Francis Bacon, em que Lorde Chandos, atravessado por uma crise literária e filosófica, explica porque não é capaz de continuar a escrever. O texto corresponde a uma crise do seu autor. Em 1901, Hofmannsthal renunciara à carreira universitária, reviu a sua obra poética, casou com Gerty Schlesinger e foi viver para uma pequena povoação próximo de Viena. Debate-se com a falta de sentido da expressão poética e literária e com o absurdo dos conceitos abstractos, e pensa que um novo começo só pode surgir de uma atitude, a decência de ficar calado.
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Sinopse:
"A Carta de Lorde Chandos", publicada em 1902, é uma missiva ficcionada a Francis Bacon, em que Lorde Chandos, atravessado por uma crise literária e filosófica, explica porque não é capaz de continuar a escrever. O texto corresponde a uma crise do seu autor. Em 1901, Hofmannsthal renunciara à carreira universitária, reviu a sua obra poética, casou com Gerty Schlesinger e foi viver para uma pequena povoação próximo de Viena. Debate-se com a falta de sentido da expressão poética e literária e com o absurdo dos conceitos abstractos, e pensa que um novo começo só pode surgir de uma atitude, a decência de ficar calado.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"(...) H. L. Mencken compara os dois textos deste livro às composições musicais de Johannes Sebastian Bach." - J. L. Borges
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"(...) H. L. Mencken compara os dois textos deste livro às composições musicais de Johannes Sebastian Bach." - J. L. Borges
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 480
Sinopse:
""Ou—Ou. Um Fragmento de Vida" é uma obra ímpar dentro da literatura e da filosofia ocidentais, a todos os níveis e vista de todos os ângulos; não fosse a circunstância de, na Europa de então, como na actual, a língua dinamarquesa ficar submersa por outros idiomas dominantes, e certamente que teria sido reconhecida universalmente como um clássico da literatura e da filosofia, na geração seguinte ao seu aparecimento."
Nº Páginas: 480
Sinopse:
""Ou—Ou. Um Fragmento de Vida" é uma obra ímpar dentro da literatura e da filosofia ocidentais, a todos os níveis e vista de todos os ângulos; não fosse a circunstância de, na Europa de então, como na actual, a língua dinamarquesa ficar submersa por outros idiomas dominantes, e certamente que teria sido reconhecida universalmente como um clássico da literatura e da filosofia, na geração seguinte ao seu aparecimento."
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
""De Quanta Terra Precisa o Homem", de Tolstoi (que Joyce considerava como "a melhor literatura do mundo"), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert."George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski
Nº Páginas: 264
Sinopse:
""De Quanta Terra Precisa o Homem", de Tolstoi (que Joyce considerava como "a melhor literatura do mundo"), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert."George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 800
Sinopse:
""Os Irmãos Karamázov" é o romance mais magistral que alguma vez se escreveu, e nunca seremos capazes de apreciar devidamente o episódio do Grande Inquisidor, que é uma das maiores realizações da literatura mundial." Do posfácio de Sigmund Freud
Nº Páginas: 800
Sinopse:
""Os Irmãos Karamázov" é o romance mais magistral que alguma vez se escreveu, e nunca seremos capazes de apreciar devidamente o episódio do Grande Inquisidor, que é uma das maiores realizações da literatura mundial." Do posfácio de Sigmund Freud
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""Pais e Filhos" não só é o melhor romance de Turguéniev, mas também um dos maiores romances do século XIX."Do Posfácio de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""Pais e Filhos" não só é o melhor romance de Turguéniev, mas também um dos maiores romances do século XIX."Do Posfácio de Vladimir Nabokov
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
""O Grande Gatsby" talvez seja, como alguns afirmaram, o único romance perfeito. T. S. Eliot julgou-o o único grande passo no romance americano desde a morte de Henry James."Anthony Burgess"Não sou minimamente influenciado pela observação que faz sobre mim, quando digo que me interessou e estimulou mais do que qualquer novo romance, inglês ou americano, dos últimos anos."T. S. Eliot
Nº Páginas: 200
Sinopse:
""O Grande Gatsby" talvez seja, como alguns afirmaram, o único romance perfeito. T. S. Eliot julgou-o o único grande passo no romance americano desde a morte de Henry James."Anthony Burgess"Não sou minimamente influenciado pela observação que faz sobre mim, quando digo que me interessou e estimulou mais do que qualquer novo romance, inglês ou americano, dos últimos anos."T. S. Eliot
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A histórica revista literária Paris Review fez as melhores entrevistas aos melhores escritores, e influenciou para sempre o fascínio pela arte da escrita. Depois de duas colectâneas de sucesso, o terceiro volume apresenta uma nova selecção de conversas inesquecíveis para os amantes de literatura: do recente enigma Elena Ferrante à irreverência histórica de Henry Miller, do humor certeiro de Julian Barnes e de Dorothy Parker à inteligência sóbria de George Steiner e de Susan Sontag, passando pela audácia de Karl Ove Knausgård e de Lydia Davis, e pelo desconcerto de Emmanuel Carrère e W.H. Auden. Um livro que dá voz a romancistas, contistas, poetas e ensaístas, encontrando-se entre eles dois prémios Nobel da Literatura — John Steinbeck (1962) e Alice Munro (2013). Susan Sontag — «Um romance que valha a pena ler é uma educação sentimental. Amplia a nossa percepção do potencial da humanidade, do que a natureza humana é, do que se passa no mundo. É um criador de vida interior.» George Steiner — «A grande escrita e o grande pensamento prosperam sob pressão. Pensar é uma actividade solitária, cancerosa, autista e louca.» Karl Ove Knausgård — «Tenho plena consciência do facto de as mulheres serem objectos no livro, porque é assim para mim. Sempre que vejo uma mulher penso: como seria ir para a cama com ela? Acho que é o primeiro pensamento de todos os homens.» Elena Ferrante — «Quando escrevia histórias sobre raparigas, queria que a heroína tivesse uma riqueza de experiências, uma liberdade, uma determinação que tentava imitar dos grandes romances escritor por homens.» John Steinbeck — «Tenho levado uma existência estranhamente incompleta. Sou totalmente desmiolado. Talvez seja uma vantagem. Se tivesse miolos, provavelmente estourá-los-ia.» Dorothy Parker — «Gostaria de ter dinheiro. E gostava de escrever bem. Estes dois elementos poderiam coexistir, se possível, mas se for demasiado difícil, preferia ter dinheiro. Detesto quase todas as pessoas ricas, mas acho que eu própria seria amorosa se tivesse esse tipo de vida.» Henry Miller — «Os tabus não passam de heranças vestigiais, pode-se dizer que são criados por espíritos doentes, pessoas medrosas que não tiveram a coragem de viver.» Alice Munro — «Sinto que fiz tudo ao contrário: fui uma escritora obstinada enquanto as minhas filhas eram pequenas e precisavam de mim desesperadamente. E agora, quando não precisam de mim para nada, sinto um grande amor por elas.» Lydia Davis — «Fugi da escola com uma mochila cheia de pequenos volumes de Shakespeare. Pensei que ia viver nos bosques e ler Shakespeare. Não sei o que pensava que comeria.» W.H. Auden — «Não consigo compreender como se pode gostar de escrever sem qualquer forma. Quando participamos num jogo, tem de haver regras; caso contrário, não é divertido.» Emmanuel Carrère — «Certa vez ouvi uma menina dizer uma coisa de que gostei muito. Tinha-se portado mal e a mãe ralhava-lhe, dizendo: põe-te no lugar das outras pessoas! E a menina respondeu: mas se eu fizer isso, para onde irão essas pessoas?» Julian Barnes — «Seria mais fácil fazer uma lista dos desportos que não sigo, como natação sincronizada e carpet bowls, embora ao fim da noite, de bebida na mão, as transmissões televisivas de carpet bowls possam parecer estranhamente interessantes.» - info
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A histórica revista literária Paris Review fez as melhores entrevistas aos melhores escritores, e influenciou para sempre o fascínio pela arte da escrita. Depois de duas colectâneas de sucesso, o terceiro volume apresenta uma nova selecção de conversas inesquecíveis para os amantes de literatura: do recente enigma Elena Ferrante à irreverência histórica de Henry Miller, do humor certeiro de Julian Barnes e de Dorothy Parker à inteligência sóbria de George Steiner e de Susan Sontag, passando pela audácia de Karl Ove Knausgård e de Lydia Davis, e pelo desconcerto de Emmanuel Carrère e W.H. Auden. Um livro que dá voz a romancistas, contistas, poetas e ensaístas, encontrando-se entre eles dois prémios Nobel da Literatura — John Steinbeck (1962) e Alice Munro (2013). Susan Sontag — «Um romance que valha a pena ler é uma educação sentimental. Amplia a nossa percepção do potencial da humanidade, do que a natureza humana é, do que se passa no mundo. É um criador de vida interior.» George Steiner — «A grande escrita e o grande pensamento prosperam sob pressão. Pensar é uma actividade solitária, cancerosa, autista e louca.» Karl Ove Knausgård — «Tenho plena consciência do facto de as mulheres serem objectos no livro, porque é assim para mim. Sempre que vejo uma mulher penso: como seria ir para a cama com ela? Acho que é o primeiro pensamento de todos os homens.» Elena Ferrante — «Quando escrevia histórias sobre raparigas, queria que a heroína tivesse uma riqueza de experiências, uma liberdade, uma determinação que tentava imitar dos grandes romances escritor por homens.» John Steinbeck — «Tenho levado uma existência estranhamente incompleta. Sou totalmente desmiolado. Talvez seja uma vantagem. Se tivesse miolos, provavelmente estourá-los-ia.» Dorothy Parker — «Gostaria de ter dinheiro. E gostava de escrever bem. Estes dois elementos poderiam coexistir, se possível, mas se for demasiado difícil, preferia ter dinheiro. Detesto quase todas as pessoas ricas, mas acho que eu própria seria amorosa se tivesse esse tipo de vida.» Henry Miller — «Os tabus não passam de heranças vestigiais, pode-se dizer que são criados por espíritos doentes, pessoas medrosas que não tiveram a coragem de viver.» Alice Munro — «Sinto que fiz tudo ao contrário: fui uma escritora obstinada enquanto as minhas filhas eram pequenas e precisavam de mim desesperadamente. E agora, quando não precisam de mim para nada, sinto um grande amor por elas.» Lydia Davis — «Fugi da escola com uma mochila cheia de pequenos volumes de Shakespeare. Pensei que ia viver nos bosques e ler Shakespeare. Não sei o que pensava que comeria.» W.H. Auden — «Não consigo compreender como se pode gostar de escrever sem qualquer forma. Quando participamos num jogo, tem de haver regras; caso contrário, não é divertido.» Emmanuel Carrère — «Certa vez ouvi uma menina dizer uma coisa de que gostei muito. Tinha-se portado mal e a mãe ralhava-lhe, dizendo: põe-te no lugar das outras pessoas! E a menina respondeu: mas se eu fizer isso, para onde irão essas pessoas?» Julian Barnes — «Seria mais fácil fazer uma lista dos desportos que não sigo, como natação sincronizada e carpet bowls, embora ao fim da noite, de bebida na mão, as transmissões televisivas de carpet bowls possam parecer estranhamente interessantes.» - info
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O 2º livro da nova série, o novo fenómeno erótico, após As Cinquenta Sombras de Grey. Mais de 2 500 000 exemplares vendidos da série nos EUA. A jornada de Mia Saunders, acompanhante por força das circunstâncias, continua neste segundo volume de A Rapariga do Calendário! Nos três meses que se seguem, Mia viaja para Boston, Oahu e Washington DC.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O 2º livro da nova série, o novo fenómeno erótico, após As Cinquenta Sombras de Grey. Mais de 2 500 000 exemplares vendidos da série nos EUA. A jornada de Mia Saunders, acompanhante por força das circunstâncias, continua neste segundo volume de A Rapariga do Calendário! Nos três meses que se seguem, Mia viaja para Boston, Oahu e Washington DC.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 1024
Sinopse:
Um guia indispensável para viajar na literatura 1200 lugares, mais de 1000 páginas, de atlântida a xanadu, passando pelo castelo, de kafka, e pelo país das maravilhas. "É um velho costume marítimo que uma nova embarcação seja lançada ao mar com um pedido de bênção para si e para todos os seus tripulantes. Agora que o nosso "Dicionário de Lugares Imaginários" passará a navegar as desconhecidas águas de Portugal, também pedimos que o abençoem as almas generosas de intrépidos viajantes imaginários como Camões, Pessoa, Sophia de Mello Breyner, António Lobo Antunes. Eles entenderão, melhor do que ninguém, a honra que representa para uma obra como a nossa, de viagens a lugares sonhados, partilhar a estante com as crónicas dessas outras viagens a lugares que chamamos, sabe-se lá porquê, verdadeiros." Alberto Manguel
Nº Páginas: 1024
Sinopse:
Um guia indispensável para viajar na literatura 1200 lugares, mais de 1000 páginas, de atlântida a xanadu, passando pelo castelo, de kafka, e pelo país das maravilhas. "É um velho costume marítimo que uma nova embarcação seja lançada ao mar com um pedido de bênção para si e para todos os seus tripulantes. Agora que o nosso "Dicionário de Lugares Imaginários" passará a navegar as desconhecidas águas de Portugal, também pedimos que o abençoem as almas generosas de intrépidos viajantes imaginários como Camões, Pessoa, Sophia de Mello Breyner, António Lobo Antunes. Eles entenderão, melhor do que ninguém, a honra que representa para uma obra como a nossa, de viagens a lugares sonhados, partilhar a estante com as crónicas dessas outras viagens a lugares que chamamos, sabe-se lá porquê, verdadeiros." Alberto Manguel
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Escócia, 1766. Angus McTern tem tudo o que pode desejar na vida. Embora o avô tivesse perdido as terras e o castelo da família num jogo de cartas quando Angus era pequeno, ele continua a encarar seriamente os seus deveres na qualidade de laird. Por conseguinte, quando a herdeira legítima do castelo — a bonita Edilean Talbot — aparece, a calma existência de Angus fica abalada para sempre… No início, Angus trata Edilean com frieza. Ressente-se da educação privilegiada da jovem e sente-se enraivecido pela forma como todo o seu clã parece adorá-la. Contudo, quando a herança de Edilean é roubada e ela precisa desesperadamente da sua ajuda, Angus põe o orgulho de lado. Porém, nem tudo é o que parece, e devido a uma terrível confusão Angus é acusado de se apoderar da herança da jovem. A partir desse momento, a única forma de escapar à perseguição consiste em subir a bordo de um navio na companhia de Edilean. Durante a travessia, o amor começa a nascer entre eles. Contudo, a felicidade é de curta duração pois não é a liberdade aquilo que os espera na América, mas o ganancioso noivo de Edilean, que faz tudo para obrigar Edilean a regressar à Escócia com ele. Porém, o destino volta a reunir Angus e Edilean……
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Escócia, 1766. Angus McTern tem tudo o que pode desejar na vida. Embora o avô tivesse perdido as terras e o castelo da família num jogo de cartas quando Angus era pequeno, ele continua a encarar seriamente os seus deveres na qualidade de laird. Por conseguinte, quando a herdeira legítima do castelo — a bonita Edilean Talbot — aparece, a calma existência de Angus fica abalada para sempre… No início, Angus trata Edilean com frieza. Ressente-se da educação privilegiada da jovem e sente-se enraivecido pela forma como todo o seu clã parece adorá-la. Contudo, quando a herança de Edilean é roubada e ela precisa desesperadamente da sua ajuda, Angus põe o orgulho de lado. Porém, nem tudo é o que parece, e devido a uma terrível confusão Angus é acusado de se apoderar da herança da jovem. A partir desse momento, a única forma de escapar à perseguição consiste em subir a bordo de um navio na companhia de Edilean. Durante a travessia, o amor começa a nascer entre eles. Contudo, a felicidade é de curta duração pois não é a liberdade aquilo que os espera na América, mas o ganancioso noivo de Edilean, que faz tudo para obrigar Edilean a regressar à Escócia com ele. Porém, o destino volta a reunir Angus e Edilean……
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Um "killer" profissional prepara-se para cumprir mais um "contrato", mas a sua missão é sucessivamente comprometida. Motivo: a entrada em cena de uma "femme fatale"… Dany Contreras, agente da polícia agora inspetor de uma companhia de seguros, ao investigar a morte de um importante cliente, vai perceber que um dardo letal disparado do Pantanal amazónico pode chegar a qualquer parte do mundo… George Washington Caucamán, um detetive oriundo da Patagónia transferido para Santiago do Chile, vai deparar-se com um enigmático cliente de uma "hotline"… Com estas três "novelas negras", Luis Sepúlveda, que milhares de leitores já elegeram como o mais "português" dos escritores latino-americanos, regressa ao género policial que já havia abordado com sucesso em "Nome de Toureiro".
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Um "killer" profissional prepara-se para cumprir mais um "contrato", mas a sua missão é sucessivamente comprometida. Motivo: a entrada em cena de uma "femme fatale"… Dany Contreras, agente da polícia agora inspetor de uma companhia de seguros, ao investigar a morte de um importante cliente, vai perceber que um dardo letal disparado do Pantanal amazónico pode chegar a qualquer parte do mundo… George Washington Caucamán, um detetive oriundo da Patagónia transferido para Santiago do Chile, vai deparar-se com um enigmático cliente de uma "hotline"… Com estas três "novelas negras", Luis Sepúlveda, que milhares de leitores já elegeram como o mais "português" dos escritores latino-americanos, regressa ao género policial que já havia abordado com sucesso em "Nome de Toureiro".
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Entre 1915 e 1926, Virginia Woolf escreveu regularmente e em grande detalhe sobre os pequenos e grandes acontecimentos do seu dia a dia - marcado no panorama nacional e internacional pelos esforços da Primeira Guerra Mundial e mudanças políticas sísmicas, e na esfera privada por perdas, conflitos, momentos de grande criatividade e também de grande sofrimento, ensombrados pela doença mental. Este diário, anotado e enriquecido com cartas e ensaios de Virginia Woolf, permite-nos conhecer de forma íntima e sem filtros os pensamentos de um dos maiores nomes da literatura, com rasgos líricos surpreendentes e passagens de uma inteligência acutilante.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Entre 1915 e 1926, Virginia Woolf escreveu regularmente e em grande detalhe sobre os pequenos e grandes acontecimentos do seu dia a dia - marcado no panorama nacional e internacional pelos esforços da Primeira Guerra Mundial e mudanças políticas sísmicas, e na esfera privada por perdas, conflitos, momentos de grande criatividade e também de grande sofrimento, ensombrados pela doença mental. Este diário, anotado e enriquecido com cartas e ensaios de Virginia Woolf, permite-nos conhecer de forma íntima e sem filtros os pensamentos de um dos maiores nomes da literatura, com rasgos líricos surpreendentes e passagens de uma inteligência acutilante.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Zineb El Rhazoui, jornalista francesa de origem marroquina, escapou ao brutal atentado ao jornal Charlie Hebdo, que, em 2015, deixou a Europa em estado de choque. Alvo de ameaças de morte pela sua denúncia da intolerância dos fundamentalistas islâmicos, Zineb é hoje a mulher com mais protecção policial de França. Neste livro, Zineb revela a estratégia de expansão do que chama fascismo islâmico. Os islamistas viram o discurso da tolerância religiosa contra a democracia, replicando no Ocidente as suas acções opressoras e criminosas. Zineb mostra que os Muçulmanos não são uma comunidade, são milhões de anónimos que vivem diariamente sob o jugo de um fascismo islâmico, que deve ser travado. O Islão, afirma, tem de respeitar a lei do Estado laico, tem de aceitar a liberdade de expressão e mesmo o humor mais corrosivo. Destruir o Fascismo Islâmico é um texto corajoso, leitura obrigatória para quem não se quer ver enredado nesta teia do paradoxo da intolerância.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Zineb El Rhazoui, jornalista francesa de origem marroquina, escapou ao brutal atentado ao jornal Charlie Hebdo, que, em 2015, deixou a Europa em estado de choque. Alvo de ameaças de morte pela sua denúncia da intolerância dos fundamentalistas islâmicos, Zineb é hoje a mulher com mais protecção policial de França. Neste livro, Zineb revela a estratégia de expansão do que chama fascismo islâmico. Os islamistas viram o discurso da tolerância religiosa contra a democracia, replicando no Ocidente as suas acções opressoras e criminosas. Zineb mostra que os Muçulmanos não são uma comunidade, são milhões de anónimos que vivem diariamente sob o jugo de um fascismo islâmico, que deve ser travado. O Islão, afirma, tem de respeitar a lei do Estado laico, tem de aceitar a liberdade de expressão e mesmo o humor mais corrosivo. Destruir o Fascismo Islâmico é um texto corajoso, leitura obrigatória para quem não se quer ver enredado nesta teia do paradoxo da intolerância.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um guia feminino de sobrevivência e aventura com a Índia por pano de fundo. Através do clube de viagem dos corações solitários Georgia Green vai partir para reconstruir a sua vida. Uma leitura muito boa e doce. O enredo, brilhante, segue pelas exóticas paisagens de um país magnifico, mas que não dá tréguas ao viajante
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um guia feminino de sobrevivência e aventura com a Índia por pano de fundo. Através do clube de viagem dos corações solitários Georgia Green vai partir para reconstruir a sua vida. Uma leitura muito boa e doce. O enredo, brilhante, segue pelas exóticas paisagens de um país magnifico, mas que não dá tréguas ao viajante
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No 3º livro do Clube de viagem dos Corações Solitários Georgia vai receber a oportunidade da sua vida! Ser a protagonista de um programa televisivo de viagens. Na 1ª viagem, tendo como cenário o maravilhoso Chile, Ben e Georgia têm de decidir se o seu amor vale todos os seus esforços e dificuldades…
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No 3º livro do Clube de viagem dos Corações Solitários Georgia vai receber a oportunidade da sua vida! Ser a protagonista de um programa televisivo de viagens. Na 1ª viagem, tendo como cenário o maravilhoso Chile, Ben e Georgia têm de decidir se o seu amor vale todos os seus esforços e dificuldades…
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Eytan Grin está a passar por um período de escolhas difíceis. Sacrificando os seus princípios e uma carreira promissora de neurocirurgião, aceitou transferir-se da capital, Telavive, para a desolada Be'er Sheva, no meio do deserto israelita. Agora, numa noite de lua cheia, ao conduzir o seu jipe por estradas de terra batida, atropelou um homem, um refugiado eritreu, e fugiu, deixando para trás um corpo moribundo e, sem querer, a sua carteira. No dia seguinte ao acidente, porém, apresenta-se à sua porta uma mulher, bela e de pele negra, que exige um inesperado preço pelo seu silêncio, precipitando Eytan numa nova vida de mentiras e segredos. Com um registo próximo do livro de suspense, "Despertar os Leões" transporta o leitor para o universo de amor e violência, vergonha e desejos proibidos que ocultamos no nosso interior.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Eytan Grin está a passar por um período de escolhas difíceis. Sacrificando os seus princípios e uma carreira promissora de neurocirurgião, aceitou transferir-se da capital, Telavive, para a desolada Be'er Sheva, no meio do deserto israelita. Agora, numa noite de lua cheia, ao conduzir o seu jipe por estradas de terra batida, atropelou um homem, um refugiado eritreu, e fugiu, deixando para trás um corpo moribundo e, sem querer, a sua carteira. No dia seguinte ao acidente, porém, apresenta-se à sua porta uma mulher, bela e de pele negra, que exige um inesperado preço pelo seu silêncio, precipitando Eytan numa nova vida de mentiras e segredos. Com um registo próximo do livro de suspense, "Despertar os Leões" transporta o leitor para o universo de amor e violência, vergonha e desejos proibidos que ocultamos no nosso interior.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O interesse deste livro está na diversidade dos temas abordados combinando as inquestionáveis prioridades à educação e à saúde com o incontornável desafio do envelhecimento das nossas sociedades sem deixar de prestar atenção aos modelos de governação das empresas e do Estado e ao grande sítio atual de vida, trabalho, aprendizagem e lazer, constituído pelas cidades.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O interesse deste livro está na diversidade dos temas abordados combinando as inquestionáveis prioridades à educação e à saúde com o incontornável desafio do envelhecimento das nossas sociedades sem deixar de prestar atenção aos modelos de governação das empresas e do Estado e ao grande sítio atual de vida, trabalho, aprendizagem e lazer, constituído pelas cidades.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Observação bem-humorada e provocadora da realidade cultural portuguesa. Onésimo Teotónio Almeida é, há longos anos, professor na prestigiada universidade Brown, em Providence, EUA - pertencente à Ivy League (um grupo constituído pelas instituições de maior prestígio científico nos Estados Unidos e no mundo). De lá, transformou-se num observador privilegiado e distanciado da realidade cultural portuguesa, que sempre tratou com tolerância, sentido de humor e ironia. Neste livro, o autor aborda questões polémicas no nosso meio cultural e universitário: de onde vêm a verborreia empolada e a dificuldade lusitana de se debater argumentos sem entrar em ataques pessoais? Porque eram os intelectuais portugueses tão sensíveis às modas francesas? Porque é que os intelectuais europeus não compreendem a América? Porque é que o provincianismo português é tão arrogante? Sempre num registo divertido, bem-humorado e provocador.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Observação bem-humorada e provocadora da realidade cultural portuguesa. Onésimo Teotónio Almeida é, há longos anos, professor na prestigiada universidade Brown, em Providence, EUA - pertencente à Ivy League (um grupo constituído pelas instituições de maior prestígio científico nos Estados Unidos e no mundo). De lá, transformou-se num observador privilegiado e distanciado da realidade cultural portuguesa, que sempre tratou com tolerância, sentido de humor e ironia. Neste livro, o autor aborda questões polémicas no nosso meio cultural e universitário: de onde vêm a verborreia empolada e a dificuldade lusitana de se debater argumentos sem entrar em ataques pessoais? Porque eram os intelectuais portugueses tão sensíveis às modas francesas? Porque é que os intelectuais europeus não compreendem a América? Porque é que o provincianismo português é tão arrogante? Sempre num registo divertido, bem-humorado e provocador.
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Em "Tentação" uma jovem de famílias ricas vê-se obrigada a trabalhar num acampamento de verão depois da ruína da sua família. O que certamente não esperava era converter-se em objeto de desejo... e ele não esperava ter de lutar contra a necessidade imperiosa de a fazer dele. "Sonhos Tornados Realidade", David Katcherton, um homem atrevido, seguro de si mesmo e arrogante, entrou na vida de Megan Miller e remexeu sentimentos que tinham permanecido adormecidos. Megan não queria ter nada a ver com Katche menos ainda depois de saber que ele queria comprar o negócio do seu querido avô, mas Katchera um homem que nunca aceitava um não como resposta. E tinha posto os seus olhos em Megan. Megan não estava disposta a apaixonar-se por aquele estranho tão irritante e tão irresistível que se intrometera na sua vida. Contudo, Katchera mais complexo do que imaginara. "Atração sem Limites", Jillian Baron e Aaron Murdock pareciam empenhados em prosseguir mais uma geração com a inimizade que, desde sempre, existira entre as suas famílias. Ela era mais suscetível e ele arrogante, no entanto a batalha que os seus corações travavam estava prestes a transformar a desconfiança mútua em desejo…
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Em "Tentação" uma jovem de famílias ricas vê-se obrigada a trabalhar num acampamento de verão depois da ruína da sua família. O que certamente não esperava era converter-se em objeto de desejo... e ele não esperava ter de lutar contra a necessidade imperiosa de a fazer dele. "Sonhos Tornados Realidade", David Katcherton, um homem atrevido, seguro de si mesmo e arrogante, entrou na vida de Megan Miller e remexeu sentimentos que tinham permanecido adormecidos. Megan não queria ter nada a ver com Katche menos ainda depois de saber que ele queria comprar o negócio do seu querido avô, mas Katchera um homem que nunca aceitava um não como resposta. E tinha posto os seus olhos em Megan. Megan não estava disposta a apaixonar-se por aquele estranho tão irritante e tão irresistível que se intrometera na sua vida. Contudo, Katchera mais complexo do que imaginara. "Atração sem Limites", Jillian Baron e Aaron Murdock pareciam empenhados em prosseguir mais uma geração com a inimizade que, desde sempre, existira entre as suas famílias. Ela era mais suscetível e ele arrogante, no entanto a batalha que os seus corações travavam estava prestes a transformar a desconfiança mútua em desejo…
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